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UFF consegue recursos para obras no Cine Icaraí e no Instituto de Química sex, 17/11/ :44 Por Assessoria de Imprensa SCS

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UFF consegue recursos para obras no Cine Icaraí e no Instituto de Química sex, 17/11/ :44 Por Assessoria de Imprensa SCS O reitor da UFF, Sidney Mello, se reuniu em Brasília, na última segunda-feira,
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UFF consegue recursos para obras no Cine Icaraí e no Instituto de Química sex, 17/11/ :44 Por Assessoria de Imprensa SCS O reitor da UFF, Sidney Mello, se reuniu em Brasília, na última segunda-feira, 13 de novembro, com o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Paulo Barone, para negociar a liberação de verbas para a conclusão do projeto executivo do Cine Icaraí e das obras do Instituto de Química. Para a reabertura do Cine Icaraí, fechado desde 2006, o MEC liberou R$ 1 milhão. O recurso contribuirá para transformação do espaço em um centro cultural e sede da Orquestra Sinfônica Nacional e da Companhia de Ballet de Niterói. Daremos continuidade ao projeto básico do Cine Icaraí com a verba negociada com o MEC. O adiantamento de R$ 15 milhões solicitado para a reabertura de parte do cinema ficará para 2018, mas já é um passo importantíssimo, destaca o reitor. Para o Instituto de Química, a UFF conseguiu o adiantamento de R$ 4 milhões para a conclusão das obras. Esse valor faz parte de um aporte de R$ 28 milhões de recursos do Ministério, direcionados para esse fim. Outros R$ 19 milhões estão serão disponibilizados pela Petrobras para a construção de um laboratório de alta tecnologia no instituto. A previsão é que no início de 2019 o prédio seja entregue à comunidade acadêmica. Para acelerar o processo, criaremos uma equipe de trabalho, garante Sidney. A UFF também obteve avanços significativos em relação à dívida de R$ 4 milhões - saldo a pagar pela compra do terreno do INSS, localizado próximo ao Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap). Segundo o reitor, o MEC informou que entrará em contato com o INSS para negociar a dívida e propor o repasse do terreno para a universidade sem nenhum custo. A administração da universidade já havia encaminhado proposta de parcelamento para saldar o débito. No local, a UFF prevê a construção de uma unidade do Huap, com um centro de reabilitação cardíaca e fisioterápica, centro de diálise crônica e unidade de tratamento de sangue para análises clínicas. No entanto, a verba para a criação da segunda unidade do Antonio Pedro ficará para o próximo ano, pois o projeto ainda precisa ser avaliado pela Ebserh, conclui. Direitos humanos: UFF revalida diploma de engenheiro refugiado qui, 07/12/ :50 Por Assessoria de Imprensa/Jornalismo Há 69 anos, no dia 10 de dezembro, era adotada e proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos pela Assembleia Geral das Nações Unidas, por meio da resolução 217 A III, que estabeleceu a proteção universal a todos os cidadãos do mundo. No próximo domingo, quando será comemorado o Dia Internacional dos Direitos Humanos, o sírio Anas Abdulrjab poderá celebrar duplamente, por ter encontrado no Brasil o acolhimento necessário para se refugiar e fixar residência e também pela conquista da revalidação do seu diploma de engenheiro pela UFF. Abdulrjab nasceu na Síria há 32 anos e em 2004 se mudou para a Líbia, onde também se formou em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade de Tripoli. Como tantos outros refugiados, que fogem da calamidade, sofrimento, violência, injustiça e discriminação que uma guerra impõe aos cidadãos, Anas viu no nosso país uma oportunidade de sair dessas condições desumanas. O engenheiro chegou ao Rio de Janeiro em 2015, trabalhou em um café e, em seguida, passou a cozinhar quitutes sírios, uma tradição de sua família. Em agosto de 2016, solicitou revalidação de seu diploma, mas a coordenação do curso de graduação em Engenharia de Telecomunicações indicou a realização de estudos complementares, com base na Resolução do MEC Nº 3, de 22 de