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Rui Canário, Filomena Matos e Rui Trindade (Orgs.) ESCOLA DA PONTE DEFENDER A ESCOLA PÚBLICA Textos de João Barroso António Nóvoa Maria Emília Brederode Santos José Pacheco Rui Canário Manuel Jacinto Sarmento Ariana Cosme Rui Trindade Fernando Ilídio Ferreira Teresa Vasconcelos Isabel
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   1 Rui Canário, Filomena Matos e Rui Trindade (Orgs.) ESCOLA DA PONTE DEFENDER A ESCOLA PÚBLICA Textos de João Barroso Maria Emília Brederode Santos Rui Canário Ariana Cosme Fernando Ilídio Ferreira Isabel Menezes António Nóvoa José Pacheco Manuel Jacinto Sarmento Rui Trindade Teresa Vasconcelos   2 ÍNDICE Nota de Apresentação  Rui Canário, Filomena Matos e Rui Trindade Pag. APRENDER COM A ESCOLA DA PONTE Escola da Ponte: defender, debater e promover a escola pública.  João Barroso Pag. A escola do futuro  Maria Emília Brederode Santos Pag. Uma inovação apesar   das reformas  Rui Canário Pag. Repensar a escola e o sentido do trabalho escolar  Fernando Ilídio Ferreira Pag. Memórias de um projecto em forma de ponte  Isabel Menezes Pag. A educação cívica de António Sérgio vista a partir da Escola da Ponte (ou vice-versa)  António Nóvoa Pag.   3 Reinvenção do ofício de aluno  Manuel Sarmento Pag. A construção de uma escola pública e democrática  Rui Trindade  Ariana Cosme Pag. Para que não interrompamos  o projecto Teresa Vasconcelos Pag. FAZER A PONTE, CONSTRUIR A MEMÓRIA Uma escola sem muros  José Pacheco Pag. Manifesto de apoio à Escola da Ponte Pag. Tornar mais pública a Escola Pública Pag. Cronologia recente Pag. Nota sobre os autores e organizadores Pag.   4 Nota de Apresentação O Projecto Educativo que, ao longo dos últimos 25 anos, vem sendo construído  por um colectivo de professores na Escola da Ponte, em Vila das Aves, constitui um sinal de esperança para todos os que acreditam e defendem a possibilidade de construir uma escola pública aberta a todos os públicos, baseada nos valores da democracia, da cidadania e da justiça, que proporciona a todos os alunos uma experiência bem sucedida de aprendizagem e de construção pessoal. O ataque desencadeado pelo Ministério da Educação, pondo em causa a continuidade deste projecto, despoletou sentimentos de  perplexidade e de indignação que se traduziram num amplo movimento de solidariedade. A publicação deste livro constitui um prolongamento desse movimento de solidariedade em que, à insubstituível espontaneidade e dimensão afectiva do  primeiro impulso, se pretende acrescentar o testemunho lúcido e reflectido, susceptível de alimentar um combate de mais largo fôlego. A Escola da Ponte representa uma singularidade na qual é possível vislumbrar a totalidade sistémica dos problemas que se colocam ao nosso sistema escolar, bem como algumas hipóteses sólidas de possíveis soluções que contrariam o nosso proverbial cepticismo. Referimo-nos aos problemas da organização escolar e da sua gestão, aos  problemas da inclusão e da construção de uma vida escolar democrática e participada, ao problema de exercer o rigor nas aprendizagens com base no gosto por aprender, ao  problema de fazer coincidir a formação de professores com a construção autónoma de uma profissionalidade responsável. A atitude adoptada pelo Ministério da Educação, relativamente a esta escola, ilustra a realidade profunda que marca a sua política e a contradição entre os actos e a retórica. No caso da Escola da Ponte, o mérito é  penalizado, o protagonismo das famílias contrariado, a responsabilização da escola  pelos seus resultados desencorajada, o rigor da avaliação externa ignorado.  Nesta perspectiva, o caso da Escola da Ponte não constituiu mais um dos muitos  fait-divers  em que costumam ser férteis os inícios de ano lectivo, mas um verdadeiro analisador da nossa realidade educativa e do sentido da política prosseguida pela actual equipa do Ministério da Educação. A luta da Escola da Ponte marcou uma fronteira que separa duas maneiras distintas de diagnosticar e pensar o futuro da escola e o papel a desempenhar pelo poder público. A defesa da Escola da Ponte passou a representar para muitos educadores e cidadãos um meio de preservar e promover um serviço público de educação que tenha como vocação o sucesso de todos e faça da participação de  professores, alunos e pais um exercício permanente de cidadania. O exemplo da Escola da Ponte, pelas finalidades que prossegue, pelas metodologias de organização e de
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