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Terminologia empregada em látices

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Descrição dos termos utilizados na indústria do látes e explicação de seu significado e uso
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  TERMINOLOGIA EMPREGADA EM LÁTICESMarly FreitasEmulsões: São dispersões coloidais uniformes de partículas esféricas, com tamanhos de 0,2 mícrons ou menores. As duas fases -poliméricae aquosa - são mantidas num estado homogêneo dos surfactantes, dispersantes e estaili!antes estéricos. O total de slidos: #presso em percentagem é uma medida do peso do material seco em rela$ão ao peso total do líquido. %sto pode ser testado pelouso de uma l&mpada quente de microondas ou estufa de ar quente, para e'aporar a (gua ou outros materiais 'ol(teis, até umpeso constante da amostra.) peso seco ou ati'o é calculado pela multiplica$ão da percentagem de s*lidos, pelo peso +mido. %sto pode ser decisi'opara os formuladores, ( que as formula$ões são escritas freqentemente em termos de pesos secos. As emulsões são oferecidas no mais alto teor possí'el de s*lidos.ma emulsão com alta concentra$ão de s*lidos é preferida, porque é necess(rio menos calor para e#pelir a (gua durante asecagem ou fusão. Gra!idade es e#$%i#a: / a ta#a de densidade de emulsão em rela$ão  (gua. A gra'idade específica da fai#a de emulsões de 0,11 a ,23, dependem dotipo de polímero.%sto le'a a uma densidade de massa de 4,5 a 0,6 liras7galão. &is#osidade:  A espessura ou resistência da emulsão em fluir, é geralmente medida com um 'iscosímetro 8roo9field e e#pressa em centipoise.:iferentes fusos e 'elocidades são usadas nos testes, dependendo da espessura das emulsões. A 'iscosidade da emulsão, 'ariar( com a percentagem de s*lidos, p; e temperatura amiente.)utro aparelho de teste usado para medir a 'iscosidade é o <opo =ahn. >este procedimento, é medido o tempo ?em segundos@para que um 'olume fi#o flua atra'és da aertura no fundo do copo. ntão, quanto mais longo o tempo para o líquido fluir, maior a'iscosidade. :iferentes tamanhos de aertura são disponí'eis para facilitar a reali!a$ão dos testes. Te's(o Su er%i#ial: / largamente ditada pelo tipo e concentra$ão dos agentes ati'os de superfície em uma emulsão. A camada asor'ida dos agentes ati'os de superfície sore a superfície da partícula auda a manter a estailidade da emulsão einterfere nas características de molhadura, com os ingredientes do processo ?'er estailidade a emulsão mais  frente@B.>o entanto, alguns dos agentes ati'os de superfície permanecem dissol'idos na fase aquosa e é esta por$ão que dita a tensãosuperficial da emulsão.8ai#a energia, superfícies não polares tais como os filmes de poliolefinas, freqentemente requerem uma emulsão de ai#atensão superficial, para permitir a molhadura. Ceralmente, o aumento da concentra$ão dos agentes de superfície ati'os, de'eriamser minimi!ados para e'itar prolemas, como e#cessi'a forma$ão de espuma durante o processamento ou   aparecimento desensiilidade  (gua, em filmes ou re'estimentos. O ti o de sa)(o: ) tipo de saão usado para produ!ir a emulsão influência grandemente a eficiência de uma aplica$ão. m saão sintético,freqentemente oferecer( estailidade superior, a qual o fa! mais apropriado para re'estimentos, dipping e outras aplica$ões dealto cisalhamento.)s saões naturais e#iem superior resistência  (gua e são facilmente precipitados por sais catiDnicos, os quais os fa!em emapropriados para satura$ão ou aplica$ões de Eeater additionE.<onhecendo o tipo de saão, a emulsão pode ser melhor selecionada para uma aplica$ão específica.:e'e-se tomar cuidado ao mudar o p; das emulsõesF esta mudan$a pode afetar a estailidade e influenciar os ingredientes docompostoF em particular, agentes tais como espessantes sensí'eis ao p; e dispersões de pigmentos.) p; de uma emulsão pode ser aumentado quando necess(rio, pela adi$ão de solu$ões diluídas de hidr*#ido de amDnio oupot(ssio, '(rias aminas ou solu$ões de tripolifosfatos de s*dio ou pot(ssio, diluídas em (gua ou pirofosfatos.>o caso de emulsões reticul('eis por calor, o aumento do p; com (lcali fi#ado, pode diminuir a ta#a de cura do polímero. Gor estara!