junho de 2016, que dispõe sobre normas referentes à validação de diplomas estrangeiros. Anas optou por cursar três disciplinas presenciais na UFF, no primeiro semestre de 2017, ao invés da realização de provas, como oportunidade de estreitar laços com a comunidade acadêmica e adquirir fluência na língua portuguesa. Segundo a professora e coordenadora do curso de graduação em Engenharia de Telecomunicações, Paula Brandão Harboe, o refugiado recebeu um número de matrícula para cursar disciplinas isoladas, frequentou a Escola de Engenharia, assistiu aulas, realizou provas e trabalhos acadêmicos como os demais alunos regularmente inscritos nas disciplinas. Ele interagiu muito bem com os colegas de turma e professores e foi aprovado com sucesso nas três disciplinas cursadas, explica. Não se trata de um favor, mas de uma ação institucional com base no direito, no mérito e na solidariedade , Antonio Claudio da Nóbrega. Nesse período, o vice-chefe do Departamento de Engenharia de Produção, Paulo Pfeil, se voluntariou para ser tutor de Anas na universidade, apresentando os campi universitários, as bibliotecas, bandejões e outros espaços da instituição. Tenho muito orgulho de ter feito parte desse processo. Do ponto de vista humanitário e social, essa iniciativa da universidade foi um marco muito importante, destaca. Segundo o professor, o engenheiro sírio também foi aceito em várias universidades do continente europeu, mas os países não lhe concederam o visto. O Brasil foi o único país que me acolheu. Na UFF, recebi muito apoio da administração, dos professores e dos outros alunos. Realmente fui bem acolhido nessa universidade, que simplificou o processo para eu revalidar o meu diploma. Só tenho a agradecer essa oportunidade, afirma Anas. Na opinião de Pfeil, o engenheiro sírio possui uma formação acadêmica de alto nível e uma vasta bagagem cultural. Anas é fluente em árabe, inglês e agora português. A universidade também ganha tendo um aluno com esse perfil em sua comunidade universitária e o mercado de trabalho com certeza se abrirá para recebê- lo, já que há grandes oportunidades profissionais no nosso país na área de Engenharia de Produção, ressalta. Segundo o vice-reitor da UFF, Antonio Claudio da Nóbrega, é importante abrir as portas da universidade para os refugiados que enfrentam as mesmas dificuldades profissionais de Anas. Assim como todos que passam por uma guerra, o engenheiro sírio precisava encontrar a paz e ter seus direitos respeitados para seguir em frente na sua área. Não podíamos cruzar os braços e sermos insensíveis à situação dele, que superou as fronteiras continentais em busca de seu sonho. Não se trata de um favor, mas de uma ação institucional com base no direito, no mérito e na solidariedade. Estamos felizes em poder contribuir com sua nova realidade, conclui. Pesquisadores da UFF criam tecnologia para diagnóstico médico à distância qua, 25/10/ :16 Por Assessoria de Imprensa SCS O Sistema de Saúde Holográfica, desenvolvido por pesquisadores da UFF, levará acompanhamento médico virtual para locais distantes e de difícil acesso. Através do Projeto Telessaúde da UFF, moradores do interior do Acre, Amazonas e Pará, por exemplo, poderão receber atendimento clínico ágil e de qualidade. A iniciativa, que visa contribuir para a saúde e bem-estar da população, é uma parceria com o Exército e a Marinha do Brasil e conta com suporte financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). O sistema permite que uma junta médica acompanhe um atendimento clínico, mesmo a milhares de quilômetros de distância. Os pacientes poderão ser observados numa imagem 3D em cores, interagindo durante a consulta, ajudando no diagnóstico e, em casos específicos, contribuindo na decisão por cirurgia ou transferência para outra localidade. O consultório virtual é composto de maca, mesa, cadeira e tem equipamentos para auxiliar a consulta pela internet, como webcam, microfone, computador para a transmissão da imagem holográfica e iluminação especial para garantir a boa visibilidade do doente. Dessa forma, o médico que está junto ao paciente