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A Fé Que Enfrenta as Oposições

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  A fé que enfrenta as oposições   Texto Áureo:   “Portanto nós também, pois que estamos rodeados deuma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreiraque nos está proposta.” b ! .! Verdade Aplicada:   #ão existem prob$emas inso$%veis quando pessoascomprometidas se $evantam na &orça de 'eus para agir. Objetivos da Lição :   (ostrar quem era #eemias, como se importava com seu povo e suavida de oração)   *nsinar como #eemias motivou o povo, como en&rentou a ca$%nia eo despre+o, e sua conança em 'eus)   -eve$ar os três &atores que condu+iram #eemias ao sucesso. Textos de efer!ncia: Ne 1.1-3 1 -  s pa$avras de #eemias, $ho de aca$ias. * sucedeu no mês de /uis$eu,no ano vigésimo, estando eu em 0usã, a &orta$e+a, 2 -  /ue veio anani, um de meus irmãos, e$e e a$guns de 1udá) e perguntei2$hes pe$os 3udeus que escaparam, e que restaram do cativeiro, e acerca de  1erusa$ém. 3 -  * disseram2me4 5s restantes, que não &oram $evados para o cativeiro, $á na prov6ncia estão em grande miséria e despre+o, e o muro de 1erusa$ém, &endido, e as suas portas, queimadas a &ogo. otivo de Oração: 5re para que os seus ouvidos ouçam somente a vo+ de 'eus. Esboço da Lição: 7ntrodução4 1. #eemias, um homem e &é e atitudes. 2 . *n&rentando oposiç8es. 3.   poderosa mão de 'eus em ação.9onc$usão Introdução  1erusa$ém estava em ru6nas e opróbrio :a&ronta vergonha    ;. o saber da situação, #eemias abandona sua privi$egiada posição  no pa$ácio e parte em direção < cidade para auxi$iar seu povo nareconstrução os muros e port8es. :#e .!2!=;. 1.Neemias, um homem de fé e atitudes. #eemias surge numa época em que a mora$ do povo estavaem baixa. 5s ricos exp$oravam os pobres e os mesmo pecados que $evaram o povo ao cativeiro estavam em vigor.Por m, a depressão econ>mica e a ignor?ncia espiritua$acentuavam ainda mais a desunião do povo que,desestimu$ado e oprimido, não esboçava qua$quer reação deme$hora. 1.1 Neemias, o copeiro do rei. #eemias nos é apresentado como copeiro do rei, na prov6nciade 0usã, a capita$ do império persa. *$e era um homem deoração e compromisso com 'eus :#e !.!,!!;. #eemias eraum conse$heiro pessoa$ do imperador e exercia ao mesmotempo as &unç8es de primeiro ministro e mestre decerim>nias :#e .!) @.!A;.  morte por envenenamento eracomum na época dos reis e um copeiro de grande conançaera de vita$ import?ncia.  &unção de #eemias era provar ovinho do rei, cuidar de seus aposentos, supervisionar toda aa$imentação do pa$ácio e, antes que o rei ingerisse qua$quer comida ou bebida, e$e o &a+ia. 7sso tinha por m demonstrar que nenhuma traição ocorrera e que, portanto, não havia perigo de envenenamento. 1.2Neemias, um homem de oração.  o ouvir sobre a miséria na qua$ seu povo se encontrava,#eemias se assentou e chorou :#e !.A;. que$a not6ciasensibi$i+ou sua a$ma e $ogo reso$veu 3e3uar e orar, durantequatro meses, até que 'eus não somente mudasse o quadrodaque$a situação, mas preparasse tudo para que e$e mesmo&osse enviado a rea$i+ar aque$a obra. s $ágrimas de #eemiasro$aram não somente pe$as ru6nas que a cidade sagrada seencontrava, mas porque o 'eus de seus pais estava sendoescarnecido pe$os inimigos. #eemias se preocupava tantocom o povo, quanto com a g$ória de seu 'eus.!.B  econstrução # $ee%ias &:'(&& Vez por outra as pessoas perdem o foco daquilo que estipularam para realizar ao longo de suas vidas. O problema comesta perda é que muitas vezes ca difcil retornar de onde se parou. !s pessoas e coisas e ternas# quando nos tiram dofoco# dei am-nos numa situa$%o geralmente desconcertante.Neemias emerge# neste livro que leva o seu nome# como um lder e emplar# pois coordenou e levou adiante uma grandeconstru$%o# apesar das adversidades iminentes.&ostaria de pensar no tema reconstru$%o n%o apenas no 'mbito mais restrito da palavra# mas sim em termos maisamplos# por e emplo: reconstru$%o de uma vida espiritual# de uma famlia# de um casamento# da vida sentimental#prossional# da sa(de etc. )m todas essas *reas# que nem sempre t+m a ver com reconstruir# é possvel iniciar umprocesso de reconstru$%o. ,ontudo# * algumas pr*ticas essenciais que devemos desenvolver para tanto. Veamos: &) *aiba o que quer +,:'-./ “5 rei me disse4 5 que você gostaria de pedirC *ntão orei ao 'eus dos céus, e respondi ao rei4 0e &or do agrado do rei ese o seu servo puder contar com a sua benevo$ência, que e$e me deixe ir < cidade onde meus pais estão enterrados, em 1udá, para que eu possa reconstru62$a.”  Neemias resolvera declarar-se: “D Ea+e com que ho3e este teu servo se3a bem sucedido, concedendo2$he a benevo$ênciadeste homem” /1:110. ode até ter resolvido precipitar a pergunta ao permitir que seus sentimentos se tornassem 2bvios.!gora cegara o momento# e se n%o o maneasse corretamente# n%o averia outro. O assunto é introduzido de modosensvel.Neemias assim como )ster# tina a sabedoria de apresentar o assunto primeiramente como notcias de um golpe pessoal#n%o como uma quest%o poltica. )le n%o menciona erusalém por nome4 talvez deseasse despertar a compai %o do rei aoressaltar# em primeiro lugar# a profana$%o dos t(mulos ancestrais# “D9omo não estaria triste o meu rosto, se a cidadeem que estão sepu$tados os meus pais está em ru6nas, e as suas portas &oram destru6das pe$o &ogoC”   /5:607 impressionante o fato de# muitas vezes# as pessoas n%o saberem o que quer. 8s vezes# elas falam# falam# e n%o tornamclaro aquilo que realmente quer. 9uando n%o se sabe o que desea# também n%o se sabe aonde quer cegar. ! aus+nciado conecimento sobre o que se quer na vida prossional# crist%# familiar# sentimental e em outras *reas# pode se camarde falta de foco. 9uando n%o se tem foco# ca difcil saber aonde se pretende cegar4 consequentemente# atira-se; paratodos os lados.Neemias sabia muito bem o que precisava naquela ocasi%o. <eu alvo era conseguir a autoriza$%o do rei para ir até erusalém construir os muros. ercebe-se# desde a sua primeira conversa com o rei# que ele * tina em mente seu alvo.9ual tem sido o seu alvo para os diversos vieses da vida= 9uem n%o tem conecimento do local em que pretende cegar#qualquer lugar serve. )u imagino que voc+ n%o pretende ir para um canto qualquer# n%o é mesmo= ortanto# querodesa*-lo a seguir o e emplo de Neemias4 um omem que tina muito claro em sua mente qual era o seu alvo. ,) anten0a o foco +1:&(2/ “0amba$ate e Fesém mandaram2me a seguinte mensagem4 Genha, vamos nos encontrar num dos povoados a da p$an6ciede 5no. *$es, contudo, estavam tramando &a+er2me ma$) por isso enviei2$hes mensageiros com esta resposta4 “*stouexecutando um grande pro3eto e não posso descer. Por que parar a obra para ir encontrar2me com vocêsC”  !s obras de defesa * tinam cegado >quela etapa crucial# perto do seu término# em que tudo ainda poderia ser perdidoou logo gano. Os portais vazios era a (nica esperan$a dos inimigos de ganarem a vantagem sem propriamente montarum cerco# que estaria fora de cogita$%o contra outros s(ditos da érsia. * na quarta vez de enviar o pedido /?:60#<ambalate deve ter reconecido que sua ansiedade estava come$ando a revelar-se. <ua mudan$a de t*tica# o envio deuma carta aberta /?:@#?0# era uma garantia de que os boatos maliciosos que continam se tornariam# mais cedo ou maistarde# de domnio p(blico# que Neemias reconeceria este fato /Aidner: 1BC0.! resposta brusca de Neemias talvez pare$a muito altiva diante de um convite razo*vel# mas ele discerniu corretamentea insinceridade dos inimigos. N%o se dei ou distrair por questDes que desviariam suas energias da reconstru$%o dosmuros de erusalém.Vez por outra as pessoas perdem o foco daquilo que estipularam para realizar ao longo de suas vidas. O problema comesta perda é que muitas vezes ca difcil retornar de onde se parou. !s pessoas e coisas e ternas# quando nos tiram dofoco# dei am-nos numa situa$%o geralmente desconcertante# de modo que para nos centrarmos novamente d* o maiortrabalo.Neemias# por teu um alvo# estava com o seu foco nele# de modo que as v*rias propostas feitas por seus opositores n%oalcan$aram + ito. )m outras palavras ele armou que n%o podia dei ar de lado sua responsabilidade para resolver outras  questDes. Esso sim é focoF 7 claro que ele# como arma o te to# percebeu que seus oponentes estavam tramando contraele e seus au iliares# o que# certamente# o motivou mais ainda para n%o perder o foco.Ga$a como o grande empreendedor Neemias# ane-se com Heus para perceber tudo aquilo que tenta tirar-le do foco esea determinado para dizer n%o >s propostas# muitas vezes atraentes# que t+m como obetivo mudar o seu rumo. 3) A obra é divina +,:45 ':&.-,6/ “Gisto que a bondosa mão de 'eus estava sobre mim, o rei atendeu os meus pedidos. :D; /uando os nossos inimigosdescobriram que sab6amos de tudo e que 'eus tinha &rustrado a sua trama, todos nós vo$tamos para o muro, cada um para o seu traba$ho. 'o $ugar de onde ouvirem o som da trombeta, 3untem2se a nós a$i. #osso 'eus $utará por nósH”  <e camos impressionados com o realismo e a coragem destes pedidos /5:I#C0# o rei possivelmente também cou.9ualquer atitude vaga a esta altura teria demonstrado que o proeto era um mero sono ou impulso repentino4 Neemias#porém# orara por tempo suciente /1:6-110 e tivera muita fé para visualizar e realizar a obra com todos os seu detales.Jas o fator decisivo# conforme reconecia# n%o era a sua fé# todavia o obeto dela4 o Heus que era seu Heus# cua boa Kisto é graciosa K m%o estava sobre ele /5:1C0.,reio que muitos de n2s * dei amos de lado alguma obra /algum afazer de modo geral0 que come$amos# por acar quen%o éramos capazes de desenvolv+-la. Lalvez até tivéssemos estabelecido o nosso alvo# mantido o foco# mas em algummomento faltou acreditar que Heus estava no neg2cio e# como conseqM+ncia# o alvo n%o foi atingido. Esso * aconteceucom voc+=enso que a li$%o que aprendemos n%o é apenas a de buscar a Heus para denir um alvo e manter o foco# a m de atingi-lo# mas sim a li$%o de que a obra que vamos desenvolver /alvo0# uma vez que nos foi dada por Heus# é dele4 portanto# emtodos os momentos# tal como Neemias# podemos e devemos contar com o seu au lio.Heus aben$oe a todos n2s. #a contagem dos $ivros da *scritura davam a *sdras e a #eemias como um só $ivro.9opeiro4 #ome do ocia$ que enchia o cá$ice do rei e $ho dava :F# A=.I2!A) #e !.!!) .!, ;. *ra um ocio muito honroso nos  pa6ses orientais, só exercido por homens de grande conança,a m de evitar envenenamentos . #eemias devia go+ar de a$to conceito, pois sendo estrangeiro, &oi designado para este cargo pe$o grande rei dos persas.
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