Documents

A Menina do Leit1.docx3.docx

Description
A Menina do Leite (Fábula do Esopo, adaptada por Christiane Angelotti) A menina era só alegria. Era a primeira vez que iria à cidade, vender o leite de sua querida vaquinha. Colocou sua melhor roupa, um belo vestido azul,e partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça. Ao caminhar, o leite chacoalhava dentro da lata. A menina também, não conseguia parar de pensar. Vou vender o leite e comprar ovos, uma dúzia. Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos. Quando os pintinhos cres
Categories
Published
of 3
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
  A Menina do Leite (Fábula do Esopo, adaptada por Christiane Angelotti)A menina era só alegria. Era a primeira vez que iria à idade, vender o leite de sua querida vaquinha. Coloou sua melhor roupa, um belo vestido azul,e partiu pela estrada om a lata de leite na abe!a. Ao aminhar, o leite haoalhava dentro da lata. A menina tamb m, n#o onseguia parar de pensar. $%ou vender o leite e omprar ovos, uma d&zia.$ $'epois, hoo os ovos e ganho uma d&zia de pintinhos.$ $uando os pintinhos reserem, terei bonitos galos e galinhas.$ $%endo os galos e rio as galinhas, que s#o ótimas para botar ovos.$ $Choo os ovos e terei mais galos e galinhas.$ $%endo tudo e ompro uma abrita e algumas poras.$ $e ada pora me der tr*s leit+ezinhos, vendo dois, o om um e ...$ A menina estava t#o distra-da em seus pensamentos, que trope!ou numa pedra, perdeu o equil-brio e levou um tombo. á se /oi o leite branquinho pelo h#o. E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os abritos, as poras e os leit+ezinhos pelosares. 0oral da história1 2#o se deve ontar om uma oisa antes de onsegui3la. A Galinha Ruiva 4m dia uma galinha ruiva enontrou um gr#o de trigo. 3 uem me a5uda a plantar este trigo6 3 perguntou aos seus amigos. 3 Eu n#o 3 disse o #o. 3 Eu n#o 3 disse o gato. 3 Eu n#o 3 disse o porquinho. 3 Eu n#o 3 disse o peru. 3 Ent#o eu planto sozinha 3 disse a galinha. 3 Coorió7 E /oi isso mesmo que ela /ez. ogo o trigo ome!ou a brotar e as /olhinhas, bem verdinhas, a despontar. 8 sol brilhou, a huva aiu e o trigo reseu e reseu, at ar bem alto e maduro.3 uem me a5uda a olher o trigo6 3 perguntou a galinha aos seus amigos. 3 Eu n#o 3 disse o #o. 3 Eu n#o 3 disse o gato. 3 Eu n#o 3 disse o porquinho. 3 Eu n#o 3 disse o peru. 3 Ent#o eu olho sozinha 3 disse a galinha. 3 Coorió7 E /oi isso mesmo que ela /ez.  3 uem me a5uda a debulhar o trigo6 3 perguntou a galinha aos seus amigos. 3 Eu n#o 3 disse o #o. 3 Eu n#o 3 disse o gato. 3 Eu n#o 3 disse o porquinho. 3 Eu n#o 3 disse o peru. 3 Ent#o eu debulho sozinha 3 disse a galinha. 3 Coorió7 E /oi isso mesmo que ela /ez.3 uem me a5uda a levar o trigo ao moinho6 3 perguntou a galinha aos seus amigos. 3 Eu n#o 3 disse o #o. 3 Eu n#o 3 disse o gato. 3 Eu n#o 3 disse o porquinho. 3 Eu n#o 3 disse o peru. 3 Ent#o eu levo sozinha 3 disse a galinha. 3 Coorió7 E /oi isso mesmo que ela /ez. uando, mais tarde, voltou om a /arinha, perguntou13 uem me a5uda a assar essa /arinha6 3 Eu n#o 3disse o #o. 3 Eu n#o 3 disse o gato. 3 Eu n#o 3 disse o porquinho. 3 Eu n#o 3 disse o peru. 3 Ent#o eu asso sozinha 3 disse a galinha. 3 Coorió7 A galinha ruiva assou a /arinha e om ela /ez um lindo p#o.3 uem quer omer esse p#o6 3 perguntou a galinha. 3 Eu quero 3 disse o #o. 3 Eu quero 3 disse o gato. 3 Eu quero 3 disse o porquinho. 3 Eu quero 3 disse o peru. 3 9sso que n#o7 ou eu quem vai omer esse p#o7 3 disse a galinha. 3 Coorió. E /oi isso mesmo que ela /ez.e queremos dividir a reompensa, devemos ompartilhar o trabalho.A igarra e as /ormigas2um belo dia de inverno as /ormigas estavam tendo o maior trabalho para sear suas reservas de trigo. 'epois de uma huvarada, os gr#os tinham ado ompletamente molhados. 'e repente aparee uma igarra13 :or /avor, /ormiguinhas, me deem um pouo de trigo7 Estou om uma /ome danada, ahoque vou morrer.As /ormigas pararam de trabalhar, oisa que era ontra os prin-pios delas, e perguntaram13 0as por qu*6 8 que vo* /ez durante o ver#o6 :or aaso n#o se lembrou de guardar omida para o inverno63 :ara /alar a verdade, n#o tive tempo ; respondeu a igarra. ; :assei o ver#o antando73 <om... e vo* passou o ver#o antando, que tal passar o inverno dan!ando6 ; disseram as /ormigas, e voltaram para o trabalho dando risada.  0oral1 8s pregui!osos olhem o que mereem. A cigarra e as formigas 2um belo dia de inverno as /ormigas estavam tendo o maior trabalho para sear suas reservas de trigo. 'epois de uma huvarada, os gr#os tinham ado ompletamente molhados. 'e repente aparee uma igarra13 :or /avor, /ormiguinhas, me deem um pouo de trigo7 Estou om uma /ome danada, ahoque vou morrer.As /ormigas pararam de trabalhar, oisa que era ontra os prin-pios delas, e perguntaram13 0as por qu*6 8 que vo* /ez durante o ver#o6 :or aaso n#o se lembrou de guardar omida para o inverno63 :ara /alar a verdade, n#o tive tempo ; respondeu a igarra. ; :assei o ver#o antando73 <om... e vo* passou o ver#o antando, que tal passar o inverno dan!ando6 ; disseram as /ormigas, e voltaram para o trabalho dando risada.0oral1 8s pregui!osos olhem o que mereem.
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks