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A Evolução Do Vestuário (1)

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    A EVOLUÇÃO DO VESTUÁRIO ATRAVÉS DOS TEMPOS    O Vestuário na Pré-História  Na Pré-história, com o contínuo aumento das populações e pelo facto de ser apenas recolector, o homem sentiu necessidade de se deslocar em busca de alimentos noutras terras. Com essa deslocação o homem deparou-se com a variação climática em cada região por onde passava.  Assim surgiu a roupa. O homem precisava de se agasalhar e proteger do frio. Porém as roupas também eram usadas para o homem se exibir, crença em protecções mágicas e o seu próprio pudor. Na época essas roupas eram feitas de peles de animais. A pele era bastante dura e apenas cobria poucas partes do corpo e perceberam que se as mastigassem ficariam mais maleáveis e, assim, cobriam mais partes. Porém a utilização de peles de animais, amarradas ao corpo, embora o tornassem mais agasalhado contra o frio e mais protegido contra espinhos e vegetação, dificultavam-lhe os movimentos, fazendo com que tivesse menos agilidade ao fugir dos predadores. Com o tempo a roupa foi-se tornando cada vez mais um símbolo de poder. Por outro lado o homem da pré-história, desde muito cedo começou a enfeitar-se. Este reparou que nos animais o macho destacava-se das fêmeas pela sua beleza e, assim, teve a ideia de remediar as suas imperfeições embelezando-se com adornos. Na pré-história os adornos eram colares de pedras coloridas ou enfeites de chifre polido espetados nas orelhas e no nariz.  Acreditava-se que no final da Idade da Pedra, há 25 mil anos atrás, o uso de roupa já fosse corrente e que a técnica de fabricação de fios já tinha sido dominada.  Com o tempo as técnicas melhoraram, permitindo a formação de peças de roupas mais elaboradas. O Vestuário no Egipto Antigo    No Egipto os tecidos e a forma como eram elaboradas as roupas modificavam-se de acordo com a hierarquia social. Os acessórios eram também diferenciadores sociais.  A vestimenta básica era o Chanti usada por homens, como uma saia, e por mulheres, longo cobrindo todo o corpo. Os escravos apenas usavam branco.  As classes baixas vestiam-se de modo simples, com pouca roupa. O povo andava descalço ou com sandálias de fibra de papiro. O traje da classe alta, mais concretamente do faraó e da sua corte, denominava-se de Kalasyris. Era uma túnica larga de linho muito fino e transparente, ornamentado com ouro e pedras preciosas especialmente turquesas e lápis-lazul. Quando se deixava a descoberto o dorso masculino, colocava-se uma roupa complementar de nome Neket que se assemelha a um cinto de forma triangular feito de linho e com pedras preciosas a adornar. Também se usava como complemento o Hosch que era  uma espécie de pequena capa que se usava sobre os ombros e o peito.  As mulheres tinham como traje principal a Lsrca que tinha uma forma tubular muito justa ao corpo e confeccionada com tecidos semelhantes à malha. Como complemento usava-se a Túnica de Ísis sendo esta uma espécie de manto em forma rectangular. Elas eram, também, adeptas da maquilhagem onde o olho era marcado com linha preta e sombra verde. No que tocava a penteados, devido ao forte calor da região e ao facto do piolho ser uma praga local, homens e mulheres usavam o cabelo rapado e perucas no seu lugar e como medida higiénica removiam os pêlos corporais.  As classes altas usavam perucas de vários cortes e ornamentos muito inspirados na religião.  As jóias utilizadas tinham como principal função expressar a devoção religiosa. O VESTUÁRIO NA GRÉCIA ANTIGA    Na Grécia Antiga criou-se o cr esquerdo e direito do indivídu erotismo. Estes tinham como constante reflecte-se no corte rectangul  A população grega utilizava u utilizados na elaboração dess ocasiões a seda.  A vestimenta principal era o colocada no corpo, presa nos broches ou agulhas de nome longa chegando, nos adultos, Quando a túnica cobria apen  A vestimenta feminina era lig rectangular, continha cordões decotados. Usavam também uma roupa xaile. Para protecção contra o frio ufilósofos gregos usavam-no c promovidas por esta cultura.   itério clássico de beleza: a harmonia pela simetri o. Para eles era mais importante o valor estético nas vestimentas, decorações de origem arquitec r das roupas. ma túnica ornamentada com este corte. Os mate s mesmos trajes eram a lã artesanal, o linho e e uiton, um rectângulo de tecido que se assemelh ombros e debaixo dos braços. Sobre os ombros Fíbula e na cintura por um cordão ou cinto. Esta a bater no tornozelo e, no caso dos mais jovens, s um ombro era-lhe atribuída o nome de Exomid iramente diferente da masculina. Resumia-se a ou correias ao nível da cintura como decoração omplementar, o Pharos (vestido jónico) que tinh sava-se o Himation cobrindo o corpo todo do ind mo traje básico, simbolizando a simplicidade e e a entre os lados do que o tónica e isso riais mais   m algumas a a uma túnica ra presa com era bastante até aos joelhos. e. m tecido e eram bastante a a função de ivíduo. Os legância
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