Engineering

PERFIL DA GLICEMIA E NÍVEL DA ATIVIDADE FÍSICA EM PARTICIPANTES DO PROJETO HIPERTENSÃO ARTERIAL DESENVOLVIDO NA FCT/UNESP PRESIDENTE PRUDENTE

Description
PERFIL DA GLICEMIA E NÍVEL DA ATIVIDADE FÍSICA EM PARTICIPANTES DO PROJETO HIPERTENSÃO ARTERIAL DESENVOLVIDO NA FCT/UNESP PRESIDENTE PRUDENTE BLOOD GLUCOSE PROFILE AND PHYSICAL ACTIVITY LEVEL ON PARTICIPANTS
Categories
Published
of 14
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
PERFIL DA GLICEMIA E NÍVEL DA ATIVIDADE FÍSICA EM PARTICIPANTES DO PROJETO HIPERTENSÃO ARTERIAL DESENVOLVIDO NA FCT/UNESP PRESIDENTE PRUDENTE BLOOD GLUCOSE PROFILE AND PHYSICAL ACTIVITY LEVEL ON PARTICIPANTS OF ARTERIAL HYPERTENSION PROJECT PERFORMED IN FCT / UNESP - PRESIDENTE PRUDENTE Isadora Lessa Moreno, Luiz Carlos Marques Vanderlei, Ana Clara Campagnolo Real Gonçalves, Anelise Kawakami, Carlos Marcelo Pastre Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista - campus de Presidente Prudente Correspondência para: Luiz Carlos Marques Vanderlei Faculdade de Ciências e Tecnologia - FCT/UNESP, Campus de Presidente Prudente Departamento de Fisioterapia. Rua Roberto Simonsen, Cidade Universitária. CEP Presidente Prudente - São Paulo. Fone - (0XX18) Ramal Fax - (0XX18) RESUMO Introdução: Cerca de 70% dos portadores do Diabetes Mellitus (DM) tipo 2 apresentam hipertensão arterial, deste modo a investigação do perfil glicêmico (PG) destes indivíduos abre perspectivas para prevenção e controle do DM. Objetivo: Avaliar o PG e o nível de atividade física (AF) numa população hipertensa. Metodologia: Foram avaliados 30 indivíduos pertencentes ao Projeto Hipertensão, divididos em dois grupos: indivíduos com pressão arterial (PA) controlada (GHC) e com PA não controlada (GHNC), sendo esses valores a média coletada de 2002 a Estes dados foram correlacionados ao PG (obtido através de punção de polpa digital) e ao nível de AF (verificado através do questionário IPAQ) de cada indivíduo. Os dados foram analisados por estatística descritiva. Resultados: Os resultados mostraram que no GHC (16 indivíduos - 75% ativos e 25% sedentários) 12,5% possui alta glicemia (AG) e 87,5% baixa glicemia (BG). No GHNC (14 indivíduos - 42,85% ativos e 57,15% sedentários) 35,70% possui AG e 64,30% BG. Conclusão: Há uma boa relação entre a PA controlada e a prática de AF. Quanto à AG e a PA controlada a relação fica proporcional, já que entre os grupos, o maior número de indivíduos com AG está presente no grupo GNHC. Palavras-chave: prevenção & controle, hipertensão, atividade física, diabetes mellitus. 159 ABSTRACT Background: About 70% of people with diabetes mellitus (DM) type 2 have hypertension, so the investigation of glycaemia profile (GP) opens perspectives of these individuals for prevention and control of DM. Purpose: Evaluate the glycaemia profile (GP) and the physical activity level (PA) in a population with arterial hypertension. Methodology: 30 people belonged to the Hypertension Project were evaluated and divided in two different groups: people with the arterial pressure (AP) controlled (CHG) and people with the AP uncontrolled (UHG), being these values the mean collected since 2002 to These data were correlated to GP (obtained by the digital pulp puncture) and to PA level (obtained by the IPAQ questionnaire) of each person. The data were analysed by descriptive statistics. Results: The results have showed that in the CHG (16 people 75% active and 25% sedentary) 12,5% has showed a high level of glycaemia (HG) and 87,5% has showed a low level of glycaemia (LG). In the UHG (14 people 42,85% active and 57,15% sedentary) 35,70% has showed HG and 64,30% LG. Conclusion: There is a good relation between the AP and FA. About the HG and the controlled AP the relation is proportional, because between the groups, the UHG has the biggest number of persons with HG. Keywords: prevention & control, hypertension, physical activity, diabetes mellitus. 