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Sindrome de Asperger

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  Reclamações de direitos autorais  No notes for slide Transcript ã 1. AUTISMO – SINDROME DE ASER!EREntendendo estudantes com a S ndrome de As#er$er % !uia #ara #rofessores&aren 'illiams Uni(ersidade de Mic)i$an – *os#ital si+ui,trico #ara -rianças eAdolescentes em /ocus on Autistic 0e)a(iour (ol 12 3456 1778.-rianças dia$nosticadas com S ndrome de As#er$er 3SA5 a#resentam um desafioes#ecial no sistema educacional . 9istos ti#icamente como e:c;ntricos e #eculiares#elos cole$as 6 suas )a<ilidades sociais inatas fre+=entemente as le(am a serem feitas de<ode e:#iat>rio . Desa?eitamento e interesse o<sessi(o em coisas o<scuras contri<uem#ara sua a#resentaç@o  m#ar . -rianças com SA fal)am no entendimento das relações)umanas e re$ras do con( (io social B s@o in$;nuos e eminentemente carentes de sensocomum . Sua infle:i<ilidade e falta de )a<ilidade #ara lidar com mudanças le(a essesindi( duos a ser facilmente estressados e emocionalmente (ulner,(eis . Ao mesmotem#o 6 crianças com AS 3na maioria ra#aCes5 tem fre+=entemente inteli$;ncia namdia ou acima da mdia e tem mem>ria #ri(ile$iada . Sua o<sess@o #or tema nico deinteresse #ode le(ar a $randes desco<ertas mais tarde na (ida .S ndrome de As#er$er  considerada uma desordem do fim do es#ectro do autismo .-om#arando indi( duos dentro desse es#ectro 6 9an &re(elen 3citado em 'in$6 17715notou +ue crianças com autismo de <ai:a funcionalidade (i(em em seu #r>#riomundo6 en+uanto +ue crianças com autismo de alta funcionalidade (i(em em nossomundo 6 mas do seu #r>#rio ?eito 3#$.775 .Naturalmente 6 nem todas as crianças com SA s@o diferentes . E:atamente #or+ue cadacriança com SA tem sua #r>#ria  #ersonalidade 6 sintomas SA t #icos se manifestam deformas es#ec ficas #ara cada indi( duo . -omo resultado 6 n@o e:iste uma receita e:ata#ara a<orda$em em sala de aula +ue #ossa ser usada #ara todos os ?o(ens com SA 6 damesma forma +ue os mtodos educacionais n@o atendem Fs necessidades de todas ascrianças +ue n@o a#resentam SA .A<ai:o est@o descrições de sete caracter sticas +ue definem a SA 6 se$uidas desu$estões e estrat$ias de sala de aula #ara lidar com esses sintomas . 3inter(enções emsala de aula s@o ilustradas com e:em#los de min)a #r>#ria e:#eri;ncia lecionando naEscola de si+uiatria do -entro Mdico #ara -rianças e Adolescentes da Uni(ersidadede Mic)i$an . Essas su$estões s@o oferecidas somente no sentido mais $eral 6 e de(emser ade+uadas Fs necessidades nicas de cada estudante com SA .Insist;ncia em semel)anças-rianças com SA s@o facilmente o#rimidas #elas m nimas mudanças 6 altamentesens (eis a #ressões do am<iente e Fs (eCes atra das #or  rituais . S@o ansiosos e tendema temer o<sessi(amente +uando n@o sa<em o +ue es#erar . Stress 6 fadi$a e so<recar$aemocional facilmente os afeta . ãããã ã Su$estõesG ã  /ornecer am<iente #re(is (el e se$uro B ã ã  MinimiCar as transições B ã ã  Oferecer rotinas di,rias consistentes . A criança #recisa entender cada rotina dodia e sa<er o +ue a es#era 6 de forma a ser ca#aC de se concentrar na tarefa +ue tem em m@os B ã   ã  E(itar sur#resas G #re#arar a criança #re(iamente #ara ati(idades es#eciais 6 mudanças de )or,rios ou +ual+uer outra mudança de rotina 6 inde#endente de +u@o m nima se?a B ã ã   ã  Afastar o medo do descon)ecido 6 mostrando F criança as no(as ati(idades 6  #rofessor 6 classe 6 escola 6 acam#amento 6 etc com anteced;ncia 6 t@o cedo +uanto #oss (el de#ois deleHdela ser informada da mudança6 #ara #re(enir medo o<sessi(o . 3#or e:em#lo 6 +uando a criança com SA #recisa trocar de escola 6 ela de(e ser a#resentada ao no(o #rofessor 6 #assear #ela escola e ser informada de sua no(a rotina antes de começar . A transiç@o da escola (el)a #recisa ser feita nos #rimeiros dias de forma +ue a rotina se?a familiar #ara a criança no no(o am<iente . O no(o #rofessor #ode desco<rir as ,reas de es#ecial interesse da criança e ter li(ros ou ati(idades relacionadas dis#on (eis no #rimeiro dia da criança . ã Dificuldades em interações sociais-rianças com SA mostram%se in,<eis #ara entender re$ras com#le:as de interaç@osocial B s@o in$;nuas B s@o e:tremamente e$oc;ntricas B #odem n@o $ostar de contatosf sicos B falam ?unto as #essoas em (eC de #ara elas B n@o entende <rincadeiras 6 ironiasou met,foras B usa tom de (oC mon>tono ou estridente 6 n@o%natural B uso ina#ro#riadode ol)ar fi:o e lin$ua$em cor#oral B s@o insens (eis e com o sentido do tato deficiente Binter#retam errado as dei:as sociais B n@o conse$uem ?ul$ar as distncias sociaise:i<indo #ouca )a<ilidade #ara iniciar e sustentar con(ersas B tem discurso <emdesen(ol(ido mas comunicaç@o #o<re B s@o Fs (eCes rotulados de #e+ueno #rofessor#or+ue seu estilo de falar  semel)ante ao adulto e #edante Bs@o facilmente #assados#ara tr,s 3n@o #erce<em +ue outros Fs (eCes os rou<am ou en$anam5 B normalmentedese?am ser #arte do mundo social .  Sugestões: ã   ã  rote$er a criança de ser im#ortunada ou <ulida B ã  Nos $ru#os mais (el)os 6 tentar educar os cole$as so<re a criança com SA 6 +uando a dificuldade social  se(era 6 descre(endo seus #ro<lemas sociais como uma aut;ntica dificuldade . Elo$iar os cole$as +uando o tratam com ?eito . Isso #ode #re(enir +ue se torne  <ode e:#iat>rio 6 ao mesmo tem#o +ue #romo(e em#atia e tolerncia nas outras crianças B ã  EnfatiCar as )a<ilidades acad;micas da criança com SA 6 criando situações coo#erati(as onde suas )a<ilidades de leitura 6 (oca<ul,rio 6 mem>ria e outras se?am(istas como (anta?osas #elos cole$as 6 aumentando dessa forma sua aceitaç@o B ã  Muitas crianças com SA dese?am ter ami$os 6 mas sim#lesmente n@o sa<em como intera$ir . Eles #recisam ser ensinados a rea$ir a situações sociais e a ter um re#ert>rio de res#ostas #ara usar em (,rias situações sociais . Ensinar as crianças o +ue diCer e como diCer . Modelar interações <idirecionais e treinar . O ?ul$amento social dessas crianças se desen(ol(e somente de#ois +ue l)es s@o ensinadas re$ras +ue os outros entendem intuiti(amente . Um adulto com SA escre(eu +ue ele a#rendeu a imitar o com#ortamento )umano . Um #rofessor ã J. uni(ersit,rio com AA o<ser(ou +ue seu esforço #ara entender as interações )umanas o feC sentir%se como um antro#>lo$o em Marte 3SacKs6 177J6 #$. 1145 B ã  Em<ora sua dificuldade #ara entender as emoções dos outros 6 crianças com SA #odem a#render a forma correta de rea$ir . Luando insultam sem +uerer 6 #or im#rud;ncia ou insensi<ilidade 6 #recisa ser e:#licado a eles #or+ue a res#osta foi ina#ro#riada e +ual teria sido a res#osta correta . Indi( duos com SA #recisam a#render as )a<ilidades sociais intelectualmente G seu instinto social e intuiç@o s@o fal)os B ã  Estudantes mais (el)os com SA #odem se <eneficiar do sistema ami$o . O #rofessor #ode educar um cole$a sens (el e ),<il +uanto F situaç@o da criança com SA e sent,%los #r>:imos . O cole$a #ode cuidar da criança SA no ni<us 6 no recreio 6 nos corredores 6 etc 6 e tentar inclu %lo nas ati(idades da escola B ã   ã  -rianças com SA tendem a ser reclusos B o #rofessor #recisa incenti(ar o en(ol(imento com outros . Encora?ar ati(idades sociais e limitar o tem#o $asto em interesses isolados . or e:em#lo 6 um au:iliar do #rofessor sentado na mesa do lanc)e #ode ati(amente encora?ar a criança com SA a #artici#ar da con(ersa com os cole$as 6 n@o somente solicitando suas o#iniões e l)e faCendo #er$untas 6mas tam<m sutilmente incenti(ando as outras crianças a faCer o mesmo .!ama restrita de interesses-rianças com SA tem #reocu#ações e:c;ntricas ou m#ares6 fi:ações intensas 3Fs (eCescolecionando o<sessi(amente coisas n@o%usuais5. Elestendem a leitura im#lac,(el nas ,reas de interesse B #er$untam insistentementeso<re seus interesses B tem dificuldades #ara ir a(ante com idias B se$uem as  #r>#rias inclinações 6 a des#eito da demanda e:terna B Fs (eCes recusam%se a a#render +ual+uer coisa fora do seu limitado cam#o de interesses . ã Su$estões ã  N@o admitir +ue a criança com SA discuta #erse(erati(amente ou faça #er$untas so<re interesses isolados . imitar esse com#ortamento
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