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A Arte Médica à Luz Da Ciência Espiritual Antroposófica - Ita Wegman

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A Arte Médica à Luz Da Ciência Espiritual Antroposófica - Ita Wegman
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  A Arte Médica à Luz da Ciência Espiritual Antroposófca Palestra proferida em Londres na Conferência Mundial de 24/07/1928Dra. ta !e man#ttp$//%%%.a&manacional.com.&r/inde'.p#p(lin)*8+id*18, arte m-dica ue parte da scola uperior Lire de Ciência spiritual no oet#eanumem Dornac#3 u5a3 foi inau urada pelo Dr. 6udolf teiner e representa apenas uma partedos ensinamentos antroposcos lo&ais de 6udolf teiner. udo ue - ensinado nas uniersidades em :m&ito m-dico3 todo o con#ecimentocientco3 - muito &em recon#ecido dentro da reali;a5<o dessa arte m-dica3 estimam=seos resultados da pesuisa cientca3 mas tam&-m se est> muito consciente ue3 apesarde todas as conuistas dos noos tempos3 muitos mostram uma insatisfa5<o se se tratade aduirir a erdadeira ra;<o para a terapia.?ê=se a causa desta insatisfa5<o no fato de a arte m-dica ser #o@e apenas edicadaso&re o con#ecimento do ser #umano fsico3 e se est> consciente ue esta insatisfa5<oapenas pode ser superada se se acrescentar A a&orda em do ser #umano fsico=sensoriala a&orda em do suprassensel no ser #umano.,ssim3 esta arte m-dica ue ns defendemos no oet#eanum parte de uma antropolo iaue tanto a&ran e o ser #umano sensel uanto o ser #umano suprassensel. ,oscon#ecimentos ue as ciências oferecem so&re o fsico=sensel3 ela acrescenta oscon#ecimentos do suprassensel proenientes da ciência espiritual antroposca.B min#a miss<o dar um &ree resumo so&re esta antropolo ia antroposca de 6udolf teiner e so&re o m-todo de curar nela &aseado. esse m-todo de curar ns partimos de uatro diferentes atua5es de for5asE estas seencontram tanto fora3 na nature;a3 uanto no or anismo #umano. udo o ue emoscomo o corpreo=material3 como o fsico3 est> li ado As leis fsico=terrestres3 A erra3 esu&ordina=se a for5as ue irradiam da erra.Por-m auilo ue se manifesta no corpreo=material como ida3 n<o mais est> li ado aestas for5as da erra3 ori ina=se de um outro :m&ito de for5as. <o atua5es de for5ascontr>rias As for5as terrestresE proêm de todos os lados da e'tens<o csmica e seirradiam para a erra. stas for5as ue irradiam de todos os lados do cosmo para a erras<o denominadas de for5as Fet-ricasF.  em toda a parte onde estas for5as et-ricasintera em com as for5as ue atuam a partir da erra e as permeiam3 sur e ?ida. ur emor anismos ientes3 como se nos aparecem no mundo das plantas.G crescimento das plantas se passa na intera5<o destes dois sistemas de for5as. Mastam&-m o ser #umano possui esta nature;a e etal em si. la se e'pressa na atua5<odos processos itais internos3 dentre os uais temos no ser #umano os processos decrescimento3 e est> li ada ao ue se con#ece por vida vegetativa  no ser #umano. Mas3enuanto a planta rece&e continuamente suas for5as et-ricas3 ue irradiam do -tercsmico e'terno3 o ser #umano tem suas for5as et-ricas indiiduali;adas em siE eleincorporou essas for5as durante o perodo em&rion>rio3 e elas permeiam os seus r <osde dentro para fora. Portanto3 n<o se pode apenas falar de um corpo fsico do #omem3mas tam&-m de um corpo etérico  ou corpo vital 3 indiiduali;ado para cada ser#umano.'iste tam&-m no or anismo #umano um sistema de for5as independentes das for5asue irradiam para fora da erra e das for5as et-ricas ue irradiam do am&iente ueenole a erra para dentro dela. ste terceiro sistema de for5as se ori ina do :m&itodas estrelas. Por isso3 se as denomina de for5as astraisE pois astrum  si nica estrela.Por meio dessas for5as astrais atuam for5as formatias. las tra;em as for5as formatiasdos diferentes rupos de estrelas.  