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A Música Na Cidade De Penafiel Aveleda

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A Música na cidade de Penafiel: Organologia, Paleografia e Iconografia Musical Julho-Setembro 2013 Trabalho elaborado pela Dr.ª Sónia Duarte 1 Capa: órgão de Bustelo, hoje na Igreja da Misericórdia de Penafiel. 2 Quinta da Aveleda, Penafiel 1. Compilação de excertos para drama sério Arquivo Municipal de Penafiel/Julho 2013 Resumo: Compilação de várias partituras manuscritas com excertos de dramas sérios [óperas] da autoria de Marcos Portugal (1762-1830), Fernando Paer (1771-1839), Vincenzo Martin y Soler (1758-1806), Piero Gugliermi (1728-1804), Niccolò Antonio Zingarelli (1752-1837) e Giovani Paisiello (1740-1816). A compilação tem um total de 160 fólios manuscritos, dos quais 16 têm apenas pautas. Alguns fólios estão virados ao contrário. Contém ainda folhas avulsas manuscritas sobre a vida e obra de Marcos Portugal com a marca Museu Nacional de Soares dos Reis. Sobre a encadernação: Alfredo Guimarães. Rua do Pinheiro, 66, Porto. [consta um selo com esta informação] Peças Número um Título: Il retorno di Serse. Recitativo e Dueto. Taci com quelli accenti del Signore Maestro Marcos Portogallo. Para dois violinos, viola e fala do personagem Maraspe. Compositor: Marcos Portugal [Marco Portogallo] Retrato de Marcos Portugal. Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal. Retrato de Marcos Portugal. Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal. 3 Libretista: Francesco Gonella di Ferrari Estreia: Florença, 1797 Proveniência: Quinta da Aveleda Tipologia: Espólio Documental Nota biográfica ao compositor: Marco de António da Fonseca Portugal (Lisboa, 24 de Março de 1762 – Rio de Janeiro, 17 de Fevereiro de 1830), organista, maestro e prolífico compositor luso-brasileiro (mais de 70 obras dramáticas, incluindo cerca de 40 óperas, e mais de 140 obras religiosas), conheceu um sucesso internacional sem paralelo na história da música portuguesa, com centenas de representações operáticas na Europa. Em Portugal e no Brasil, no entanto, a sua fama de compositor alicerçou-se primordialmente no género sacro, com algumas das suas obras mantendo-se no repertório das igrejas e capelas até inícios do século XX. Foi aluno do Seminário da Patriarcal de Lisboa a partir dos 9 anos, onde estudou com João de Sousa Carvalho e provavelmente com José Joaquim dos Santos. De acordo com uma relação de obras, publicada em 1859 na Revista Trimensal do Instituto Historico Geographico e Etnographico do Brasil, a partir do original autógrafo na posse de Manuel de Araújo Porto-alegre, a primeira apresentação pública do compositor Marcos António (como era conhecido no início de carreira) deu-se na Santa Igreja Patriarcal em 1780, com duas antífonas «a canto d’orgão»: um Salve Regina e um Sub tuum praesidium. Nessa instituição foi admitido como organista em 1782 com o salário de 12$500 reis mensais e, a partir de 1 de Setembro de 1787, também formalmente como compositor, com um aumento de 50$000 reis anuais. No ano de 1782 recebe uma encomenda da Rainha D. Maria I, uma Missa com instrumental para a festividade de S. Bárbara. Este evento estabeleceu o início do seu relacionamento com a Família Real, e sobretudo com D. João, marcando decisivamente o seu percurso profissional e estético. Até 1792, e depois de ter sido admitido na Irmandade da S. Cecília a 23 de Julho de 1783, acumulou o emprego atrás referido com o de Mestre de Música do Teatro do Salitre (a partir de c.1784) para o qual compôs entremezes, elogios (para celebrar aniversários reais), e farsas em português. Outra atividade importante deste período refere-se às encomendas para as festividades religiosas celebradas nas várias capelas reais, com incidência particular para Queluz. O agravar da doença da Rainha D. Maria I, e o início da regência do Príncipe D. João precedem de cerca de 6 meses a partida do compositor para Itália onde «all’attuale servizio di S. M. Fedelissima» (conforme se pode ler em alguns libretos), e em apenas 6 anos e meio, estreou pelo menos 21 óperas, a maior parte delas opere buffe (ópera bufa). O sucesso de óperas como La confusione della somiglianza, La Donna di genio volubile ou Lo Spazzacamino Principe foi imenso, e extravasou para o resto da Europa, com representações em Viena, Paris, Londres, Dublin, São Petersburgo, Berlim, Dresden, 4 