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A Aplicação Da Cor Na Publicidade e Na Promoção de Vendas

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O uso da cor é de grande influência não somente no campo estético como também nas áreas publicitárias e de promoção de vendas. Diversos fatores são levados em consideração na hora de determinar a cor exata portadora da expressividade conveniente para um tipo específico de mensagem para um produto ou serviço a ser consumido.
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  A APLICAÇÃO DA COR NA PUBLICIDADE E NA PROMOÇÃO DE VENDAS   Monografia apresentada no curso de Planejamento Estratégico I do curso de Publicidade, Propaganda e Marketing da Universidade Mackenzie. (disponível na rede desde 15 de julho de 2001)O uso da cor é de grande influência não somente no campo estético como tamém nas !reas pulicit!rias e de promo ão de vendas# $iversos fatores são levados em considera ão na hora de determinar a cor e%ata portadora da e%pressividade conveniente para um tipo específico de mensagem para um produto ou servi o a ser consumido#   & cor pode estar diretamente ligada 's características da moda portanto ao estilo de vida ou ' cultura de cada sociedade# & diversifica ão das cores em rela ão 's do espectro solar deuse principalmente devido 's e%periências no campo da *uímica porém para integrar o novo em uma sociedade j! moldada são necess!rias tentativas significativas e audaciosas feitas através de repeti +es impositivas para *ue com isso se otenha uma aceita ão praticamente total#,a transmissão de uma mensagem a pulicidade usca *uase sempre a não fi%a ão nos aspectos negativos da sociedade criando uma realidade ilus-ria ela e feli. e para *ue alcance seus ojetivos utili.a uma grande arma/ as cores#  com o au%ílio delas *ue se pode passar mais claramente o contedo emocional ou o impacto *ue se deseja emora parado%almente sejam as cores o fator preponderante do aspecto concreto e real da mensagem pl!stica#O primeiro fator essencial é o de despertar a aten ão captar a aten ão do comprador ou seja jogar com o nível da rapide. e da carga emotiva# a cor do elemento *ue mais contriui para a transmissão dessa mensagem pl!stica ponto primordial da estratégia de mareting onde um dosprincipais veículos est! a emalagem# Análise de mercado em fn! o da cor 3m um plano geral de mareting em uma pes*uisa de mercado relativa ' cor devese definir se o produto 4d! margem a uma procura racional por parte do comprador4 situa ão esta em *ue a cor tem um papel fundamental (como os artigos de decora ão)# ,este caso mudan as e atuali.a +es são indispens!veis e permitem maior desta*ue em rela ão aos concorrentes# $evese tamém levar em considera ão a categoria social e a fai%a et!ria do plico consumidor potencial#& escolha das cores de um produto deveria sempre preceder a an!lise do mercado e das tendências do consumidor para *ue com isso seja criado um amiente ade*uado ou *ue antecipe o desejo dele além de prever a ocasionalidade da compra por impulso# endo assim 4a cor constitui um pormenor importante tratase de um contedo de consciência (6) simples percep ão vivida através de nossa sensa ão visual4#& percep ão e recorda ão das cores estão diretamente ligadas aos sentimentos de pra.er ou dor agrado ou desagrado# 7orém para *ue se otenha realmente o resultado desejado é necess!rio *ue se alcance na mem-ria o valor intelectual desse reconhecimento (e não somente o emocional8afetivo)#  através da cor *ue se desperta sentimentos juí.os ou avalia ão na compreensão de algo lindo feio agrad!vel desagrad!vel conveniente ou