uando elas encontram os processos itais das  plantas3 imprimem nelas as mais ariadas formas de fora para dentro. , ariedade denosso mundo e etal - uma ima em da ariedade dos a rupamentos estelares.Hor5as estelares3 em particular as for5as do Iodaco3 atuam de maneira semel#ante nas>rias forma5es dos animais. las tam&-m atuam3 em sua totalidade3 na estrutura5<oe'terior do ser #umanoE a forma de seus r <os internos se relaciona aos planetas3 e ade sua ca&e5a com todo o c-u das estrelas 'as3 a esfera celeste ue rodeia a suaca&e5a. G #omem - uma ima em perfeita do macrocosmo3 um microcosmo. a&edoriasantiJssimas ainda detin#am o con#ecimento desta posi5<o do ser #umano no mundo ede suas rela5es com as estrelas. <o se encaraa o ser #umano t<o isolado de tudo oue o rodeia3 como #o@e acontece na ciência moderna. am&-m se sa&ia ue umaessência espiritual est> li ada a estas for5as astrais.Kuando for5as astrais penetram em or anismos ientes3 sur e a sensa5<o. stoacontece no or anismo animal. Por isso se fala de um corpo de sensa5<o no animal3 ue- diferenciado se undo cada esp-cie animal.o ser #umano3 este corpo de sensa5<o se tornou um mem&ro independente3 pois o#omem - tam&-m um ser espiritual indiidual3 um ser dotado de u3 ue corresponde Asmais eleadas re ies de nosso sistema csmico3 auelas re ies ue a&ran em todo onosso sistema csmico e das uais partem as for5as espirituais mais eleadas.G #omem se elea acima do animal atra-s desta or ani;a5<o do u. ,tra-s dela3 elemant-m a sua postura eretaE e ela - a portadora de sua ida espiritual autoconsciente.Desta forma uatro diferentes mem&ros essenciais se interpenetram no or anismo#umano e nele atuam. G corpo et-rico - &em li ado ao corpo fsico e forma com ele umaesp-cie de unidade corprea fsico=et-rica. G anmico=espiritual est> relacionado aocorpo astral e or ani;a5<o do u. G ue - in erido como su&st:ncia fsica do e'teriordee ser ordenado A diferencia5<o dos mem&ros essenciais. ,s su&st:ncias in eridas naalimenta5<o deem ser transformadas3 em etapas3 para poder serir a cada mem&roessencial na edica5<o de seus >rios sistemas de r <os. Da interen5<o do et-rico nofsico sur e su&st:ncia iente a partir da su&st:ncia fsica sem ida3 e da intera5<oentre fsico=et-rico e astral a su&st:ncia apenas iente - metamorfoseada emsu&st:ncia senciente.Desta forma3 sur em sistemas de r <os nos uais predominam os processose etatios e a forma5<o de su&st:ncias ientes3 como3 por e'emplo3 as l:ndulas dosistema reprodutorE ou sur em r <os nos uais predomina a forma5<o da su&st:nciasenciente3 como3 por e'emplo3 nos neros3 r <os dos uais os processos itais e decrescimento se retiram3 e nos uais e'iste pouca possi&ilidade de reprodu5<o.Dentro destas forma5es or :nicas ainda aparecem outras diferencia5es no ser#umano3 ue serem A or ani;a5<o do u como &ase para sua atiidade. ,ssim3 oc-re&ro3 os neros e os ossos s<o fundamentalmente diferentes no ser #umano emrela5<o aos animais. o ser #umano3 a or ani;a5<o do u atua no san ue e atra-s deleinter-m nos processos de nutri5<o e de forma5<oE com isso3 uma parte da su&st:nciasenciente - su&metida a outra metamorfoseE desta forma sur em r <os ue se colocama seri5o da or ani;a5<o do u.Distin ue=se ent<o no #omem3 em sua estrutura5<o interna3 uma or ani;a5<o tripartida.Diide=se um sistema em três outrosE de um3 partem mais os processos meta&licose etatios ue serem ao ana&olismo do corpoE de outro3 polarmente oposto aoprimeiro3 partem os processos de consciência3 nos uais o espiritual3 e n<o os processositais3 toma a dianteira e pela sua atiidade paralisa e mata os processos itais.  entreestes dois opostos polares distin ue=se um sistema de li a5<o ue3 atra-s dosprocessos de respira5<o e circula5<o3 lea3 para cima3 em dire5<o A or ani;a5<o cef>lica3os processos itais3 e para &ai'o3 em dire5<o A or ani;a5<o do meta&olismo = em ue secontam tam&-m os mem&ros =3 os processos de sensa5<o e de consciência.  