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A Lei de Deus Pietro Ubaldi

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A Lei de Deus - Pietro Ubaldi
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  Sobre a obra:Sobre nós: É expressamente proibida e totalmente repudíavel a venda, aluguel, ou quaisquer usocomercial do presente conteúdo . O ebook espírita  disponibiliza conteúdo de dom í nio publico e propriedade   intelectual de A presente obra é disponibilizada pela equipe  do ebook espírita   com o   objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos, bem como   o simples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura.forma totalmente gratuita, por acreditar que o conhecimento  espírita  e a educação devem   ser acessíveis e livres a toda e qualquer pessoa. Você pode encontrar mais obras em nosso   site: www.ebookespirita.org.   A Lei de Deus Pietro Ubaldi PREFÁCIO Os capítulos deste livro constituem uma série de vinte e quatro palestras proferidas na Rádio Cultura   São Vicente,   todos os domingos, no período de 17 de agosto de 1958 a 8 de fevereiro de   1959, tendo por isso algumas vezes o caráter de conversa. Ao mesmo tempo, elas foram publicadas no jornal O Diário , de Santos. Apresentamos agora,   aqui reunidas, essas palestras. Elas continuam, desenvolvendo sempre mais, os conceitos expostos em nossos dois livros A Grande Batalha e Evolução e Evangelho,   da segun-da trilogia, de nossa segunda Obra, de 12 volumes como a primeira. Trata-se sempre do estudo da Lei de Deus, para que saibamos, realmente, como orientar a nossa própria vida. No livro O   Sistema (Gênese e Estrutura do Uni verso ) foram apresentadas as teorias básicas da sua formação e funcionamento. Nos dois referidos livros, A Grande Batalha e Evolução e Evangelho, entramos no terreno pratico das conseqüências e aplicações dessas teorias, do controle racional e experimental da sua verdade. Tivemos, por isso, que enfrentar o problema da conduta humana, no campo da ética, assunto do presente volume (A   Lei de Deus) e do que se lhe seguirá (Queda e Salvação). Mas, há uma diferença entre os dois. O primeiro, este que temos em mãos, trata o assunto de um modo geral, com uma linguagem fácil, acessível, adaptada a palestras pelo rádio. O segundo, Queda e Salvação, considera o mesmo assunto da conduta humana e da ética, mas de maneira diferente,   penetrando em profundidade os problemas, atingindo os pormenores, provando as teorias com demonstrações racionais e pondo-as em contato com a realidade dos fatos. Por isso, esse segundo livro voltará a falar de temas que no primeiro foram só superficialmente esboçados e tratados com linguagem diferente,   em função de outros ângulos. Podemos assim afirmar, porque o plano desse segundo livro já está se aproximando de nossa mente, e desde agora,   vemos os liames que unem os dois volumes no mesmo motivo fundamental de ética. O aspecto em função do qual é encarado este proble-ma no presente livro é o homem,   como cidadão do seu mundo terreno. Assim também,   o ângulo sob o qual será tratado o mesmo problema no livro Queda e Salvação é o pensamento de Deus que, com a Sua Lei, dirige o ser para a sua salvação final. No primeiro caso, a ética é concebida olhando-se para a Terra; no segundo, olhando-se para o Céu. Até agora o problema da nossa conduta foi enfrentado empiricamente pelas religiões que disto se encarregaram; mas, as soluções que elas nos ofereceram se baseiam em princípios teóricos axiomáticos, não demonstrados, enquanto na realidade, muitas vezes, aquelas soluções representam o resultado de ilusões psicológicas não controladas, ainda não provadas, mas cegamente aceitas, desabafo de instintos e impulsos do subconsciente. A forma mental moderna, no entanto, tomou-se mais culta e astuta. Pretende, por isso, olhar atrás dos bastidores da fé, para ver o que há de positivo, tanto mais quanto aquela fé implica em uma vida dura de virtude e sacrifício. O temor genérico de uma penalidade e a esperança de um ganho, sem saber onde e como, nos céus que começam a ser explorados e percorridos de verdade pela