Hamburgo, Hannover, Leipzig, Nuremberga, Corfu, Barcelona, Madrid, Lisboa, Porto... (vide Manoel Pereira Peixoto d’Almeida Carvalhaes, Marcos Portugal na sua musica dramatica, Lisboa, 1910, Supplemento: 1916). De volta a Lisboa em meados de 1800, é nomeado Mestre de Solfa do Seminário da Patriarcal e Mestre de Música do Real Teatro de S. Carlos, onde compõe opere serie, quase todas com papéis principais para a prima donna Angelica Catalani que, depois de deixar Lisboa em inícios de 1806, continuaria a cantar as óperas de Marco Portogallo (nomeadamente La morte di Semiramide e La morte di Mitridate), e incluindo algumas árias nos seus recitais (Son Regina tornou-se a mais conhecida). A única opera buffa escrita para o Teatro de S. Carlos foi L’oro non compra amore de 1804, vindo a ser cantada em Madrid, Paris, Monaco (da Baviera), Rio de Janeiro (2 vezes) e, até 1821, em 20 cidades italianas. O abortado golpe de estado no Outono de 1805 e a saída de Catalani, levaram o centro da atividade musical do reino para Mafra, onde o Príncipe Regente tinha passado a residir. Até Novembro de 1807 registou-se uma concentração inusitada de organistas, cantores, copistas, organeiros, estampilhadores e compositores, responsáveis por uma produção musical extraordinária e ainda não devidamente estudada. Só Marcos Portugal compôs mais de 20 obras religiosas (com particular incidência em 1807) para as vozes dos monges arrábidos, e para o conjunto único de 6 órgãos da Basílica. As invasões francesas tiveram como consequência imediata a partida da Corte para o Rio de Janeiro a 29 de Novembro de 1807, onde o Príncipe Regente decidiu organizar a música de acordo com os moldes que existiam em Lisboa, nomeando para Mestre da Capela Real o Padre José Maurício Nunes Garcia, e mandando vir cantores e instrumentistas, que começaram a chegar em 1809. Marcos Portugal foi chamado por D. João em 1810 e chegaria a 11 de Junho de 1811. Foi nomeado Mestre de Suas Altezas Reais, e incumbido de compor a música para as ocasiões de maior significado religioso, social ou político, quando o Príncipe Regente, mais tarde Rei D. João VI, estivesse presente. Marcos nunca foi formalmente Mestre da Capela Real no Rio de Janeiro, continuando a receber os 600$000 reis anuais como Mestre do Seminário e compositor da Patriarcal, além de 480$000 reis por ano como Mestre de Música de Suas Altezas Reais, título pelo qual é referido nos documentos da época. As suas funções seriam complementares às do Padre José Maurício, responsável pela organização da música na Capela Real para as muitas festividades ao longo do ano litúrgico. Marcos Portugal passou a ser figura chave na estratégia de representação do Poder Real urdida por D. João, responsável por um estilo de música adequado à encenação 5 do esplendor e grandiloquência que envolviam as aparições públicas do Monarca na Capela Real, mas também responsável pela dignidade e bom andamento dos espetáculos musicais realizados nos teatros públicos, quando contassem com presença do Príncipe Regente. O compositor tornou-se no “encenador musical do Poder Real”, escrevendo específica e individualmente para as magníficas vozes ao seu dispor, entre elas 8 castrati (5 contratados em 1816 e 1817), tão do agrado do Soberano, e ingrediente fundamental da imagem sonora pretendida. A Capela Real era o palco privilegiado, e não surpreende que a vasta produção de Marcos Portugal neste período seja quase exclusivamente dedicada à música religiosa (essencialmente missas, matinas, salmos e hinos), incluindo algumas versões novas de obras escritas para a Basílica de Mafra. As 3 exceções são a farsa A saloia namorada, cantada na Quinta da Boa Vista (1812), a serenata Augurio di felicità, para celebrar as bodas de D. Pedro e de D. Leopoldina (1817), e o Hino para a Feliz Aclamação de D. João VI (1817). Pelos seus «bons serviços» Marcos Portugal recebeu a Comenda da Ordem de Cristo por decreto de 12 de Outubro de 1820, data de aniversário do Príncipe D. Pedro. A situação dos músicos alterou-se radicalmente com o regresso da Corte para Portugal, e a subsequente Independência do Brasil em 1822. Não só regressaram muitos dos músicos ao serviço do Rei de Portugal (mas não os castrati), como os cortes orçamentais implicaram a diminuição do número das cerimónias de gala, e resultaram na degradação do nível musical na Capela Imperial. A importância estratégica que a música de Marcos tinha