Documents

Tensão Entre Os Estados Unidos e a Coreia Do Norte Aumentou Recentemente

Description
dgfgfgfgf
Categories
Published
of 3
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
  tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte aumentou recentemente, com agressões e advertências verbais, além de alguns movimentos militares, o que gerou uma preocupação sobre uma nova crise entre duas potências nucleares.Veculos de comunicação como o !ornal americano #e Ne$ %or&   imes e o brit'nico #e (uardian c#egaram a citar a possibilidade de um con)ito e compararam o momento atual como a Crise dos *sseis de Cuba, de +-. /0nal, seria essa a crise nuclear mais preocupante em 12 anos3Especialistas ouvidos pela 44C divergem sobre as c#ances reais de um con5ronto mais acirrado 6 e potencialmente destrutivo 6 entre 7as#ington e 89ong9ang.:; um consenso de que a solução militar não seria a mel#or para as di5erenças entre os dois pases e que, assim como 0<eram soviéticos e americanos #; quase 11 anos, =onald rump e >im  ?ong6un resolverão seus problemas na mesa de negociações. O confito / crise atual se intensi0cou em @ de abril, quando, apAs um teste de mssil 5rustrado pela Coreia do Norte, rump disse ter enviado uma Barmada muito poderosaB para a pennsula coreana, uma re5erência ao porta6aviões U Carl Vinson e a um grupo t;tico.8or sua ve<, o EDército norte6coreano eDibiu no ltimo 0m de semana seu arsenal militar e tentou 5a<er um novo teste de msseis de médio alcance. F eDerccio 5al#ou novamemnte 6 o dispositivo eDplodiu pouco apAs o lançamento.Estava marcado para o mesmo dia o incio de uma visita do vice6presidente americano, *i&e 8ence, G Hsia, que tem a Coreia do Norte como um dos principais temas de sua agenda. B/ era da paciência estratégia Icom 89ong9angJ terminouB, disse ele na segunda65eira, em visita G Coreia do ul./ resposta da Coreia do Norte 5oi breve, vinda de um alto diplomata do pasK Be os Estados Unidos plane!am uma o5ensiva militar, vamos reagir com um ataque nuclear preventivoB./ escalada de tensão alcançou um nvel !; considerado por algunscomo a maior ameaça nuclear em 12 anos. F #e Ne$ %or& imesclassi0cou como uma BCrise dos *sseis de Cuba em c'mera lentaB. BLuando as ambições nacionais, o ego pessoal e um arsenal mort5ero se misturam, as possibilidades de erro de c;lculose multiplicamB, disse o !ornal.   ?; o #e (uardian a0rmou que Bnesse momento, a maioria das armas nucleares do mundo estão nas mãos de #omens para quem a ideia de us;6las est; se tornando 5actvelB, numa re5erência a ?ong6um, rump e o presidente russo, Vladimir 8utin.Em Cuba, o episAdio é lembrado como a BCrise de FutubroB. No dia +1 deste mês em +-, um avião espião dos EU/ descobriu instalações na il#a que pareciam corresponder a msseis nuclearesde médio alcance, o que 5e< o governo de ?o#n M. >enned9 cercar Cuba imediatamente, enquanto navios soviéticos avançavam rumo G il#a.Entre  e  de outubro daquele ano, o mundo eDperimentou o que era sentir6se G beira de uma guerra nuclear. Minalmente, negociações entre *oscou e 7as#ington permitiram que o arsenalnuclear instalado na il#a voltasse G Ossia, enquanto um 5urioso Midel Castro culpava os soviéticos de terem negociado pelas suas costas.F prêmio Nobel da 8a< e 5sico a 5avor do desarmamento nuclear  ?osep# Ootblat quali0cou a crise dos msseis como Bo momento mais aterrori<anteB da sua vida. eria a crise atual o momento mais crtico desde então3 Sobrevivência 8ara 4ates (ill, especialista em relações entre Estados Unidos e Hsia da Universidade Nacional da /ustr;lia, trata6se de um pico datensão nuclear em décadas.B/ situação mudou dr;sticamente nos ltimos três anos por causado desenvolvimento de armas nucleares pela Coreia do Norte, e isso pede uma abordagem di5erente, com urgênciaB, a0rma ele, para quem Ba eDpectativa da administração rump de esperar quea Coreia do Norte se des5aça de seu arsenal nuclear claramente não 5uncionouB.Em contrapartida, Oobert Ein#orn, especialista em segurança e poltica eDterna do Pnstituto 4roo&ings, de 7as#ington, a0rma que #o!e nos encontramos Bmuito longe de estar G beira de um con5ronto nuclear como em +-B. BNão é tão preocupante como muitos di<em, mas a situação é claramente tensa por causa das declarações da Coreia do NorteB, di<./inda que não acredite na possibilidade de uma guerra nuclear, Ein#orn a0rma que Bser; muito di5cil que o governo de rump convença os norte6coreanos a eliminarem seu programa nuclearB.  F especialista a0rma que, para 89ong9ang, essas armas são consideradas garantias da sobrevivência do regime./pesar de a0rmar que o momento atual re)ete a maior tensão entre as duas potências em décadas, (ill di< que a crise diplom;tica não se resolver; com msseis por duas ra<õesK as declarações do governo de rump e a pressão que a C#ina pode eDercer sobre 89ong9ang.B=uvido de uma guerra nuclear. F governo rump vem declarandoquerer esgotar todos as vias diplom;ticas e pac0cas. / opção militar seria a ltima, a menos que eDista uma ameaça iminente.B=epois da crise em Cuba, Estados Unidos e União oviética sA voltaram a acender o sinal de alerta nuclar em +@Q, com uma série de eDerccios militares da Frgani<ação do ratado do /tl'ntico Norte IFtanJ, tidos pela Ossia como um possvel ataque atRmico. oviéticos preparam msseis e alertaram suas bases na /leman#a Friental e na 8olRnia.F incidente teve uma repercussão menor que a crise cubana, masainda é considerada por #istoriadores como a maior relacionada a armas nucleares desde +- S até agora.
Search
Similar documents
View more...
Tags
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks