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The Mammoth Book of Scottish Romance - Patricia Grasso - A Noiva Pagã (Talionis)

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Romance, Amor, Coleção
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    ** Essa tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. ** 1 1  Patricia Grasso A Noiva Pagã (Parte da Antologia The Mammoth Book of Scottish Romance) Quando uma mulher da família dela segura o coração de pedra, seu verdadeiro amor será o  primeiro homem que ela vir sob a luz da lua . Traduzido e Revisado do Inglês Envio do arquivo e Formatação:  Δίκη Revisão Inicial: Rose Anjos Revisão Final: Eirini Capa:  Élica Talionis      ** Essa tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. ** 2 2  Comentário Rose:   Conto curtinho, mas divertido. Mostrou uma mocinha inteligente ue !recisou lidar com as intransig ncias da #!oca em rela$%o aos costumes celtas e as fofocas da corte. Mocinho a!ai&onado, sou'e !roteger seu amor sem a!risionar e sufocar. istria refrescante !ara um fim de noite. Comentário Eirini:   *m flor+inha lindinho, com uma mocinha determinada e um mocinho a!ai&onado e inteligente. istorinha 'oa !ara descansar. Mas # um marco minha !rimeira !arceria com a Rose- s!ero ue venham muito mais-  Aberdeenshire, Escócia, 1565 /uente como uma le're, cego como um morcego, seco como um osso 0 , vermelho como uma 'eterra'a, louco como um cha!eleiro. 1e !# ao lado da cama de !alha do menino, Avril 2ordon lem'rou3se das instru$4es de sua falecida m%e e colocou a !alma da m%o contra a testa ardente. Seus l5'ios !areciam ressecados, com o rosto vermelho. stalou os dedos na frente de seus olhos cegos e ele murmurou algo a'surdo como se houvesse sido !ego em um !esadelo. 62avin comeu erva3moura 7 . Avril se virou !ara ferreiro do conde, !ara a es!osa de rosto !5lido do homem e seu filho mais velho. 6u o desafiei a comer os frutos, 1uncan, de de+ anos, admitiu, sua mis#ria a!arente. 6Prometi ue faria suas tarefas !or uma semana. Avril desli+ou seu olhar !ara 1uncan. 68oc !oder5 fa+er as tarefas dele !ara sem!re. 9 ferreiro 'ateu no menino de de+ anos. 68oc matou o seu irm%o. 6:ergus, 'ater neste filho n%o vai curar o outro. Avril olhou !ara 1uncan, 6Traga3me um co!o de 5gua. Avril colocou seu almofari+ e !il%o ;  em cima da mesa e tirou dois !acotes de ervas de sua mochila. Colocando as duas ervas no almofari+, ela dei&ou3as na forma de um ! e agitou o ! na 5gua. 6<eve 2avin !ara fora, ordenou ao ferreiro 6Segure3o em uma !osi$%o a=oelhada. <5 fora, Avril se agachou ao lado do menino de oito anos e a!ertou o co!o nos l5'ios. 6   1 Dry as a bone – !a e #ress$o #ara di%er !i&o seco' (esse caso desidra&ado' ) (i*h&shade + !a #lan&a !i&o enenosa co! #e-enos, #re&os, .r&os brilhan&es, -e cresce na Ero#a, (or&e da /.rica e /sia 0ciden&al  2! al!o.ari% 3 ! reci#ien&e co! o .or!a&o de !a &i*ela des&inado a &ri&rar sbs&4ncias #ela a$o de ! #il$o o !$o'    ** Essa tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. ** 3 3  Be'a, 2avin. Peuenos goles v%o curar o ue te aflige. Es#ero . Murmurando !alavras suaves de encora=amento, Avril conseguiu ue o menino tomasse da 5gua. 6 agora> Perguntou :ergus. 68amos es!erar. 85rios minutos de!ois, o menino de oito anos vomitou e vomitou e vomitou. Avril colocou a !alma da m%o contra sua testa e olhou !ara os olhos, ue !areciam mais focados. Seu 'al'ucio havia cessado, sua colora$%o elevada estava come$ando a diminuir. 62avin ir5 dormir, Avril disse em !#, 6 e tudo ficar5 'em. 6<ad? Avril, voc # uma honra !ara a memria de sua m%e. 9 ferreiro carregou seu ca$ula !ara dentro. 