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2018 exigirá muita determinação e luta da categoria ecetista e dos trabalhadores brasileiros em geral!!!

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Filiado a Ano 29 JORNAL nº 49 João Pessoa/PB, 08 de janeiro de S I N T E C T P B SINDICATO DOS TRABALHADORES EM CORREIOS E TELÉGRAFOS NA PARAÍBA, EMPREITEIRAS E SIMILARES A U T Ô N O M O, C L A S
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Filiado a Ano 29 JORNAL nº 49 João Pessoa/PB, 08 de janeiro de S I N T E C T P B SINDICATO DOS TRABALHADORES EM CORREIOS E TELÉGRAFOS NA PARAÍBA, EMPREITEIRAS E SIMILARES A U T Ô N O M O, C L A S S I S T A E D E L U T A! FUNDADO EM 08/12/1988 CNPJ / RUA DUQUE DE CAXIAS, CENTRO - CEP JOÃO PESSOA - PB TEL: (083) SITE: FACE: exigirá muita determinação e luta da categoria ecetista e dos trabalhadores brasileiros em geral!!! Os ecetistas, a exemplo dos demais trabalhadores brasileiros, viram em 2017 um Governo ilegítimo e corrupto, em conjunto com um Congresso e Senado composto por uma ampla maioria de Deputados e Senadores comprovadamente corruptos, implementarem a ferro e fogo o maior ataque da história recente do nosso país aos mais elementares direitos constitucionais e trabalhistas. A PEC 55, a Lei das Terceirizações, a Reforma do Ensino Médio e a Reforma Trabalhista já foram aprovadas por uma corja de parlamentares corruptos onde as conseqüências nefastas dessas medidas serão cada dia mais sentidas pelos trabalhadores e pelo povo mais pobre do nosso país. Imagem do site PSTU O ilegítimo e corrupto Governo Temer tem no atual cenário político uma maioria absoluta de Deputados e Senadores comprometidos em dar continuidade aos ataques, a exemplo da Reforma Previdenciária e Privatizações de Empresas Públicas, as quais já estão sendo negociadas desde o final do ano de 2017 em jantares regados a muita propina e emendas parlamentares, no mesmo estilo que aprovou as demais reformas e livrou por duas vezes o Temer de cassação. Está claro a necessidade imediata de organização dos trabalhadores brasileiros e construção de uma grande Greve Geral no país que anule todo esse retrocesso. Não podemos cair no canto da sereia de que a solução de nossos problemas estará nas Eleições de 2018 com um novo presidente eleito``. Muito pelo contrário, a luta direta dos trabalhadores pela derrubada dessas famigeradas reformas será a única forma de podermos sonhar com dias melhores, as eleições em si só servirão para dar legitimidade aos novos algozes que irão dar continuidade a política de rapina no país para atender aos interesses do mercado e elite brasileira. Privatização e desmonte dos Correios Com o objetivo de acomodar os interesses dos parlamentares do PSD que ameaçam votarem contra a Reforma da Previdência se não forem contemplados em seus pleitos, o Ministro das Comunicações Gilberto Kassab orientou o Presidente dos Correios Guilherme Campos/PSD pedir demissão da Empresa para ser substituído pelo seu Vicepresidente financeiro Carlos Fortner também do PSD para acalmar os ânimos dos revoltosos e consequentemente obter os votos de toda a bancada do PSD comprometida com a aprovação da famigerada Reforma Trabalhista. Independentemente de quem será o novo presidente da ECT, o processo de Privatização e desmonte dos Correios continuará sendo implementado com afinco pela Direção da Empresa e Governo Temer, agora com nova investida no nosso Plano de Saúde através da judicialização do Plano no TST, o qual tem por objetivo impor mensalidades incompatíveis com a realidade financeira da maioria de seus trabalhadores. Teremos um ano difícil e de muitos ataques aos nossos direitos trabalhistas mais elementares, o que mostra a necessidade de unificarmos nossas ações politicas em torno da construção das lutas e greves que teremos que desenvolver nesse próximo período como única forma de barrar os ataques e avançarmos em conquistas. A ultima greve nacional da categoria ecetista provou que é só através da luta unificada dos trabalhadores que seremos capazes de se contrapor com eficácia a todos esses ataques aos