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2012 - AP. 2.1-7 Qual a Temperatura de Seu Coração

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Sermão sobre espiritualidade
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  QUAL A TEMPERATURA DE SEU CORAÇÃO?Ap. 2.1-7OBJETIVO : Desafiar cada cristão a ter um coração aquecido com oamor ao Senhor. INTRODUÇÃO : CONTEXTO : A cidade de Éfeso: ã Se localizava a leste da Ásia Menor, hoje atual urquia. ã !ra uma cidade rica e rande centro comercial devido a um #om $orto localizado no Mar ! eu. ã !ra um rande centro $ol%tico, considerada cidade sede dotri#unal romano $ara a $rov%ncia da Ásia. ã !ra um rande centro reli ioso, onde havia o tem$lo da deusaDiana &''( ) *+ mts, considerado uma das sete maravilhas domundo anti o. -ossu%a ainda dois randes tem$los de adoraçãoao /sar romano &culto ao im$erador. ã -o$ulação ecl/tica com $essoas de todas as camadas. ã idade culta, a#astada e corrom$ida. TRANSIÇÃO : A quantas anda sua $ai)ão $ara com o !van elho de0esus1 2uero refletir nesta o$ortunidade so#re o tema QUAL ATEMPERATURA DE SEU CORAÇÃO 1 I – O ATIVISMO NÃO APONTA A TEMPERATURA REAL .a 3 A realidade da 4 reja de Éfeso.'.A 4 reja foi fundada $elo a$5stolo -aulo.'.'3 !ntre os anos +*6*' o a$5stolo -aulo dedicou tr7s anosde seu minist/rio $ara a im$lantação e solidificação da4 reja de Éfeso.'.83 At. '968'.(3 ;oi $astoreada $or im5teo.'.+3 ;oi $astoreada $or 0oão.'.*3 eve a $resença im$ortante de Maria, a mãe de 0esus.8.< 4dentificador de uma 4 reja ativista.8.'3 2uem / o Dia nosticador da 4 reja.a=  Aquele que conserva ... as sete estrelas > &A$. '.'?,indicando que !le / o sustentador do ministro,mensa eiro ou anjo da 4 reja. #=  Aquele que anda no meio dos sete candeeiros > &A$.'.'86'(, indicando Aquele que conhece $essoalmente sua 4 reja &cada ovelha.(.Dia n5stico de uma 4 reja ativa.(.'3 = Conheço as tuas obras >.a@ons tra#alhos $restados, mesmo em meio as $erse uiçes. Do 4m$/rio. #Bma 4 reja ativa e a ressiva.(.83 onheço = assim ... o teu labor  >.aCEFG 3 estemunho so# dificuldades. #Serviço $esado em circunstHncias dif%ceis.(.(3 onheço = a tua perseverança >.a-aci7ncia. #-ersist7ncia 3 fidelidade a$esar de...cIão / um mero cruzar de #raços e es$erar o tem$o ouas dificuldades $assarem.(.+3 onheço a tua $ureza doutrinJria.aKs. 8 Ln5sticos re$rovados. ã Éfeso na /$oca de 0oão era diferente da /$oca de-aulo. #Ks. ( 3 =  Não te deixaste esmorecer  >. ã Ante a $erse uição do 4m$/rio romano. ã Ante a invasão doutrinJria.cKs. ? 3 Iicola%tas: $romotores do antinomianismo. ã i#ertina em. ã  Ião $recisa de santificação. ã !squeciam6se da mensa em de H. 12.1!  = ... sem aqual ninguém verá o Senhor  >+.At/ $arece uma 4 reja $erfeita. < que hJ de errado1  II– UMA QUEIXA PARA UMA I REJA ATIVISTA .a 3 < $rimeiro amor.'.Amor fervoroso e caloroso do $rinc%$io.8.Amor ori inal, $uro, fervoroso, ale re. # 3 < a#andono do $rimeiro amor.'.!stavam ativos. Mera rotina.8.Serviço feito sem amor.(.=  Acabou-se a lua de mel  >.+. J#. 2.2  =  u me lembro de sua !idelidade quando voc era #ovem$ como noiva% voc me amava e me seguia pelo deserto% por uma terra não semeada >.c 3 -orque1'.-erdeu o relacionamento $essoal com Deus.'.'3 Nelacionamento O Andar em comunhão $essoal com o!s$%rito Santo de Deus.'.83 Nelacionamento O eitura e meditação $razerosa na-alavra de Deus.'.(3 Nelacionamento O em$o de oração com coração a#ertoe derramado diante de Deus.8.Assumindo a forma do mundo.8.'3 I$%&'#()*+ : =  &á um 'eus em tua vida > MPrtes Mathias. (uando te ve#o tão acomodado ao mundo que te cerca% como águatomando a !orma do vaso que a contém% me lembro de um )ei%coroado de espinhos% arrastando uma cru* pelos caminhos de +erusalém.(uanto te ve#o tão preocupado com r,tulos e comodidades% tãodese#oso de aparecer% eu me lembro de um #ovem 'eus% perdido nodeserto% onde s, !eras e an#os o podiam ver.m #ovem 'eus que te entregou um dia o privilégio da grandemissão% o qual negas com a tua covardia% sucumbindo as promessasque te !alam  carne e ao coração.(uando te ve#o tão ocupado em construir celeiros% a#untando bens% !ortunas que o ladrão pode roubar% eu me lembro de um 'eus ca/do sob tuas culpas% sem o con!orto de uma pedra para repousar.(uando eu te ve#o conivente com aquilo que le aborrece a pontode ocultar a herança que le te legou% pergunto$ Seria !alsa a promessa que !i*este% ou o amor que lhe tinhas era pouco e seacabou01nde está o teu grito de protesto que #á não mais escuto0Será que te esqueceste do santo compromisso ou te parece pouco o privilégio da tua missão0 2orque tremes diante do mundo% temendo por valores que s, servemaqui0Será que Cristo te escolheu em vão% ou será que não existe um 'eusdentro de ti03u estás no mundo% mas não és do mundo4 Não escolheste% !oste escolhido4 2orque te encolhes a ponto de seres grande% tão grande perante o padrão dos homens% comprometendo tua autoridade de condenar ummundo corrompido0 5oste escolhido para uma missão tão grande que nem aos an#os d,idada a executar. Não te assutem ameaças4 Não te sedu*am promessas4 Numa obra eterna é melhor morrer do que negar4 6embra-te$ &á um 'eus em tua vida e os teus atos 1 devem glori!icar4 III – UM CONSELHO PARA UMA I REJA ATIVISTA .a 3 em#ra6te de onde ca%ste.'.Da ale ria e do entusiasmo.8.Do amor $or risto e sua o#ra.  (.Da $oderosa força deste amor.(.' 3 = 1 amor de Cristo nos constrange >. # 3 Arre$ende6te de tua condição atual.'.Da rotina.8.Do serviço feito sem amor, $or mera o#ri ação reli iosa.(.Da anomalia, da letar ia, da fri idez e a$atia es$iritual.c 3 Kolta a condição $rimeira.'.Ao $rimitivo es$%rito de serviço movido $or um coraçãoa$ai)onado e amJvel.8.A um coração dedicado e a radecido $elo que Deus fez $or ti.8.' 3 I$%&'#()*+ : =  7oa Noite ou Adeus >.= 1 'r. 6angdalle% de Nova 8or9% conta de um consagrado crente noSenhor +esus% homem de neg,cios% que !oi atropelado por umautom,vel e levado s pressas para o hospital. :n!ormaram-no queteria apenas mais umas duas horas de vida. A sua !é na bondade de 'eus e a certe*a do povir eram bem mani!estas. ;andou chamar a !am/lia e% dirigiu-lhes as seguintes palavras de despedida$- 7oa noite% querida esposa. Nos dias de sol e pelas sombras% temosandado #untos. 3ens sido a minha inspiração em todos os meusempreendimentos. 3antas ve*es tenho visto como que o sp/rito de 'eus brilhando no teu rosto. 7oa noite% querida esposa. &ei detornar-te ver-te amanhã. 7oa noite.- 7oa noite% ;aria. <s a nossa primog nita. 3ens sido de grande go*o para teu pai. (ue boa crente és% ;aria. Nunca poderás esquecer oquanto teu pai te queria. 7oa noite% ;aria% boa noite.=oltou-se para o !ilho mais velho.- 7oa noite% >uilherme. A tua vinda para o nosso lar !oi de umab nção inexced/vel. Amas ao 'eus de teu pai. Continuarás a crescer em toda a graça e virtude cristã. 3ens de teu pai o amor e a b nção. 7oa noite% >uilherme% boa noite. ra Carlos que se seguia a >uilherme% mas tinha andado em máscompanhias% entristecendo sobremaneira os pais. 1 homem%moribundo passou-o por alto% e dirigiu-se a !ilha mais nova% umalinda menina% deixando Carlos para o !im.- >racinha% há muito que tens sido um c?ntico de alegria% e um lindoraio de lu*. (uando ainda há pouco% te entregaste de todo coração aCristo% o cálice de !elicidade de teu pai transbordava. 7oa noite% !ilha querida% boa noite. Adeus Calos. Chamou então o Carlos para #unto de si. 1h%Carlinhos. (ue rapa*inho belo e prometedor tu eras. 3eus paiscon!iavam que virias a ser um homem nobre. 'emos-te todas asoportunidades que concedemos a teus irmãos. Se alguma di!erençativer havido% hás de admitir que !oi sempre a teu !avor. Causaste-nosdesilusão. nveredaste pelo caminho largo que condu* a perdição. 'espre*aste os avisos da Santa 2alavra de 'eus. Não quisesteescutar o convite do Salvador. ;esmo assim% sempre te amei% econtinuo ainda a amar-te% Carlinhos. S, 'eus sabe o quanto te amo. Adeus% Carlinhos% adeus.Carlos agarrou-se  mão do pai% e entre soluços exclamou$- ;eu pai% porque disseste boa noite aos outros e a mim% adeus0- 2elo simples motivo que encontrarei os outros membros da !am/lia pela manhã@ mas todas as promessas de 'eus quanto a tal encontro%nenhuma esperança me dão de que te venha a encontrar-te ali. Adeus Carlinhos% adeus.Carlos prostrou-se de #oelhos #unto a cama do pai moribundo% eclamou em grande angstia de alma% rogando a 'eus o perdão de seus pecados.- Carlos% estás a pedir com sinceridade0- 'eus bem sabe que sim B disse o #ovem de coração quebrantado.- ntão 'eus te ouvirá e te salvará% Carlinhos% pelo que #á não tedigo adeus% mas boa noite. 7oa noite Carlinhos% boa noite.  com estas palavras nos lábios% !aleceu >. CONCLUSÃO : Ião im$orta onde ou como estJs. Kolta $ara risto em consa ração e dedicação a fim de viver e $roclamar o !van elho da salvação a tantos que estão $r5)imos devoc7 e distantes de Deus.
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