Do ponto de ista da atiidade #umana anmico=espiritual fala=se ent<o de um #omeminferior3 do meta&olismo e dos mem&ros3 de onde se desdo&ram os processos itais eonde o espiritual - mais entorpecido3 ie no inconsciente3 pois aui as for5as fsico=et-ricas desempen#am o maior papelE em se undo lu ar3 de um #omem superior3 daca&e5a com sua atiidade neurossensorial3 no ual o espiritual se reelaconscientemente3 onde impera a atiidade da or ani;a5<o do u3 contra a ual osprocessos itais se retraemE e de um #omem m-dio3 do peito3 com seus processos derespira5<o e circula5<o3 onde na intera5<o alternante entre os processos do #omemsuperior e inferior o anmico se e'pressa3 pois aui o corpo astral mant-m o ritmo.,t- aui apresentamos os princpios &>sicos ue fundamentam a nossa arte m-dica deorienta5<o antroposca. ade si nica ue os uatro mem&ros essenciais intera em#armonicamente no ser #umano.  - preciso ue em cada r <o e'ista a rela5<o corretaentre as for5as et-ricas e as astrais. e assim n<o for3 come5a a doen5a.  &asicamente- sempre do corpo astral ue parte a causa do adoecimento. , ue se relaciona isto(Precisamos pressupor ue em toda parte onde se desenrola atiidade anmico=espiritualos processos itais se reprimem correspondentemente. Continuamente atua umelemento cata&oli;ante no or anismo #umano. Hisiolo icamente3 estas for5as astrais têma tarefa de conter uma prolifera5<o dos processos de crescimento3 li ados ao torpor3 edar uma estrutura interna3 uma forma3 aos r <os ue uerem se perder numamorsmo. ,ssim3 esta atiidade cata&lica - necess>ria dentro de certos limites3 elatam&-m causa as e'cre5es3 principalmente auelas atra-s dos rins e dos pulmes.Mas se esta atiidade anmica do corpo astral for muito unilateral e desordenada3 elapenetra no cata&olismo al-m de sua meta3 e aparecem processos destrutios3consumptios3 nos r <os correspondentes. sto acontece no instante em ue sur e umarela5<o distorcida entre as for5as et-ricas e as astrais3 onde o astral se une muitointensamente ao fsico3 e os processos itais3 ou et-ricos3 n<o se desenrolamcorretamente. sta rela5<o distorcida pode sur ir em duas formas. Gu o corpo et-rico -fraco de nature;a3 eralmente relacionado a uma constitui5<o con ênita fraca3 e lea adoen5as crnicasE ou o corpo astral se tornou independente porue a or ani;a5<oespiritual do u n<o est> li ada a ele de modo suciente. al situa5<o pode ir acompan#ada de sensa5<o de dor. Pois as dores sempre aparecemuando o corpo astral inter-m intensamente em um r <o. nuanto o corpo et-rico for&em forte em suas manifesta5es de ida3 essa interen5<o intensa ser> sentida como&em estar e pra;er. Mas isto pode se mudar em dor fsica3 se as for5as et-ricas aospoucos se enfrauecerem e fal#arem.e o corpo et-rico se enfrauecer continuamente3 come5a a prolifera5<o dos processoscata&licos tanto em r <os isolados uanto pro ressiamente estendendo=se a todo oor anismo. ste ltimo - um processo ue corresponde A el#ice3 mas ue tam&-m podeaparecer precocemente de maneira doentia3 de modo ue o or anismo muito cedo seendure5a e decaia. sso lea a doen5as relacionadas a deposi5es.N el#ice se ope a @uentude3 da ual - caracterstica a ida &rotante3 &or&ul#ante3 docorpo et-rico3 ue c#ama o crescimento do or anismo e mant-m os processos denutri5<o. B a estas for5as ue se apela uando os processos cata&oli;antes3 as for5asdestrutias se tornaram muito intensas3 pois elas s<o opostas aos processoscata&oli;antes3 s<o as for5as de euil&rio3 as for5as sanadoras. las deem serrefor5adas se o corpo astral cata&oli;a muito intensamente. Gu ent<o dee=se tentarenfrauecer a atua5<o de adoecimento das for5as astrais3 para noamente conse uir a#armonia pre@udicada. sto pode acontecer das mais diersas maneiras com o empre ode determinadas su&st:ncias ela&oradas em medicamentos.aturalmente3 tam&-m pode acontecer de as for5as et-ricas atuarem al-m da medidasadia3 leando ao e'a ero dos processos itais e de crescimentoE - um plo oposto ao  cata&olismo acentuado3 