recebe em tempo real o apoio e a participação da equipe de especialistas de um centro urbano melhor equipado. Desenvolvido pelos pesquisadores do Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas da Escola de Engenharia (Netav/UFF), em parceria com o Corpo de Saúde do Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), o sistema foi testado pela Marinha na operação do navio de apoio às atividades na Antártida e, também foi avaliado em navios-hospitais que atendem populações ribeirinhas da Amazônia. Na UFF, o consultório virtual contribuiu para a realização de testes psicológicos e diagnósticos precoces de demência, No Hospital Central do Exército (HCE), está sendo definido um protocolo que, no futuro, ajude a equipe médica a identificar doenças de pele. A assistência à saúde não deve ter fronteiras, limites de territórios, municípios e estados. É necessário o engajamento e cooperação de todos na busca pela integração nacional , Antonio Claudio da Nóbrega. A construção de um consultório virtual tem custo estimado em menos de R$ 10 mil e utiliza equipamentos simples, com baixo custo de manutenção. A imagem refletida em uma tela fina, posicionada à frente da junta médica, garante a sensação de conforto e tridimensionalidade. Pelo sistema holográfico, é possível acompanhar a cena completa. Os médicos podem observar o paciente dos pés à cabeça, seus gestos e sinais de relaxamento ou tensão, destaca o engenheiro de telecomunicações, professor e coordenador geral do projeto, Julio Cesar Rodrigues Dal Bello. O emprego da holografia em shows já era conhecido, mas as imagens transmitidas não eram feitas em tempo real, explica a também engenheira, professora e coordenadora científica do projeto, Natalia Castro Fernandes. O projeto começou a ser desenvolvido em 2012, no Centro de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, Serviço de Geriatria do Huap. Segundo a coordenadora da equipe de Saúde, Yolanda Eliza Moreira Boechat, a ideia foi de uma ex-aluna da pós-graduação, que queria promover a interiorização do serviço. A equipe de engenharia do Netav/UFF foi, então, desafiada a dar uma solução tecnológica. Segundo Dal Bello, o sistema criado pela equipe da UFF garante a segurança no envio e compartilhamento de dados dos pacientes, que são transmitidos dos consultórios virtuais até o centro de saúde holográfico de forma criptografada, utilizando a rede de telecomunicações terrestre ou satélite. Para o vice-reitor, Antonio Claudio da Nóbrega, a assistência à saúde não deve ter fronteiras, limites de territórios, municípios e estados. É necessário o engajamento e cooperação de todos na busca pela integração nacional, de modo que a população tenha um atendimento de qualidade. É o que a UFF vem fazendo com esse projeto, por exemplo, contribuindo para o bem-estar de toda a sociedade: dos centros urbanos até os que moram em localidades de difícil acesso. A partir de estudos e profissionais qualificados da universidade e com o uso da tecnologia da informação para a área da saúde vamos sempre buscar diminuir essas distâncias continentais e tornar realidade um atendimento de excelência para todos os cidadãos, ressalta. A professora Yolanda Boechat anunciou que um projeto de extensão está sendo planejado para o curso de Medicina em Oriximiná, no Pará, onde a UFF tem uma unidade avançada de atendimento médicoambulatorial à população local, de 50 mil habitantes. Além de aperfeiçoar o sistema, com novas funcionalidades, o grupo pretende também contribuir na implantação da tecnologia nas unidades de fronteira do Exército e criar um banco de dados sobre doenças tropicais. É preciso que toda a sociedade não só conheça o potencial do projeto e de seus pesquisadores, mas também saiba que é desenvolvido no Brasil. Essa é uma estratégia que vai além da assistência à saúde, contribuindo para o ensino e a pesquisa científica, conclui. UFF atua com jovens do Preventório na prevenção ao uso de drogas ter, 28/11/ :02 Por Dayane Alves (Estagiária de Jornalismo) De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE (https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv97870.pdf) de 