ciência, não convencem mais as consciências insatisfeitas. Agora que se aproxima o fim da civi1ização européia, encontramo-nos nas mesmas A LEI DE DEUS  Autor: Pietro Ubaldi   A Lei de Deus Pietro Ubaldi condições do fim do Império Romano, quando ninguém acreditava mais nos deuses. Como então,   fica de pé a forma, esvaziada da substância. No meio de muitas religiões, antes de tudo preocupadas em combater umas as outras para conservar e aumentar o seu império espiritual, o mundo fica substancialmente materialista, apegado sobretudo aos seus negócios. A velha linguagem continua sendo repetida. Mas, todos estão acostumados a ouvi-la e não reparam mais. O mundo progrediu e tornou-se diferente. Parece que nos milênios da sua vida religiosa, em vez de ser transformado pelas religiões ao realizar os princípios delas, ele as transformou para suas comodidades. Em vez de aprender a viver nas regras da Lei, aprendeu a arte de evadir-se delas, a astúcia das escapatórias para enganar o próximo e, se fosse possível, o próprio Deus. Então, se os velhos sistemas não adiantam mais, e se este é o resultado deles, por que não usar hoje outra linguagem que seja mais bem compreendida? Por que não se apoiar sobre outros impulsos e movimentar outras alavancas às quais o homem possa melhor obedecer? Por que não ver a vida no seu sentido utilitário, oferecendo-nos também vantagens quando pede virtudes e sacrifícios? Foi por isso que nasceram estas palestras. Com os nossos livros A   Grande Síntese,   Deus e Universo e o O   Sistema, tínhamos atingido uma visão bastante completa da estrutura orgânica do universo. Tratava-se, agora,   só de deduzir destes princípios gerais as suas conseqüências práticas,   pondo-os em contato com a realidade da nossa vida e verificando se eles permanecem verdadeiros também nos pormenores do caso particular. Deste modo o problema da conduta humana foi enfrentado duma forma diversa, isto é, em sentido racional, positivo, logicamente demonstrado, experimentalmente controlável como faz a ciência, apoiado nos fatos que todos vemos e, assim, encontrando a sua explicação. Foi possível deste modo chegar a uma ética universal, não dependente de alguma religião particular,   absolutamente imparcial e verdadeira para todos, como é a matemática, ou a ciência em geral, porque faz parte da grande Lei que rege tudo, escrita no pensamento de Deus, e que podemos ver realizada nos fatos. Chegamos assim, nestas palestras, a uma orientação que sai do terreno empírico das religiões para entrar no terreno positivo da ciência, o que justifica as nossas conclusões, de que elas têm de ser ponderadas por toda mente que queira e saiba raciocinar e por isso aceita a demonstração, como a de um teorema de matemática. A novidade e importância deste ponto de vista, sustentado nestas palestras, baseia-se nos seguintes fatos: 1) Trata-se de uma ética universal, que diz respeito à vida e permanece verdadeira em todas ás suas formas chegadas a um dado nível de evolução, em qualquer corpo celeste do universo. Por isso, ficando acima de todos os pontos de vista particulares e relativos, esta ética resulta absolutamente imparcial a respeito das divisões humanas, porque delas é completamente independente. 2) Trata-se de uma ética positiva, como é a ciência, baseada em fatos, de uma ética que não é senão um capítulo da Lei que tudo rege e que a ciência estuda em outros seus aspectos. Ética de efeitos calculáveis, determinística, baseada em princípios absolutos, sem escapatórias, como por exemplo,   a lei da gravitação e as leis do mundo físico, químico, biológico, matemático etc. 3) Trata-se de uma ética praticamente utilitária, concorde com o princípio fundamental da Lei, que é a justiça e também o desejo do ser; justiça que exige que o sacrifício da obediência à Lei e o esforço para evoluir encontrem a sua recompensa. Ética correspondente ao instinto fundamental do ser, que é o de fugir do sofrimento e de chegar à felicidade. Por isso, vem a ser uma ética capaz de ser entendida e aceita, porque satisfaz à forma mental do homem moderno.
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