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P-021 - A Guerra Atômica Que Não Houve - Kurt Mahr.doc

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(P-021) A GUERRA ATÔMICA QUE NÃO HOUVE Autor KURT MAHR Tradução RICHARD PAUL NETO Digitalização VITÓRIO Revisão ARLINDO_SAN Nenhum exército equipado com armas terrenas convencionais, por maior que seja, pode enfrentar os recursos da antiqüíssima técnica arcônida. Perry Rhodan sabe disso perfeitamente, e não se preocupa com os remanescentes de uma divisão espacial comandada pelo general Tomisenkow, que investi
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  A GUERRA ATÔMICA QUE NÃO HOUVE  Autor  KURT MAHR  Tradução RICHARD   PAUL   NETO  Digitalização VITÓRIO  Revisão ARLINDO_SAN (P-021)   Nenhum exército equipado com armas terrenas convencionais, por maior que seja, pode enrentar os recursos da antiq! ssimatécnica arc#nida$ %err& Rhodan sa'e disso pereitamente, e não se preocupa com os remanescentes de uma divisão espacial comandada pelo general Tomisen(o), que investira o'stinadamente contra a ortaleza de *+nus$  que causa muita preocupação ao chee daTerceira %ot+ncia é a evolução mais recente da pol tica na Terra$-om sua perman+ncia no planeta %eregrino, Rhodan perdeumais de quatro anos$ Agora tem de regressar com a maior urg+nciaao seu mundo, para que não haja a guerra at#mica$$$ = = = = = = = = = = P! #$%&$ P!'$'%' * = = = = = = = = = = P!!+   R,#%$  — Chefe da Terceira Potência. C#!#$.   /!+  — Representante de Perry Rhodan na Terra. C%'#   .'$ 3'4  — Comandante de um esquadrão de caças. M%4#!   D!'$&,#5   — Que dá provas de sua qualidade de saotador e a!ente secreto. /#!   A6   S!.$'3#7  — m novo ditador. M%!,%.   S'!#7  — # raço direito de $trelni%ov.  1 &ista da nave capitania 'ladislav (ossy!in) a frota se parecia com duas fileiras de p*rolas relu+entes) cuidadosamente enfiadas em arantes) a dist,ncias sempre i!uais.- frota se deslocava so o rilho relu+ente do $ol. #s pontos luminosos querepresentavam as naves) proetados nas telas da (ossy!in) emitiam uma lu+ muito maisintensa que a das estrelas destacadas contra o c*u ne!ro.# maor Pot%in se esforçou para reprimir o or!ulho que essa visão ameaçava provocar em sua mente./ra em verdade que) comparados com outros ve0culos que povoavam o espaço) essasnaves não passavam de patos desaeitados e de lon!as asas. ma ve+ fora do ,mito da!ravitação terrestre) possu0am apenas uma reserva de radiaç1es que lhes permitiria reali+ar uma manora de desaceleração antes de atin!ir a 2rita de &ênus. # resto) o mais dif0cil do pouso propriamente dito) ficaria a car!o das asas. - aterrisa!em seria aerodin,mica. Tinhamque contar com uma perda de cinco por cento. Como a frota possu0sse du+entas naves) de+ amais che!ariam ao solo de &ênus3 ou atin!iriam o mesmo so a forma de um meteoritoincandescente. /ram estas as previs1es dos cientistas.# resultado tam*m poderia ser diferente) se!undo Pot%in. Talve+ fosse de+ por cento.- frota levava reforços para a e4pedição do !eneral Tomisen%o5. #s reforçosconsistiam principalmente num suprimento de aço) uma ve+ que) depois do pouso) as navesnão mais estariam em condiç1es de sair de &ênus. 6ão lhes restaria qualquer reserva deradiaç1es. 7untamente com as quinhentas naves de Tomisen%o5) a!uardariam a che!ada deoutra frota de reforço com uma car!a de comust0vel) que voltaria a colocar os patosmetálicos em condiç1es de voar.Pot%in procurou calcular se mil naves seriam suficientes para reaastecer as quasesetecentas que se encontrariam em &ênus. / se fossem8 6esse caso) em ve+ de setecentasnaves) mil ficariam retidas no planeta coerto de selva.$essenta por cento da tripulação da frota de Pot%in era formada por mulheres. Pot%inficava se inda!ando o que os planeadores teriam tido em mente ao comporem dessa formao pessoal condu+ido pela frota. -s mulheres eram especialistas9 m*dicas) t*cnicas) i2lo!as.Pretenderiam instalar em &ênus al!o parecido com uma ase permanente8 ma aseque se tornasse independente da Terra em todos os sentidos) inclusive no campo iol2!ico8$em d:vida Pot%in teria encarado sua missão com maior seriedade se souesse que) para Tomisen%o5 e sua e4pedição) o ê4ito da mesma representava a sorevivência. 6a posição atual dos astros — o $ol se interpunha entre os dois planetas — não havia qualquer comunicação pelo rádio entre &ênus e a Terra. /m nosso planeta nin!u*m saia que PerryRhodan) chefe da Terceira Potência e comandante da supernave $tardust;<<<) haviadispersado a e4pedição de Tomisen%o5 pelos quatro cantos de &ênus e privado a mesma dequase todos os recursos t*cnicos.= = = 6aquele mesmo instante) a $tardust;<<< se encontrava em sua via!em de re!resso de&ênus > Terra. -s componentes motri+es da enorme nave esf*rica funcionavam a plena potência e) dentro de poucos minutos) aceleraram a nave a um ponto e4tremamente elevado.  #s imensos campos protetores e de asorção de choques fariam com que qualquer quantidade de mat*ria) desde a min:scula part0cula c2smica at* a rocha interplanetária) sedesfi+essem so o efeito das radiaç1es antes de poderem se tornar peri!osas > nave.Rhodan não apreciava esse tipo de v?o) pois) se utili+ando do sistema de microondas)não teria chances para uma rápida locali+ação de qualquer oeto que cru+asse seu caminho./ o rastreamento estrutural) que funcionava com ase em princ0pios pentadimensionais)tinha seu campo de detecção situado a partir de uma unidade astron?mica) ou sea) cento ecinq@enta milh1es de quil?metros. /ra em verdade que mesmo dentro desse raio orastreamento era poss0vel3 mas perdia todo o sentido) á que) numa dist,ncia tão redu+ida) osistema de oservação por microondas funcionaria praticamente com a mesma rapide+.Por isso a $tardust;<<< se deslocava numa esp*cie de v?o ce!o. 6ada poderia lheacontecer) á que os campos protetores lhe forneceriam proteção ininterrupta. Aas ai dequem se pusesse em seu caminho.= = = 6a tela do radar da (ossy!in sur!iu uma estranha mancha verde. -parecera naqueleinstante) mas) antes que o operador de radar desse pela sua presença) á havia percorrido aquarta parte do di,metro da tela. 6um movimento treinado milhares de ve+es) a mão do homem se deslocou para ai4oe comprimiu a superf0cie vermelha da chave de alarma. $ereias uivaram e otelecomunicador transmitiu o alarma >s du+entas naves que compunham a frota.$uitamente a vo+ de Pot%in soou no alto;falante. — # que houve) radar8 — #eto desconhecido apro4ima;se da frota. &elocidade... quase i!ual > da lu+B# operador ouviu a respiração pesada de Pot%in. — Que setor de nossa frota está sendo ameaçado8 ale lo!o) homemB — # centro.- vo+ de Pot%in se tornou mais fraca quando ele se voltou para outro microfone. #operador de radar ouviu as ordens por ele transmitidas9 — Corri!ir rota. Toda força para omordo. <mediatamente.# ponto verde quase havia percorrido metade da tela do radar. -pro4imava;seine4oravelmente do centro marcado em vermelho) que representava a posição dooservador.# operador de radar conteve a respiração. $e a correção não fosse completadaimediatamente...Aais dois se!undosB# homem cerrou os olhos e se a!arrou ao painel) a!uardando o choque iminente. 6ão houve o choque esperado. - morte sur!iu em forma de um raio a+ul e ofuscante)que transformou a (ossy!in num en4ame de mol*culas e átomos que se disseminaram peloespaço.# operador de radar não perceeu nada. ma morte que sur!e com a velocidade da lu+nem che!a a causar uma impressão dolorosa.= = = 6a :ltima fração de se!undo) Rhodan fora avisado sore a fileira dupla formada pelasdu+entas naves. 6um !esto instant,neo) levantou o raço para manorar al!um dispositivode comando que desencadeasse uma manora salvadora.
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