2016, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aumentou o número de estudantes do ensino fundamental, entre 13 e 15 anos, que já usaram algum tipo de droga. O consumo de drogas lícitas, como álcool e cigarro, subiu de 50,3%, em 2012, para 55,5% em Já o consumo de drogas ilícitas, como maconha, crack, cocaína, cola, loló, lança-perfume, ecstasy, etc., aumentou de 7,3% para 9% no mesmo período. A iniciativa, que teve início no segundo semestre de 2017, conta com a participação de alunos do quarto período de Medicina, que promovem atividades de conscientização e prevenção ao uso de drogas entre os estudantes do sexto, sétimo e nono anos do segundo segmento do ensino fundamental - entre 11 e 16 anos de idade - no Colégio Estadual Maria Pereira das Neves, localizado na comunidade do Preventório, em Niterói, Agir na prevenção da doença, e não apenas no combate, é inteligente, funcional e mais econômico , Thiago Gomes, estudante de Medicina. Segundo o professor do departamento de Planejamento em Saúde, Carlos Dimas, a atividade é feita dentro de uma disciplina, chamada Trabalho de Campo Supervisionado II, ministrada no segundo ano do curso de Medicina. O objetivo é inserir os alunos nas unidades básicas de saúde (UBS), de modo que possam vivenciar e refletir sobre esse segmento do sistema de saúde. Assim sendo, eles acompanham os profissionais da área no seu processo de trabalho, conhecem a comunidade onde a unidade se situa e desenvolvem atividades assistenciais. As turmas são divididas em pequenos grupos, que são inseridos em várias unidades de Niterói, entre elas, o Preventório, relata. O professor explica que existe formalmente um projeto de extensão há mais de dez anos chamado Diversificação de Cenário de Aprendizagem - a integração ensino-serviço e sociedade, em que várias disciplinas estão inseridas, mas a atividade de prevenção ao uso de drogas no Preventório foi realizada pela primeira vez neste semestre. É como se fosse um guarda-chuva, e em cada ponta dele está um tipo de trabalho e atividade que varia de acordo com a necessidade do público atendido. A demanda veio através da diretora de um colégio que estava dentro da comunidade e precisava de orientação nessa área, então aceitamos, justifica. Para a aluna Uinalaiã Latessa, o intuito da atividade é integrar a unidade de saúde, a escola, a comunidade e a universidade. Todo trabalho acontece dentro do colégio. Os profissionais das UBS vão até o local para dar assistência aos adolescentes no horário escolar, evitando assim a evasão. Se o adolescente tivesse que ir até a unidade de saúde, o projeto não teria a adesão que tem hoje, ressalta. A atividade no Preventório é realizada por sete alunos do curso de Medicina, que atualmente atendem quase 100 alunos da rede pública. São seis turmas, cada uma com em torno de 25 jovens. Cada roda de conversa conta com cerca de 15 estudantes do sexto, sétimo e nono ano, destaca o professor. Carlos Dimas explica que ao todo, o projeto de extensão conta com aproximadamente 90 alunos de Medicina do 3º e 4º período. Esses alunos são divididos em pequenas equipes de, no máximo, dez alunos para cada professor. A atividade de prevenção às drogas é um subgrupo e cada um desses grupos está em uma unidade de Niterói realizando atividades distintas. O aluno de Medicina Paulo Postigo relata que na metodologia utilizada com os estudantes da comunidade, as atividades são desenvolvidas em dois encontros. Na primeira reunião, o grupo aborda os conceitos básicos e estabelecem uma aproximação com os adolescentes. Nós nos apresentamos, perguntamos o que era droga, pedimos para darem exemplos, questionamos os conceitos de lícito e ilícito, etc. Queríamos investigar o que eles sabiam sobre o assunto, para planejar nossa ação no segundo encontro, descreve. A aluna Camila Martins explica que o grupo queria que os participantes atuassem ativamente, trocando informações e construindo o conhecimento. Antes mesmo do primeiro encontro, deixamos uma caixinha na secretaria, como se fosse um cofre, onde eles podiam depositar