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6º Ano - Volta Ao Mundo Em 80 Dias - Recortes

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Recortes narrativos do livro: “Volta ao mundo em oitenta dias”, de Júlio Verne, com adaptação de Telma Guimarães GUIMARÃES, Telma. Volta ao mundo em oitenta dias. São Paulo: Editora do Brasil, 2011.
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  Prof.ª Larissa Cristina dos Santos Monteiro (larissa-monteiro@outlook.com) “ Volta ao mundo em oitenta dias ”, de Júlio Verne, com adaptação de Telma Guimarães GUIMARÃES, Telma. Volta ao mundo em oitenta dias.  São Paulo: Editora do Brasil, 2011.    “Em 1872, Phileas Fogg  morava numa casa confortável, em Londres. Nada se sabia sobre esse inglês bem- educado. […] Com certeza era um homem rico, mas ninguém sabia como fizera fortuna. Ajudava anonimamente quem quer que fosse. Falava pouco, era misterioso e metódico. Provavelmente um homem viajado, pois conhecia mapas como ninguém. […] Seus únicos passatempos eram ler jornais e  jogar cartas. Por sinal, ganhava frequentemente e a maioria do dinheiro obtido no  jogo tinha sempre um destino: a caridade”. (p. 9 -10)    “No dia 2 de outubro, Phileas Fogg  dispensou seu criado, pois o rapaz havia esquent ado a água para sua barba à temperatura errada”. (p. 10) Contratou, então, um francês, com aparência de aproximadamente trinta anos, de nome Passepartout.    FOGG : “Era alto, ligeiramente acima do peso e aparentava ter uns quarenta anos. Tinha maneiras nobres, pele pálida, cabelo claro, testa sem rugas e dentes bem bonitos. Calmo, de olhar límpido, passou-lhe [para Passepartout] a ideia de uma pessoa bem equilibrada. Não parecia dado ao supérfluo e nada o perturbava. Nunca chegava atrasado aos lugares e por isso vivia sozinho: as pessoas costumavam ter problemas e problemas causavam atrasos; para evitar atrasos, melhor viver sozinho”. (p. 11)      PASSEPARTOUT : “parisiense legítimo, estava em Londres havia cinco anos, à procura de um patrão a quem pudesse afeiçoar-se. Era um rapaz muito amável e serviçal. Faces coradas, olhos bem azuis, tinha a musculatura forte e bem definida. Os cabelos castanhos eram desalinhados e Passepartout não sabia como lidar com eles” (p. 11). “Estava cansado de patrões caprichosos e extrav agantes que gostavam de correr países, viver aventuras” (p. 12).      Fogg  tinha horários exatos a serem seguidos, era extremamente pontual. Frequentava o Reform Club.    Parceiros de carta   de Fogg: “o engenheiro Andrew Stuart , os banqueiros John Sullivan  e Samuel Fallentin , Thomas Flanagan , cervejeiro, além de Gauthier Ralph , um dos diretores do Banco da Inglaterra” (p. 13).      Sobre o ladrão do banco: “Concordo com Fogg –  disse Ralph.  –  Atualmente nós a percorremos [a Terra] dez vezes mais depressa do que há cem anos. Dessa forma, a buscados detetives se tornará mais rápida” (p. 14)     COLAR IMAGEM P. 15   Sobre conseguir dar a volta ao mundo em 80 dias: “ - Afora o mau tempo, ventos contrários, acidentes com os trens  –  ponderou  Andrew Stuart. […] –  Mesmo que os hindus ou os índios tirem os trilhos dos trens, roubem as bagagens e escalpelem os viajantes? […]  Você aposta quatro mil... E eu, vinte mil libras...  –  arriscou Fogg.  Prof.ª Larissa Cristina dos Santos Monteiro (larissa-monteiro@outlook.com) Os outros quatro também decidiram entrar na aposta, cada um com a quantia de quatro mil, totalizand o vinte mil libras.” (p. 15)   “ - Pronto. Darei a volta ao mundo em oitenta dias. Vou tomar o trem que sai de Dover às oito e quarenta e cinco da noite. Hoje mesmo, dia 2 de outubro Estarei de volta a este mesmo salão no dia 21 de dezembro, um sábado. Se isso não acontecer, podem depositar em suas contas, senhores  –  Fogg apresentou-lhes um cheque” (p. 16)      “O distinto cavalheiro não imaginava o tamanho da repercussão que sua viagem havia causado em Londres e em seus arredores. A notícia da aposta feita no clube espalhou- se