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A ESPERANÇA QUE NÃO DESAPONTA.docx

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Sermão de todo o Livro de Jó.
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  A ESPERANÇA QUE NÃO DESAPONTA (Jó 19.25-27)(Rm 5.1-5) 25 Eu sei que o meu Redentorvive , e que no fm se levantará sobre a terra. 26 E depois que o meu orpoestiver destru!do e sem carne, verei a eus.  2 Eu o verei , com os meus!r !r#os ol#os $ eu mesmo, e n%ooutro& 'omo anse#a no meu !e#to ocora(%o&) Ten*o s#*o, !o#s, +ust#ca*os !e-a/, temos !a0 com Deus, !or nossoSen1or esus 'r#sto, 2 !or me#o *e quem obt#3emosacesso !e-a / a esta 4ra(a na qua-a4ora estamos rmes$ e nos4-or#amos na es!eran(a *a 4- r#a *eDeus.  N%o s #sso, mas tam$%m nos&loriamos nas tri$ula'es  !orquesabemos que a tr#bu-a(%o !ro*u0 perseveran'a $  a !erse3eran(a, um aráteraprovado $ e o car7ter a!ro3a*o, esperan'a . 5 E a esperan'a n*o nosdeepiona , !orque Deus *erramouseu amor em nossos cora(8es, !orme#o *o Es!9r#to Santo que e-e nosconce*eu. Obviamente o nosso tema, sugere que há mais de um tipo de esperança. Notoriamente omundo possui esperança. Os homens tem esperança, em coisas, em outros homens, em algoalém deles, ou apenas em si mesmo. O fato é que esperança não é propriedade da Igreja, oudos cristãos. as também é fato que a nossa esperança é imensamente diferente da esperançamundana. !m #$omanos %ap.& 'aulo classifica a nossa esperança como( )  E a esperança não nosdecepciona... *. 'edro em sua + carta +.- chama de( ) Viva esperança *. 'orquemonstruosamente distante é a nossa esperança de todas as outras nesse mundo./ também e0perimentou essa !sperança 'oderosa, não sem antes passar pela escuridão edensas trevas. O nosso te0to não pode ser retirado de seu conte0to, se não, suas palavrasseriam apenas poesia barata. as não é. 1embremo nos da hist/ria de /(  ã / era um homem 2ntegro e fiel a 3eus, simplesmente um homem bom e servo de3eus. 4ue se preocupava com sua fam2lia, sacrificava pelos seus. ã  as até que um dia, 3eus enviou toda a sorte de provaç5es sobre seu servo, sem nemao menos e0plicar o motivo. ã !le fica pobre e arruinado, ã 'erdeu todos os seus filhos de uma s/ ve6 e ainda sofreu de uma doença incurável easquerosa. ã ! por fim todos viraram as costas para ele, sua ulher 7o manda desistir de 3eus8,seus parentes e seus amigos 7o acusam moralmente, teologia da retribuição8. 9odosdesistiram por ele.as até encontrar a viva esperança, / e0perimentou outros tipos de esperança( 1º lugar: DESESPERANÇA / é um homem desesperado, e homens desesperados sem 3eus cometem erros. 'or isso,quando / se v: so6inho.   ;eu primeiro ato é amaldiçoar o dia do seu nascimento:(3.3) “3    Pereça o dia do meu nascimento  e a noite em que se disse: ‘Nasceu um menino!”.  < segunda atitude é edir ela morte ( !;%<'I;O8( (3.11!13!1 #1$) “11 Por que não morri   ao nascer e não pereci quando sa do ventre 13 #$ora eu %em poderia estar deitado em paz e achar repouso  1& #'i os mpios () não sea$itam e a'i os cansados  permanecem em repouso * 1+ os prisioneiros tam%,m desfrutamsossego   () não ouvem mais os $ritos do -eitor de escravos. 1 /s simp'es e os poderosos a'iestão e o escravo est) 'ivre de seu sen0or”. / intensifica sua desesperança( (%.11)   “11 ue esperança  posso ter se () não ten0o -orças 2omo posso ter  paciência   senão ten0o -uturo *.  / está em depressão(  ( .&!%! ) “ uando me deito   -ico pensando: ‘uanto vai demorar para eu me 'evantar 4 # noite se arrasta   e eu -ico me virando na cama  at, o aman0ecer. 5 6eus dias correm  mais depressa  que a 'ançadeira do tece'ão e chegam ao fim sem nenhuma esperança . & 7em%ra8te 9 eus de que a minha vida não passa de um sopro * meus o'0os  jamais tornarão a ver a felicidade ”. 'º lugar: *P+A ;e a morte é a =nica coisa palpável para / nessa ocasião, então sua esperança não passa deutopia 7algo que não e0iste de fato, mas que nos leva a ação8. (1 .1,!1%) )+& onde est- ento min/a eserança > 4uem poderá ver alguma eserança  paramim> +? 3escerá ela @s portas do S/eol > Desceremos 0untos ao  >*.Aori6onte ut/pico. < nossa esperança não é uma ideia motivacional que nos impulsiona a prosseguir, não acredito que milhares de cristãos morreram e morrem ainda hoje em nome deuma utopia, mas sim de %risto. 3º lugar: A ESPERANÇA 2E N* DESAP*NA ! em fim cremos que / recebeu lampejos de esperança em seu coração. ! apesar de toda suador e sofrimento, e acusaç5es de seus parentes e amigos. !le se agarrou a =nica pessoa que elenecessitava( ;eu Redentor .  <gora a morte não é o fim, mas sim o meioB (13.1,!1%) “1;  Embora ele me mate, ainda assim esperarei nele * certo , que de-enderei osmeus camin0os diante de'e. 15 #'i)s isso será a minha libertação   pois nen0um mpioousaria apresentar8se a e'e!”. (1&.13!1&) “13 <e tão8somente me escondesses na sepultura  =<0eo'> e me ocu'tasses at,  passar a tua ira ! <e tão8somente me impusesses um pra?o e depois te 'em%rasses de mim! 1uando um 0omem morre acaso tornar) a viver urante todos os dias do meu )rduo 'a%or  esperarei pela minha libertação ”.     Nossa !sperança é uma pessoaB  (1$.',!'%) “@;  Eu sei que o meu Redentor vive   e que no fim se levantará  so%re a terra. @5  E depois que o meu corpo estiver destrudo e sem carne verei a !eus #

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Jul 31, 2017

Conducta Delictiva

Jul 31, 2017
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