um estado patol ico ue lea As inOama5es mais diersas edispe As mais diersas doen5as catarrais. B claro ue se deem estimular os processospolares3 cata&oli;antes3 para atin ir a compensa5<o.ormalmente e'iste no or anismo #umano3 na altern:ncia de sono e i lia3 umapossi&ilidade de compensa5<o para estas atua5es opostas entre as for5as et-ricas eastrais. a i lia3 est<o principalmente atios os processos cata&oli;antes ue aparecematra-s da atiidade anmico=espiritual. u&st:ncia or :nica - destrudaE sur emcata&litos ue se tornaram inteis para o or anismo e têm a5<o pre@udicial se n<oforem e'cretados. Cansam o or anismo e o tornam tenso. Como rea5<o3 sur e anecessidade de sono3 onde o or anismo procura a compensa5<o e noamente uerreconstruir3 ana&oli;ar o ue foi destrudo.Pois o ue se passa no sono(De acordo com nossa a&orda em cientco=espiritual deemos di;er ue o sono penetrauando o corpo astral e a or ani;a5<o do u desprendem3 em sua atiidade anmico=espiritual3 do corpo fsico=et-rico. Com isso as for5as et-ricas podem desenoler3 nosono3 as suas caractersticas e modo de ser. Gs processos e etatios de crescimento ede alimenta5<o tomam a dianteira. G ue foi destrudo se re enera pelo nooana&olismoE os cata&litos ue se depositaram durante o dia s<o dissolidos para uepossam ser e'cretados. sta - a caracterstica sanante e rei orante do sono.e esta compensa5<o natural atra-s do sono n<o puder acontecer3 ou se o estado desono penetrar demais na ida diurna e o ritmo sadio de sono e i lia for pertur&ado3 @>e'iste o primeiro passo para o adoecimento. ste - um pro&lema so&re o ual ostariade dissertar mais detal#adamente3 pois - de interesse eral. ,s uei'as de distr&ios dosono em nossa -poca aumentam a ol#os istos. e se for capa; de aaliar os distr&iosdo sono em sua ariedade3 ter=se=> em m<os um meio de recon#ecer tendênciaspatol icas incipientes e de preeni=las de forma apropriada.Gs sonferos t<o comuns em nossa -poca moderna3 e de uso aparentemente t<oconfort>el3 pois s<o administrados sem diferencia5<o3 realmente n<o a em nestesentido. Com eles n<o se conse ue a&solutamente um sono sadio3 mas uma paralisa5<ode todos os processos. Gs distr&ios s<o elados3 n<o s<o eliminados. nuanto ue emnosso m-todo de curar3 ns damos alor ao apoio3 A sustenta5<o correspondente dasfor5as3 de modo ue os processos internos possam atin ir uma compensa5<o.Para mel#or compreens<o3 tomemos dois e'emplos pr>ticos para tam&-m podermospassar para o ponto de ista das indica5es terapêuticas. Poderemos distin uir dois tiposde insnia$ uma3 por e'emplo3 em ue o sono n<o pode c#e ar3 apesar do randecansa5o3 pois continua a atuar uma certa e'cita5<o das iências do dia. estas pessoas3os processos cata&oli;antes a iram muito intensamente e a atiidade e'cretria n<oconse uiu a necess>ria compensa5<o. , atiidade destas pessoas foi muito unilateralEtra&al#aram demais apenas com a ca&e5a3 e sua ida olitia e de sentimento n<o pdedesenoler atiidade suciente. m tal caso3 os processos ana&licos e do meta&olismoaos poucos se tornam indolentes. G corpo et-rico3 li ado a este ana&olismo3 perde suaiacidade3 se enfrauece cada e; maisE n<o mais conse ue se fa;er aler3 como serianecess>rio para dei'ar aparecer o sono. = Gs processos cata&licos aumentaram3aparecem depsitos no or anismo3 e um simples distr&io do sono pode se de enerarem um enel#ecimento precoce do corpo fsico3 em esclerose dos r <os3 ou em certasformas de estados anmicos de a ita5<o.Kuando se recon#ece estas disposi5es3 - natural ue se tente lear os processos dealimenta5<o e e'cre5<o noamente a um curso correto3 apoiando terapeuticamente ometa&olismo. sto pode acontecer por uma re ulari;a5<o do modo de ida3 pelautili;a5<o de medidas diet-ticas ou tam&-m pelas su&st:ncias medicamentosas ueestimulam a atua5<o ana&lica3 adormecedora3 do corpo et-rico.

Sucurile

Aug 1, 2017
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