rapidamente pela cidade.” (p. 18)      Telegrama dizendo que Phileas Fogg havia roubado o banco. “Esse telegrama causou um grande impacto, pois transformava o respeitado cavalheiro Phileas Fogg num reles ladrão de bancos.” (p. 19)      “O detetive Fix,  entre outros policiais que se deslocaram para outros portos, viajou para Suez, no norte da África, no dia 9 de outubro e, junto com o cônsul inglês, ficou plantado no cais à espera de Fogg. A recompensa era boa e ele estava impaciente para efetuar a prisã o assim que Fogg descesse do navio Mongólia.” (p. 21)   Fogg não desce do navio a princípio, fazendo com que Fix procure o Consulado. Para ter o registro de que passou por ali (passaporte), Fogg vai ao Consulado com Passepartout.    1  –  Suez, no Egito, África (p. 24).      2  –  Bombaim, na Índia, continente asiático (p. 25).      “Vou pedir à polícia de Londres um mandado de prisão para Bombaim, que é a próxima parada do ladrão. Depois, embarco no Mongólia e fico vigiando-o até a chegada à Índia. Na Índia, território inglês, efetuo a prisão!  –  Fix exclamou, determinado.” (p. 25)      “Em outros tempos, viajava -se na Índia a pé, a cavalo, de charrete, carruagem e até nas costas dos criados. Hoje em dia, barcos a vapor percorrem o Ganges, e uma estrada de ferro atravessa a Índia, distanciando Bombaim a três dias de Calcutá. ” (p. 28)      “Passepartout fez novas compras para o patrão e depois passeou pelas ruas de Bombaim. Havia gente de vários lugares do mundo, celebrando uma festa de caráter religioso: europeus, armênios e persas. Na procissão, figuravam bailarinas com lindas vestes, transparentes aqui e ali, bordadas em ouro e prata. Ao som das violas e tamborins, seguiam dançando divinamente.” (p. 29)      Francis Cromarty : “um dos parceiros de Fogg na viagem de Suez a Bombaim. Era um senhor de aproximadamente cinquenta anos, alto, loiro e muito inteligente, que havia vivido mais na Índia do que em qualquer outro lugar do mundo. Sabia tudo sobre o país, caso Fogg perguntasse.” (p. 29)      “A parada seguinte foi em Burhampour, e depois, Assurghur”. (p. 30)    Prof.ª Larissa Cristina dos Santos Monteiro (larissa-monteiro@outlook.com)    “Phileas Fogg olhou para sir Francis Cromarty, que olhou para Passepartout, que desceu e confirmou a suspeita: não havia trilhos adiante. Fogg e o general desceram do trem e caminharam até o vagão do condutor, exigindo explicações.” (p. 30). A estrada de ferro não estava acabada. Estavam na aldeia de Kholby e precisavam chegar a Allahabad. Acabaram seguindo viagem em um elefante, chamado Kiouni, que Fogg comprou de um hindu pela “alta soma de duas mil libras” (p. 31).     Durante o percurso, depararam-se com uma terrível situação: uma jovem moça seria queimada junto ao cadáver de seu marido  –  tradição hindu. Vendo a tristeza da jovem, decidem resgatá-la. Conseguem e levam-na para o próximo destino, onde ela comenta ter parentes.    “Finalmente, às sete  da manhã chegaram a Calcutá. Phileas Fogg ainda tinha cinco horas pela frente, pois o navio só partiria ao meio- dia.” (p. 39).     Passepartout vai preso, por conta de seu descuido no templo hindu. Fogg paga a fiança para que não percam tempo.    “No dia 31 de o utubro, quinta-feira, o navio atracou em Cingapura para abastecer. Dessa vez, Fogg desceu do navio, acompanhando Aouda num passeio. Fix seguiu Fogg, como de costume, e Passepartout, rindo dos malabarismos de Fix, saiu para as compras.” (p. 43)      “O detetive ficou inquieto com a resposta. “Será que descobriu meu segredo? Impossível!”, pensou.” (p. 44)      “Phileas Fogg não se perturbava por nada. Nem com a tempestade que poderia pôr sua aposta a perder, nem com os olhares interessados de Aouda.” (p. 44)      “Avistaram  Hong Kong no dia seis, ás cinco da manhã. Pelas contas de Fogg, estavam atrasados um dia e o navio que os conduziria para Hong Kong partira no dia anterior.” (p. 44)     Não encontraram os parentes de Aouda, que aceitou acompanhar Fogg até à Europa.   