inconveniente levando sempre em considera ão *ue por motivos alheios o grau de recep ão da mensagem podemudar mesmo *ue por alguns momentos influenciando no comportamento do consumidor#egundo psic-logos e%istem diversos tipos de consumidores/ os sentimentais (maior nmero) os volitivos (4sempre prontos a satisfa.erem suas vontades4) os intelectuais (4*ue estão sujeitos a um processo psicol-gico de compra4 tanto na an!lise de compra como na utili.a ão de seus produtos ou servi os)# eu comportamento de compra se alcan ado positivamente pela mensagem pulicit!ria pode levar a compra regular (h!ito) coativa (necessidade) de ocasião (economia de recursos) impulsiva (satisfa ão de desejos surgidos espontaneamente) compra emocional (compensa ão psicol-gica8 infantil) compra de prova (e%perimenta ão) ou compra planejada (especula ão)# Pes#isas de $end%ncias $evese verificar como primeiro passo as tendências de cores do momento no setor pes*uisado detectando preferências e cores desgastadas pelo uso momento este em *ue a moda pode ser fator decisivo na compra#  necess!ria aten ão em rela ão a mercados sofisticados (de maior poder a*uisitivo) e setores industriais casos em *ue geralmente h! diferen as em rela ão ao mercado comum#$entro da sociedade de consumo as tendências tamém possuem uma curva do seu ciclo de vida# O papel das cores neste caso é o de au%iliarna renova ão do produto e suas formas de agressão *ue estimulem o homem lemrando sempre *ue as tendências são influenciadas pelas vari!veis tempo lugar e moda#,ossa aten ão se fi%a normalmente sore um ojeto de 2 a 10 segundos por isso o criador pulicit!rio deve procurar um detalhe motivador *ue prolongue a aten ão do receptor e no caso das cores deve encontrar uma oa harmonia na coloca ão dos detalhes de modo *ue evite a fadiga da aten ão pois a vista não pode aranger e distinguir muitos detalhes ao mesmo tempo ou para *ue não ocorra o inverso a dispersão# A cor #e &ende a em'ala(em & preferência pelas cores est! ligada ' fai%a de idade ' cultura ao clima ' moradia ' classe social ou mesmo ' pr-pria sade# endo assim para *ue a emalagem chame a aten ão do comprador estimule a renova ão da compra e impulsione o consumidor a ficar fiel ' sua marca devem ser levado em considera ão todos os fatores acima citados além do 4despertar da aten ão através da imagem colorida4 4a continuidade da aten ão do consumidor sore a emalagem4 e 4o efeito e a decisão do consumidor através da influência *ue a emalagem e%erce4#O produto est! diretamente relacionado a v!rios elementos como 4a imagem da marca4 4a imagem da indstria produtora4 4a *ualidade do produto ou servi o4 4a utilidade do produto ou servi o4 4o pre o4 e 4a presen a do produto através de uma distriui ão eficiente em como é influenciado pela 4situa ão econ9mica4 4os esfor os da concorrência4 4a pulicidade4 a 4promo ão de vendas4 esfor os de merchandising e 4as técnicas de rela +es plicas#  & emalagem é um fator de diferencia ão por sua forma cor e te%to além de ser um veículo pulicit!rio direto e atuante# 7oder! desse modo sugerir o nível de *ualidade de seu contedo ou seja dever! identificar rapidamente o produto refletir a sua essência e a sua finalidade# 4e o técnico conseguir *ue a emalagem desperte no comprador a vontade de manuse!la o elemento t!til aliado ' lemran a do produto4 ganhar! um significativo mérito em rela ão 's demais pois tornar! o produto facilmente disting:ível entre os outros da mesma espécie#&s cores !sicas são as *ue possuem mais for a e nisso não est! envolvido o julgamento estético mas sim um estímulo fisiol-gico *ue pode mesmo alterar a respira ão ou até modificar a pressão arterial# ;! as cores suaves são o oposto# 3m suma/ 4as *ualidades !sicas *ue a cor pode oferecer ' emalagem são/ visiilidade impacto e atra ão4# O amarelo o verde e o vermelho são consideradas visíveis em uma emalagem# 3%istem fatores muito importantes *ue devem ser considerados emora estejam fora da emalagem propriamente dita como o <ngulo de visãoa clare.a da apresenta ão e a capacidade de visuali.a ão r!pida# & luminosidade interfere em alto grau na visiilidade sendo a cor amarela a mais eficiente neste caso e em segundo a cor laranja# & cor ranca em como os tons pastéis devido sua luminosidade d! a ilusão de maior tamanho pois h! a liga ão física entre tamanho e claridade j! com a.ul ocorre o oposto pois a imagem é vista menor# =ores escuras dão a impressão de serem mais pesadas *ue claras# >m importante cuidado a ser tomado é no caso de cores *ue possiilitam um jogo -ptico formando p-simagens negativas *ue prejudicam a visão e a compreensão#&ssim sendo um displa? deve apresentar como *ualidade primordial a harmonia de todos estes elementos para *ue possa integrar eficientemente os v!rios produtos e%postos sem dei%ar de atrair o consumidor#3m rela ão ' cor na marca mesmo estando sujeitas aos processos de mudan as geralmente mantémse fi%as para *ue uma ve. memori.adas constituam o pedestal da promo ão de vendas sejam como a presen a do dono no produto#& cor dos anncios na imprensa e nos carta.es são imprescindíveis pois atuam diretamente na sensiilidade do receptor aumentando a potência das sensa +es e impress+es# O anncio de alta *ualidade re*uer mati.es suaves e de pontos contrastantes usando somente discrimina +es tonais# $ever! conter contrastes mais violentos se tiver como inten ão um car!ter mais dram!tico ou seja deve variar de acordo com o caso#,o caso dos carta.es comerciais sua nica fun ão é a de produ.ir um impacto instant<neo pois ele é feito para ser olhado rapidamente e se não possuir clare.a no significado da mensagem pode se tornar negativo *uanto aos efeitos da comunica ão# 7or isso deve ter desenho simples seguir uma estrutura formal as !reas serem compactas (sem acidentes de superfície) e possuir cores preferencialmente sem grada ão#7ara letras a serem lidas ' dist<ncia utili.ase de preferência o amarelo e o a.ul#Outros ítens onde as cores refletem ons resultados são os cat!logos folhetos mostru!rios calend!rios amostras rindes entre outros susidi!rios da pulicidade e do ponto de venda# 4$ependendo do produto cat!logos e folhetos devem usar cores s-rias não muito fortes para evitar a dispersão de memori.a ão de produto apresentado# As cores a)licadas * a$i&idade )'lici$ária ã @3AB3CDO/ aumente a aten ão é estimulante e motivador# Cigado a anncios *ue indicam calor e energia artigos técnicos e gin!sticaE   ã C&A&,;&/ usados em casos semelhantes ao vermelho porém de forma mais moderadaE grande apela ão para o apetiteE   ã &B&A3CO/ visível ' dist<nciaE pode dispersar em alguns casos ou indicar luminosidade dependendo de como for utili.adoE   ã @3A$3/ estimulante porém com pouca for a sugestiva oferece sensa ão de repousoE costuma caracteri.ar a.eites verduras frutas e similaresE   ã &F>C/ grande poder de atra ãoE neutrali.a in*uieta +esE aplicado em anncios *ue caracteri.am frioE   ã AOGO/ acalma o sistema nervosoE usado em anncios de artigos religiosos viaturas acess-rios funer!rios etc#E ã 7HA7>A& e O>AO/ representam valor e dignidadeE usado em artigos de lu%oE   ã B&AAOB/ esconde a *ualidade e o valor por isso é pouco recomendado em pulicidadeE pode transmitir sensa ão de chocolate   ã @IOC3J&/ entristece