160 INTRODUÇÃO Sendo uma das doenças crônicas mais freqüentes, o diabetes melittus (DM) vem se apresentando como um dos mais importantes problemas de saúde pública, o que é explicado pelo aumento considerável na sua prevalência e incidência, 150 milhões de pessoas no mundo são acometidas pela doença, e aproximadamente 90% dos casos é o DM tipo II. Esse valor comprova a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença perante a população (1,2,3). O grande impacto da doença na saúde pública decorre não apenas de seu quadro clínico diretamente relacionado à hiperglicemia, mas principalmente pelas alterações funcionais que ocorrem em diferentes órgãos e sistemas, resultantes do descontrole metabólico crônico do metabolismo dos hidratos de carbono, das proteínas e dos lipídios. A doença caracteriza-se, portanto, por uma desordem metabólica crônicodegenerativa de etiologia múltipla associada à falta e/ou à deficiente ação do hormônio insulina produzido pelo pâncreas, o DM responde por cerca de 25 mil óbitos anuais, sendo classificado como a sexta causa de morte no Brasil (1,4,5,6). Atualmente, o DM é considerado uma moléstia cardiovascular e por isso, além de objetivar-se à normalização da glicemia, é fundamental a necessidade de serem desenvolvidas estratégias preventivas dirigidas para a diminuição da incidência de eventos cardiovasculares como, por exemplo, a hipertensão arterial (HA), uma vez que se recomendam para diabéticos valores de PA inferiores a 130/80mmHg. Sendo assim, o controle da PA tem por objetivo reduzir a morbidade e mortalidade em pessoas portadoras do DM e demais doenças cardiovasculares (7,8,9). A HA, caracterizada por elevados níveis pressóricos (140/90 mmhg) representa uma das maiores causas de morbidade cardiovascular no Brasil e acomete 15% a 20% da população adulta, possuindo também considerável prevalência em crianças e adolescentes. Além disso, é a causa de muitas patologias, entre elas doenças isquêmicas do coração e acidentes vasculares cerebrais, o que faz dela uma das doenças crônico-degenerativas e, portanto, uma das causas de maior redução da qualidade e expectativa de vida dos indivíduos (10,11,12,13). 161 Vários fatores podem contribuir para o aparecimento ou agravamento da HA, dentre eles podemos citar a hipercolesterolemia, a obesidade, a diabetes, a ingestão de sal, o sedentarismo, o estresse, a hereditariedade, baixa ingestão de potássio e consumo excessivo de álcool. Além disso, o sedentarismo, o tabagismo e a alimentação inadequada, diretamente relacionados ao estilo de vida, são responsáveis por mais de 50% do risco total de desenvolver algum tipo doenças crônico-degenerativas não transmissíveis, como é o caso da HA (10,14,15,16,17,18). Cerca de 5% da população total é diabética, crescendo assustadoramente este número com o decorrer do tempo. Dos pacientes que apresentam DM tipo II, cerca de 70% são acometidos pela HA. O DM e a HA, quando associados, aumentam consideravelmente o risco de doenças cardiovasculares, que representam a primeira causa de óbito no Brasil e são responsáveis por elevadas taxas de internação hospitalar e incapacitação física. Desta forma, a investigação da contribuição da HA nas alterações do perfil glicêmico em indivíduos diabéticos abre perspectivas para prevenção e controle do DM (6,7,19). A prática regular de atividade física em pacientes portadores de DM é de extrema importância, pois, quando associada a novos hábitos alimentares, a realização de pelo menos quatro horas semanais de atividade física de intensidade moderada a alta diminuiu em média 70% a incidência de diabetes, em relação ao estilo de vida sedentário, após quatro anos de seguimento (20,21,22,23). O exercício físico melhora a captação da glicose pelos tecidos, e conseqüentemente diminui o risco de desenvolver o DM, porque aumenta a permeabilidade da membrana citoplasmática, potencializando a ação da insulina, podendo inclusive, reduzir a quantidade de medicação para manutenção dos níveis glicêmicos. Este efeito de tendência redutora da glicemia sangüínea se prolonga por em torno de 48 horas e é um efeito agudo e não crônico em decorrência da atividade. Por esta razão, insiste-se na importância de que atividades físicas sejam feitas de forma regular e constante pelo menos três vezes na semana (6,21,23). A prática de atividade física repercute também beneficamente sobre a PA em indivíduos de todas as idades, pois alto nível de atividade física diária está associado a menores níveis de PA em repouso. Programas de atividade física têm demonstrado 162 diminuir a PA sistólica e diastólica, tanto de indivíduos hipertensos como de normotensos. Reduções de apenas 2mmHg na pressão diastólica podem diminuir substancialmente o risco de doenças e mortes associadas à HA, o que demonstra que a prática de exercício representa importante benefício para a saúde de indivíduos hipertensos (24,25,26). O exercício físico tem, portanto ações benéficas sobre todo o sistema cardiovascular, aumentando a circulação sangüínea periférica, o que favorece o controle glicêmico e da PA, além de aumentar o fluxo sangüíneo nos tecidos, o que é fundamental para o diabético (23,27). Thompson et al. (28) observaram em seu estudo, no qual indivíduos foram avaliados, que as taxas de doença cardiovascular foram reduzidas em 19%, 38% e 40% nos grupos que realizaram atividade física considerada fraca, moderada e intensa, respectivamente. O estudo demonstra, ainda, a importância da prática esportiva com regularidade (de quatro a seis vezes por semana), do tipo aeróbico, e com sessões de, no mínimo, 40 minutos. Em virtude da importância de desenvolver estratégias preventivas para a diminuição de doenças cardiovasculares, foi realizado um trabalho para verificar a prevalência da HA em funcionários da FCT/UNESP, do qual, elaborou-se um projeto de extensão que visa controlar e incentivar mudanças simples em alguns hábitos de vida diários dos funcionários hipertensos desta Instituição, melhorando assim, a qualidade de vida destes indivíduos. Portando, o trabalho tem o objetivo de analisar o perfil de glicemia e da atividade física da população inscrita na atividade extensionista Projeto Hipertensão Arterial do Setor de Reabilitação Cardíaca realizada na Faculdade de Ciências e Tecnologia FCT - Unesp de Presidente Prudente/SP, a qual visa o controle e a prevenção dos riscos cardiovasculares, através de programas educativos e monitorização da PA de seus participantes. 163 MATERIAIS E MÉTODOS Para realização deste trabalho foram avaliados 30 indivíduos, sendo 21 homens e 9 mulheres, com média de idade de 48,9 ± 8,26 anos, integrantes do Projeto Hipertensão Arterial da FCT/UNESP, uma atividade que visa controlar e incentivar mudanças simples em alguns hábitos de vida diários dos funcionários hipertensos desta Instituição, melhorando assim, a qualidade de vida destes indivíduos. Todos os participantes foram devidamente informados sobre os objetivos e procedimentos deste estudo, os quais foram aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Ciências e Tecnologia FCT/UNESP Campus de Presidente Prudente e obedeceram à resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Após concordarem, os participantes assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido, passando a fazer parte efetivamente do estudo. A realização deste projeto se faz a partir da elaboração e distribuição de cartilhas entre os participantes, as quais continham informações sobre a definição HA, fatores que podem desencadear esta doença, as conseqüências dessa patologia não tratada e dicas de como eliminar os fatores de risco da HA. Também, através de visitas mensais aos vários setores da FCT/UNESP, verifica-se a PA de 56 indivíduos com diagnóstico clínico de HA e que estão cadastrados no projeto. A mensuração da PA é realizada mensalmente pelo método indireto utilizando esfigmomanômetro aneróide e estetoscópio. Nestas visitas é também verificada a PA de outros indivíduos que não estão cadastrados no projeto. Além da verificação da PA, são esclarecidas dúvidas dos participantes e ressaltadas as orientações fornecidas sobre a HA contidas nas cartilhas. E por fim, para melhor caracterização e orientação dos participantes, a aplicação do Questionário Internacional de Atividade Física (International Physical Activity Questionnaire IPAQ) (29) tornou-se rotina nessas visitas. Além