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A Geografia Francesa no começo do século XX e a sua influência na institucionalização da Geografia Paulista 1

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Rafael Faleiros de Padua A Geografia Francesa no começo do século XX e a sua influência na institucionalização da Geografia Paulista 1 Rafael Faleiros de Padua 2 1- Com poucas alterações, este texto é parte do trabalho Reflexões Sobre a Institucionalização da Geografia em São Paulo, Trabalho de Graduação Individual, DG-FFLCH- USP, defendido em 26 de maio de 2004, sob orientação da Prof. Dra. Ana Fani Alessandri Carlos. 2 -Bacharel em Geografia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Mestre e doutorando em Geografia Humana pela mesma universidade. Resumo: O texto procura refletir sobre alguns pressupostos da Geografia Francesa do começo do século XX, ressaltando o desenvolvimento do paradigma regional (a partir das concepções de Vidal de la Blache) e o debate em torno das subdivisões Geografia Regional e Geografia Geral. Estes pressupostos foram centrais na implantação da Cadeira de Geografia da FFCL- USP, visto que são professores da Escola Francesa de Geografia seus fundadores. Palavras-chave: Institucionalização da Geografia em São Paulo, Geografia Regional, Geografia Geral. Ao refletirmos sobre a Institucionalização da Geografia na Faculdade de Filo sofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, é preciso levar em consideração que foi a Escola de Geografia Francesa do começo do século XX que iniciou o curso e ditou seus primeiros encaminhamentos. O possibilismo, que se desenvolve nesta escola com a obra de Vidal de La Blache, foi um enfoque que se confrontava com o determinismo, que tinha uma origem muito ligada ao positivismo e à Escola Alemã de Geografia. O possibilismo, desenvolvido tendo como base a crítica historicista ao positivismo na Geografia, apontava para o fato de que o homem não era simplesmente um ser passivo frente à natureza, mas um agente ativo e não passivo no modelado da superfície terrestre. Os grupos humanos instalados em 40 Paisagens VII - Nov 2008 Artigo um contexto natural percebem uma gama de usos alternativos do meio físico e entre estes selecionam aqueles que estão mais de acordo com suas aptidões culturais. Portanto, o meio natural não é uma causa necessária, mas contingente; não tem um valor absoluto, mas relativo; é uma possibilidade, ou melhor, um conjunto de possibilidades, cujo desenvolvimento dependerá basicamente do homem, de sua liberdade para eleger uma ou outra segundo suas características procedentes de uma longa evolução histórica (ESTÉBANEZ, 1983, p.54) 3. Trata-se, portanto, de uma perspectiva que aponta possibilidades na relação homem-natureza, não colocando um elemento como passivo sujeito ao outro. Nesta construção teórica vai-se ressaltando o caráter sintético e integrador da Geografia, sendo esta caracterizada como a ciência ponte entre as ciências naturais e as ciências sociais. É certo também que a Geografia tinha uma função det erminada, que seria o seu papel fundamental na construção da nacionalidade. Tentando agregar estes encaminhamentos, a região aparece como o conceito chave para a definição da Geografia como ciência com objeto próprio e com finalidades claras. Segundo ESTÉBANEZ, Vidal de La Blache foi o estudioso que conseguiu dar à Geo grafia um carát er de ciência independente, não a deixando como uma simples disciplina auxiliar da História. Neste sentido, joga um papel forte o desenvolvimento do paradigma regional. Vidal de La Blache cria em 1891 a revista Annales de Geographie, e em 1922, todas as cátedras de Geograf ia da Fra nça esta vam cont rola das por discípulos de Vidal, ou melhor, por discípu los de seus discípul os (DI CKINSON, p. 195, cit ado po r ESTÉBANEZ, 1983, p. 56), cátedras estas que eram ocupadas anteriormente por historiadores. Desenvolve-se então uma forte escola nacional de Geografia na França. As duas obras mais importantes em que Vidal de La Blache desenvolve suas idéias são: Princípios de Geografia Humana (1922) e O Quadro da Geografia da França (1903). Nelas, coloca que à Geografia cabe estudar a natureza e o homem, numa relação em que a natureza traz possibilidades que o homem usará de acordo com suas capacidades. Aqui fica evidente o peso da história, pois a construção do habitat se dá de forma coletiva, baseado na história do grupo em questão. Definindo mais as questões que colocava, Vidal de La Blache desenvolve o conceito de gêneros de vida, que são produtos e reflexões de uma civilização e não o resultado integral das influências físicas, históricas e sociais que cercam a relação do homem com o meio num espaço concreto (ESTÉBANEZ, 1983, p.56). A este conceito se articulava outro que era o de meios de vida: a adaptação dos meios naturais a cada grupo humano, constituído na relação entre gêneros de vida e meio natural. Assim, notamos (em linhas gerais) que este pensamento traz como fundamental as possibilidades que a natureza oferece e as possibilidades históricas de cada agrupamento humano, que vai modificar a natureza de acordo com as suas capacidades e desejos. E neste sentido, também o meio natural vai ser influenciado pelas características históricas do agrupamento humano que ali se instalou. O outro conceito-chave é o de circulação, que coloca em contato as diferentes regiões. Com estes pressupostos, aparece o conceito-chave região, agrupando todos os traços do relevo, clima, solos, vegetação, agricultura, mineração, indústria, comunicações e hábitat, traços unidos e encaixados em uma paisagem visível, formando um todo orgânico, e sendo suas partes interdependentes. Cada 3- ESTÉBANEZ, José, Tendências y Problemática Actual de la Geografia, Madrid: Editorial Cincel, (Tanto as citações de ESTABANEZ quanto as de CHOLLEY são traduções livres do autor). Paisagens VII - Nov Rafael Faleiros de Padua região está influenciada, desenvolvida e modificada pela ação do homem, e, portanto, a paisagem é o resultado da ação sucessiva de gerações de povos (ESTÉBANEZ, 1983, p.57). A região, então, seria um conceito totalizante para a Geografia, sendo tomada quase como um organismo com vida própria nele mesmo, com a paisagem sendo aquilo que se pode ver. A região teria também o componente imaterial que seria o enraizamento das populações, o sentimento de pertencimento. A região, para ele, Vidal de La Blache, seria o total entrelaçamento entre homem e natureza, que com o tempo desenvo lvem característ icas únicas (ESTÉBANEZ, 1983). Ao estudar uma região, o pesquisador, segundo Vidal de La Blache, deveria prestar uma grande atenção ao meio físico e a melhor Geografia seria aquela pautada por pesquisas diretamente no terreno. Os estudos com enfoque regional tiveram muita força na França no começo do século XX, pois tiveram uma utilidade prática importante, que foi a de auxiliar o Estado Francês na redivisão de seu território. Neste momento, se evidencia a importância da síntese regional (monografia regional), colocada como a finalidade máxima da Geografia. Vidal de la Blache afirmava que: A síntese regional (...) é o objetivo último da tarefa do geógrafo, o único terreno sobre o qual ele se encontra a si mesmo. Ao compreender e explicar a lógica interna de um fragmento da superfície terrestre, o geógrafo exibe uma individualidade que não se encontra em nenhuma outra parte (VIDAL DE LA BLACHE, citado por ESTÉBANEZ, 1983, p. 58). Esta redivisão do território francês se dava pelo desenvolvimento dos transportes, que colocavam cada vez mais em contato as regiões umas com as outras. Tendo em vista estes desenvolvimentos, Vidal de La Blache passa a afirmar que os estudos que se necessitarão no futuro não serão mais sobre as relações entre o homem e o meio natural, mas sim as relações entre a cidade e a região que ela domina (ESTÉBANEZ, 1983). A obra de Vidal de La Blache continuou muito influente na Geografia Francesa através de seus discípulos, Jean Brunhes, Emmanuel De Martonne e Albert Demangeon. Ao pensarmos a influência da Geografia Francesa na Geografia Brasileira, basta então lembrarmos que Jean Brunhes foi o mestre de Pierre Deffontaines, Albert Demangeon foi orientador de Pierre Monbeig nos primeiros momentos de preparação de sua tese (o orientador posterior foi André Cholley) (ZUSMAN, 2002) e Emmanuel De Martonne esteve no Brasil várias vezes, inclusive dando cursos nos primeiros anos da FFCL da USP e fazendo pesquisas sobre o país, sendo um grande influenciador do pensamento de Monbeig. A Geografia Regional e a Geografia Geral Nos primeiros anos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Pierre Monbeig relata a tendência dos alunos a considerarem a Geografia Geral, produtora de leis sobre os fenômenos geográficos, o ramo da Geografia que seria o mais científico, desprezando a Geografia Regional, relegada pelos alunos a um status científico inferior, tendência esta que vinha acompanhada da vontade dos alunos de teorizarem precocemente (MONBEIG, 1937). Para Monbeig a situação devia inverter-se e até mesmo deveria ser criada na Faculdade uma Cadeira de Geografia Regional. Este debate entre Geografia Regional e Geografia Geral estava realçado naquele momento e poderemos dizer que era o debate entre o historicismo e o positivismo dentro da Geografia. Segundo André Cholley, estas duas subdivisões da Geografia seriam os dois pontos de vista possíveis desta ciência. Não há senão dois pontos de vista possíveis: a 42 Paisagens VII - Nov 2008 Artigo geografia regional, que se propõe a reconhecer e estudar os dif erentes domínios, meios ou regiões que as combinações