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A Lenda de Apolo - (Bianca Duplo)

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Bianca 639.1 - A LENDA DE APOLO Rosalie Ash ADORO ROMANCES EM EBOOKS APRESENTA! Um deus grego sedutor e inesquecível! Eleanor voltou à bela ilha grega com o único objetivo de convencer a si mesma de que o que sentia por Yan Diamakis era ódio, e não amor. Mas sua tentativa fracassou. Ao reencontrá-lo, teve certeza de que ele era o homem de sua vida. Porém, Eleanor estava decidida a não se deixar seduzir outra vez pelo charme de Yan. Afinal, agora havia outra vida que dependia dela... ROSALIE
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  ADORO ROMANCES EM E-BOOKS APRESENTA! Bianca 639.1 - A LENDA DE APOLO -Rosalie Ash Um deus grego sedutor e inesquecível! Eleanor voltou à bela ilha grega com o único objetivo de convencer a si mesma de que o que sentia por Yan Diamakis era ódio, e não amor.Mas sua tentativa fracassou. Ao reencontrá-lo, teve certeza de que eleera o homem de sua vida. Porém, Eleanor estava decidida a não sedeixar seduzir outra vez pelo charme de Yan. Afinal, agora havia outravida que dependia dela...  1 ROSALIE ASH A LENDA DE APOLO  Titulo Original: Apollo’s Legend.  1 ROSALIE ASH A LENDA DE APOLO Capitulo I Como ele ousara? A pergunta furiosa não saíra da cabeça de Lionanas últimas vinte e quatro horas. Claro, sempre soubera que Yan Diamakisse considerava o deus grego da modernidade, que habitava um mundodiferente, onde a supremacia masculina ainda era a regra, e não aexceção. Esse fora um dos motivos pelos quais o relacionamento deambos terminara.Mas, mesmo assim, ela nunca teria imaginado que Yan fosse capazde seqüestrar Christophor seu filhinho de três anos, e levá-lo para aGrécia.Passando a mão trêmula nos olhos, tentou conter o choro.Carregando a mala, saiu do caos do Aeroporto Skiathos para o caos darua. Filas de turistas esperavam pelos ônibus. O calor da ilha era intenso.Ela piscou para afastar lágrimas teimosas que insistiam em rolar dosolhos, sentindo como era devastador voltar àquele lugar. As lembrançasvinham à tona com os sons familiares, as paisagens e os cheiros da ilha.Mas lágrimas eram uma fraqueza que não podia demonstrar. Não queriamais ser fraca.A carta para Yan já havia sido uma demonstração de fraqueza,percebia agora. Achava que demonstraria maturidade, força de caráter,até compaixão... Mas esquecera que não adiantava argumentar comalguém como Yan Diamakis.— Hotel Thessa Beach, por favor — pediu ao motorista do táxi.Acomodou-se no assento traseiro e respirou fundo. Não fosse porChristophor, nem sonharia em entrar no hotel dos Diamakis e enfrentar oleão em seu próprio covil. Mas estava tão determinada quanto uma leoaprotegendo a cria. Ao levar Christophor, Yan cometera um crime que elanunca perdoaria. E a fúria cega era um ótimo antídoto contra o medo.A estrada serpenteava ao longo da costa sul da ilha, ao lado deabismos que revelavam belíssimas baías. Do lado norte viam-se asmontanhas verdes encobertas por névoa. No início Liona não conseguiuprestar atenção à paisagem, a mente fixa na sede de justiça, mas logo abeleza captou-lhe os sentidos.  1 ROSALIE ASH A LENDA DE APOLO Aquele não era um lugar onde sentimentos como vingança ouindignação tivessem espaço. Hibiscos vermelhos e cor-de-rosa, eoleandros brancos, estendiam-se a perder de vista. As casas de telhadosvermelhos, caiadas de branco, posicionavam-se simetricamente contra oforte azul do céu.Aquela pequena ilha ao norte da Grécia a havia conquistado quatroanos antes, e a magia do lugar ainda mexia com ela. Liona puxou os fartoscabelos   castanhos para trás e relaxou, aspirando o perfume dos pinheirose das flores que a brisa regava. Uma mistura quente e sensual que fariabem à alma.O carro freou abruptamente, levantando uma nuvem de poeira, eparou ao lado da trilha de pedregulhos que descia até o hotel. Lionasaltou, hesitante, enquanto o motorista tirava a bagagem do   porta-malas.O canto dos grilos, naquele final de tarde, soava alto.— Efharisto — murmurou ela, pagando ao motorista e dirigindo-se àtrilha que a levaria ao hotel.— Parakalol — Depois da troca de cortesia, Liona notou o olharapreciativo que o homem lhe lançou, medindo desde os olhos azuis até aslongas pernas bem-torneadas. — Boas férias!'Se ele soubesse... , refletiu Liona, caminhando para a praia. Estavalonge de esperar boas férias. Aquilo, na verdade, era o início de umpesadelo.Quatro anos antes sentia-se livre como o vento, guiando umapequena moto pela mesma trilha que agora percorria. Fora sua primeiraexperiência como representante de turismo de uma companhia deviagens. Amara cada minuto, deliciando-se com a calorosa hospitalidadegrega, a linda ilha   e o sol de verão. Tudo parecia tão descomplicado, tão perfeitamente planejado... Acomplicação que não previra fora encontrar Yan e apaixonar-seperdidamente. Ou melhor, imaginar que se apaixonara.Chegou ao fim da trilha de cascalho. A esquerda ficava o hotel,encravado no topo de uma pequena colina, os jardins descendo até abeira da praia.Pinheiros altos rodeavam a construção. Turistas se espalhavam pelaareia branca e na água azul do mar.
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