o ser humano tamém não é muito indicado o seu usoE   ã =I,F&/ atitudes neutras e diplom!ticasE é muito usado em pulicidadeE   ã 7A3JO/ pouco recomend!vel (em anncios de K cores) pois dei%a o ser humano geralmente frustrado (caso haja e%cesso)E   ã &F>C 3 LA&,=O/ estimulanteE predisp+e simpatiaE sensa ão de pa.E   ã &F>C 3 @3AB3CDO/ estimulante da espiritualidadeE   ã &F>C 3 7A3JO/ sensa ão de antipatiaE transmite preocupa ãoE desvalori.a a mensagemE   ã @3AB3CDO 3 @3A$3/ estimulante porém de pouca efic!cia pulicit!ria   ã @3AB3CDO 3 &B&A3CO/ estimulante e efica.E   ã &B&A3CO 3 @3A$3/ pode produ.ir atitude passivaE pouco eficiente na pulicidade#  Gravar CD´s O que é DivX?  A nova tecnologia DivX, permite compactar, sem perda de qualidade, na proporção 110:1 um arquivo de vídeo capturado sem compressão, na qualidade de DVD Video. O novos ormato de compressão de arquivos de !udio e vídeo aseados natecnologia #$%& versão ' (por isso alguns c)amam de #$'* promete revolucionar a multimídia na +nternet. A ulgar pelo sucesso que o ormato musical #$- teve, teremos em reve uma nova coqueluc)e. Atualmente a rece er os ltimos retoques pelo #oving $icture %/perts &roup (#$%&*, o +O standard DivX ! atingiu a versão -, e  ! um sucesso quer na televisão digital, quer no mundo dos gr!icos interativos e no multimídia interativo (vocacionado para a 2e em termos de distri uição e de acesso ao contedo*. Antes era o #$- O ormato de msica digital mp- (designação a reviada para #$%&31 4a5er -*, era ! uma 6rmula de sucesso de arma7enamento digital de som do grupo #$%&, graças ao tipo de compactação de !udio capa7 de redu7ir o arquivo srcinal at um 1811 do seu taman)o, e sem que se aça sentir uma diminuição na qualidade do som. #as o DivX #$%&3' promete revolucionar ainda mais a orma de compactação de som e imagem, a sua distri uição via internet e a sua respectiva reprodução. As potencialidades vão sem dvida revolucionar o mercado vídeo. %/istem mesmo ! press9es para que os leitores de DivX ten)am deesas de direitos de autor, para que não v! acontecer  indstria cinematogr!ica a mesma ;;desgraça;; que aconteceu  indstria discogr!ica com o ormato musical mp-.O DivX começa por identiicar o etos dierenciados. <m ator  um o eto e o cen!rio de undo ser! outro o eto. endo assim o ;;o eto3ator;; necessita de mais prioridade de atuali7ação da imagem do que o ;;o eto3cen!rio;; que ao im de contas est! est!tico. A pr6pria ai/a sonora  tratada independentemente e constantemente sincroni7ada. Assim o algoritmo, ap6s a identiicação dos dierentes o etos que classiica as suas respectivas prioridades (e conseq=entemente qual a ta/a com que vai atuali7ar os dierentes o etos*, deine como vai compor todo o que ra3ca eça resultante. O poder desta apro/imação orientada por o etos !udio e vídeo permite a sua manipulação de orma simples resultando tam m num enorme poder de compressão, sem perdas de qualidade. Os o etos visuais são descritos matematicamente e são3l)es atri uídas posiç9es num espaço idimensional ou tridimensional. De igual modo o som  distri uído espacialmente. <ma ve7 que os o etos são deinidos uma ve7, s6 o seu posicionamento no monitor pode variar, assim como a qualidade de cada o eto. Desta orma  potenciada a possi ilidade de manipular a qualidade das imagens e som caso e/istam pro lemas de comunicação e de largura de anda como no ;;treamming;; (transmissão contínua, >ao vivo>*. %sta vantagem permite eliminar todos aqueles ;;soluços;; comuns quando carrega contedos multimídia da +nternet em streamming: sempre que diminui a velocidade e quantidade de dados rece idos da rede o pla5er