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Salmos e Hinos - Somente texto

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Salmos e Hinos, somente texto.
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  SALMOS E HINOS   Deixem-se encher pelo Espírito, falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo  Efésios 5,18-20.Edição revista e aumentada conforme texto da 5ª edição   1975   de Salmos e Hinos com Músicras.?1ª Edição: 1868 (76 títulos)?2ª Edição: 1889 (230 títulos)?3ª Edição: 1899 (500 títulos)?4ª Edição: 1919 (608 títulos)?5ª Edição: 1975 (652 títulos) Estes são hinos que te conduzem à presença de Deus. Canta-os, pois, em espírito de louvor, adoração e reverente súplica. Comunga, em teu cântico, com gerações e gerações de santoujos corações estas músicas e poemas brotaram glorificando ao Senhor. ApresentaçãoCantai ao Senhor um cântico novo, porque Ele tem feito maravilhas; a Sua destra e o Seu braço santo Lhe alcançaram a vitória.Salmo 98,1.Quando, no ano de 1947, o Dr. João Gomes da Rocha transferiu à Igreja Evangélica Flumi  nense os direitos que lhe cabiam como compilador de SALMOS e HINOS esta, imbuída da responsabilidade inerente ao precioso legado espiritual que recebia, compreendeu que também lhe estava sendo confiada a privilegiada tarefa de ser a preservadora da obra, fruto do longo trabalho iniciado em 1855 por seus amados fundadores, D. Sarah P. Kalley e Rev. Robert R. Kalley, e pacientemente continuado por esse seu filho adotivo, o Dr. João Gomes da Rocha.Passou, assim, a Igreja Evangélica Fluminense a considerar que Deus lhe apontava um novo ministério, qual seja o de assegurar a existência do apreciado binário, e também o de prover as suas edições, para que jamais viesse a faltar ao povo evangélico instrumento que lhe servisse de inspiração para os cultos em suas igrejas, de louvor em sua adoração familiar e de manifestação das experiências de cada indivíduo.Lançou-se, por isso, através dos anos, as sucessivas tiragens de SALMOS E HINOS, e esta nova edição, que agora apresenta, fruto dessa convicção, espera seja recebida no meio evangélico como expressão de serviço que, sem qualquer outro interesse, lhe vem prestar.Muito longo e difícil foi o seu preparo. Grande o cuidado havido para escoimar a obra dos inúmeros senões que continha, alguns mencionados na Advertência inserida em SALMOS e HINOS com Músicas Sacras, Quinta Edição. Embora o texto poético tenha sofrido diversas alterações, o espírito da mensagem de cada hino foi fielmente mantido e também conservada a inspiração que moveu os seus autores a compô-los. No que concerne às músicas, poucas das antigas melodias foram retiradas da edição ora lançada, podendo nela ser agora encontradas preciosas peças dos mais piedosos compositores, unidas aos novos hinos que lhe foram acrescentados.É, pois, com muito júbilo para a Igreja Evangélica Fluminense que esta edição vem a lume; seus rogos a Deus são para que os hinos nela contidos se constituam poderosas mensagens de salvação para os pecadores, consolo para os corações aflitos, conforto para as almas cansadas, fonte de esperança para os que, fielmente, aguardam o cumprimento das promessas do Senhor e, finalmente, instrumento que em todas as ocasiões em que se preste culto a Deus conduza os fiéis a um mais perfeito louvor e adoração.Reconhecendo a árdua tarefa que a Comissão Revisora da obra, composta dos Revs. Jonathas Thomaz de Aquino e Manoel da Silveira Porto Filho; Professora Henriqueta Rosa Fernandes Braga e Presbíteros Remígio de Cerqueira Fernandes Braga e Nathaniel Biato, muito ajudada por alguns outros irmãos, cumpriu, rendemos graças a Deus pela vida preciosa de cada um, e por lhes ter sido dados disposição e vigor físico e espiritual para ver realizados os propósitos da Igreja Evangélica Fluminense.Registramos, saudosos, a ausência de um dos grandes idealistas desta obra, o Dr. Remígio de Cerqueira Fernandes Braga que, atendendo ao chamado do Senhor, subiu à Sua presença na manhã de 18 de agosto de 1973, sem ter tido o gozo de ver concluído este empreendimento para o qual, de coração sincero, muito colaborou. Rio de Janeiro, setembro de 1975Pela Igreja Evangélica FluminenseJoão Arantes CostaPastor Advertência à quinta ediçãol. AntecedentesNão se pode fixar, com exatidão, quando, pela primeira vez hinos evangélicos, em português, foram cantados em alguma congregação de crentes no Brasil. Talvez durante o domínio holandês, que, iniciado com a conquista de Salvador e do Recôncavo em 1624, se des  envolveria mais firmemente no extremo nordeste