disso, sempre que possível, são analisados também os valores glicêmicos por meio do exame de punção da polpa digital utilizando o aparelho Accutrend CGT BM. A partir destes dados coletados, estes indivíduos foram separados em dois grupos: grupo 1 (GHC), indivíduos com PA controlada e grupo 2 (GHNC), indivíduos com PA não controlada. Para esta definição foram utilizados os valores médios de PA 164 coletados de 2002 a Nesses indivíduos a PA foi mensurada com auxílio de estetoscópio e esfigmomanômetro aneróide, pelo método indireto, seguindo as normas e recomendações da V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (12). Foram considerados hipertensos não controlados os indivíduos que apresentaram a média de PA sistólica superior a 140 mmhg e/ou a PA diastólica superior a 90 mmhg. A partir da definição desses dois grupos, relacionaram-se os valores médios da PA separadamente com os valores glicêmicos e com o nível de atividade física destes indivíduos. Os valores glicêmicos foram colhidos por meio do exame de punção da polpa digital utilizando o aparelho Accutrend CGT BM, com pelo menos 2 horas em jejum. Indivíduos que atingiram no teste valores acima de 100 mg/dl foram considerados de alto valor glicêmico, os que não atingiram este valor foram classificados como de baixo valor glicêmico. Para avaliar o nível de atividade que faz parte do dia-a-dia dessas pessoas foi aplicado o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ - versão curta) (29) que tem por objetivo classificar os indivíduos em sedentários, insuficientemente ativos A e B, ativos e muito ativos. A partir dos resultados do IPAQ os indivíduos foram divididos em dois grupos: ativos e sedentários, sendo o primeiro o grupo de indivíduos classificados pelo questionário como ativo e muito ativos e, o segundo, o grupo de indivíduos classificados como sedentários e insuficientemente ativos A e B. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva. 165 RESULTADOS O grupo GHC foi composto por 16 indivíduos, sendo 75% classificados como ativos e 25% sedentários. Dos indivíduos pertencentes a este grupo, 12,5% apresentaram alta glicemia e 87,5% glicemia baixa. No GHNC, formado por 14 indivíduos, 42,85% foram classificados como ativos e 57,15% sedentários. Quanto aos valores de glicemia, 35,70% apresentaram glicemia alta e 64,30% glicemia baixa. A figura 1 correlaciona estes dados com os hipertensos controlados e não controlados. Figura 1 - Valores em porcentagem da glicem ia e nível de atividade física dos indivíduos com hipertensão arterial controlada e não controlada , ,5 35,7 64,3 42,85 57,15 0 G licemia Alta G licemia Baixa Ativos Sedentários H ipertensos Controlados (G H C) H ipertensos Não C ontrolados (G H NC) 166 DISCUSSÃO Os resultados mostram que a maioria dos indivíduos com PA controlada é ativa, enquanto que a maioria dos indivíduos com PA não controlada é sedentária, o que sugere que a prática de exercício representa um importante benefício para a saúde de indivíduos hipertensos como já foi demonstrada em programas de atividade física, citados anteriormente (24,26). Monteiro e Filho (13) relatam que o exercício físico promove redução da PA pela diminuição no débito cardíaco que está associada ao decréscimo da freqüência cardíaca, uma vez que o volume sistólico se mantém constante. Além disso, o exercício físico promove queda na resistência vascular sistêmica e, conseqüentemente, na PA. Assim, o exercício físico de baixa intensidade (50% do consumo de oxigênio de pico) diminui a PA porque provoca redução no débito cardíaco, o que pode ser explicado pela diminuição na freqüência cardíaca de repouso e diminuição do tônus simpático no coração, em decorrência de menor intensificação simpática e maior retirada vagal. Além de influenciar diretamente os níveis de PA, estudos confirmam que a prática de atividade física acarreta em quedas nos níveis plasmáticos de glicose. Essa melhora na regulação da glicose com o exercício físico pode persistir por vários dias, em virtude, possivelmente, de uma maior sensibilidade à insulina por parte dos músculos ativos (13,20,23). Os