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A histria de_israel_no_antigo_testamento

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1. HISTÓRIA DE ISRAEL NO ANTIGO TESTAMENTO Samuel J. Schultz Um exame completo da História e Literatura do Antigo Testamento 2. 2 Tradução: Daniela Raffo…
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  • 1. HISTÓRIA DE ISRAEL NO ANTIGO TESTAMENTO Samuel J. Schultz Um exame completo da História e Literatura do Antigo Testamento
  • 2. 2 Tradução: Daniela Raffo www.semeadoresdapalavra.net Nossos e-books são disponibilizados gratuitamente, com a única finalidade de oferecer leitura edificante a todos aqueles que não tem condições econômicas para comprar. Se você é financeiramente privilegiado, então utilize nosso acervo apenas para avaliação, e, se gostar, abençoe autores, editoras e livrarias, adquirindo os livros. SEMEADORES DA PALAVRA e-books evangélicos Tradução do e-book Habla el Antiguo Testamento, do espanhol para o português realizada por Daniela Raffo, Terminada em sexta-feira, 16 de maio de 2008, 00:42:24 NOTA DA TRADUTORA: Todas as citações bíblicas foram extraídas das versões: ACF: Almeida Corrigida e Revisada, Fiel ao Texto Original PJFA: João Ferreira de Almeida Atualizada NVI:Nova Versão Internacional Esses textos aparecerão em itálico. Os textos bíblicos que não estão em itálico nem com a indicação de sua fonte, foram traduzidos diretamente do texto original espanhol. Leia Nota da Tradutora na última página.
  • 3. 3 ÍNDICE • Prefácio ............................................................................................................ 4 • Introdução ........................................................................................................ 5 • Capítulo 1: O período dos princípios ...................................................................... 9 • Capítulo 2: A Idade Patriarcal ............................................................................ 14 Esquema 1: Civilizações dos tempos patriarcais * ........................................... 14 Mapa 1: O mundo antigo ............................................................................. 15 • Capítulo 3: A emancipação de Israel ................................................................... 30 Esquema 2: O calendário Anual .................................................................... 37 Mapa 2: A rota do Êxodo ............................................................................. 38 • Capítulo 4: A religião de Israel ........................................................................... 39 • Capítulo 5: Preparação para a nacionalidade ........................................................ 52 Esquema 3: Estabelecimento de Israel em Canaã ............................................ 60 • Capítulo 6: A ocupação de Canaã ....................................................................... 62 Mapa 3: A conquista de Canaã ...................................................................... 67 Mapa 4: As divisões tribais ........................................................................... 73 • Capítulo 7: Tempos de transição ........................................................................ 81 • Capítulo 8: União de Israel sob Davi e Salomão .................................................... 89 Mapa 5: Palestina em tempos de 2 Samuel e 1 Crônicas ................................... 90 Esquema 4: Monarquia na Palestina ............................................................ 109 • Capítulo 9: O reino dividido ............................................................................. 110 • Capítulo 10: A secessão setentrional ................................................................. 119 Mapa 6: O Reino Dividido ........................................................................... 120 • Capítulo 11: Os realistas do sul ........................................................................ 129 • Capítulo 12: Revolução, recuperação e ruína ...................................................... 135 • Capítulo 13: Judá sobrevive ao imperialismo assírio ............................................ 140 Mapa 7: O Império Assírio (cerca de 700 a.C.) .............................................. 148 Mapa 8: O reino de Josias (cerca de 625 a.C.) .............................................. 153 • Capítulo 14: O desvanecimento das esperanças dos reis davídicos ........................ 154 • Capítulo 15: Os judeus entre as nações ............................................................. 161 Esquema 5: Tempos do Exílio ..................................................................... 161 Mapa 9: Império Persa .............................................................................. 