Em Hong K ong, na China. “O francês encantou -se com alguns nativos de idade bem avançada, vestidos de amarelo. Resolveu então fazer a barba “à chinesa” numa barbearia. O barbeiro esclareceu que aqueles homens tinham o privilégio de usar amarelo, a cor imperial, por causa de idade avançada.” (p. 46)     Fix decide contar sobre o roubo de Fogg à Passepartout, com o intuito de que o criado o ajudasse a retardar a viagem, conseguindo a prisão do patrão.    “Por mais que Passepartout tentasse afastar a dúvida de seus pensamentos , não conseguiu. O criado recusava-se a ajudar Fix, prejudicando o patrão. Mas aceitou na mesmo hora a bebida e o cachimbo que o detetive lhe oferecia, sem saber que nele havia nada menos que ópio... E, não muito depois, caiu pesadamente sobre a mesa de ba r.” (p. 48). Isso fez com que Fogg perdesse o horário do navio –  somente Passepartout sabia do adiamento. O viajante conseguiu, no entanto, um barco que o levasse até Yokohama, para, lá, estar à bordo do navio para Chicago.  Prof.ª Larissa Cristina dos Santos Monteiro (larissa-monteiro@outlook.com) Como não encontrasse o criado, Fogg deixou dinheiro na Delegacia de Polícia de Hong Kong para repatria-lo, quando o achassem.   Fogg soube que Passepartout estava em Yokohama, de modo que foi à sua procura.    “Minutos antes de o General Grant partir, Passepartout, ainda fantasiado, seguido p or Fogg e Aouda, embarcou no navio rumo a São Francisco”. (p. 55)      “ –  Como só na Inglaterra vou ficar sabendo se ele é um ladrão ou não, decidi mudar de tática. De agora em diante, não deixarei que nada atrapalha sua viagem.  Amigos?  –  Fix perguntou [para P assepartout].” (p. 55)      “Eram nove horas da manhã quando o trem alcançou o Estado de Nevada. Às três da tarde, uma manada de mais de dez mil búfalos fechou a estrada, forçando a locomotiva a interromper a viagem. Somente três horas depois é que os trilhos f  icaram livres e o trem pôde retomar seu percurso.” (p. 59)      “ –  A ponte pode cair com o peso do trem... Impossível passar!  –  disse o chefe da estação”. (p. 59)      “Fix, Aouda e Fogg nem perceberam, atentos ao jogo, que o trem passou voando pela ponte. E muito menos notaram que, assim que ele passou, a ponte caiu sobre o desfiladeiro.” (p. 60)      “Aouda ficou olhando para Fogg, que compreendeu o olhar. Se seu criado tinha sido levado pelos Sioux, ele o resgataria.” / “’Um dia de atraso e estará tudo acabado! Vou pe rder o navio para a Inglaterra!’, Fogg pensou.” / “ –  Vou encontra-lo... E vivo!  –  Fogg decidiu, tranquilizando a jovem. Ele sabia que esse atraso poderia pô um fim à sua aposta. Mas o dever falava mais forte”. (p. 61)      “ –  Se está mesmo interessado em chegar a Nova York dia 11 para pegar o navio para Liverpool, só nos resta ir de trenó a vela... Transporte oferecido pelo senhor Mudge ali  –  apontou.  –  Com ele podemos recuperar a diferença de oito horas de viagem!  –   o detetive concluiu.” (p. 62)      “Fogg pagou p elo bom trabalho de Mudge e, assim que os quatro entraram no trem para Chicago, a locomotiva apitou e saiu a todo vapor. / Com extrema velocidade, o trem atravessou vários estados, alcançando no dia seguinte, às quatro da tarde, dez de dezembro, a cidade de Chicago. Logo em seguida, outro trem. O destino? Nova York.” (p. 62).     O trem, no entanto, já tinha partido. Fogg, então, convence um capitão rabugento a levá-los a Bordeaux, na França.    “Quando finalmente a carcaça do Henriquetta chegou a Queenstown, Fogg  despediu-se do capitão e os quatro correram até a estação para pegar o trem. Fix ficou tentado a prender Fogg, mas se conteve. Precisava chegar a Liverpool... Aí sim, efetuaria a prisão! / No início da madrugada chegaram a Dublin, de onde partiram num navio muito moderno. Às onze e quarenta da manhã de 21 de dezembro, Phileas Fogg desembaraçou no cais de Liverpool. Estava somente a seis horas de Londres!” (p. 66).  
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