ão, a amDnia é mais comumente usada , ( que sua 'olatilidade minimi!a o grau de retarda$ão de cura. Esta)ilidade da Emuls(o: :escre'e a hailidade do polímero em resistir ao cisalharnento da mistura, omeamento, rolos de calandragem ououtras opera$ões, sem forma$ão de partículas de co(gulos. A estailidade da emulsão é influenciada pela ta#a de cisalhamento, p;, total de s*lidos, tipo e quantidade de saão,temperatura do processo, ingredientes do composto e procedimentos. >o entanto, a adi$ão de certos materiais comomateriais catiDnicos, pigmentos inorg&nicos, sol'entes, podem remo'er alguns dos agentes de prote$ão da superfícieati'a da partícula do polímero, tomando-o menos est('el. %sto pode ser e'itado atra'és da sele$ão de materiaisalternati'os ou diferentes técnicas de composi$ão.  Esta)ilidade 'o arma*e'ame'to: / influenciada pelo p;, temperatura amiente e condi$ões do reser'at*rio. Arma!enamento a altas temperaturas oupor longos períodos podem resultar em diminui$ão do p; e possí'el espessamento e coagula$ão da emulsão. Garaminimi!ar tal decréscimo, as emulsões não de'em ser arma!enadas a temperaturas maiores que 54H< e de'eriamser usadas no pra!o de 10 dias ap*s o emarque. Lim e*a da Emuls(o: Iefere-se  quantidade de co(gulos que serão retidos num filtro. As partículas de co(gulos filtradas são secas até um peso constante. sta percentagem retida é normalmentee#pressa como uma ra!ão para o peso +mido da amostra. / sempre um 'alor ai#o e é usado para confirmar alimpe!a da emulsão. Po'to de Tra'si+(o &$trea ,T-.  Amos os termopl(sticos, amorfos e cristalinos, são 'ítreos a ai#as temperaturas e amos se transformam de 'idroem elastDmero el(stico  medida que a temperatura é aumentada. sta Judan$a de 'idro para um elastDmero,geralmente acontece sore uma limitada fai#a de temperatura ?2 a KH<@, e seu ponto dei transi$ão é conhecido comoLemp. de Lransi$ão ?Lg mora estes 'alores médios e Lg algumas 'e!es 'ariem com o método de teste usado, eles são reprodu!í'eisdentro de certos limites e representam as características do polímero específico. A temperatura de transi$ão 'ítrea é +til como uma orienta$ão para amaciamento, fle#iilidade  ai#a temperatura eresistência  temperatura amiente. ntre os grupos de polímeros, a Lg pode ser usada como uma indica$ão apro#imada de fle#iilidade  ai#atemperatura. Forma+(o de um %ilme: Juitas aplica$ões que usam emulsões, requerem a forma$ão de um filme - contínuo ou descontínuo, que aderir( aum sustrato.Gartículas de homopolímeros de GM< e alguns polímeros acrílicos, com Lgs acima de 20H<, podem não misturar-se,quando a emulsão for seca  temperatura amienteF no lugar, é otido um filme descontínuo. As cadeias do polímerosão muito infle#í'eis e a Lg é alta demais para permitir a forma$ão das partículas de emulsão, para formar um filmecontínuo, como os filmes secos. A moilidade dos segmentos da cadeia é promo'ida pelo aumento da temperaturade secagem, pela polimeri!a$ão durante a manufatura com um adequado copolímero ou pela adi$ão de plastificantedurante a manufatura ou etapas de composi$ão da emulsão. &is#osidade Moo'ey: Gara emulsões de orracha, a medida utili!ada é a 'iscosidade JooneN. Gara oter este 'alor, um moinho de orracha coagulada é aquecido a 00H<, antes que uma for$a sea aplicada amostra. A resistência  fluide! so esta for$a, depois de um determinado tempo ?usualmente O minutos@, é a resultanteJooneN. Puanto maior a resistência, maior o 'alor JooneN.>í'eis JooneN mais altos correspondem, ao aumento do comprimento da cadeia do polímero, peso molecular ereticula$ão. Tama'/o da Part$#ula ) tamanho da partícula da emulsão é decisi'o para aplica$ões como satura$ão de papel. ) tamanho das partículasde emulsão são caracteri!ados como pequenas, médias e largas. ma emulsão com tamanho de partículas médio,entre 200 e 400 Qngstron é denominada média. ma emulsão com tamanho de partícula aai#o de 200 Qngstroné considerada pequena, enquanto um sistema com tamanho médio de partículas acima de 400 Qngstron, éconsiderada de tamanho grande.
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