tido, perdeu-se. A música do seu aluno D. Pedro, primeiro Imperador do Brasil, substituiu a música do mestre em todas as ocasiões de maior significado político e social. As duas mais significativas obras deste período são o Hino da Independência do Brasil, com poesia de Evaristo Ferreira da Veiga e primeiro hino oficial brasileiro, e a Missa Breve, composta «Por Ordem de Sua Magestade Imperial» em Dezembro de 1824, altura em que foi confirmado como mestre de música de Suas Altezas Imperiais, com o salário de 480$000 reis anuais. Fonte: Projecto Marcos Portugal (Disponível em www.marcosportugal.com) Bibliografia: Marques, A. J. (2012). A obra religiosa de Marcos António Portugal (1762-1830): catálogo temático, crítica de fontes e de texto, proposta de cronologia. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal/CESEM. Pereira Peixoto d’Almeida Carvalhaes, M. (1916). Marcos Portugal na sua musica dramatica, Lisboa, 1910, Supplemento: 1916). 6 Número dois Título: Dueto Quel Sepulcro del Opera Agnese del Sr. Ferdinando Paer. Drama semi sério para música. Compositor: Ferdinando Paer (1771-1839) Libretista: Luigi Buonavoglia Data de estreia: Parma, Villa DouglasScotti. Ponte d’Attaro, 1809 Datada publicação: 1811 (?) Proveniência: Quinta da Aveleda Tipologia: Espólio Documental Nota biográfica ao compositor: Ferdinando Paer nasceu em Parma, no ano 1771 e pereceu em Paris, no ano 1839. Foi um dos compositores de dramas sérios, semi-sérios e ópera bufa, mais conhecidos na época. O primeiro grande salto ocorreria em 1798 quando compõe Griselda e a apresenta em Viena, continuando os seus trabalhos com Camilla (1799) e Achille (1801). Em 1802 foi chamado a Dresda por Frederico Augusto III da Sassonia e dois anos depois é nomeado maestro da sua capela real. Neste âmbito compõe três importantes óperas semi-sérias: I fuorusciti di Firenze (1802), Sargino (1803) e Leonora (1804). Conheceu e privou com Napoleão Bonaparte (1806) que o levou para Paris. Entre 1813 e 1827, Paer foi nomeado director musical do Teatro Italiano em Paris, um dos mais afamados teatros italianos da época especializado na importação de ópera italiana (nomeadamente, Paer e Rossini). Destaquese ainda que foi professor de canto de Giuditta Pasta, de composição de Franz Liszt e ajudou Chopin e Bellini a introduzirem-se na capital francesa. Foi eleito membro do Instituto Nacional de França (1831) e professor de composição do Conservatório de Paris (1838). Frontispício do libreto original, 1809. Fonte: www.ferdinandopaer.ch. 7 Retrato de Fernando Paer. Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal. Número três Título: «Pace caro mio sposo» da ópera La cosa rara baseado na peça La luna de la sierra pelo dramaturgo espanhol Luis Vélez de Guevara. Música manuscrita para canto (Lilla e Lubino), violini traversi, oboé, corni, viole e basso Compositor: Vincenzo Martini y Soler (1754-1806) Libretista: Lorenzo da Ponte Local e data de estreia: Viena, 17 de Novembro de 1786 Data de publicação: 18--? Proveniência: Quinta da Aveleda Tipologia: Espólio Documental Nota biográfica do compositor: Compositor espanhol de ópera e ballet, Vincenzo Martini y Soler teve como professores Giovanni Battista Martini e colaborou com os libretistas Giovanni Paisiello, Apostolo Zeno, Luigi Serio e Lorenzo da Ponte; e com o coreógrafo Charles Le Picq. Esta ópera foi muito bem recebida e o compositor aclamado. É, inclusivamente, citado por W. A. Mozart. Retrato de Vincenzo Martini y Soler. Fonte: New Grove Dictionary of Music, 2006. 8 Manuscrito do dramaturgo espanhol, Luis Vélez de Guevara. Fonte: California State University, website. Número quatro Título: «Ah cara d’amore», dueto com acompanhamento de corne inglês, violino, viola, clarinete e fagote. Compositor: Pietro Alessandro Guglielmi Libretista: desconhecido Local e data de estreia: ? Data de publicação: ? Proveniência: Quinta da Aveleda Tipologia: Espólio Documental Nota biográfica do compositor: Pietro Guglielmi (1727-1804) era filho do músico e mestre capela do Duque de Modena. Este facto facilitou a inserção de Pietro no mundo da música e ao seu destaque como aluno no Conservatório de Nápoles, para onde entretanto se havia mudado. Profícuo e eclético compositor (mas cuja obra é considerada, pela crítica musical, como pouco interessante nos dias de hoje), viajou por inúmeras cidades, entre elas Turim, Dresden, Brunswick, Londres e voltando de novo a Nápoles onde veio a ter contacto com os dois nomes do momento: Cimarosa e Paisiello. De permeio, conta-se que era um perdulário e um libertino, mau marido e péssimo pai; que arranjou inúmeros inimigos e amantes. Já no fim da sua vida, cansado, aceitou o cargo de Maestro no Vaticano. Fonte: New Grove Dictionary of Music, 2006. Retrato de Paisiello por Vigée-Lebrun, 1791. 