perguntas sobre o assunto sem se identificar. Além disso, distribuímos cartazes pela escola para chamar a atenção dos adolescentes, com memes e alguns fatos relacionados ao uso de drogas. Isso serviu como convite para que eles participassem das atividades, relata. Em relação às drogas lícitas, o grupo tratou de álcool e cigarro, já nas ilícitas, focou em maconha, crack e cocaína. Os próprios agentes comunitários sugeriram essas três, por serem mais comuns na comunidade. Além disso, apareceram com frequência nas perguntas deixadas na caixinha, relata o aluno Thiago Gomes. Já no segundo encontro, Paulo conta que a equipe conversou sobre prevenção e questionou os estudantes sobre as atitudes que tomariam caso alguém lhes oferecesse algum tipo de entorpecente. Os jovens montaram uma cena de teatro para simular a reação que teriam numa situação dessas e todos eles ficaram muito empolgados com a atividade, ilustra. Os alunos de Medicina reafirmam a importância desse tipo de trabalho para sua formação acadêmica. Para Uinalaiã, as drogas são tratadas como assunto de polícia, quando deveriam ser de saúde pública. Em questão de prevenção e conscientização, o fundamental é passar informação e é isso que nós, como futuros profissionais da saúde, devemos fazer. O médico deve atuar como educador e não apenas como alguém que detecta doenças. Isso faz com que a relação seja mais humanizada, pois ouve, conhece e interage com seu paciente, afirma. Já para Thiago, agir na prevenção da doença, e não apenas no combate, é inteligente, funcional e mais econômico. O futuro médico Tássio Abreu concorda e acrescenta que a relação com o paciente consiste basicamente em lidar com uma realidade diferente. Para a formação profissional do médico, essa relação humanizada é muito importante. Ser médico não é só ficar no consultório, é tratar a pessoa, considerar seus diferentes aspectos, não apenas doenças, conclui. TEDxUFF: um convite ao diálogo, reflexão e quebra de paradigmas qui, 16/11/ :24 Por Dayane Alves (Estagiária de Jornalismo) O TEDxUFF (https://tedxuff.com/) é um evento organizado por alunos da universidade com intuito de transmitir conhecimento e gerar discussões relevantes para a sociedade. A proposta da iniciativa é trazer à comunidade interna e externa ideias e histórias muitas vezes pouco conhecidas, mas com potencial inovador e transformador. A ideia é inspirada no TEDx (link: https://www.ted.com/tedx/events/22047), que é um programa de alcance mundial idealizado para auxiliar comunidades, organizações e indivíduos a iniciarem diálogos e conexões em eventos, seguindo o modelo do TED - popular conferência que reúne os maiores pensadores e realizadores do mundo para compartilhar ideias e experiências. A temática do TEDxUFF - Derrubando Muros - tem o objetivo de estimular os participantes não só a adquirirem novos conhecimentos, mas também os convida à reflexão e quebra de paradigmas em suas próprias vidas. Atualmente ainda existem muitos muros invisíveis que isolam as pessoas, como preconceitos, tabus, ignorância, baixa autoestima e estagnação. Entre tantas barreiras, é importante que as pessoas se disponham a quebrar o isolamento e distância do que é diferente. Entendemos que não basta expor o que há de novo e interessante no mundo, é preciso despertar o potencial que temos para promover as mudanças necessárias. No evento, as atividades colocam o público diante de palestrantes que já transpuseram diversas barreiras e certamente têm muito a compartilhar, explica o aluno do quarto período do curso de medicina e um dos organizadores do evento, Jonadab Silva. De acordo com o estudante, a organização envolve voluntários de vários cursos, como medicina, jornalismo, desenho industrial, biomedicina, e das engenharias de produção e mecânica. A falta de contato entre as diferentes áreas foi o primeiro muro que derrubamos. Assim, foi possível realizar um trabalho rico e plural. Embora o evento não seja de cunho estritamente acadêmico, os alunos envolvidos na organização têm a oportunidade de desenvolver habilid
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