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A Ética de Spinoza

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  Colégio Estadual Olavo Bilac  A Ética de Spinoza Luiza de Araújo Reis Resende-RJ Abril de 2015   Ética foi a aior obra do fil!sofo Benedictus ou Baruc de #$ino%a &1'(2-1'))*+ ,o si$lesente u livro sobre a oral. as. $raticaente. a fora do autor de ver o undo+ /ue devido  $retenso deste resuo. ser be sucinto. assi coo seus conceitos si$lificados+ este odo. vale destacar 3ue nessa obra #$ino%a se centra na defini4o inovadora $ara é$oca.  na $arte 6 da obra. de 3ue eus e a ,ature%a so a esa coisa. 3ue ele denoina Substância + 7orulando o arguento de 3ue ela é a necessidade absoluta. eterna. 8nica. e9istente $or si esa. da 3ual $rocede os infinitos atributos e odos. 3ue constitue o universo e tudo 3ue nele e9iste+ Ou sea. soos $arte da #ubst:ncia;,ature%a;eus. 3ue é $arte den!s. as 3ue no e9iste $or nossa causa+ #eria esta a causa de nossa e9ist<ncia. $oré forada $or si esa+ O arguento se destaca nas $r!$rias $alavras do autor= >Entendo $or eus u ser absolutaente infinito. isto é. ua subst:ncia constitu?da $or ua infinidade de atributos. cada u dos 3uais e9$rie ua ess<ncia eterna e infinita+@ &#$ino%a. 2002  ii$édia*+ Dortanto. o undo $ode ser visto coo conse3u<nciaF necessria de eus;,ature%a+ E 3ue todos n!s seriaos foras de eus e 3ue todo o universo é fora de eus;,ature%a+ Entretanto. o fil!sofo se a$oia na $rovvel influ<ncia de Giordano Bruno $elo uso onista e $ante?sta do conceito de undos infinitosH onde #$ino%a delibera3ue con eceos a$enas dois destes undos e. $ortanto. duas e9$ressIes da substância + #endo estes o undo aterial e undo do $ensaento &$odendo e9$licitar coo a rela4o cor$o e ente*+ E seguida. #$ino%a tabé $ro$un a ua es$écie de deteriniso. segundo o 3ual tudo o 3ue acontece ocorre através da o$era4o da necessidade. e nunca da teleologia &estudo filos!fico dos fins. isto é. do $ro$!sito. obetivo ou finalidade*+ Dara ele até eso o co$ortaento uano seria totalente deterinado. sendo ento a liberdade a nossa ca$acidade de saber a 3ue soos deterinados e co$reender $or 3ue agios coo agios+ Assi sendo. a liberdade $ara #$ino%a no é a $ossiblidade de di%er >no@ a3uilo 3ue nos acontece. as si a $ossiblidade de di%er >si@ e co$reender co$letaente $or 3ue as coisas devero acontecer de deterinada aneira+ /uanto ao conceito dos afetos. na $arte 6. outro >$onto@ 3ue se destaca e Ética. #$ino%a releva 3ue as afei4Ies so as odifica4Ies entre as $ro$or4Iesde oviento e de re$ouso do cor$o+ E estas afei4Ies 3ue so atribu?das  a4o do cor$o uano testeun a o auento de sua $ot<ncia de agir e de $ensar e. $or isso $ara ele. o afeto de alegria se$re i$ulsiona  atividade+  E contraste. as 3ue diinue estas caracter?sticas e $rovoca triste%a so se$re $assivas e so estas 3ue c aa $ai9Ies+ Confore o autor. a busca $or essas $ai9Ies é a rai% dos ales dos oens+ entro desse conceito est a ideia de #$ino%a sobre a iluso do livre arb?trio+ E 3ue os oens. $ensando 3ue suas a4Ies resulta de ua livre deciso da ente é conse3u<ncia de eles sere conscientes a$enas de suas a4Ies en3uanto ignora as causas $elas 3uais so deterinados. sendo deterinados $elas $ai9Ies+ #$ino%a deterina 3ue a consci<ncia dos afetos éa inconsci<ncia do 3ue os deterina+ ,o obstante. a grande reali%a4o de #$ino%a e Ética foi no o$or a ra%o dos afetos. as 3ue a esa é u afeto+ ,u deseo de fa%er a alegria $eranente e evitar a triste%a. e u deseo-ra%o 3ue no de$ende da vontadelivre. as de afei4Ies 3ue foge ao controle do individuo+ Estando tudo  $rograado $elo $rinci$io do conceito da subst:ncia.  encionado+ E ainda  o conceito de beatitude H co$reenso do as$ecto da eternidade+  Algo coo ver as coisas singulares coo inse$arveis dos odos da subst:ncia infinita e eterna &eus*. co$reendendo 3ue as coisas singulares so elas esas eternas. e9istindo fora até do te$o+ 7inalente teos o conceito da virtude se finaliso. $ois $ara #$ino%a o undo no te finalidade algua. e essa fora de analisar tudo de acordo co algua finalidade é $r!$rio dos oens+ /ue $or isso o oe. fa%endo co$ara4Ies ao 3ue e9iste. gera sua defini4o do 3ue é $erfeito e i$erfeito. obe e o al+ ,o entanto. #$ino%a inter$reta 3ue estes no e9iste e si eso. as so odos de $ensar + Retoando ao arguento sobre o undo do $ensaento  spinoziano’  .  encionado+ E afira 3ue a verdadeira virtude no é o $r<io da finalidade destas a4Ies. as ela e si esa+ K conceito 3ue ser el or trabal ado $or Lant anos de$ois+ /ue a$lia a analise de #$ino%a sobre a fal a de $ressu$or 3ue a realidade do undo corres$onde s $erce$4Ies uanas+ Refutando co a ideia de 3ue o undo é se$re ua indeterina4o entre o 3ue e9iste e nossa $erce$4oH no avendo ua realidade absoluta+ Ainda assi. #$ino%a influenciou grandes $ensadores de seu te$o coo Mar9 e ,iet%sc e. e alguns outros $ensadores odernos+ 7icando seus conceitos coo $recursores de obras 3ue foenta as rela4Ies te!ricas vigentes e nossa gera4o+

Class 11

Sep 10, 2017
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