168 Mapa 10: Palestina depois do Exílio – cerca de 450 ac .................................... 178 • Capítulo 16: A boa mão de Deus ...................................................................... 179 • Capítulo 17: Interpretação da vida ................................................................... 195 • Capítulo 18: Isaias e sua mensagem ................................................................. 209 Esquema 6: Tempos de Isaias .................................................................... 209 • Capítulo 19: Jeremias, um homem de fortaleza .................................................. 225 Esquema 7: Tempos de Jeremias ................................................................ 225 • Capítulo 20: Ezequiel, a atalaia de Israel ........................................................... 240 Esquema 8: Tempos de Ezequiel ................................................................. 240 • Capítulo 21: Daniel, homem de estado y profeta ................................................ 254 • Capítulo 22: Em tempos de prosperidade .......................................................... 262 • Capítulo 23: As nações estrangeiras nas profecias .............................................. 272 • Capítulo 24: Depois do exílio ........................................................................... 277
  • 4. 4 • PREFÁCIO A Bíblia vive hoje. O Deus que falou e agiu em tempos passados, confronta os homens desta geração com a palavra escrita que tem sido preservada no Antigo Testamento. Nosso conhecimento das antigas culturas em que este documento teve sua origem, tem sido grandemente incrementado mediante descobertas arqueológicas e as crescentes fronteiras ampliadas da erudição bíblica. A preparação desta visão geral, destinada a introduzir o estudante das artes liberais e o leitor laico na história e na literatura do Antigo Testamento, foi impulsionada por mais de uma década de experiências nas salas de aula. Neste volume tento oferecer um bosquejo de todo o Antigo Testamento à luz dos progressos contemporâneos. Em meus estudos de graduação estive exposto a um amplo campo de interpretação do Antigo Testamento, sob o doutor H. Pfeiffer na Universidade de Harvard, igual que os doutores Allan A. MacRae e R. Laird Harris, do Faith Teological Seminary. A tais homens me liga uma dívida de gratidão por um entendimento crítico dos problemas básicos com que se enfrenta o erudito do Antigo Testamento. Não é sem a consciência do conflito do pensamento religioso contemporâneo a respeito da autoridade das Escrituras que a visão bíblica da revelação e autoridade se projeta como a base para uma adequada compreensão do Antigo Testamento (ver Introdução). Dado que esta análise está baseada na forma literária do Antigo Testamento como tem sido transmitido até nós, as questões de autoridade estão ocasionalmente anotadas e os fatos pertinentes de crítica literária se mencionam de passagem. Incluem-se mapas para ajuda do leitor numa integração cronológica do desenvolvimento do Antigo Testamento. As datas dos períodos mais antigos estão ainda sujeitas a revisão. Qualquer dado acontecido antes dos tempos davídicos deve ser considerado como aproximado. Para o Reino Dividido consegui o esquema de Ewin H. Thiele. Já que os nomes dos reis de Judá e Israel constituem um problema para o leitor médio, dei as variantes utilizadas neste livro. Os mapas foram desenhados para ajudar o leitor a uma melhor compreensão dos fatores geográficos que afetaram a história contemporânea. As fronteiras mudaram freqüentemente. As cidades foram destruídas e voltas a reconstruir de acordo com a variável fortuna dos reinos que floresceram e declinaram. É um prazer render tributo de agradecimento ao doutor Dwight Wayne Young, da Universidade de Brandeis, pela leitura deste manuscrito em sua totalidade e sua contribuição de ajuda crítica no conjunto da obra. Também desejo expressar meu agradecimento ao doutor Burton Goddard e William Lane da Gordon Divinity School, assim como ao doutor John Graybill, do Barrington Bible College, quem leu as anteriores versões. Desejo agradecer de modo especial a meu amigo George F. Bennet, cujo interesse e conselho foram uma fonte contínua de estímulo. Desejo igualmente expressar meu agradecimento à administração do Wheaton College por conceder-me tempo para completar o manuscrito, à Associação de Alunos do Wheaton Hingham, Massachusetts, por proporcionar-me facilidades para pesquisar e escrever. Estou agradecido pelo interesse e o estímulo de meus colegas do Departamento de Bíblia e Filosofia do Wheaton College, especialmente ao doutor Kenneth S. Kantzer, que assumiu responsabilidades presidenciais em minha ausência. A Elaine Noon lhe estou agradecido por sua exatidão e cuidado ao datilografar todo o manuscrito. De igual forma tem sido altamente valiosa a ajuda dos bibliotecários de Andover, Harvard e Zion. Estou em dívida de gratidão igualmente com Carl Lindgren, do Scripture Press, pelos mapas incluídos no presente volume. Acima de tudo, este projeto não teria podido executar-se sem a voluntária cooperação de minha família. Minha esposa, Eyla June, leu e releu palavra por palavra todo o trabalho, brindando-me sua inapreciável crítica, enquanto Linda e David aceitaram bondosamente as mudanças que este empenho impus sobre nossa vida familiar. S. J. S. Wheaton College, Weathon, Illinois, janeiro de 1960
  • 5. 5 • Introdução O Antigo Testamento O interesse no Antigo Testamento é universal. Milhões de pessoas voltam a suas páginas para rastejar os princípios do judaísmo, o cristianismo, ou o Islã. Outras pessoas, sem número, o fizeram procurando sua excelência literária. Os eruditos estudam diligentemente o Antigo Testamento para a contribuição arqueológica, histórica, geográfica e lingüística que possui, conducente a uma melhor compreensão das culturas do Próximo Oriente e que precedem à Era Cristã. Na literatura mundial, o lugar que ocupa o Antigo Testamento é único. Nenhum livro —antigo ou moderno— teve tal atração a escala mundial, nem foi transmitido com tão cuidadosa exatidão, nem foi tão extensamente distribuído. Aclamado por homens de estado e seus súbditos, por homens de letras e pessoas de escassa ou nula cultura, por ricos e pobres, o Antigo Testamento nos chega como um livro vivente. De forma penetrante, fala a todas as gerações. Origem e conteúdo Desde um ponto de vista literário, os trinta e nove livros que compõem o Antigo Testamento, tal e como é utilizado pelos Pastores, pode dividir-se em três grupos. Os primeiros dezessete —Gênesis até Ester— dão conta do desenvolvimento histórico de Israel até a última parte do século V a.C. Outras nações entram na cena somente quando têm relação com a história de Israel. A narração histórica se interrompe muito antes dos tempos do Cristo, pelo que há um intervalo de separação de quatro séculos entre o Antigo e o Novo Testamento. A literatura apócrifa, aceita pela Igreja Católica, se desenvolveu durante este período, porém nunca foi reconhecida pelos judeus como parte de seus livros aceitados ou "cânon". Cinco livros —Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e o Cântico dos Cânticos—, se classificam como literatura de sabedoria e poesia. Sendo de natureza bastante geral, não serão relacionados intimamente com algum incidente particular da história de Israel. Como muito, somente uns poucos salmos podem ser associados com acontecimentos relatados nos livros históricos. Os dezessete livros restantes registram as mensagens dos poetas, que apareceram em Israel de tempo em tempo para declarar a Palavra de Deus. o fundo geral e freqüentemente os detalhes específicos dados nos livros históricos, servem como chave para a adequada interpretação de tais mensagens proféticas. Reciprocamente, as declarações dos profetas contribuem em grande medida com a compreensão da história de Israel. A disposição dos livros do Antigo Testamento tem sido uma questão de desenvolvimento histórico. Na Bíblia hebraica moderna os cinco livros da Lei estão seguidos por oito livros chamados "Profetas": Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, Isaias, Jeremias, Ezequiel e os Doze (os profetas menores). Os últimos onze livros estão designados como "Escritos" ou hagiógrafos: Salmos, Jó, Provérbios, Rute, Cântico dos Cânticos, Lamentações, Ester, Daniel, Esdras-Neemias e 1 e 2 Crônicas. A ordem dos livros tem variado durante vários séculos após ter sido completado o Antigo Testamento. O uso do códice, em forma de livros, introduzido durante o século segundo da Era Cristã, necessitava uma ordem definida de colocação. Em tanto foram conservados em rolos individuais, a ordem dos livros não foi de importância fundamental; porém, segundo o códice foi substituindo o rolo, a colocação normal, tal e como se reflete em nossas Bíblias hebraicas e de línguas modernas, chegou gradativamente a fazer-se de uso comum. De acordo com a evidência interna, o Antigo Testamento foi escrito durante um período de aproximadamente mil anos (de 1400 a 400 a.C.) por, pelo menos, trinta autores diferentes. A paternidade literária de certo número de livros é desconhecida. A língua original da maior parte do Antigo Testamento foi o hebraico, uma rama da grande família das línguas semíticas, incluindo o fenício, o assírio, o babilônico, o árabe e outras línguas. Até o tempo do exílio, o hebraico se converteu na língua franca do Fértil Crescente, pelo que partes de Esdras (4.8 -6.18; 7.12-26), Jeremias (10.11) e Daniel (2.4 – 7.28) foram escritas nesta língua.
