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RELATORIO PERDA DE CARGA o meu.doc

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Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Engenharia Química Laboratório de Físico-Química 2 Recife, 13 de dezembro de 2011 Universidade Federal de Pernambuco Centro de Tecnologia e Geociências Departamento de Engenharia Química Prática 1: Perda de Carga Aluna: Joanna Cysneiros Silva Professor: Luciano Costa Almeida Curso: Química Industrial Recife, 13 de dezembro de 2011 1. INTRODUÇÃO Fluidos são substâncias que se deformam continuamente medi
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  Universidade Federal de PernambucoCentro de Tecnologia e GeociênciasDepartamento de Engenharia Química Laboratório de Físico-Química 2 Recife, 13 de dezembro de 2011  Universidade Federal de PernambucoCentro de Tecnologia e GeociênciasDepartamento de Engenharia Química Prática 1: Perda de Carga Aluna: Joanna Cysneiros SilvaProfessor: Luciano Costa AlmeidaCurso: Química Industrial Recife, 13 de dezembro de 2011  1. INTRODUÇÃO Fluidos são substâncias que se deformam continuamente mediante a ação de umaforça de cisalhamento. Os fluidos podem ser compressíveis, ou seja, não tem pesoespecífico constante, como os gases, ou incompressíveis, ou seja, têm peso específicoconstante, como os líquidos. No estudo do movimento de fluidos em tubulações industriais alguns parâmetrosdevem ser determinados para um bom funcionamento de todo o sistema. Partindo danatureza do fluido, é importante uma análise detalhada do seu escoamento e de suascondições operacionais. É fundamental a compreensão do escoamento através de meios porosos, a precisão das medidas de vazões a serem realizadas, assim como o cálculo de perdas de carga que envolve principalmente a estrutura física do meio em questão. A presença de curvas, elevações, rebaixamentos, válvulas e outros aparatos industriais são primordiais para tal fim.A perda de carga de um fluido é a energia despendida por ele quando escoa aolongo de dispositivos (tubulações, válvulas, conexões, órgãos de máquinas etc.), paravencer as resistências que se oferecem ao seu escoamento, devidas à atração molecular no próprio líquido, e as resistências próprias aos referidos dispositivos.A avaliação destas variações de pressão em uma planta industrial torna-senecessária uma vez que se requer o conhecimento da potência e da capacidade das bombas, do tamanho nominal mais econômico da tubulação, das medidas da vazão. Isso pode ser feito através da aplicação da 1ª Lei da Termodinâmica ao sistema, com um balanço macroscópico ou integral da energia sobre um volume de controle.Quando um fluido está passando por um leito de partículas a uma certa velocidadea queda de pressão (perda de carga) do fluido através do leito é descrita pela  Equaçãode Ergun (equação 1), a qual aumenta com a diminuição do tamanho da partícula doleito.(Equação 1)  Usando a equação de Ergun em termos da massa de sólido e multiplicando os doistermos da equação 2 da distância “L” da entrada da coluna pelo inverso da velocidademássica superficial, teremos a equação 3.(Equação 2)(Equação 3)Onde, “A” e “B” da curva é respectivamente os dois termos constantes referentesaos coeficientes angular e linear da curva, apresentados na equação 4.(Equação 4)Dessa forma, o objetivo deste experimento consistiu em avaliar a perda de carga deum fluido compressível em escoamento através de um leito de recheio. Buscou-setambém determinar a porosidade do leito responsável por oferecer tal perda de carga.
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