depois da conquista de Olinda e Recife, a partir de 1630 até 1654, quando se deu a reconquista da terra pelos nativos. As atividades evangélicas   pois que os conquistadores eram da Igreja Reformada   acompanharam sempre a história da invasão, quer nos cultos celebrados a bordo, no navio capitânea, quer nos que, depois, se realizaram em terra. Vários pastores foram mandados vir da Holanda para darem assistência religiosa à colônia. O domínio holandês se estendeu às regiões vizinhas e os serviços pastorais não se descuravam da obra de catequese entre os nativos. Um dos pastores, encarregado da obra missionária entre os silvícolas, se refere, em um de seus comunicados, a que em todas  as aldeias visitadas os selvagens ouviam de boa vontade a prédica e, com os pastores, cantavam  . Criaram-se escolas para os silvícolas e cedo se mandou imprimir um catecismo nas três línguas: holandês, português e tupi. Até mesmo uma tradução das Escrituras, na língua brasílica, fandada fazer por um jovem ministro inglês que se enviara a estudar na Universidade de Leyden. Sabemos que esse trabalho catequético não foi em vão e que muitos índios se tornaram fervorosos crentes reformados. Como quer que seja, a utilização da língua portuguesa, ao lado da holandesa e do tupi, no catecismo trilíngue, indica apreciável participação de pessoas falando nosso idioma e que, sem dúvida, também cantavam nas reuniões de catequese e culto.Nenhuma indicação histórica possuímos, porém, a respeito de qualquer tradução de hinos em uguês para esses serviços, como, mais tarde, apesar da tentativa de Daniel P. Kidder, em 1840, em iniciar a realização de cultos em português no Rio de Janeiro   fato impedido pelo falecimento da esposa, que o fez retornar à pátria também não se tem notícia de qualquer empreendimento nesse sentido.É com o trabalho do casal Robert Reid Kalley e Sarah Poulton Kalley no domingo 19 de agosto de 1855, à tarde, na propriedade chamada Gernheim (Lar bem-amado), no bairro suíço de Petrópolis, RJ, que começa, documentadamente, no Brasil, e ininterrupto até hoje, o uso do vernáculo nos serviços de evangelização em nossa terra. Naquela data foi, com a presença de cinco crianças, realizada uma classe de Escola Dominical, sob a direção da Sra. Kalley e cujo programa constou, além da história do profeta Jonas e das orações, do ensino de alguns hinos. Dois ou três domingos mais tarde já funcionava uma classe de adultos, dirigida pelo Dr. Kalley, enquanto sua esposa continuava a dirigir a de crianças. Começa, então, a história documentada do uso de hinos em português, no Brasil, utilizando-se, inicialmente, aqueles escritos alguns anos antes pelo Dr. Kalley na ilha da Madeira: Louvemos todos ao Pai do céu, cronologicamente o primeiro, produzido em julho de 1842; O meu fiel Pastor, escrito no mês seguinte; Todos que na terra moram (1842); Jesus Cristo já morreu, Alma! escuta ao bom Senhor!, Cá sofremos aflição e Tem compaixão de mim, Senhor! preparados entre 1842 e 1846. E ainda Andávamos longe de Deus, que data de 1853 por ocasião de sua visita aos madeirenses refugiados no Illinois, Estados Unidos.2. Salmos e Hinos e sua publicação em 1861Estes hinos, e outros que foram produzidos em tradução ou composição srcinal pelo Dr. Kalley e D. Sarah no decorrer dos trabalhos em Petrópolis e depois no Rio de Janeiro, onde a Igreja Evangélica Fluminense fora organizada em 11 de julho de 1858, se tornaram o núcleo de onde surgiria Salmos e Hinos / para / o uso daqueles que amam a / Nosso Senhor / Jesus Cristo, publicado em 1861 no Rio de Janeiro (impresso na Tipografia Universal de Laemmert) e usado pela primeira vez na Igreja no domingo 17 de novembro daquele ano. É preciso esclarecer que o nome srcinal da Igreja era Igreja Evangélica, sendo o designativo Fluminense acrescido em 1863 para distingui-la, nos documentos civis, de uma congregação presbiteriana fundada pelo Rev. Ashbel Green Simonton, que chegara ao Brasil quatro anos depois do Dr. Kalley.Continha a publicação apenas 50 cânticos, sendo 18 salmos e 32 hinos. Pouco depois, e já residindo no Rio, para onde o casal se transferira em 1864, uma segunda edição foi publicada em 1865, já aumentada para 25 salmos e 58 hinos. D. Sarah, culta e zelosa quanto ao correto aprendizado e execução dos cânticos sagrados, tomou a si a direção do coro da Igreja, havendo anteriormente iniciado uma classe de música que funcionava às quartas-feiras antes dos cultos noturnos. Desse labor musical e com novas composições acrescidas às já então publicadas, surgiu a coleção Música Sacra arranjada