nossos direitos. DIREITOS NÂO SE RETIRAM, SE AMPLIAM!!! SINTECT-PB - Ano 29 - JORNAL nº 49 Janeiro Considerações sobre a Situação econômico-financeira dos Correios RESUMO Entre 2011 e 2016, a despesa e a receita totais cresceram nominalmente 60% e 42,4%, respec vamente. No mesmo período, o IPCA e o INPC apresentaram, respec vamente, um aumento de 49,4% e 49,8%. Tendência clara de evolução posi va da receita Só em 2016, segundo ano consecu vo de retração do PIB (- 3,6%), a receita operacional dos Correios cresceu em 6,27% No déficit entre 2015/2016 tem uma alta par cipação (46,65%) a rubrica Provisões Contábeis, inclusive superior à despesa com Pessoal (39,49%). Como proporção da Receita Operacional, despesas com pessoal representou 65,8% em Em 2017 Patrimônio Líquido R$ 243 milhões, redução de 83% em relação a 2016 Déficit acumulado até outubro R$ 1,94 bilhões, aumento de 11,8% em relação a 2016 Mesmo com dois reajustes tarifários (7,49% em abril e 6,12% em outubro) houve redução da receita total de 5,12% em relação a 2016 Segundo a revista Carta Capital em apenas 1 semana houve fechamento de agências que ofereciam Banco Postal nos estados de AL, BA, CE, GO, MT, PE, PI, PR, RN, RR, RS e SP. Enquanto a ECT vive crise financeira, franqueados aumentaram sua remuneração em 34% o que sinaliza a transferência de grandes contratos comerciais para a rede franqueada Sucateamento facilita priva zação! 39% dos brasileiros ainda não acessam a Internet no Brasil, revelando a importância dos serviços dos Correios (Pesquisa TIC Domicílios, 2016). Receitas oriundas da exclusividade postal representam 61% do total da empresa. Descumprimento do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) representa risco de multa e abrir mão de economia anual de quase R$200 milhões O volume de cartas + encomendas está crescendo nos úl mos anos, o que contraria as especulações sobre a perda de importância do correio em função da Internet: em 2001 os Correios transportavam 3 bilhões de objetos postais, em 2015, foram 8,3 bilhões por ano. O problema financeiro dos Correios é administra vo. Prejuízo é resultado do provisionamento de bene cios pósemprego (contábeis) Desde a sua criação, o correio tem do um papel relevante na integração territorial Priva zar a empresa é desassis r a população mais pobre É a maior empresa logís ca e postal da América La na, com valor de mercado de mais de R$ 20 bilhões. Está presente em todos os municípios e é responsável cons tucional pela Universalização dos Serviços Postais no Brasil. Os Correios contam com mais de 350 anos de criação e tem um papel social concebido cons tucionalmente O serviço postal na quase totalidade do mundo todo é estatal. Porque é um direito do cidadão. Direitos não têm que dar lucro. É obrigação do Estado fornecer e arcar com os custos. É o caso dos operadores postais da Índia e dos Estados Unidos, que em 2014 registraram prejuízos de US$ 868 milhões e US$ 5,5 bilhões, respec vamente. Países como Argen na e Reino Unido que venderam seus correios para a inicia va privada já começaram o processo de reesta zação. Mesmo EUA e China que permitem empresas privadas, mantem o controle estatal porque sabem dos riscos sociais da priva zação: empresas passam a escolher onde atuar desassis ndo localidades com menos potencial financeiro. Projeto de lei 7638/17 (Maria do Rosário) Prevê que a administração pública federal contrate, preferencialmente, os serviços dos Correios com dispensa de licitação, com isso es ma-se dobrar o faturamento atual. Há, assim, possibilidades para recuperação financeira dos correios! SINTECT-PB - Ano 29 - JORNAL Nº 49 Janeiro Plano de saúde pode ser bode expiatório do governo para mascarar denúncias Indicações políticas mandam e desmandam na estatal, que tem sido alvo de denúncias de corrupção e mandado a conta para os próprios empregados pagarem A Federação dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT), junto aos seus 31 sindicatos filiados, tem constantemente rebatido a crise que os Correios apresentam à mídia. Pelos estudos constatados pela consultoria dos trabalhadores, o