61evo3lhe a vida do meu filho, disse a es!osa. 69 ue faremos uando voc se casar e nos dei&ar> 6ste dia, vive no futuro. Avril deu um ta!inha no om'ro da mulher e, em seguida, virou !ara o menino de de+ anos. 68oc vai fa+er as tarefas do seu irm%o !or um m s e nunca vai desafiar algu#m de novo. 6u !rometo, minha senhora. Avril se afastou, seu al@vio tornando as !ernas fracas. *ma ve+ fora da vista, ela usou sua manga !ara lim!ar o suor de sua testa e afastou uma mecha de ca'elo mido vermelho de seu rosto. la devia as gra$as  1eusa !or salvar o menino. Muitas gra$as. 2ra$as a'undantes. sca!ando !elo !ort%o traseiro do Castelo untl?, Avril seguiu o caminho atrav#s da floresta !ara sua clareira favorita. Sentia3se !rotegida l5, rodeada !or 5rvores 6 es!ecialmente os carvalhos 6 os reis e rainhas da floresta. Alcan$ando a clareira, Avril reuniu nove !edras a esmo e come$ou a fa+er um c@rculo. Colocou a !rimeira !edra  noroeste e, movendo3se no sentido hor5rio, colocou o resto das !edras !ara re!resentar cada dire$%o terrena. Avril entrou no c@rculo !elo oeste e se virou !ara fech53lo atr5s dela com uma !edra. 6 r!$ , 9 Conde de untl? estava  'eira da clareira, com os 'ra$os cru+ados so're o !eito. 6Saia do c@rculo. Com um gemido interior, Avril dese=ou ue seus !ais n%o estivessem mortos. Seu irm%o era mais resistente do ue o !ai. Avril enviou  1eusa uma ora$%o silenciosa de agradecimento e, em seguida, recolheu as !edras na dire$%o inversa. la caminhou em dire$%o a seu irm%o. 9 Conde de untl? !u&ou sua tran$a de fogo e, =ogou o 'ra$o em volta dos om'ros, condu+indo3a !elo o caminho. 69s 8elhos Costumes te colocam em !erigo. Avril deu3lhe um olhar de soslaio. 69 ue voc uer, 2eorge> 6Partimos !ara dim'urgo amanh% de manh%, ele res!ondeu. 6Seu marido Cam!'ell reuer sua !resen$a. sso sur!reendeu Avril. 6u !ensei ue ele tinha se esuecido de mim.    ** Essa tradução foi feita apenas para a leitura dos membros do Talionis. ** 4 4  6Cam!'ell estava es!erando at# ue voc amadurecesse. 6Ser5 ue ele me considera fruta amadura> Avril re'ateu, insultada. 69s votos trocados entre uma menina de cinco anos e um menino de uin+e, dificilmente significam um casamento. 6Seu marido !recisa de sua es!osa com ele na corte, seu irm%o disse a ela. 61arnle? enfeiti$ou a Rainha Mar?. 8oc !ode ganhar a confian$a da rainha e ouvir fofocas das mulheres. 6 se a rainha n%o gostar de mim> 1isse Avril. 6Al#m disso, eu n%o conheceria o meu marido se !assasse !or ele na estrada. 6Confie em mim, irm%. 1e!ois de ver Cam!'ell, voc nunca vai esuec 3lo. Edi!br*o *ma anteci!a$%o nervosa e a raiva latente rolavam dentro dela. Como ela come$ou seria um sinal de como ela continuaria. Avril estava em seu dormitrio na Mans%o Cam!'ell. Pela !rimeira ve+ em sua vida, ela sentia  vontade de estrangular algu#m. Seu marido n%o estava em casa !ara rece' 3la, uando ela e seu irm%o chegaram. 2eorge havia instru@do ao mordomo ue o convocasse na corte. Magnus Cam!'ell n%o !arece ser material de ualidade !ara marido. Avril sa'eria ao certo se ficaria ou se fugiria uma ve+ ue o conhecesse. Como sua m%e antes dela, Avril foi a'en$oado com es!eciais, dons es!irituais. Seu se&to sentido ue lhe !ermitia ver so' as m5scaras ue as !essoas usavam. umilhada !elo desres!eito do marido, Avril retirou3se !ara seu uarto !ara refrescar3se. Agora Magnus Cam!'ell e seu irm%o a es!eravam no grande sal%o. Seu marido !recisava de uma li$%o so're o tratamento adeuado !ara se dar  uma es!osa. la n%o era uma crian$a o'ediente e n%o seria governada neste casamento, nem o governaria. s!erar era uma e&!eri ncia de humildade e humildade seria 'om !ara a sua alma. Avril ins!ecionou3se no es!elho da !enteadeira. la ueria !arecer !erfeita sem !arecer ter feito ualuer esfor$o. Seu vestido era a moda atual. :eli+mente, a !alide+ do amarelo n%o declarava guerra ao seu ca'elo como a maioria das cores fa+ia. Seu ca'elo era muito vermelho, sua altura era 'ai&a 6 Avril virou3se de lado 6 os seios muito !euenos. la ansiava !or ca'elos escuros, v5rios cent@metros de com!rimento e seios maiores. Seios muito maiores. Avril n%o !oderia adiar o inevit5vel. rguendo a saia, amarrou a liga de couro na sua !erna. la nunca se aventurou !ara fora sem sua adaga de ltimo recurso e sentiu a necessidade de mais !rote$%o em dim'urgo ue nas ighlands.
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