  • 6. 6 Transmissão do texto hebraico O pergaminho ou vitela, que se prepara com peles de animais, era o material mais freqüente empregado nos escritos do Antigo Testamento hebraico. A causa de sua durabilidade, os judeus continuaram seu uso através dos tempos de gregos e romanos, embora o papiro resultava mais plena e comercialmente aceitável em quanto à classe de material de escritura. um rolo de pele de tamanho corrente média uns dez metros de comprimento por vinte e oito centímetros de largo, aproximadamente. Peculiar aos textos antigos, é o fato de que no original somente se escreviam as consoantes, aparecendo numa linha contínua com muito pouca separação entre as palavras. Com o começo da Era Cristã, os escribas judeus ficaram extremamente cônscios da necessidade da exatidão na transmissão do texto hebraico. Os eruditos dedicados particularmente a esta tarefa nos séculos subseqüentes se conheciam como os massoretas. Os massoretas copiavam o texto com grande cuidado, e com o tempo, inclusive numeravam os versículos, palavras e letras de cada livro 1. Sua maior contribuição foi a inserção de signos vogais no texto como uma ajuda para a leitura. Até 1448, em que apareceu em Soscino, Itália, a primeira Bíblia hebraica impressa, todas as Bíblias eram manuscritas. Apesar de terem aparecido exemplares privados em vitela e em forma de livro, os textos da sinagoga eram limitados usualmente a rolos de pele e copiados com um extremo cuidado. Até o descobrimento dos Rolos do Mar Morto, os mais antigos manuscritos existentes datavam de aproximadamente o 900 a.C. Nos rolos da comunidade de Qunrã, que foi dispersada pouco antes da destruição de Jerusalém em 70 d.C., todos os livros do Antigo Testamento estão representados, exceto o de Ester. Evidências mostradas por estes recentes descobrimentos têm confirmado o ponto de vista de que os textos hebraicos preservados pelos massoretas foram transmitidos sem mudanças de consideração desde o século I a.C. As versões 2 A Septuaginta (LXX), uma tradução grega do Antigo Testamento, começou a circular no Egito nos dias de Ptolomeu Filadélfio (285-246 a.C.). existia uma grande demanda entre os judeus de fala grega de exemplares do Antigo Testamento, acessíveis para uso privado e na sinagoga, na língua franca da área mediterrânea oriental. Muito provavelmente uma cópia oficial foi colocada na famosa biblioteca de Alexandria. Esta versão não foi usada somente pelos judeus de fala grega, senão que também foi adotada pela igreja cristã. Muito provavelmente, Paulo e outros apóstolos usaram um Antigo Testamento grego ao apoiar sua afirmação de que Jesus era o Messias (Atos 17.2- 4). Contemporaneamente, o Novo Testamento foi escrito em grego e veio fazer parte das Escrituras aceitas pelos cristãos. Os judeus, alegando que a tradução grega do Antigo Testamento era inadequada e estava afetada pelas crenças cristãs, se aferraram tenazmente ao texto na língua original. Este texto hebraico, como já indicamos, foi transmitido cuidadosamente pelos escribas e massoretas judeus em séculos subseqüentes. Em virtude destas circunstâncias, a igreja cristã veio ser a custódia da versão grega. Aparte de eruditos tão destacados como Orígenes e Jerônimo, poucos cristãos concederam atenção alguma ao Antigo Testamento em sua língua original até o Renascimento. Contudo, havia várias traduções gregas em circulação entre os cristãos. Durante o século II, a forma de códice —nossa moderna forma de livro com folhas ordenadas para a encadernação— começou a entrar em uso. O papiro era já o principal material de escritura utilizado em todo o Mediterrâneo. Substituindo os rolos de pele, que 1 Dado que a divisão em versículos aparece no texto hebraico no século décimo d.C., a dúvidas do Antigo Testamento em versículos foi feita, segundo parece, pelos massoretas. Nossa dúvida em capítulos começou com o bispo Stephen Langton no século XIII (faleceu em 1228). 2 Para o relato de como as Escritura chegaram a nós, veja "Nossa Bíblia e os Antigos Manuscritos", de Sir Frederic Kenyon, revisada por A. W. Adams (Nova Iorque, Harper &Brothers, 1958).
  • 7. tinham sido o meio aceito para a transmissão do texto hebraico, os códices de papiro se converteram nas cópias normais das Escrituras na língua grega. Para o século IV o papiro foi substituído pela vitela (o pergaminho). As primeiras cópias que atualmente existem, datam da primeira metade do século IV. Recentemente, alguns papiros, da notável coleção de Chester Beatyy, têm proporcionado porções da Septuaginta que resultam anteriores aos códices em vitela anotados anteriormente. A necessidade de outra tradução se desenvolveu quando o latim substituiu o grego como a língua comum e oficial do mundo mediterrâneo. Embora uma antiga versão latina da Septuaginta tinha já circulado na África, foi, não obstante, através dos esforços eruditos de Jerônimo, quando apareceu uma tradução latina do Antigo Testamento perto de finais do mencionado século IV. Durante o seguinte milênio, esta versão, mais conhecida como a Vulgata, foi considerada como a mais popular edição do Antigo Testamento. A Vulgata, até nossos dias, com a adição dos livros apócrifos que Jerônimo descartou, permanece como a tradução aceita pela Igreja Católica Romana. O Renascimento teve uma decisiva influência na transmissão e circulação das Escrituras. não somente o reavivamento de seu estudo estimulou a multiplicação de cópias da Vulgata, senão que despertou um novo interesse no estudo das línguas originais da Bíblia. Um novo ímpeto se produziu com a queda de Constantinopla, que obrigou a numerosos eruditos gregos a refugiar-se na Europa Ocidental. Emparelhado com este renovado interesse no grego e no hebraico, surgiu um veemente desejo de fazer a Bíblia acessível ao laicato, como resultado do qual apareceram traduções na língua comum. Antecedendo de Martinho Lutero em 1522, havia versões alemãs, francesas, italianas e inglesas. De importância
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