9 Cimarosa por Francisco Candido, 1785. Número cinco Título: dueto «Dunque mio bene» da ópera [a ópera aparece em fontes várias como Giulietta e Romeo] com acompanhamento de dois violinos, viola e falas de Romeu e Julieta. Compositor: Niccolò Antonio Zingarelli (1752-1837) Libretista: Giuseppe Maria Foppa Local e data de estreia: Milão, Teatro alla Scala, 30 de Janeiro de 1796 Data de publicação: ? Proveniência: Quinta da Aveleda Tipologia: Espólio Documental Nota biográfica do compositor: Compositor napolitano, Zingarelli estudou no Conservatório de Santa Maria di Loreto com Fenaroli e Speranza. Em 1789 foi para Paris compor a sua ópera Antigone tendo regressado a Milão para assumir o papel de mestre de capela da catedral e, mais tarde o mesmo cargo mas na capela de Santa Casa, Loreto. O cargo mais alto foi-lhe dado em 1804, quando nomeado mestre de coro da Capela Sistina. Em 1813, muda-se para Nápoles e assume o cargo de director do Conservatório, havendo tido como alunos Vincenzo Bellini, Michael Costa, Alessandro Curmi, Saverino Mercadante ou Luigi Felice Rossi. Por fim, exerce de 1816 até à sua morte o cargo de mestre de coro na Catedral de Nápoles. Dentre as suas obras destacou-se Romeo e Giulietta (1796) que compôs em apenas oito dias e Inês de Castro (1798). 10 Retrato Niccolò Antonio Zingarelli. Retrato Niccolò Antonio Zingarelli. Número seis Título: dueto «Son io desto ò pur delírio» da ópera cómica em dois actos Nina, o sai La pazza per amore acompanhada por três vilinos, fagote, corne em si, viola e diálogos entre o pastor Linodoro e o Conde, pai de Nina, a amada de Lindoro. Compositor: Giovanni Paisiello Libretista: Giambattista Lorenzi (Giovanni Battista) Local e data de estreia: Teatro del Reale Sito di Belvedere, Caserta, a 25 de Junho de 1789. Proveniência: Quinta da Aveleda Tipologia: Espólio Documental Nota biográfica do compositor: Paisiello frequentou o Conservatório di S. Onofrio, Nápoles, onde se destacou pela voz e pela composição. Homem viajado e profícuo compositor, da sua pena saiu inúmera música religiosa e ópera para os Bourbon, para Catarina II da Rússia, para Ferdinand IV de Nápoles – sob a encomenda do qual escreveu Nina – Napoleão. Ao todo, contam-se 94 óperas , 8 missas e mais de cinco dezenas de composições instrumentais. 11 Gravura de Paisiello. Fonte: Biblioteca Nacional de Portugal. Frontispício de Nina de Paisiello, 1789. Número sete Título: «Se fiato in corpo avete» da ópera Il matrimónio segreto Compositor: Domenico Cimarosa (17491801) Libretista: Giovanni Bertati baseada na obra The clandestine Marriage de George Colman, o Velho, e David Garrick. Local e data de estreia: Burgtheater, 7 de Fevereiro de 1792 Data de publicação: ? Proveniência: Quinta da Aveleda Tipologia: Espólio Documental Nota biográfica do compositor: Homem viajado e profícuo compositor (autor de mais de 60 óperas e várias missas, cantadas e música instrumental) Cimarosa estudou no Conservatório de Santa Maria di Loreto tendo como mestres Piccinni (querelas com Gluck). Foi bastante aclamado em Roma, Nápoles, Paris, Viena, Dresden e Londres, trabalhou para Catarina II da Rússia e Leopold II da Áustria. Apoiou a revolução francesa, foi perseguido e preso. Morreu em Veneza, possivelmente envenenado. 12 Nota à ópera: ópera cómica/buffa muito do agrado do seu comitente, Leopold II da Áustria. Sobre esta ópera Stendhal (admirador confesso de Mozart, Cimarosa e Shakespeare) escreveu: "Estas melodias são as mais bonitas que tem sido dado a conceber a alma humana". 1.ª edição de Il matrimónio Segret. Fonte: Grove Music online, 2006. Imagens de uma encenação do I Acto da ópera de Cimarosa, no Conservatório Bruno Maderna, 2011. 13 2. Piano situado numa ala da capela particular anexa Vista geral para a Casa da Quinta da Aveleda à qual se anexa a capela privada. Casa da Quinta da Aveleda. Capela privada da Quinta da Aveleda onde se guarda o pequeno órgão. Interior da capela. Tribuna da capela. Órgão da capela privada da Quinta da Aveleda.
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