físicas, biológicas e humanas fizeram aparecer na superfície do planeta; e, por outro lado, a geografia geral, física e humana, que se coloca acima dos casos regionais para considerar a estrutura e o jogo dos fatores que, na superfície do planeta, entram em combinação (CHOLLEY, 1942) 4. Para este autor, a infinidade de Geografias que iam se constituindo em sucessivas divisões, lembravam o tempo em que esta ciência era mais uma atitude do espírito do que uma ciência. Na perspectiva deste autor, a Geografia Regional tem um aspecto mais tot alizante, co siderando inúmeras combinações de elementos constituintes da região e a Geografia Geral seria para compreender a estrutura dos elementos da Geografia Regional. Para Cholley, a atenção dada à região pela escola de Vidal de La Blache acabou de alguma forma confundindo os estudantes de Geografia, para os quais tudo era região. O termo região perdeu seu significado mais preciso. Isto, segundo ele, se deve ao fato de que muitos estudos de Geografia Regional de regional só tinham o nome, eram na verdade do campo da Geografia Geral, po r ser em so ndagens muit o localizadas. Para ele, a idéia de região implica um princípio de organização (CHOLLEY, 1942, p.31). Aos fenômenos da nat u reza, físico s, est ru t urais, morfológicos, climáticos, e também aos fenômenos humanos (indústria, agricultura), a palavra mais adequada seria domínio, e não região. A região pode ser comparada com o termo meio, da biologia, que serve para designar nesta ciência o espaço que determinada espécie necessita para se manter, mas a região se aplicaria aos homens; seria a forma de se equilibrar a vida dos diferentes grupos humanos no planeta. A idéia de região aparece pois como uma idéia fundamental ligada à vida em grupo (CHOLLEY, 1942, p.32). Avançando nesta perspectiva, a região teria um caráter mais ou menos natural, no sentido qu e a vida reg io nal, co ndição da organização e equilíbrio dos homens no planeta, afloraria e se manifestaria naturalmente. A organização regional, a vida regional que ela exprime, aparecem como uma das manifestações essenciais da vid a na sup erf ície do glob o (CHOLLEY, 1942, p.32). A região e a vida reg io nal seriam essenciais para a organização do planeta. Algo que é importante no estudo regional é a ligação das populações ao solo em que vivem, o que naturaliza ainda mais esta noção de região. Em lugares de colonização antiga, como na Europa, isto pode ser evidente, mas num país como o Brasil, de origem colonial, isto pode se tornar um problema para o pesquisador que quisesse fazer uma divisão regional, o que fica evidente nos trabalhos de Deffontaines e Monbeig sobre o Estado de São Paulo e o Norte do Paraná, publicados na revista GEOGRAFIA. A organização regional, ent ão, vai ser condicionada por inúmeros fatores, entre eles a época histórica de sua formação, as tradições dos agrupamentos humanos, os recurso s dispo níveis, a densidade demográfica, as atividades da população, formas políticas, etc. Definindo melhor as finalidades da Geografia Regional, Cholley coloca que a finalidade da geografia regional é detalhar os domínios constituídos pelas combinações de fatores físicos (domínios estruturais, domínios climá ticos, d omínios hidrológ icos, domínio s mo rf ol ógicos), com o pensamento de que eles podem exprimir uma modalidade da estrutura do planeta. Para as regiões humanas, a finalidade de 4- CHOLLEY, André. La Geographie. Guide de l Etudiant. Paris: PUF, Paisagens VII - Nov Rafael Faleiros de Padua nossas pesquisas é o mesmo que o princípio; mas, como as experiências realizadas pel os homens t êm u ma duraçã o inf initamente mais curta, podemos com mais facilidade alcançar os encadeamentos. Em nenhuma parte, ali ás, a co ncep ção regi onal da organização do planeta se impõe com mais força que no domínio do homem (CHOLLEY, 1942, p.34). Fica assim colocado, nesta concepção de Geografia, que a co nst it uição da r egião est á essencialmente ligada às atividades do homem em suas diversas formas. Em resumo, o estudo da Geografia Regional compreende a consideração das combinações, os elementos da região tomados em seu contexto regional, ou seja, as ligações que os fazem pertencer a determinada região. O estudo no campo da Geografia Geral, por outro lado, estuda os fenômenos em suas constituições internas, ou seja, estuda-os topicamente. Para Cholley, a Geografia Regional é o fator que mais particulariza a Geografia entre as ciências, oferecendo aos estudantes a melhor iniciação geográfica. Mas ela sozinha não consegue abarcar todos os fenômenos que ocorrem na superfície da Terra, sendo para isto, auxiliada pela Geografia Geral. Dos fenômenos que aparecem na região com suas características regionais se infere as suas feições gerais, estruturais. Atrás da realidade imediata, diretamente perceptível, domínios, os