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A Importância Do Estágio Supervisionado no Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia

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A Importância Do Estágio Supervisionado no Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Maria Celoir da Silva Ferreira (FCSGN) 1 Leonilda Jandra de Oliveira (FCSGN) 2 Ronaldo Lemes da Silva (FCSGN) 3 Resumo: O presente artigo propõe relatar a importância do estágio supervisionado no curso de licenciatura em pedagogia, tendo em vista que ao iniciar o curso, vários questionamentos são realizados pelos acadêmicos, pois em sua maioria muitos não tiveram uma experiência em sala de aula, essas dúvidas são consideradas normais, pois como futuros professores ao mesmo tempo em que a ansiedade em entrar em sala de aula, vem o medo e as perguntas: Será que tenho perfil? Será que vou conseguir? Não me identifico com esta modalidade? Dentre outras que vão surgindo, e ao iniciar o estágio estes questionamentos são respondidos, por isso a importância do bom desenvolvimento do estágio porque possibilita ao acadêmico o contato com a realidade antes da conclusão do curso. O estágio possibilita a descoberta da área de atuação que o acadêmico se identifica dentro do âmbito escolar, pois deve ser um processo dinâmico de aprendizagem, permitindo que o aluno conheça e compreenda a realidade de sua futura profissão e possa realizar a união entre a teoria com a prática e aplica durante o estágio supervisionado. Através de uma pesquisa bibliográfica foi analisado em diferentes autores as suas opiniões e ideias a fim de conhecer as informações referentes ao estágio supervisionado, e sua importância nesta formação pedagógica. O curso de pedagogia permite um trabalho interdisciplinar, por incluir núcleos temáticos na formação pedagógica, inserido o acadêmico a realidade com um amplo conhecimento e permitindo que o mesmo durante sua vida acadêmica, traga para sala de aula as vivências observadas e aplicadas durante o período de estagio. Palavras Chave: Estágio Supervisionado; Pedagogia; Teoria e Prática Abstract: This article proposes to report the importance of supervised internship in the course of degree in education, keeping in mind that when starting the course, several questions are carried out by academics as mostly many have not had an experience in the classroom, these doubts are considered normal how future teachers while anxiety to get in the classroom, fear and ask themselves: Do I profile? Will I succeed? I do not identify with this mode? Among 1 Maria Celoir da Silva Ferreira, Mestranda em Contabilidade e Controladoria pela FUCAPE Fundação Instituto Capixaba de Pesquisa em Contabilidade Economia e Finanças, Docente do Curso de Graduação em Ciências Contábeis da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte MT (FCSGN), 06 de maio de Leonilda Jandra de Oliveira, Mestranda em Contabilidade e Controladoria pela FUCAPE Fundação Instituto Capixaba de Pesquisa em Contabilidade Economia e Finanças, Docente do Curso de Graduação em Ciências Contábeis da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte MT (FCSGN), 06 de maio de Ronaldo Lemes da Silva, Bacharel em Ciências Contábeis (UNIFLOR 2010), especialista em Contabilidade Fiscal e Tributária (UNIFLOR 2012), atualmente professor da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte (FCSGN), responsável pelo departamento de Contabilidade da Empresa Aliança Materiais Para Construção Ltda de maio de 2016. others that are emerging, and start the stage these questions are answered, so the importance of good development stage because it enables the academic contact with reality before the end of the course. The internship enables the discovery of the area of expertise that academic identifies within the school environment, for it must be a dynamic process of learning, allowing students to know and understand the reality of their future profession and can realize the union between theory practice and apply during the supervised training. Through a bibliographical research was analyzed in different authors their opinions and ideas in order to meet the information regarding the supervised training, and its importance in this pedagogy course pedagógica.o training allows an interdisciplinary work, including thematic groups on teacher training, inserted academic reality with a broad knowledge and allowing the same during his academic life, bring to the classroom experiences observed and applied during the internship period. Keywords: Supervised Internship. Pedagogy. Theory. Practice 1. INTRODUÇÃO A entrada do acadêmico na unidade escolar, através da experiência do estágio se faz necessário possibilitando ao mesmo uma formação integral, tendo em vista que a cada dia, são requisitados para atuação na educação profissionais com habilidades diferenciadas e bem preparados para exercer a função na área educacional, sabe-se que ao iniciar sua vida acadêmica o aluno logo se depara com um vasto conhecimento teórico, e em alguns casos se tornar complicado relacionar a teoria e prática se o acadêmico não vivenciar a realidade a cada semestre (MAFUANI, 2011). As mudanças que aconteceram na última década na área da educação, principalmente após a publicação da LDB no. 9394/96 têm mobilizado muitos professores a buscarem a titulação acadêmica adequada para atuar na docência. A legislação estabeleceu de 1997 a 2007 como sendo a década da educação, ou seja, o prazo que os educadores tinham para providenciar a titulação de graduação. Essa normatização legal levou muitas pessoas a voltarem a estudar, mesmo após muitos anos de afastamento do papel de estudante. Essa situação trouxe mudanças e desafios aos professores universitários dos cursos de Formação de professores que precisam desenvolver suas aulas com dois grupos distintos de acadêmicos: os que já têm experiência na docência e os que não atuam na área. O estágio supervisionado é um eixo articulador entre teoria e prática. Portanto, e a oportunidade em que o professor em formação tem a possibilidade de entrar em contato com a realidade profissional antes mesmo da conclusão do curso superior, percebendo durante este período as situações do cotidiano em sala de aula, podendo desenvolver as habilidades e competência já adquiridas em sala de aula com a teoria e aplicá-las na prática. Esses futuros educadores teriam que entrar logo nas primeiras etapas do curso possibilitando assim o contato com a realidade logo no inicio do curso acadêmico. Este artigo tem como objetivo de identificar a importância do estágio para a formação do professor, compreender os processos de formação e profissionalização docente e identificar a importância de um conhecimento in loco da realidade escolar (PASSERINI, 2007). A identidade do professor é construída ao longo de sua trajetória profissional, ao desempenhar as diferentes funções características do magistério. Porém, é no processo de formação, nele incluído o estágio, que são estabelecidas as opções e intenções da profissão a que se propõem os cursos de formação. Codo apud Pimenta (2004, p. 135) nos lembra de que o indivíduo é aquilo que faz. E o que faz o estagiário nesse momento de sua carreira? Se ele já exerce o magistério, seria incoerente dizer que se prepara para a profissão docente, mas sim que está em processo de legitimação de sua profissão. O curso, o estágio, as aprendizagens das demais disciplinas e as experiências dentro e fora da universidade e da escola onde atua ajudam-no a construir e fortalecer sua identidade docente. A obrigatoriedade legal do estágio e o cumprimento da carga horária são condições para a conclusão do curso tanto para quem já exerce como para os novatos na carreira que estará, de fato, aprendendo a profissão. O estágio, como espaço privilegiado de reflexão da possibilitando aos acadêmicos que ainda não exerceram a função docente, aprender com os professores já formados e com experiência na função docente (PIMENTA, 2004, p.103). As mesmas atividades permitem também a revitalização da escola, uma vez que o conhecimento construído na universidade serve de suporte teórico/prático para o debate de temas relevantes e a elaboração de propostas metodológicas inovadoras, interdisciplinares, contextualizadas, ou seja, significativas para os alunos. Essa compreensão facilita a atuação do aluno, tanto na realização das atividades nas escolas como professores regentes de turmas, bem como nas escolas campo como estagiários, referente ao exercício da análise e reflexão constantes no decorrer da carreira. O Estágio Supervisionado, e um momento único durante o processo de formação superior para o acadêmico, onde ele tem a oportunidade de mostrar sua independência, caráter e criatividade, nesta etapa e proporcionado ao aluno uma oportunidade de perceber se realmente se a área da docência de fato e sua profissão para vida toda (BIANCHI et. al. 2005). O estágio no curso de licenciatura deve ser visto e trabalho não como um cumprimento das exigências acadêmicas, pois ele o um momento que oferta ao acadêmico um crescimento profissional e pessoal, sendo um instrumento importante na integração entre a comunidade, escola e universidade (FILHO, 2010). Para quem não atua na carreira, os conhecimentos e as atividades permitem que ele se aproprie de instrumentais teóricos e metodológicos para a compreensão da escola, dos sistemas de ensino e das políticas educacionais. (PIMENTA, 2004, p.102), o Estágio, para os acadêmicos que ainda não exercem o magistério, pode ser um espaço de convergência das experiências pedagógicas que obtiveram durante sua formação, e tendo uma continua aprendizagem da profissão docente. Durante a trajetória acadêmica, vários conhecimentos e atividades são desenvolvidas durante o curso, pois a base de formação dos futuros professores, têm por instrumentais teóricos e metodológicos para a compreensão da escola e do sistema de ensino. Essa base construída durante o estudo das disciplinas é fortalecida durante as atividades de observação, participação e atuação nas escolas campo, bem como durante a análise, avaliação