pode reaustar a qualidade (inormando o servidor nesse sentido* para que não )aa nen)uma interrupção. % os resultados estão  vista: não s6 o ormato DivX vem introdu7ir uma orma de compressão digital de imagem e som inteligente, como permite uma gestão interativa da transer?ncia de imagens via +nternet. Onde posso executar DivX? @omputadores tipo $@ e #ac+ntos) com it multimídia (@D, placa de som, e placa de vídeo de pelo menos B# *. O novo ormato  dierente do #$%&31, e do #$%&3C, usados em DVD pla5ers.  possível que o novo ormato ven)a a ser e/ecutado em videogames ega Dreamcast, ! que esta maravil)osa m!quina usa o sistema operacional #icrosot 2indoEs @%, e conta com um proderoso processador gr!ico de 1CB3 it de C00m)7, capa7 de processar at -.000.000 de imagens por segundoFFF. (atualmente, os $@s são todos -C3 it* DVD-Quality, SuperVHS Quality e VHS Quality O modo de gravação DVD Quality usa resolução 640x480 pontos, 30 quadrosseg, som superior ao do !D, om 48#$%, stereo, Dol&y 'urround 'ound, ou ($) '#y*al#er sound +depende da onte-. / qualidade de imagem  a mesma de um DVD, de uma ita Digital8, DV ou miniDV. / resolução m1xima de um DVD  20x480 pontos, para aqueles ilmes ides reen, na proporção 567, mas a maioria não usa a resolução m1xima. ara a proporção 43 +a nossa-, maioria dos ilmes em DVD, +por exemplo, 9atrix- não usa nem mesmo 640x480. :n rivel, não; <o modo 'uperV$'  poss=vel inserir num simples !D ilmes om duração mdia de 70 minutos, prov> imagens na mesma qualidade que as itas 'V$', 'V$'?! e $i8, que  de @3x400 pontos, 30 quadrosseg, som de !D de 44#$%. ara vo > ver, a maioria das emissoras de televisão usam o 'V$' para reprodu%ir omer iais. O modo V$' Quality tem a duração de 50 a 5@0 minutos,  semelAante ao V$' omum. 30x40 pontos, 30 quadrosseg +a ita V$' sB usa 4- som de !D de 44#$%. Cem&re?se a qualidade V$' deixa a desear se omparada om a qualidade 'V$' e DVD. Eu, pessoalmente, gostei dela. Fi% um teste om um ilme de intensa ação +'tar*ars episBdio 5 ? / ameaça antasma-. Cem&ra?se da orrida de pods; ois . <ão perdeu nenAum quadro na exe ução. (eve todos os 30 quadrosseg. Qual a vantagem de converter vídeos para DivX?  :magine o seguinte aso da vida real. /lgum possui um videotape om valiosas imagens +tipo asamento, ormatura, &atismo, nas imento, viagens, et .- !om o tempo, nota que as ores não são mais as mesmas, o som perde a qualidade, a exe ução i a pesada, et . Emprestou a ita para algum, e o video desta GmastigouG a ita, et , et , et . or que tudo isso a onte e; Fitas de V$', 'V$', DV, miniDV, Video8, $i8, Hetamax, et ., são todas eitas do mesmo material pl1sti o e Bxido de erro. !omo o Bxido de erro  uma  part= ula sBlida, e omo o pro esso de leitura envolve atrito, a ada exe ução o orre perda de material. Quando a perda  muita, a qualidade da imagem e som i a omprometida. / ita vai i ando 1spera, por isso, a onte e de i ar lenta em alguns instantes, e at mesmo enros ar no a&eçote, estragando irremediavelmente a ita. !om o tempo tam&m o Bxido de erro omeça a se desprender da ita e a deixar res=duos no a&eçote, que, estragarão novas itas....... pare e o eeito &ola de neve. Outro motivo  a qualidade da imagem.Im V$' tem a resolução de 40 linAas entrelaçadas, devido as televisJes onven ionais serem entrelaçadas. !omo o Div) usa a te nologia usada nas $D(V +televisão digital de alta deinição, tais omo a 'ony EK/, a anasoni (, e outras-, ele desentrelaça a imagem em 480 linAas. Dete tamos detalAes que antes não v=amos om tanta nitide% na televisão, tais omo pelos de &raços, dedos, vasos sangu=neos na a e e nos olAos, ponteiros de relBgios