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A Importância Do Sono Na Saúde – Melatonina

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   A Importância do Sono na Saúde –Melatonina Publicado por Dr. Roberto Franco do Amaral Neto em 09/29/2015Categorias  ags Compartil!e 2 Partilhar FacebookTwitterGoogle+WhatsAppE-mail Novas e efcazes dicas provenientes de pesquisas científcas.  odos #uerem ter uma boa noite de sono. Nada mel!or$ %as os problemas dosono s&o incri'elmente comuns e a(etam muito mais pessoas do #ue 'oc)imagina. *egundo dados do +nstituto do *ono, - da popula&o adulta doPas t)m alguma #ueia relacionada ao sono. 3m *&o Paulo, 25 dapopula&o apresenta di4culdades para dormir, 2 acorda precocemente e- t)m di4culdade de manter o sono.As causas mais importantes de di4culdade para conciliar o sono est&orelacionadas com o estresse pro'ocado pelo dia a dia agitado e com aprodu&o inade#uada de serotonina, neurotransmissor #ue regula o ritmo dosono. Acredita6se #ue a serotonina se7a respons8'el pela (acilita&o do sono.Para #ue uma pessoa ten!a um sono ade#uado, ela age de duas (ormasdi(erentes. A princpio, regula a primeira (ase do sono, c!amada de sonolento: e num segundo momento ela tem #ue ela tem #ue estar inibido Noentanto, eplica a neurologista Dal'a ;ucia Rollemberg Po<ares, da =ni(esp,para #ue a (ase mais pro(unda acontea >sono R3%?, esse neurotransmissorde'e estar inibido. 3 a sensa&o de cansao e as ol!eiras no dia seguinten&o s&o os @nicos resultados de uma noite mal dormida Melatonina A melatonina >%3;? ou N6acetil656metoitriptamina, B o principal !ormniosintetiado pela glEndula pineal dos 'ertebrados e B sintetiada a partirda serotonina  pela con'ers&o inicial do tripto(ano em serotonina con'ers&oda serotonina em N6acetilserotonina e con'ers&o da N6acetilserotonina em  %3;. *ua secre&o ocorre eclusi'amente G noite, iniciando6se cerca de 2!oras antes do !or8rio !abitual de dormir e atingindo n'eis plasm8ticosm8imos entre 0 00 e 0H 00 !oras, 'ariando de acordo com o cronItipo doindi'duo. A lu B o (ator ambiental mais importante para a regula&o dasntese de %3; e respons8'el pelo ritmo circadiano de sua secre&o. 3ntre as'8rias aJes da %3; 78 compro'adas, se destacam imunomodulatIria>agindo sobre lin(Icitos, citocinas, entre outros?, anti6inKamatIria >inibindoprostaglandinas e regulando a CLM62?, antitumoral >inibindo mitoses esuprimindo a recapta&o do 8cido linolBico, regulando assim receptores deestrog)nio?, antioidante >regulando prI6oidantes en'ol'idos na sntese doIido ntrico e lipoigenases?, e cronobiolIgica >regulando os ritmosbiolIgicos?. Dessas (unJes, a mel!or demonstrada B a cronobiolIgica esabe6se !o7e #ue a %3; B o tradutor neuroendIcrino: do ciclo claro6escuro.>e7a o artigo de re'is&o?3m trabal!o publicado em setembro de 2015, pes#uisadores do NationalPirogov Centre of Therapy and Surgery   em %oscou, a'aliaram o e(eito damelatonina sobre a #ualidade de 'ida e e4c8cia da reabilita&o em pacientescom acidente 'ascular cerebral is#u)mico >AC+? so(rendo de insnia de'idoG perturba&o da (ase inicial do sono. 3les constataram #ue a melatoninareduiu a sonol)ncia, a lat)ncia para dormir e n@mero de despertares>microati'aJes? durante o sono e promo'eu a recupera&o de pacientes deAC+ com insnia de'ido G perturba&o do incio do sono.=m estudo realiado pelo Dr. Abrams, da Southern Illinois University Schoolof Medicine , demonstrou #ue a pri'a&o do sono ocorre #uando um sonoinade#uado le'a G diminui&o do desempen!o e do estado de alerta. Aindan&o B completamente compreendido por #ue os seres !umanos precisam dosono, embora algumas teorias incluam a conser'a&o de energia,restaura&o e processamento de in(ormaJes. A pri'a&o do sono temmuitos e(eitos deletBrios G sa@de.3m outro estudo, publicado em setembro de 2015 pelos pes#uisadores*c!Oart e *imon da Escola de População e Saúde Púlica da Universidadede !ritish Colu ia , (oi demonstrado #ue um aumento no sono de cerca de2! por noite aumentou signi4cati'amente o desempen!o atlBtico em 7ogadores de t)nis testados.De acordo com Curcio e colaboradores, do #epart ent of Psychology$University of %o e &'a Sapien(a)   Numa Bpoca em #ue '8rios estudos t)mdestacado a rela&o entre os processos do sono, aprendiagem e memIria,uma an8lise apro(undada dos e(eitos da pri'a&o de sono sobre acapacidade de aprendiagem do aluno e desempen!o acad)mico parece seressencial. A maioria dos estudos t)m sido de in'estigaJes correlatasnaturalistas, onde !or8rios de sono (oram correlacionados com odesempen!o acad)mico. No entanto, alguns autores (oram capaes demanipular ati'amente sono, a 4m de obser'ar as conse#u)nciasneurocogniti'as e comportamentais, tais como a aprendiagem, capacidadede memIria e desempen!o escolar.  Ls resultados sugerem (ortemente #ue >a? estudantes de di(erentes n'eisde ensino >desde a escola atB G uni'ersidade? s&o cronicamente destitudosde sono ou so(rem de m8 #ualidade do sono e conse#uente sonol)nciadiurna >b? a #ualidade e a #uantidade do sono est&o intimamenterelacionadas com a capacidade de aprendiagem dos alunos e desempen!oacad)mico >c? a perda de sono B (re#uentemente associada com baioaprendiado dos alunos >d? Ls estudos em #ue o sono era ati'amenterestrito ou otimiado apresentaram, respecti'amente, um agra'amento euma mel!ora na cogni&o e desempen!o acad)mico. 3stes resultadospodem ser relacionados ao en'ol'imento espec4co do cIrte prB6(rontal>PFC? na 'ulnerabilidade G perda de sono.Por eemplo, um estudante nota 10, #ue pontue na (aia de 906100 porcento em praticamente #ual#uer teste #ue realie, se ti'er menos de sete!oras de sono durante a semana, e cerca de H0 minutos a mais nos 4ns6de6semana, 'ai comear a pontuar nas (aias in(eriores a 90 por cento. Eeito da suplementação de melatonina na síndrome da adigacrnica em pacientes com esclerose m!ltipla tratados comintereron #eta e mito$antrona. A pre'al)ncia de esclerose m@ltipla >3%? B maior em regiJes geogr84cascom menor eposi&o G lu solar. A melatonina participa nos e(eitos da lusolar, em indi'duos saud8'eis e podem desempen!ar um papel na4siopatologia da 3%. A melatonina atra'essa a barreira !ematoence(8lica eeerce e(eitos antioidante, imunomodulador, e anti6inKamatIrio.A sndrome de (adiga crnica a(eta de 0 a 90 dos pacientes com 3%. A4siopatologia da sndrome da (adiga crnica B descon!ecida, no entanto aati'a&o dos mecanismos imunit8rio, inKamatIrio, oidati'o, de estressenitrosati'o e ele'a&o do perIido lipdico (oi relatada. A !omocistenaaumenta os n'eis de !idroperIidos lipdicos noplasma.L ob7eti'o de um estudo realiado por Adamc<c6*oOa e colaboradores da%edical =ni'ersit< o( *ilesia, na Polnia e publicado em 201- no Qournal o( P!<siolog< and P!armacolog<, (oi determinar o e(eito da suplementa&o demelatonina sobre a sndrome da (adiga crnica em pacientes com 3% ea'aliar as concentraJes de !idroiperIidos lipdicos >P;? plasm8ticos e de!omocistena como potenciais biomarcadores bio#umicos da (adiga.3m um estudo prospecti'o de 102 pacientes com 3% di'ididos H tratamentos(oram suplementados com melatonina por mais de 90 dias. Forameaminados os P;s plasm8ticos, a concentra&o de !omocistena, RN% docBrebro e pontua&o >score? de (adiga. Ls resultados mostraram #ue asconcentraJes de P; (oram signi4cati'amente maiores em todos os gruposestudados com 3% em rela&o ao controle.3m todos os grupos de pacientes com 3%, a aplica&o de melatonina  resultou em diminui&o signi4cati'a na concentra&o P; no plasma. Aconcentra&o plasm8tica de !omocistena (oi semel!ante Gs de pessoassaud8'eis. N&o !ou'e di(erenas signi4cati'as na concentra&o plasm8ticade !omocistena nos grupos estudados antes e apIs a aplica&o demelatonina. Ls pes#uisadores concluram #ue a melatonina eerce e(eitosbenB4cos em pacientes com esclerose m@ltipla com base nas suaspropriedades antioidantes compro'adas. % associação entre a duração do sono& sensi#ilidade ' insulina eunção das c(lulas ) pancre*ticas. Ls dados de di'ersos estudos epidemiolIgicos mostram uma rela&onegati'a entre a dura&o mBdia, auto6relatadas, de sono com diabetes oumetabolismo da glicose pre7udicado. Nos @ltimos 50 anos, a dura&o mBdia,auto6relatada, de sono diminuiu em cerca de 1,5 a 2 !oras, ao passo #ue apre'al)ncia de diabetes dobrou no mesmo perodo de tempo, de acordo comASerstedt e Nilsson >200?.3mbora esta e'id)ncia se7a circunstancial, meta6an8lises recentes na'erdade, apoiam o papel da redu&o de sono no desen'ol'imento dediabetes >Cappuccio e colaboradores, 2010 ollida< e colaboradores, 201*!an e colaboradores, 2015?. Ls dados de mais de uma d@ia de estudoseperimentais demonstraram a redu&o na sensibilidade G insulina e (un&odas cBlulas T6pancret8ticas apIs a pri'a&o do sono, incluindo estudosutiliando o padr&o6ouro, o clamp euglic)mico6!iperinsulin)mico, #ue Bamplamente utiliado em clnicas e laboratIrios para medir a a&o dainsulina na utilia&o da glicose em seres !umanos e animais, atra'Bs damedida da incorpora&o da glicose radioati'a em Irg&os indi'iduais,permitindo a'aliar seu metabolismo. =m dos estudos citados demonstrouainda #ue apenas uma noite sem sono B su4ciente para induir resist)ncia Ginsulina em participantes saud8'eis.No estudo realiado por Rutters e colaboradores e publicado em 201-, adura&o do sono (oi a'aliada com um acelermetro e, portanto, maiscon48'eis em compara&o com as medidas de auto6relato. A partir desteestudo, os pes#uisadores concluram #ue a dura&o do sono est8 associadacom alteraJes da sensibilidade G insulina e (un&o das cBlulas betapancre8ticas de uma (orma espec4ca a cada seo em pessoas clinicamentesaud8'eis. % melatonina e$erce eeitos #en(fcos em pacientes com esclerosem!ltipla A pre'al)ncia de esclerose m@ltipla >3%? B maior em regiJes geogr84cascom menor eposi&o G lu solar. A melatonina participa nos e(eitos da lusolar, em indi'duos saud8'eis e podem desempen!ar um papel na4siopatologia da 3%. A melatonina atra'essa a barreira !ematoence(8lica eeerce e(eitos antioidante, imunomodulador, e anti6inKamatIrio. A sndrome
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