meios e as regiões, nós buscamos a ação de fatores mais gerais que exprimem a estrutura mesma do planeta ou revelam as propriedades dos elementos que a constituem. Sua duração é na mesma escala que aquela do planeta, enquanto que suas combinações locais ou regionais são limitadas no tempo (CHOLLEY, 1942, p.58). Assim, salienta Cholley, para se fazer um bom trabalho de Geografia Regional, é preciso ter um bom conhecimento de Geografia Geral. Precisando ainda mais a diferença entre as duas subdivisões da Geografia, este autor escreve que: enquanto a geografia regional fixa sua atenção sobre as combinações locais criando os domínios físicos, os meios biológicos ou as regiões humanas, a geografia geral, ela se liga ao conhecimento dos fatores que estão na origem destas combinações. Ela os estuda em sua estrutura, em sua aptidão para entrar em combinação, em seu comportamento recíproco no curso da ação realizada em comum (CHOLLEY, 1942, p.59). Os fenômenos naturais ocorrerão em todo o globo, mas as características locais, também naturais, lhes propiciarão características peculiares. Os fenômenos naturais permitem, assim, um estudo mais sistemático, pois têm uma maior duração, são estáveis e constantes. Diferentes, portanto, dos fenômenos humanos. No entanto, apesar de ser um estudo mais difícil de ser feito, há a possibilidade de analisar estes fenômenos do ponto de vista da Geografia Geral. Neste sentido, será uma análise muito próxima da História. Podemos dizer que fica colocada uma complementaridade entre elas (Geografia Regional e Geografia Geral) e isto constituiria de certa forma a principal originalidade da Geo grafia. Mas a sua principal originalidade é mais a de ter introduzido o homem nas ciências da terra. Não se trata - temos que repetir - do homem individual, mas do homem como elemento de um grupo, em suma, do homem considerado como o principal habitante do planeta e suscetível, em razão da ação de massa exigida para colocar em marcha as combinações, de transformar os meios naturais em meios humanizados, ou seja, de realizar uma organização do planeta melhor adaptada à mais completa 44 Paisagens VII - Nov 2008 Artigo exploração de seus recursos e a uma mais racional repartição do povoamento (CHOLLEY, 1942, p.78), entendendo a partir deste trecho que a Geografia Regional estaria mais ligada aos fatores humanos e a Geografia Geral aos fatores de ordem física e natural. No sentido de refletirmos o início da Geografia institucionalizada em São Paulo, torna-se central a compreensão destes debates que envolviam a Geografia Francesa na primeira metade do século XX, pensando de que forma as questões presentes nesta Geografia se enraizam no Brasil. Fica explícito a importância do paradigma regional para esta escola, tanto no que diz respeito ao ensino da Geografia quanto à pesquisa. Nos dois professores franceses que vêm implantar o curso de Geografia em São Paulo (Pierre Deffontaines e Pierre Monbeig) isto fica muito evidente. Monbeig, segundo ZUSMAN, dirigiu a institucionalização da Geografia em São Paulo tendo como pilares a Geografia Regional, os conceitos de paisagem e de complexo geográfico e no trabalho de campo. Para ele, a paisagem seria uma primeira síntese compreensível sensorial e subjetivamente (ZUSMAN, 2001, p.23) 5, sendo o complexo geográfico a análise desta paisagem, ou seja, a análise dos elementos que compõem esta paisagem. Esta concepção de Geografia se baseia portanto numa carga grande de trabalho de campo, pois é somente através dele que será possível visualizar a paisagem e depois analisá-la. A Geografia, neste encaminhamento, procuraria realisar descrições explicativas, mostrando as relações entre os objetos, voltada para estudos concretos sobre a realidade, buscando operacionalizar a realidade, não havendo espaço par a estudo s abst rato s (ZUSMAN, 2001). A Geografia tem então uma utilidade prática evidente e aqui podemos articular com a ligação da Geografia com a elite paulista naquele momento (década de 1930), e como este t ipo de Geo gr afia, de o rientação francesa, se encaixava com os planos políticos da elite do Estado de São Paulo. 5- ZUSMAN, Perla. Na Procura das Origens da AGB. In: Boletim Paulista de Geografia, n. 78, AGB São Paulo, Dezembro de Bibliografia: CHOLLEY, André. La Geographie. Guide de l Etudiant. Paris: PUF, ESTÉBANEZ, José. Tendências y Problemática Actual de la Geografia. Madrid: Editorial Cincel, G E O G R A F I A. Números 1-8, AGB, São Paulo, MONBEIG, Pierre. Orientação Didática. In: Anuário da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras São Paulo: Empreza Gráfica da Revista dos Tribunais, ZUSMAN, Perla. Na Procura das Origens da AGB. In: Boletim Paulista de Geograf ia, n. 78, AGB São Paulo, Dezembro de Paisagens VII - Nov
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