e crítica que possibilitarão a proposição de projetos de intervenção a partir dos desafios e das necessidades que serão vivenciadas no contexto escolar na futura atuação profissional (PASSERINI, 2007). No início do estágio, muitos dos alunos demonstram atitudes de pânico, de desorientação e às vezes até de impotência no convívio com o espaço escolar. São constantes os problemas que um número significativo de estagiários encontra nas escolas. De acordo com os relatórios de estágio e as experiências vivenciadas pelo professor orientador de estágio junto aos acadêmicos - estagiários, podemos listar alguns destes problemas: Falta de organização, de recursos materiais, de integração entre escola e estagiários. Este presente artigo vem relatar a importância do Estágio Supervisionado no processo de formação do acadêmico na área da docência, buscando compreender conforme relata alguns autores os passos que devem ser realizados neste inicio de processo profissional e os avanços que o contato com a realidade escolar pode oferecer a formação do futuro professor. Os estagiários que ainda não têm experiência no magistério, geralmente, sofrem um grande impacto ao deparar com a real condição de trabalho nas escolas e as contradições entre o escrito e o vivido, o dito nos discursos oficiais e o que realmente acontece. Aí, então, vem a clássica afirmação: a teoria é uma e a prática é outra. 2 DESENVOLVIMENTO O curso de pedagogia precisa formar os futuros professores qualificados para atuarem em várias áreas da educação, afim de atender as necessidades sócio-educativas formal, informal e não formal, decorrentes nas novas tecnologias e realidades que a educação propicia diariamente, pedagogos prontos para atuarem na área de gestão, supervisão e coordenação pedagógicas nas unidades escolares Segundo Libâneo (1999, p.30-31). O estágio na matriz curricular no curso de pedagogia vem como facilitador de uma ação eficaz, na formação do pedagogo em suas diversas formas de atuação na unidade escolar, pois pode-se considerar uma formação continuada na realidade, preparando este profissional para atuar na sociedade em que esta inserido, de uma forma reflexiva, comprometida e crítica. 2.1 A sempre questionável relação entre teoria e prática Para muitas pessoas, a palavra estágio está diretamente relacionada à idéia de prática, de colocar a mão na massa, de realmente aprender a exercer a profissão para a qual está se preparando, como se somente essa etapa da formação fosse responsável pelo trabalho de construção de todas as competências profissionais. Infelizmente, essa ainda é uma das maneiras de ver as disciplinas de estágio também na formação de professores. A relação entre a teoria e a prática é um aspecto questionável nos diversos cursos profissionalizantes, uma vez que o reducionismo dos estágios às expectativas da prática instrumental e de outros fatores são situações problemáticas que podem ocorrer durante a formação superior. Não se pode separar a teoria e a prática, pois os prejuízos serão visíveis quando o acadêmico não consegue relacionar e verificar sua prática como acadêmico visualizando o como futuro profissional da educação, e será sentida na sua atuação inicial (PIMENTA e LIMA, 2004, p.41). Muito se tem discutido e várias pesquisas têm sido realizadas para buscar respostas em relação à melhor maneira de trabalhar a relação entre teoria e prática na formação profissional. No processo de formação de professores, Pimenta e Lima (2004) apresentam essa discussão em três concepções: imitação de modelos, instrumentalização técnica e pesquisa. 2.2 O estágio como imitação de modelos Em diversos momentos, deparamo-nos com situações em que as pessoas buscam receitas prontas para resolver seus problemas, buscam modelos a serem seguidos. Essa também é a visão que algumas pessoas têm sobre o estágio. Acreditam que nesse momento da formação vão encontrar todas as respostas para suas dúvidas sobre a profissão. Nessa concepção, o modo de aprender a profissão [...] será a partir da observação, imitação, reprodução e, às vezes, reelaboração dos modelos existentes na prática consagrados como bons (PIMENTA e LIMA, 2004, p.35). Acadêmicos que iniciam seus estágios com essa visão, muitas vezes se decepcionam por não encontrar nas escolas e nas práticas dos professores aquele ideal que construíram como referencial da docência. Limitados à visão do exemplo e do modelo perfeito, não conseguem construir suas aprendizagens a partir da realidade concreta que vivenciam. As aprendizagens do estágio são vistas como parte prática, vinculada apenas parcialmente à parte teórica. A relação entre teoria e prática acontece de maneira superficial, ficando as reflexões mais em nível de experiências vividas e de saberes já construídos. Ao observarem a ação docente, selecionam e escolhem os aspectos que conferem com os referenciais que elaboraram até o momento. Apesar dessa maneira também apresentar resultados na formação profissional, suas limitações preocupam em relação ao atual contexto, pois a situação educacional que os acadêmicos observam é vista como algo imutável. Isso gera o conformismo e a conservação de hábitos, ideias, valores e comportamentos legitimados pela cultura dominante. Nesse sentido, a prática do estágio: Reduz-se a analisar os docentes atuando na aula e imitar esses profissionais, sem proceder a uma análise crítica e teórica e legitimada na realidade social em que o ensino se processa. Assim, a observação se limita à sala de aula, sem análise do contexto escolar, e esperam-se do estagiário a elaboração e execução de aulasmodelo (PIMENTA e LIMA, 2004, p.36). 2.3 O estágio como instrumentalização técnica Outra maneira de conceber o estágio nos cursos de formação profissional é a exagerada ênfase que se dá à aprendizagem das habilidades e competências técnicas da profissão, minimizando a reflexão, a crítica, a compreensão e a análise do contexto histórico e social em que essa prática acontece. Nesse tipo de estágio, tanto os professores orientadores como os acadêmicos preocupam-se principalmente com os momentos de intervenção que vão acontecer efetivamente, enfocando a prática das rotinas de intervenção técnica da profissão (BORGES, 2009). No caso da formação de professores, essa preocupação volta-se ao planejamento e à realização das habilidades específicas do manejo de classe, ao preenchimento de fichas de observação, às oficinas pedagógicas para a confecção de materiais, às dinâmicas de grupos, entre outras ações. Não estamos dizendo, com isso, que essas aprendizagens não são importantes, porém é preciso ter cuidado para não incorrermos no risco de trabalharmos o estágio na perspectiva de uma didática instrumental, ao invés de uma didática crítica e reflexiva. É importante a busca de um equilíbrio na relação entre a teoria e a prática, pois nesse enfoque a parte prática é a preocupação principal (PASSERINI, 2007). Outro risco que corremos nessa concepção é que os estagiários passem a ser vistos pelas escolas como mão-de-obra gratuita e como substitutos dos professores. A relação construída entre a escola e a universidade precisa ser consolidada por meio de um trabalho sério, comprometido e reflexivo, e não simplesmente pelo fazer. A atuação no estagio necessita ser repensada, afim de evitar um distanciamento concreto da vida e do trabalho, com a realidade que acontece nas escolas, pois as disciplinas que estão estruturadas nos cursos de formação de professores não estabelece em algumas situações os conteúdos desenvolvidos em sala de aula com a realidade que ocorre diariamente no ensino (PIMENTA e LIMA, 2004, p.39). Além disso, considerando que o processo educativo atual é amplo, complexo e diverso, a simples aprendizagem de técnicas e o treinamento de habilidades específicas não possibilitam ao futuro professor trabalhar com as situações imprevistas e inusitadas do cotidiano. É preciso que ele saiba criar novas técnicas e estratégias a partir da reflexão e da análise sobre os momentos diferenciados que vivencia com seus alunos. 2.4 O estágio como pesquisa Durante muito tempo se tem discussões a procura de respostas sobre essa diferença existente entre a teoria e a prática nos anos de 1990 levou à movimentação da valorização da pesquisa no estágio e à construção deste como atividade teórica instrumentalizadora da práxis (PIMENTA, 1994). Neste sentido espera-se uma superação na prática do estágio como momento de encontrar as verdades sobre a realidade da escola e da sala de aula, o que tem levado muitos acadêmicos a dizer o que e como devem agir os professores, como se tivessem as respostas para todos os problemas, avançando além de uma visão tecnicista do estágio como mera aprendizagem de técnicas e de estratégias. Nesse sentido: A pesquisa no estágio, como método de formação de futuros professores, se traduz, de um lado, na mobilização de pesquisas que permitam a ampliação e análise dos contextos onde os estágios se realizam; por exemplo, existem possibilidades para que os estagiários desenvolverem postura e habilidades de pesquisador a partir das situações de estágio, elaborando projetos que lhes permitam ao mesmo tempo analisar e verificar os problemas nas situações que observam durante o estágio (PIMENTA e LIMA, 2004, p.46). A concepção do estágio como pesquisa faz a aproximação e a interrelação entre o conjunto de disciplinas que compõem o curso de formação, pois, para fazer as análises e a elaboração dos projetos de intervenção, é imprescindível ter embasamento teórico, superando a superficialidade do senso comum. Nessa perspectiva, o papel das teorias é iluminar e oferecer estratégias e instrumentos que possibilite o acadêmico a analisar e investigar as práticas institucionais determinadas pelas legislações e as atividades desenvolvidas no dia a dia nas salas de aulas, ao mesmo tempo, colocar elas próprias em questionamento, uma vez que as teorias são explicações sempre provisórias da realidade (PIMENTA e LIMA, 2004, p.43). Assim, a parte prática do curso não deve acontecer somente nas disciplinas de estágios, ma
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