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A Curva de Phillips CAP 17 Blanchard

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A CURVA DE PHILLIPS Blanchard cap. 17 A CURVA DE PHILLIPS ã Em 1958, A. W. Phillips traçou um diagrama que se tornaria famoso. Após plotar a taxa de inflação em relação à taxa de desemprego no Reino Unido ano a ano entre 1861 e 1957, ele descobriu provas claras de uma correlação negativa entre inflação e desemprego: quando o desemprego caía, a inflação subia e, quando o desemprego subia, a inflação baixava, chegando até, com freqüência, a se tornar negativa. [Quando não houver
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  A CURVA DE PHILLIPS Blanchard cap. 17  A CURVA DE PHILLIPS   ã Em 1958, A. W. Phillips traçou um diagrama que se tornaria famoso. Após plotar a taxa de inflação em relação à taxa de desemprego no Reino Unido ano a ano entre 1861 e 1957, ele descobriu provas claras de uma correlação negativa entre inflação e desemprego: quando o desemprego caía, a inflação subia e, quando o desemprego subia, a inflação baixava, chegando até, com freqüência, a se tornar negativa. [Quando não houver risco de confusão, referir-me-ei à taxa de inflação simplesmente como inflação e à taxa de desemprego apenas como desemprego .]    ã Dois anos depois, Paul Samuelson e Robert Solow repetiram o exercício de Phillips, dessa vez para os EUA, com o emprego de dados de 1900 a 1960. O Diagrama 17.1 mostra o que eles descobriram. [O Diagrama 17.1 utiliza a taxa de variação do IPC como medida da inflação. Samuelson e Solow usaram a taxa de variação dos salários nominais, como fez Phillips.]  À exceção do período de desemprego muito elevado na década de 1930 (os anos de 1931 a 1939 são representados por triângulos negros e situam-se claramente á direita dos outros pontos do diagrama), também parecia haver uma relação negativa estável entre a inflação e o desemprego nos EUA.  ã Essa relação, que Samuelson e Solow batizaram de curva de Phillips, logo ocupou uma posição central no pensamento e nas políticas macroeconômicas. Ela parecia implicar que, exceto por episódios como a Grande Depressão, os países poderiam escolher combinações diferentes de desemprego e inflação. Eles poderiam alcançar um desemprego baixo se  pudessem tolerar uma inflação mais alta ou  poderiam conseguir a estabilidade do nível de preços - inflação zero - se pudessem tolerar um desemprego mais alto. A política macroeconômica passou a se basear na escolha do ponto preferível da curva de Phillips.
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