déficit alardeado pela direção da empresa tem como base os lançamentos contábeis relacionados aos planos de demissão incentivada, pósemprego e depreciações. Além disso, o governo federal retirou valores altos do caixa da ECT, sem devolução, prejudicando a modernização do serviço postal. É preocupante a falta de transparência, como no caso do plano de saúde da categoria, que está em processo de julgamento no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e, ainda hoje, as representações dos trabalhadores não tiveram acesso aos números reais da operadora. Apesar das denúncias na mídia de corrupção dentro da estatal, que envolve o próprio ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, e o presidente dos Correios, Guilherme Campos, a ECT insiste em afirmar que a grande dificuldade da empresa está no plano de saúde dos empregados e que a solução é cobrar dos ecetistas, que são os que recebem menos entre as estatais. O que antes era uma compensação pelo baixo salário, agora, é mais um motivo para sucatear os Correios. Para as representações dos trabalhadores, os gastos com a reestruturação da empresa - a segunda em menos de um ano -, sem licitação, já chegam a quase R$ 80 milhões e demonstram a contradição das alegações da direção da empresa sobre a situação deficitária. Em contrapartida, os gestores dos Correios seguem divulgando o déficit e iludindo a sociedade. Corre em sigilo, também, no Tribunal de Contas da União (TCU) o processo sobre um contrato milionário planejado pelo presidente Guilherme Campos, indicado político à presidência da empresa pelo ministro das Comunicações (e amigo há anos), que prevê a substituição dos empregados por serviços do meio eletrônico, com a empresa de tecnologia Nexxera, de Santa Catarina. No entanto, mais uma parceria sem licitação, no valor de R$ 80 milhões. Conforme as denúncias, o próprio TCU admite que a parceria não foi demandada pela área operacional, o que é de praxe, nem pela área de TI (...) Nasceu do nada na área financeira. Além disso, esse valor milionário seria pago pelos Correios à Nexxera em 12 meses - 5% do faturamento total dos Correios, em 2016, em apenas um contrato. O aumento das despesas com indenizações pagas pela estatal provam a falta de investimento e modernização, com ações da direção inviabilizam os serviços dos Correios e os colocam em descrédito. Agora, na tentativa de correr contra o tempo, nos últimos meses, apresentou novos serviços, como o de telefonia, mas sempre em detrimento dos próprios trabalhadores, que convivem em condições precárias nas unidades, com a falta de instrumentos, veículos e até mesmo uniformes adequados para trabalhar. A FENTECT e todos os representantes dos trabalhadores defendem a lisura da gestão dos Correios. Nas audiências públicas no Congresso Nacional, para debater a realidade da estatal, durante o ano de 2017, ficou claro para a categoria e inclusive para os parlamentares que as indicações políticas ferem o desenvolvimento da empresa e a abertura de capital tem como objetivo apenas fugir do papel social dos Correios e colocar a empresa no hall da privatização, uma política que parece o foco do atual governo federal. A empresa de Correios, patrimônio do Brasil há mais de três séculos, está sofrendo com problemas na má gestão, com apadrinhamentos políticos e altos cargos para pessoas desqualificadas para a função. A estatal tem papel fundamental para os cidadãos brasileiros, especialmente aqueles que moram nos locais mais longínquos. Na busca pela devida transparência com os números da empresa, as representações continuarão na luta e para que não haja cortes nos direitos dos trabalhadores, que ganham pouco e têm nos benefícios uma saída para a sobrevivência. Os Correios não precisam ser privatizados, mas sim ações de valorização, fidelização de serviços com o governo federal, concursos públicos, mais investimentos em modernização e no atendimento crucial e direto à sociedade, e na dignidade dos empregados, que levam a empresa adiante e, mesmo com todos os ataques, se esforçam para que os Correios estejam sempre entre as empresas mais conceituadas do Brasil. Fonte: Site FENTECT EXPEDIENTE Órgão informativo do Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos no Estado da Paraíba SINTECT-PB. Rua Duque de Caxias, 105 Centro Cep: João Pessoa/PB Fones: (083) / / /Fax: CNPJ / Fundado em 08 de dezembro de Edição sob a responsabilidade da Diretoria. As matérias assinadas são de inteira responsabilidade do autor. SECRETÁRIO GERAL: Evandro Tavares de Farias e Valmir da Silva Pequeno. S E C R E T Á R I O D E A D M I N I S T R A Ç Ã O E FINANÇAS: Emanuel de Souza Santos e Paulo Bento da Silva Junior. SECRETÁRIO DE POLITICA E FORMAÇÃO SINDICAL: Marcos Roberto Rodrigues Silva e Alexandre Arruda Ramalho Ribeiro. SECRETÁRIO DE IMPRENSA E DIVULGAÇÃO: José Cavalcanti dos Santos e Adriano Alves da Silva. S E C R E T Á R I O D E A N I S T I A E D E F E S A D O EMPREGO: Regivaldo Bezerra de Lima e Joelby Costa da Silva. SECRETÁRIO DE POLITICA SÓCIO CULTURAL E EVENTOS: Francisco da Silva Alves e Elias de França Santos. SECRETÁRIO DE ASSUNTOS JURÍDICOS: Sebastião Bosco da Cunhas e Manoel Alves. SECRETARIA DE DEFESA DO DIREITO DA MULHER: Margareth Alves de Oliveira e Eliane Maria de Medeiros Araújo. S E C R E T A R I A D E A P O S E N T A D O S E APOSENTÁVEIS: Rubens Jackson de Oliveira e Francisco Girolamo de França. CONSELHO FISCAL: Argemiro Francisco da Silva, Henrique Alexandre Dias Aragão, José Lucas da Silva, Jairo Bezerra Lucena, José Antônio de Farias e José Mendonça Neto. Impresso na Sede do SINTECT-PB/Tiragem:1.500 exemplares. SINTECT-PB - Ano 29 - JORNAL nº 49 Janeiro FENTECT reivindica à Postal Saúde cobrança judicial contra os Correios Representantes da FENTECT estiveram, ontem (14), com a direção da Postal Saúde para debater alterações na prestação de serviços aos trabalhadores. Três pontos principais foram abordados e a federação protocolou cartas à operadora solicitando soluções para os casos, entre eles: a renovação de credenciamento de dependentes maiores de 21 anos e o prazo para recadastramento, os problemas com a operacionalização do Tratamento Fora do Domicílio (TFD), bem como uma solução para a possível liquidação do plano de saúde da categoria. Falta de comunicação Sobre o primeiro ponto, a federação recebeu denúncias de que os filhos dependentes, universitários, maiores de 21 anos estão suspensos no plano devido à ausência de renovação de cadastramento. No entanto, pelo erro de comunicação da operadora, não é possível ao empregado da estatal encontrar qualquer comunicado de data oficial para tal, no site da Postal Saúde. Apenas alguns núcleos específicos informaram à FENTECT que essa renovação deve ser realizada nos meses de agosto e fevereiro. Porém, a limitação também ocasiona transtornos, tendo em vista que muitos cursos não seguem rigidamente essas datas para renovação de matrículas. Atenção - No documento da FENTECT, CT/FEN-295 (anexado ao texto), onde está escrito Renovação de Dependentes Maiores de 18 anos , lê-se: Renovação de Dependentes Maiores de 21 anos . Economia às custas do trabalhador O Tratamento Fora do Domicílio (TFD) é um instrumento legal que visa garantir tratamento médico a pacientes portadores de doenças não tratáveis no município de origem, quando esgotados todos os meios de atendimento. Entretanto, com o argumento da criação de regiões de saúde, que seria uma determinação da ANS, a Postal Saúde tem economizado no tratamento dos ecetistas, inviabilizando a concessão de TFD aos que precisam. Mas os debates na Comissão Paritária de Saúde já haviam deixado claro que essa justificativa é falha e a limitação se dá, também, por causa de decisões políticas internas. Atualmente, muitos trabalhadores precisam arcar com o transporte, hospedagem e alimentação para atendimento médico fora do respectivo município. O que é ainda mais difícil em lugares distantes, sem rede credenciada. Além disso, outros problemas foram notados, como a demora na liberação de hospedagem e transporte para o paciente. Segundo a Postal Saúde, em reunião com a FENTECT no dia 6 de setembro deste ano, as providências seriam tomadas ainda no mês de outubro. A federação novamente cobrou junto à operadora soluções e mais informações sobre esse problema. Pela manutenção do plano de saúde Outro grande susto para a categoria, esta semana, foi a carta CTE-PRESI , de 5 de dezembro de 2017, referente ao processo da ANS nº , que trata da possível intervenção no plano de saúde da categoria e, consequentemente, conforme afirmações dos Correios e da Postal Saúde, a liquidação do plano. Isso porque a empresa insiste em déficit e crise e diz que não tem dinheiro para pagar o plano de saúde. Segundo a direção da estatal, é tão difícil recuperar a situação da empresa, que os trabalhadores devem ser responsabilizados e pagar mensalidades no plano de saúde, assim, a situação dos Correios vai melhorar. No entanto, alguns estudos e levantamentos já comprovaram que o problema dos Correios está no desequilíbrio contábil relacionado ao provisionamento com o pós-emprego em saúde, lançamentos relacionados ao Plano de Demissão Incentivada e despesas contábeis que não influenciam no fluxo de caixa da empresa. A federação também requereu à Postal Saúde que esse problema seja sanado com a ECT. A operadora, criada pelos Correios, não pode ser inviabilizada e, dessa maneira, prejudicar a saúde dos trabalhadores da estatal, negando plano de saúde e o adequado atendimento a esses e seus dependentes. A FENTECT conta com o apoio da categoria, para que continuem mobilizados e acompanhando os desfechos dessa e outras lutas da entidade. A tentativa desesperada de liquidar o plano comprova a ineficiência da direção dos Correios. Vale relembrar que a cláusula sobre assistência médica do trabalhador, no Acordo Coletivo de Trabalho dos ecetistas, garante o acesso a planos de saúde, seja com a atual operadora ou não. Ou seja, a ECT deve oferecer algum plano aos trabalhadores. Portanto, a federação alerta que todas as medidas serão tomadas para que essa prerrogativa seja cumprida pela empresa. Fonte: FENTECT. SINTECT-PB - Ano 29 - JORNAL nº 49 Janeiro O verão é a estação do ano que sucede a primavera e antecede o outono, é época de intensificar a hidratação, alimentação saudável e roupas leves O movimento de translação e a inclinação do eixo terrestre em em relação ao plano orbital são responsáveis pela variação de energia solar que atinge a superfície terrestre durante o ano. Essa diferença de radiação solar durante o ano resultou em quatro estações: primavera, verão, outono e inverno. O verão é a estação do ano que sucede a primavera e antecede o outono. No Hemisfério Norte, o verão se estende de 21 de junho a 23 de setembro; no Hemisfério Sul, ele ocorre entre os dias 21 de dezembro a 20 de março. Durante essa estação do ano, uma porção da Terra está mais próxima do Sol, fazendo com que os dias sejam mais longos que as noites. As temperaturas são elevadas e é comum a ocorrência de chuvas, pois a evaporação das águas se intensifica em razão do calor. Com os termômetros nas alturas, encarar o verão requer cuidados especiais para o corpo. E não é só a proteção solar que conta. Para enfrentar os dias de calor é preciso intensificar a hidratação, ingerindo muita água, e também escolher bem as peças de roupa no dia a dia para não passar por contratempos, dê preferência roupas de algodão e de cor clara, usar chapéus ou boné, usar óculos escuros, comer alimentos saudáveis como frutas e verduras, escolher bem o protetor solar, porém, não é só o FPS que deve ser levado em conta. São dois tipos de filtro: os físicos, também conhecidos como inorgânicos, são os mais indicados por apresentarem vantagens em relação aos químicos (ou inorgânicos). Os filtros físicos são como uma parede de tijolos onde a luz bate e volta. Indispensável em todas as estações do ano, o filtro solar requer atenção ainda maior no verão, com reaplicação a cada duas horas, pelo menos, ou após dar um mergulho. Para ter uma boa proteção, especialistas indicam que o FPS seja de mínimo 30 para combater a radiação ultravioleta. Para quem tem pele negra e, consequentemente maior quantidade de melanina, o FPS 15 j
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