para quozes, impressa na Estamparia de Música de C. G. Roeder, Leipzig, Alemanha, 1867, e   chegada ao Brasil em meados do ano seguinte. Esta foi, na realidade, a primeira edição do atual hinário Salmos e Hinos com Músicas Sacras, nome que tomou a coletânea com músicas a partir da sua segunda edição.Nesta, impressa em Londres e publicada em 1889, preparada em memória do Dr. Kalley, que falecera um ano antes, em Edinburgh, após haver regressado do Brasil em 1876, D. Sarah teve o precioso concurso do Dr. João Gomes da Rocha, filho adotivo do casal desde sua adolescência e que se tornaria o principal responsável pelas publicações posteriores da coleção. Em 1919, a edição revista e aumentada, com suplemento especial, também impressa em Londres, com 608 hinos, antífonas e cantochões, se tornaria, por assim dizer, a edição nobre e capital de Salmos e Hinos, não só pelas revisões e acréscimos novas composições operados pelo Dr. Rocha, mas também pelos minuciosos índices que começara a introduzir em 1899 e pelo suplemento de antífonas e cantochões, o que elevou a edição ao nível das melhores e mais completas coleções de hinos evangélicos em qualquer idma. Mesmo já idoso e longe do Brasil, que não mais voltaria a rever, não perdia o Dr. Rocha o interesse pelo hinário e pela atualização de seu texto, e oportunas sugestões suas puderam ser utilizadas enquanto se preparavam os trabalhos da presente edição. Faleceu o Dr. João Gomes da Rocha em 1947, após legar os direitos autorais de Salmos e Hinos com Músicas Sacras, que lhe tinham sido deixados pela Sra. Kalley, à Igreja Evangélica Fluminense.3. Motivos da atual revisãoNão só por ter sido o primeiro livro de cânticos evangélicos a ser preparado no Brasil mas também pela nobre qualidade de suas peças, Salmos e Hinos se fez, no Brasil e em Portugal, o hinário popular nas igrejas de fala portuguesa. Grande parte de seus hinos viriam a ser utilizados em coleções, denominacionais ou não, que se têm publicado em nosso idioma.Um hinário, porém, de uso constante não só nos serviços litúrgicos das Igrejas e outras reiões do povo evangélico, mas também de grande força expressiva na vida pessoal dos crentes em suas experiências comuns e cotidianas, tem um ministério alta- mente funcional. Respeitadas todas as excelências musicais e literárias de seu texto e todo o acervo das contribuições do passado para sua formação, deve ele, em cada época, reunir a riqueza inspirativa da tradição e dos fundamentos que não se podem remover na doutrina e na genuinidade cristã do culto à experiência atual das Igrejas e dos crentes em suas expressões contemporâneos de adoração, de serviço e de contato com problemas e ambientes novos em que devem manifestar a sua fé e o seu testemunho.Tempo houve em que o pensamento não só de corrigir certos defeitos verificados no texto do hinário, principalmente em sua linguagem, senão também de unificar a hinologia das igrejas a ela filiadas, levou a Confederação Evangélica do Brasil a preparar um Hinário Evangélico, que seria, srcinalmente uma revisão e atualização de Salmos e Hinos. D. Sarah e o Dr. João Gomes da Rocha, como vimos, tiveram sempre o cuidado de rever e mesmo atualizar os textos anteriormente publicados. A Igreja Evangélica Fluminense, reconhecendo essa necessidade, após haver concedido autorização à Junta Geral da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais e Cristãs do Brasil para a primeira tentativa de revisão, em 1948, compreendeu haver chegado o momento propício para uma revisão mais completa no hinário, atingindo também a sua parte musical, o que não houve condições de fazer nos trabalhos de 1948.Uma Comissão Revisora   composta dos Revs. Jonathas Thomaz de Aquino e Manoel da Silveira Porto Filho e da Profa. Henriqueta Rosa Fernandes Braga   que, desde os seus primeiros trabalhos pôde contar com o inestimável concurso dos presbíteros Nathaniel Biato e Remígio de Cerqueira Fernandes Braga, foi organizada para cuidar dessa tarefa, nada fácil e de muita responsabilidade em face das arraigadas tradições que o texto usual de Salmos e Hinos já havia alcançado em nossas igrejas, brasileiras e portuguesas.4. Diretrizes estabelecidas na revisão do hinárioA primeira revisão, de 1948, se havia prendido, principalmente, a alguns problemas mais graves apresentados no texto poético de Salmos e Hinos, tais como inadequação de algumas letras às respectivas músicas, incorreções gramaticais e impropriedades de ling

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Aug 2, 2017
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