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A importancia do planejamento e controle da manutencao estudo na afla

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A importancia do planejamento e controle da manutencao estudo na afla
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    A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO: um estudo na Afla indústria de bebidas Manuela Soares de Souza Graduada em Administração de Empresas da Faculdade José Augusto Vieira Email: manukilis@hotmail.com  Prof. Esp. Rodrigo Silva de Santana Professor da Faculdade José Augusto Vieira Email: rodrigoczar@hotmail.com RESUMO Com o passar dos anos algumas exigências mercadológicas passaram de optativas para imprescindíveis às organizações que tenham interesse em manter-se atuante e concorrente no mercado. Estas podem ser direcionadas para a qualidade total, a busca da melhoria contínua, dentre outras. Com isso surge a necessidade de planejar a produtividade, em especial a manutenção dos equipamentos e maquinários de uma fábrica. Palavras chaves: Manutenção. Produção. Redução de Custos. ABSTRACT Over the years some marketing requirements went from optional to essential organizations who wish to remain active and competitor in the market. These may be directed to total quality, continuous improvement, among others. With this comes the need to plan for productivity, in particular the maintenance of equipment and machinery in a factory. Keywords:  Maintenance. Production. Cost Reduction.  1 INTRODUÇÃO  As evoluções nas indústrias ocorrem desde a primeira Revolução Industrial, quando se tornou evidente a exigência mercadológica através de algumas mudanças econômica, social e tecnológica, fomentando das empresas equipamentos com eficiência a custos baixos. Essa sublevação foi um marco na conjuntura econômica da humanidade e trouxe diversos benefícios para as organizações dentre eles, a aceleração da produção e consequentemente um considerável aumento dos lucros.    Com o decorrer do tempo o avanço tecnológico tem proporcionado um ambiente altamente competitivo para as organizações, portanto, o mercado se mantém em constante mutação. As máquinas e equipamentos proporcionaram um novo cenário para a indústria mundial com a possibilidade de maior produção, melhor acabamento e como congruência direta a escassez de mão-de-obra. A necessidade de produzir mais e melhor desencadeou um novo olhar para as empresas, onde possibilitou acreditar que apenas em programar de forma correta a produção, atrelando a isso uma manutenção atuante nos equipamentos em funcionamento, proporcionaria uma fabricação eficiente, com qualidade e menos custos. Sabe-se que o sucesso de uma empresa está atrelado a interação dentre todas as suas esferas de forma a interagir em beneficio do objetivo organizacional. E para assessorar e garantir a competitividade no mercado atuante às empresas contemporâneas dispõem de duas ferramentas fundamentais, o planejamento e o controle. Estas se tornaram utensílios primordiais para todos os setores de uma organização, em especial no aprimoramento da manufatura. Para Oliveira (2007, p.5), o planejamento está dividido em: desenvolvimentos dos processos, técnicas e atitudes administrativas, com o objetivo de facilitar as decisões futuras. Portanto, para garantir uma produção eficiente e com qualidade, planejar é essencial. E a inspeção deste plano traçado é o que irá garantir as execuções de forma correta e no tempo certo. Por isso, o controle é pertinente para a concretização de um planejamento com eficiência e eficácia.  Assim sendo, surgira uma nova preocupação no que se refere ao planejamento da manufatura mediante todas essas novas tecnologias, principalmente em relação ao atendimento do cliente, com a preocupação de produzir a fim de satisfazê-los. Desta forma, as empresas buscam cada vez mais integrar todos os setores a fim de proporcionar a tangibilidade das metas organizacionais. O cruzamento de todas as informações existentes na organização possibilita a eficiência dentre todas as atividades, por exemplo, uma relação saudável entre o setor de compras e produção, garantirá um bom desempenho da contabilidade da empresa. Com base nesse contexto percebe-se que em decorrências dos imensos problemas gerados pelos equipamentos nas linhas de produção industriais teve como consequência direta os enormes custos. Procura-se minimizar estas ocorrências com iniciativas disponíveis e atingíveis, por meio de um planejamento de manutenção. Diante    do exposto podemos indagar: Qual a importância do Planejamento e Controle de Manutenção para as organizações?  Assim, esta pesquisa busca enfatizar a importância de uma programação eficiente da produção no tocante a manutenção, como forma de reduzir os custos e otimizar os processos produtivos, com confiabilidade e qualidade, tornando possível melhoria ao produzir com eficiência todos os equipamentos em perfeito funcionamento sempre que solicitado pela programação da produção. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Organizações Um grupo de pessoas que se constitui de forma organizada para atingir objetivos comuns é denominado de Organização. Desta forma, esta inclusa as associações culturais, partidos políticos, sindicatos, condomínios cooperativas, etc. Enfim, é preferível executar tarefas por meio de organizações, em virtude da facilidade de obter o resultado final com padrões mais elevados e maior qualidade de vida. (LACOMBE; HEILBORN, 2006, p. 13).  As organizações desempenham um papel de grande importância na sociedade, uma vez que, quase todas as atividades que exercemos são disponibilizadas por elas.  Assim como, hospitais, escolas, faculdades e empresas de outras finalidades diversas. Para Chiavenato (2000) a organização é a forma mais eficiente de satisfazer maior parte de necessidades humanas. Portanto, ele afirma que a srcem das organizações se dá por três razões, a saber: razões sociais  –  a necessidade que as pessoas têm de se relacionar; razões materiais  –  necessidade de alcançar coisas que jamais conseguiriam sozinhas como, eficiência e agilidade na execução das tarefas; efeito sinergístico  –  é a possibilidade de o resultado ser maior que o esperado em virtude do trabalho em conjunto. Portanto, fica evidenciado que as organizações existem como forma de unir as pessoas de modo a possibilitar o alcance de um objetivo comum. E esta pode estar direcionada a diversas atividades que vão desde as famílias até as empresas que visem produzir bens ou serviços, a fim de proporcionar novas possibilidades às pessoas.    2.1.1 As Organizações como células produtivas Com o passar dos anos, a cada acontecimento histórico, ocorrem mudanças no modo de vida da humanidade, seja ela social, econômica ou política. É neste contexto que surgem as empresas cada vez mais complexas, buscando suprir as necessidades fomentadas pelas pessoas. Chiavenato (2000, p. 45) afirma que “as empresas produzem bens ou serviços, empregam pessoas, utilizam tecnologias, requerem recursos e, sobretudo, necessitam de administração”. Desta forma, além de satisfazer os anseios das pessoas, as empresas também contribuem para o bem comum através da empregabilidade no âmbito em que esta inserida.  Á medida que uma organização é bem sucedida, isto é, em que consegue atingir seus objetivos, ela tende a ampliá-los e, portanto, tende a crescer. Esse crescimento leva a aumentar o número de pessoas (e o volume dos demais recursos necessários) cuja atividade cooperativa permite o alcance dos novos objetivos. Com o aumento do número de pessoas, aumenta também o número de relações entre elas, a fim de garantir o intercâmbio necessário. (CHIAVENATO, 1994, p. 44). Conforme abordado pelo autor acima percebe-se que a forma como as empresas estão inseridas na sociedade e o modo como interagem com o ambiente define sua complexidade no campo de atuação. O fenômeno da globalização paralelo ao avanço tecnológico contribui para o dinamismo da sobrevivência de um empreendimento, no que se restringe aos procedimentos organizacionais com ênfase nos processos produtivos. Portanto, atividades como a lucratividade de uma empresa é também um fator de grande relevância para sua existência. No entanto, Lacombe e Heilborn (2006, p. 23) acreditam que “o lucro é absolutamente indispensável para que qualquer organização possa sobreviver, mas não se pode afirmar com precisão que todas as organizações existam tendo em vista só este objetivo.” Os autores comparam ainda o lucro de uma empresa à saúde de uma pessoa, “a saúde é absolutamente indispensável à sobrevivência; no entanto não vivemos para ter saúde”. Sabe-se que o lucro é importante para uma organização, no entanto existem outras prioridades em função dos anseios organizacionais. Assim, pode-se afirmar que atividades como: excelência nos processos produtivos; qualidade nos produtos e serviços, bem como, a satisfação do cliente também compõem os fatores preponderantes para o sucesso das empresas.    2.2 Planejamento O planejamento dentre outras atividades exercidas na empresa também contribui para eficiência em todos os processos organizacionais. Este pode ser de longo, médio ou em curto prazo. Para Certo (2003, p. 103) planejamento “é o processo de determinar como a organização pode chegar onde deseja e o que fará para executar seus objetivos”. E complementa ainda que planejar “é uma atividade gerencial fundamental independentemente do tipo de organização que estej a sendo gerenciado”. Desta forma, o autor afirma que por meio do planejamento a empresa pode contribuir para suas expectativas futuras. Já Corrêa et al (2001, p. 36) afirma que planejar é entender e considerar a situação atual para ter visão de futuro influenciando as decisões tomadas no presente e assim poder atingir determinados objetivos vindouros. Este plano pode ser traçado baseado nas informações passadas ou presentes e projetadas para o futuro seja ele curto, médio ou longo prazo. [...] o processo de planejamento permite elevar o grau de controle sobre o futuro dos sistemas internos e das relações com o ambiente. A organização que planeja procura antecipar-se às mudanças em seus sistemas internos e no ambiente, como forma de garantir sua sobrevivência e eficácia. (MAXIMIANO, 2000, p. 179).  Assim, fica evidenciado, o alto nível de importância que o planejamento exerce dentro das organizações, bem como, a necessidade de sua utilização de forma correta. Já para Lacombe e Heilborn (2006) o planejamento pode ser visto como uma direção a ser escoltada para alcançar um objetivo desejado, salientando ainda que para planejar é necessário decisões, com base em objetivos, fatos e estimativa do que poderia ocorrer em cada alternativa escolhida. Os autores (2006, p. 162) mostram ainda que “planejar é, portanto, decidir antecipadamente o que fazer, de que maneira fazer, quando fazer e quem deve fazer”. É, então, um plano formal do que se deseja executar podendo ser mensal, anual, etc. Visualiza-se exatamente isso na figura abaixo:
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