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8º ano A Saga

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8º ano A Saga
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  GRUPO   I (50PONTOS) “A Saga” é a história de um rapaz chamado Hans que desejava viajarpor mares e terras desconhecidas. Um certo dia, este fugiu de casa num cargueiro e desemarcou numa cidade que n!o conhecia. A , conheceu Ho#$e, um negociador e conhecedor de arcos, com quem passou a viver. TEXTO %& atentamente o te'to que se segue.(o entanto Hans suspirava e nas $ongas noites de )nverno procurava ouvir, quando o vento soprava do su$, entre o sussurro dos aetos, o distante, adivinhado, rumor da reenta*!o. +arregado de imagina*es, queria ser, como os seus tios e avós, marinheiro. (!o para navegar apenas entre as i$has e a costa do (orte, seguindo nas ondas frias os cardumes de pei'e. -ueria navegar para o Su$. )maginava as grandes so$ides do oceano, o surgir so$ene dos promontórios, as praias onde a$oi*avam coqueiros e onde chega atéao mar a respira*!o dos desertos. )maginava as i$has de cora$ azu$ que s!o como os o$hos azuis do mar. )maginava o tumu$to, o ca$or, o cheiro a cane$a e $aranja das terras meridionais. -ueria ser um daque$es homens que a ordo do seu arco viviam rente ao maravi$hamento e ao pavor, um daque$es homens de andar a$oi*ado, com a cara queimada por mi$ sóis, a roupa desotada e rija do sa$, o corpo direito como um mastro, os omros $argos de remar e o peito di$atado pe$a respira*!o dos temporais. Um daque$eshomens cuja aus&ncia era sonhada e cujo regresso, ma$ o navio ao $onge se avistava, fazia acorrer ao cais as mu$heres e as crian*as de ig e a história que e$es contavam era repetida e contada de oca em oca, de gera*!o em gera*!o, como se cada um a tivesse vivido./01 2m Agosto, chegou a ig, vindo da (oruega, um cargueiro ing$&s que se chamava Angus e seguia para o Su$. 3 capit!o era um homem de ara ruiva e aspeto terr ve$ que navegara até aos mares da +hina. 4oi no Angus que Hans fugiu de ig, a$istado como grumete. /0.1 A sua ado$esc&ncia cresceu entre os cais, os armazéns e os arcos, em conversas com marinheiros emarcadi*os e comerciantes. 5e umarco e$e saia tudo desde o por!o até ao cimo do mais a$to mastro. 2, ora a ordo ora em terra, ora deru*ado nos ancos da esco$a sore mapas e c6$cu$os, ora mergu$hado em narra*es de viagens, estudando, sonhando e praticando, e$e preparava7se para cumprir o seu projeto8 regressar a ig como capit!o de um navio, ser perdoado pe$o 9ai e aco$hido na casa. 5ois dias depois de ter reco$hido Hans, Ho#$e $evou7o ao centro da cidade e comprou7$he as roupas de que precisava e tamém pape$ e caneta. Hans escreveu para casa8 pediucom ardor perd!o da sua fuga, dizia as suas razes, as suas aventuras e o seu paradeiro. 9rometia que um dia vo$taria a ig e seria o capit!o de um grande ve$eiro. A resposta só veio meses depois. 2ra uma carta da m!e. %eu8“5eus te perdoe, Hans, porque nos injuriaste e aandonaste. :anda7me o teu pai que te diga que n!o vo$tes a ig pois n!o te receer6.” 5epois dessa carta, Hans sonhou com ig muitas vezes. /01 ;. 9ara cada uma das a<rma*es que se seguem, escreve a $etra correspondente a erdadeira /1 ou 4a$sa /41, de acordo com o sentido do te'to. +orrige as frases fa$sas.;.;. Hans desejava ser marinheiro para conhecer os mares do norte.;.=. A personagem aspirava pertencer >que$e grupo de homens que viajavam e'c$usivamente por prazer.;.?. 3 que precipitou a fuga de Hans foi a chegada do navio Angus.;.@. 5o por!o até ao mastro, Hans saia tudo sore arcos, pois passara grande parteda sua ado$esc&ncia entre os cais com os marinheiros.;.. 3 grande desejo da personagem era rever os amigos de ig.;.B. (a carta que Hans escreveu para sua casa, pedia que $he enviassem dinheiro.=. Hans sonhava com uma vida diferente daque$a que tinha em ig, a sua i$ha. +aracteriza o sonho da personagem.?. 2'p$ica, por pa$avras tuas, o sentido da frase C-ueria ser um daque$es homens que a ordo do seu arco viviam rente ao maravi$hamento e ao pavor/01D /$inha E1 @. %oca$iza a ac*!o no espa*o e no tempo.   . +aracteriza a juventude de Hans, após a sua fuga de ig. B. 2$aora o retrato psico$ógico de Hans. B.;. Franscreve do te'to um e'emp$o de caracteriza*!o indirecta. G. )denti<ca o recurso e'pressivo presente na seguinte frase8 C +arregado de imagina*es, queria ser, como os seus tios e avós, marinheiro.D /$. = e ?1.E. +$assi<ca o narrador deste te'to, quanto > participa*!o. usti<ca. I. Atriui um t tu$o ao te'to.
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