dados que obtivemos mostram essa relação. Ao analisarmos a população em relação ao seu nível glicêmico, verificamos que a maioria dos indivíduos dos dois grupos apresentou glicemia baixa. Entretanto, proporcionalmente, o GHNC (com uma maior população sedentária) comparado ao GHC (com uma maior população ativa), apresentou maior porcentagem de indivíduos com glicemia alta. Em resumo, no indivíduo diabético do tipo I o treinamento físico auxilia efetivamente no controle de outras doenças associadas ao diabetes, como a o que sobrepuja os riscos de hipoglicemia durante e após a realização do exercício. Nos diabéticos do tipo II, o treinamento físico aeróbio é uma conduta bastante recomendada, pois, além dos benefícios gerais relacionados às outras doenças, auxilia no controle 167 glicêmico, melhorando a sensibilidade à insulina, sem necessariamente provocar riscos durante sua execução (30,31). Os dados reforçam que medidas dietético-higiênicas como essas, associadas ou não ao tratamento medicamentoso, adequação dos hábitos de vida e, sobretudo, informação à população, são importantes parâmetros que favorecem a redução da morbidade e mortalidade de doenças cardiovasculares. 168 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Lerario AC. Diabete Melito: Aspectos epidemiológicos. Rev Soc Cardiol Estado de São Paulo 1998 Set-Out;8(5): Lima LM, et al. Apolipoproteins A-I and B plasma levels correlations with lipid profile in subjects with type 2 diabetes mellitus and high blood pressure. J Bras Patol Med Lab 2005;41(6): Goldenberg P, Schenkman S, Franco LJ. Prevalência de diabetes mellitus: diferenças de gênero e igualdade entre os sexos. Rev Bras Epidemiol Abr 6(1): Goldenberg P, Franco LJ, Pagliaro H, Silva RS, Santos CA. Diabetes mellitus autoreferido no município de São Paulo: prevalência e desigualdade. Cad Saúde Pública. 1996;12(1): Costa JSD, Olinto MTA, Assunção MCF, Gigante DP, Macedo S, Menezes AMB. Prevalência de Diabetes Mellitus em Pelotas, RS: um estudo de base populacional. Rev Saúde Pública Jun 40(3): Hu FB, Manson JE, Stampfer MJ, et al. Diet, lifestyle, and the risk of type 2 diabetes mellitus in women. N Engl J Med. 2001;345: Branco CE, et al. Fatores de risco na Hipertensão Arterial: Prevalência e Perfil dos portadores no bairro de Votorantim Itajaí SC 1997 Jan-Jun;5(1):11-8. ISSN: DeFronzo RA, Ferrannini E. Insulin resistance: a multifaceted syndrome responsible for NIDDM, obesity, hypertension, dyslipidemia, and atherosclerotic cardiovascular disease. Diabetes Care 1991;14: SBH. Sociedade Brasileira de Hipertensão. I Diretriz brasileira de diagnóstico e tratamento da síndrome metabólica. Rev Bras Hipertens 2004; 4: Vargas CM, Ingram DD, Gillum RF. Incidence of hypertension and educational attainment. Am J Epidemiol 2000; 152: II Consenso Brasileiro Para Tratamento da Hipertensão Arterial. Arq Bras Cardiol 1994;63(4): V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. Arq Bras Cardiol. 2006;9(4): Monteiro MF, Filho DCS. Exercício físico e o controle da pressão arterial. Rev Bras Med Esporte Nov-Dez 10(6): Martinez MC, Latorre MRDO. Fatores de risco para hipertensão arterial e diabete melito em trabalhadores de empresa metalúrgica e siderúrgica. Arq. Bras. Cardiol Out 87(4): 15. Alencar YMG, Carvalho ET, Paschoal SMP, Curiati JAE, Ping WC, Litvoc J. Fatores de risco para aterosclerose em uma população idosa ambulatorial na cidade de São Paulo. Arq Bras Cardiol 2000;74(3): Spritzer N. Epidemiologia da hipertensão arterial sistêmica. Medicina Ribeirão Preto 1996;29(2-3): Matthews KA, Kiefe CI, Lewis CE, Liu K, Sidney S, Yunis C. Socioeconomic trajetories and incident hypertension in a biracial cohort of young adults. Hypertension 2002;39: Zaitune MPA, Barros MBA, César CLG, Carandina L, Goldbaum M. Hipertensão arterial em idosos: prevalência, fatores associados e práticas de controle no Município de Campinas, São Paulo, Brasil. Cad Saúde Pública 2006 Fev 22(2): Programa Nacional de Promoção da Atividade Física Agita Brasil : Ativ
Search
Similar documents
View more...
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks