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A Europe of Composite Monarchies (John H. Elliott)

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  ELLIOTT, John H. A Europe of composite monarchies.  Past and Present  , n. 137, nov.1992, p. ! 71.#O conceito $e Europa pressup%e uni$a$e. A rea&i$a$e $a Europa, especia&mentecomo tem si$o $esenvo&vi$a atrav's $os (&timos )** anos, reve&a um +rau marcante $efa&ta $e uni$a$e, $eriva$a $o ue veio a ser consi$era$a a caracter-stica principa& $aor+ania/0o po&-tica europ'ia contra a $as outras civi&ia/%es um sistema competitivo$e soeranos, territrios, Esta$os na/0o4 5p. !6.#...8 temos $ois temas ue formam a a+en$a para o tamanho $a histria escrita$os s'cu&os I e  na histria po&-tica $a Europa mo$erna ou rec'm mo$erna oco&apso $e ua&uer pro:eto $e uma uni$a$e europ'ia asea$a na $omina/0o por umimp'rio universa& ou uma i+re:a universa&, se+ui$o por um preor$ena$o fracasso $eto$as as tentativas suse;entes para a&can/ar ua&uer uni$a$e atrav's $e uma ou outra$essas $uas a+<ncias= e o &on+o, &ento e freuentemente tortuoso processo pe&o ua& umn(mero $e esta$os soeranos in$epen$entes suce$eu, $efinin$o seus &imites territoriaiscontra os seus viinhos e estae&ecen$o uma autori$a$e centra&ia$a sore suasrespectivas popu&a/%es, enuanto ao mesmo tempo proviam um foco $e &e+itima/0oatrav's $o estae&ecimento $e um consenso naciona& ue transcen$eu as &ea&$a$es&ocais4 5p. ! 96. #>omo um resu&ta$o $esse processo, a Europa ue, em 1)**, inc&u-a,mais ou menos, umas uinhentas uni$a$es po&-ticas in$epen$entes, tem si$otransforma$a, em 19**, em uma Europa $e uns vinte e cinco...4 5p. 96.John H. E&&iott se refere a um #processo $e reinterpreta/0o histrica uec&aramente envo&ve ava&ia/%es ??frescas@@ $e tentativas recentes $e or+aniar po&-ticassupra nacionais4 5cf. p. 96. #A percep/0o $e rau$e& ue a histria ' em troca favorBve& ou $esfavorBve& para vastas forma/%es po&-ticas n0o parece ter estimu&a$o muitas investi+a/%es entrehistoria$ores $a po&-tica e $a economia, ta&ve por causa $a inerente $ificu&$a$e $eava&iar o tamanho timo $a uni$a$e territoria& sore ua&uer momento $etermina$o. Cem os historia$ores $o pensamento po&-tico parecem ter aceita$o comp&etamente asimp&ica/%es $a insist<ncia $o Date8 franc<s $a importncia $a revivifica/0o $a i$'ia $eimp'rio $e >ar&os F. I$'ias sore esta$os territoriais soeranos permanecem o principa&  foco $e aten/0o em pesuisas $a recente teoria po&-tica mo$erna, G custa $e outrastra$i/%es interessa$as com formas a&ternativas $e or+ania/0o po&-ticasuseuentemente consi$era$as como anacrnicas na Europa ue tinha vira$o suascostas para a monaruia universa& e para a susumiss0o 1  $estes particu&arismos &ocaisno interior $e esta$os nacionais unitBrios4 5p. )*6.#estas formas a&ternativas $e or+ania/0o po&-tica, uma ue tem $esperta$ointeresse particu&ar nos anos recentes tem si$o os ??esta$os compostos oucompsitos@@4 5p. )*6. #...8 isso ref&ete uma crescente aprecia/0o historio+rBfica $ava&i$a$e $a assertiva $e H. . Koeni+ser+er $e ue ??muitos esta$os no nascente per-o$o mo$erno foram esta$os compsitos, inc&uin$o mais $o ue um pa-s sore asre+ras $e um soerano@@. E&e $ivi$e estes em $uas cate+orias primeiro, esta$oscompsitos separa$os um $o outro atrav's $e outros esta$os, ou pe&o mar, como amonaruia hispnica Hasur+o ...8 e, se+un$o, esta$os compsitos cont-+uos, 2  comoIn+&aterra e a&es...4 5p. )* 16. #e&o per-o$o $e ue e&e 5Koeni+ser+er6 estBescreven$o, a&+uns esta$os compsitos ...8 :B tinham $isso&vi$o ou estavam no ponto $e$isso&u/0o, enuanto outros, como o Ma+ra$o Imp'rio Nomano, estavam &utan$o parasoreviver4 5p. )16.#... a&+uns $os nascentes esta$os mo$ernos foram c&aramente mais compsitos$o ue outros...4 5p. )16.#Me a Europa $o s'cu&o FI foi uma Europa $e esta$os compsitos, coeistin$ocom uma mir-a$e $e peuenas uni$a$es territoriais e :uris$icionais ue e&osamente+uar$avam seu  status  $e in$epen$ente, sua histria precisa ser ava&ia$a sore este ponto$e vista em &u+ar $aue&e $a socie$a$e $e esta$os $e na/%es unitBrias, ue posteriormente se tornaram. Isso ' fBci& suficiente para assumir ue o esta$o compsito$o nascente per-o$o mo$erno foi n0o mais $o ue uma necessBria, por'm astanteinsatisfatria esta/0o na estra$a ue con$uia ao #capu4 estata& unitBrio= mas isso po$eria n0o automaticamente ser &eva$o para aceita/0o ue na vo&ta $os s'cu&os F eFI isto :B tinha si$o o $estino fina& $a estra$a4 5p. )16. 1  Musumir consi$erar 5um fato6 como ap&ica/0o $e uma &ei. 2  >ont-+uo ue esta em contato, uni$o= primo, viinho.  Emora houvesse si$o cria$o, na Europa Oci$enta& me$ieva&, um vasto n(mero$e uni$a$es po&-ticas, tais como a Pran/a e a In+&aterra, ue possu-am um aparatoa$ministrativo re&ativamente forte, uma #...8 ami/0o $inBstica, $eriva$a $e um profun$amente arrai+a$o senso $e fam-&ia e patrimnio europeu, atravessou asten$<ncias unitBrias, e constantemente amea/ou, atrav's $as cont-nuas perse+ui/%es $enovas auisi/%es territoriais, $i&uir a coes0o interna ue foi t0o &aoriosamentea&can/a$a4 5p. )1 26.#ara os monarcas preocupa$os com o en+ran$ecimento, a cria/0o $e esta$oscompsitos pareceu um caminho natura& e fBci& a se+uir. Covas auisi/%es territoriaissi+nificavam o aumento $e prest-+io e potencia&mente novas fontes va&iosas $e riueas.E&es ain$a seriam mais computa$os se e&es possu-ssem as vanta+ens a$icionais $e proimi$a$eQconti+;i$a$e e o ue foi conheci$o como #conformi$a$e4 ...8 Tam'm foiconsi$era$o mais fBci& rea&iar uma nova uni0o on$e havia simi&ari$a$es marcantes em#&-n+ua, costumes e institui/%es4, como Rauiave& oservou em seu terceiro cap-tu&o $e O Príncipe  ...8 Ain$a ue conti+;i$a$e e conformi$a$e n0o con$uissemnecessariamente a uma uni0o inte+ra&. A Espanha Cavarra permaneceu em muitosaspectos um reino separa$o, e n0o assistiu a nenhuma maior transforma/0o $e suas &eistra$icionais, institui/%es e costumes antes $e 1!14 5p. )26.Sni0o #acessria4 5conforme o :urista espanho& Juan $e Mo&rano ereira6 #...8 por meio $e ue um reino ou prov-ncia, em uni0o com outro, foi consi$era$o :uri$icamente como parte e parce&a $e&e, com seus haitantes possuin$o os mesmos$ireitos e su:eitos Gs mesmas &eis. Sm ece&ente eemp&o $este tipo $e uni0o namonaruia espanho&a foi provi$o pe&os -n$ios hispnicos, ue foram :uri$icamenteincorpora$os no interior $a >oroa $a Espanha4 5p. )26. Aeue principa&iter #...8$eaio $a ua& os reinos constituintes continuam a ser trata$os $epois $e sua uni0ocomo $istintas enti$a$es, preservan$o suas prprias &eis, foros e privi&'+ios4 5p. )2 36.O rei era ori+a$o a manter as i$enti$a$es e status $istintos $e ca$a um $os reinos soseu $om-nio. Estes reinos eram re+i$os e +overna$os como se o rei ue os mant<muni$os fosse rei apenas $e ca$a um $e&es 5e n0o $e to$os ao mesmo tempo, pois ca$aum preserva seu status anterior6. Esse se+un$o tipo $e uni0o foi praticamenteimpraticBve&, consistin$o a monaruia espanho&a 5Ara+0o, Fa&<ncia e >ata&unha6 umnotBve& eemp&o $e consi$erBve& sucesso 5cf. p. )36. Me, por um &a$o, o respeito aos  costumes e as &eis $e ca$a um $os reinos causava oa impress0o nos vassa&os, a$ispari$a$e $as con$i/%es $e&es traia $ificu&$a$es G arreca$a/0o $e impostos e aa$ministra/0o +era& 5pois era necessBrio um $iB&o+o $a rea&ea com ca$a uma $as>ortes6 5cf. p. )6. A&+umas inova/%es institucionais po$eriam ser poss-veis, mas eraimportante evitar a&ienar as e&ites provincianas intro$uin$o essas mu$an/as 5cf. p. ) )6. #or outro &a$o, a&+um +rau $e inte+ra/0o inicia& era pe$i$o se o monarca fosse&eva$o a ter contro&e efetivo sore seu novo territrio4 5p. ))6.Sni0o por coer/0o #A coer/0o fe seu pape& em estae&ecer ce$o certas uni%esmo$ernas, como a uni0o $e ortu+a& com a Espanha, em 1)!*4 5p. ))6.#es$e ue o asentismo 3  rea& se tornou uma caracter-stica inevitBve& $asmonaruias compsitas, a primeira e mais importante mu$an/a a ser eperimenta$a por um reino ou prov-ncia foi a uni0o com outro mais po$eroso, ue era a parti/0o $otriuna&, a per$a $o  status  $e capita& para essa ci$a$e principa&, e a sustitui/0o $omonarca por +overna$or ou vice rei. Cenhum vice rei po$eria compensar comp&etamente a aus<ncia $o monarca face G face nas socie$a$es $a nascente EuropaRo$erna4 5p. ))6. #A um n-ve& mais a&to, um conse&ho $e esta$o, composto em +ran$e parte, mas n0o sempre ec&usivamente, $e conse&heiros caste&hanos, representou umareserva ou, pe&o menos, um instrumento nomina& $e $ecis0o po&-tica fina& e coor$ena/0oG &u $os interesses $a monaruia como um to$o4 5p. ))6.#Isto su+ere uma fra+i&i$a$e $as monaruias compsitas ue s0o &i+a$as para&evantar uest%es sore a sua viai&i$a$e a &on+o prao4 5p. )6.#Netornan$o a um +rau $e ne+&i+<ncia eni+na, e&ites &ocais $esfrutaram umame$i$a $e +overno autnomo ue os $eiou sem ua&uer necessi$a$e ur+ente para$esafiar o  status quo . Em outras pa&avras, foram constru-$as monaruias compsitas emum compacto m(tuo entre a coroa e a c&asse +overnante $as suas $iferentes prov-nciasue $eram at' mesmo para a mais aritrBria e artificia& $as uni%es certa estai&i$a$e eresi&i<ncia  4 5p. )76. 3  Asentismo esta$o $e a&heamento G rea&i$a$e.   Nesi&i<ncia resist<ncia ao choue, ma&eai&i$a$e, e&astici$a$e.
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