e outros detalAes, graças ao Div). Ourto motivo  a a ilidade de opiar um !D?Div). L1 viu a qualidade de uma ita Bpia de uma srcinal; E omo i aria a Bpia da Bpia da Bpia da Bpia da Bpia; <ada disso a onte e om o !D. E pesa apenas 5@ gramasMMM Outra vantagem  que vo > pode transmitir seus v=deos via :nternet. or exemplo, uma empresa pode olo ar no seu 'ite v=deos promo ionais, de propaganda, ou outros, de alta qualidade e tamanAo redu%id=ssimo, graças ao Div). Quem a% do*nload destes v=deos não pre isa esperar terminar a transer>n ia para omeçar a assisti?lo. / exe ução  instantNnea. Outra vantagem  que seus v=deos terão som digital de alta qualidade, e poder1 ser dividido em ap=tulos, omo um DVD. Fi a 1 il a Aar determinada ena, e não pre isa re&o&inar. Qual o requisito necessário para rodar DivX? Os v=deos que produ%imos para exe ução em !D requer um omputador om um &om pro essador para que o v=deo sea visto em tela? Aeia. e omendamos o m=nimo ne ess1rio um pro essador de 3@0mA% , 64m& de ram, pla a de som, leitor de !D?om +B&vio, não;-. 91quinas om pla a de v=deo om a elerador gr1i o de grande desempenAo, tais omo iva (<(, 9onster 3D, Diamond Viper ::, ou outras, mostraram ex elentes desempenAos. (emos onseguido Btimos resultados no modo V$'?Quality , onde mesmo em omputadores entium : om 33mA%, onseguimos rodar Div) Que programa roda DivX? Gualquer programa que rode vídeos, tais como #usic#atc) Hue o/, #ídia $la5er, 2indoEs #edia $la5er I.', 2indoEs #edia $la5er J.0, etc. %stes ltimos, no meu caso, são os mel)or pla5er que e/iste atualmente no mundo.  de graça, roda@Ds, #$-, DivX, 2#A, 2#V, d! pra ouvir r!dio pela +nternet, de qualquer lugar do mundo. KudoF %/ecuta vídeos em tela3c)eia, aceita capítulos, tem controles de imagem para nitide7, contraste, cor, som stereo surround, equali7ador gr!ico de 10 canais. eu computador se transormar! num verdadeiro )ome3t)eater. As principais placas de vídeo tem saída para televisão. #as, depois de ver vídeo em DVD3Gualit5 no monitor, voc? não vai querer sa er de ligar tv Posso rodar DivX em DVD Players? Lão. O DVD usa o antigo sistema #$%&3C. O #$%&3' (ou Div/* uma tecnologia nova. %speramos que, assim como surgiram pla5ers port!teis de #$-, logo logo surgirão pla5ers de #$'. É verdade que D-! estraga o aparel o de D ou DVD #layer?  <ão. assaram a inventar isso para evitar que se omprassem !Ds piratas. P algum tempo atr1s, quando o preço de um gravador de !D? era um a&surdo, prati amente, sB GpirateadoresG utili%avam essas m=dias. :sso  onversa de gente ignorante que não sa&e que o  pro esso de leitura  Bti o. !om ex essão do eixo de rotação, não A1 ontato nenAum entre o !D? e a m1quina que o exe uta.   Gravar CD´s +do so're Bffer Underrns  A gravação de @Ds  um processo em >tempo real> (real3time*, ou sea, deve ser e/ecutada de modo constante acompan)ando a velocidade de gravação selecionada, sem interrupç9es. O uer do gravador de @Ds deve estar sempre com dados, precisa ter uma reserva de dados esperando para serem gravados, tal que pequenas interrupç9es do sistema não interompam o processo de gravação.    A mensagem de erro > uer underrun> signiica di7er que, por alguma ra7ão, o lu/o de dados do disco rígido do computador ou do @D3MO# @+, para o gravador de @Ds oi interrompido. O processo de gravação oi cancelado. e a mensagem de erro se deu durante o processo de simulação da gravação, não )! pro lemas com o @D virgem, entretando se o erro ocorreu no processo normal de gravação do @D, o mesmo est! daniicado e não poder! ser reutili7ado para novas gravaç9es.
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