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A Natureza da Doutrina da Eleição - por Arthur Walkignton Pink.pdf

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Facebook.com/oEstandarteDeCristo A Natureza da * Doutrina da Eleição Arthur Walkington Pink * O texto deste e-book é o capítulo 6 do livro The Doctrine of Election, por A. W. Pink. Editado. Facebook.com/ArthurWalkingtonPink A Natureza da Doutrina da Eleição Arthur Walkington Pink Foi bem dit
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       A Natureza da Doutrina da Eleição    Arthur Walkington Pink Facebook.com/oEstandarteDeCristo * O texto deste e-book é o capítulo 6 do livro The Doctrine of Election  , por    A. W. Pink. Editado. *   Facebook.com/ArthurWalkingtonPink OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo   2   A Natureza da Doutrina da Eleição Arthur Walkington Pink Foi bem dito que: “A razão por que qualquer um acredita na eleição é que ele a encontra na Bíblia. Nenhum homem jamais poderia imaginar tal doutrina, pois é, em si mesma, contrária ao pensamento e aos desejos do coração humano. Cada um, a princípio, se opõe a esta doutrina, e é só depois de muitas lutas, sob a ação do Espírito de Deus, é que somos levados a recebê-la. A aquiescência perfeita a esta doutrina, descansar, mara-vilhar-se em adoração, no estrado da soberania de Deus, é a última realização da alma santificada nesta vida, como é o início do Céu. A razão pela qual qualquer um acredita na eleição é apenas isso, e só isso: que Deus a tornou conhecida. Fosse a Bíblia uma falsificação ela nunca poderia ter contido a doutrina da eleição, pois os homens são muito avessos a tal pensamento para dar-lhe expressão, muito mais para dar- lhe destaque” (G. S. Bishop). Até agora, em nossa exposição desta bendita verdade, nós mostramos que a fonte de eleição é a vontade de Deus, pois nada existe ou pode existir fora disso. Em seguida, vimos, que a Grande Origem da eleição é o homem Cristo Jesus, que foi ordenado para a união com a segunda Pessoa na Divindade. Então, a fim de abrir o caminho para um exame mais detalhado dessa verdade assim como ela é apresentada a nós, demons-tramos a verdade e, em seguida, a justiça dela, visando remover das mentes dos leitores Cristãos a profanação e efeitos perturbadores da principal objeção que é feita contra a eleição Divina por seus inimigos. E agora buscaremos apontar os principais elementos que adentram na eleição. Em primeiro lugar, a Eleição é um ato de Deus. Verdade é que chega um dia em que cada um dos eleitos escolhe a Deus como seu absoluto e sumo Bem, mas este é o efeito, e em nenhum sentido a causa da escolha de Deus. Nossa escolha dEle é no tempo, mas Seu escolher-nos foi antes dos tempos eternos; e certo é que a menos que Ele nos escolhesse em primeiro lugar, nós jamais O escolheríamos de modo algum. Deus  –  que é um Ser soberano, faz tudo o que Lhe agrada, tanto no céu e na terra  – , tem um direito absoluto de fazer o que quiser com Suas próprias criaturas e, portanto, Ele escolheu um certo número de seres humanos para ser Seu povo, Seus filhos, Seu tesouro peculiar. Tendo feito isso, este ato fo i chamado de “eleição de Deus” (1 Tessalonicenses 1:4). Pois Ele é a causa eficaz dela; e as pessoas escolhidas são denominadas “seus escolhidos” (Lucas 18:7; cf. Romanos 8:33). Esta escolha de Deus é absoluta, sendo inteiramente gratuita, não dependendo de abso-   Facebook.com/ArthurWalkingtonPink OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo   3   lutamente nada fora de Si mesmo. Deus elegeu aqueles que Ele quis, simplesmente por-que Ele escolheu fazê-lo, não partir de alguma bondade, mérito ou atrativo na criatura, nem a partir de qualquer mérito ou atrativo previsto na criatura. Deus é absolutamente autossuficiente e, portanto, Ele nunca irá para fora de si mesmo para encontrar uma razão para qualquer coisa que Ele faz. Ele não pode ser influenciado pelas obras de Suas próprias mãos. Não, Ele é Aquele que os move, como somente Ele é Aquele que lhes deu existência. “Nele vivemos, e nos movemos, e existimos”. Foi, então, simplesmente a  partir da espontânea bondade de Sua própria vontade que Deus destacou, a partir da massa daqueles que Ele se propôs a criar, um povo que deve expressar os Seus louvores por toda a eternidade, para a glória de Sua soberana graça para todo o sempre. Esta escolha de Deus é uma questão imutável. Necessariamente assim, pois não é fundamentada sobre qualquer coisa na criatura, ou estabelecida sobre qualquer coisa fora de Si mesmo. Ela é antes de tudo, antes mesmo de Sua “presciência”, porque embora Ele conheça de antemão, contudo Ele conhece de antemão porque Ele infalível e irrevogável-mente o fixou, caso contrário, Ele meramente a adivinharia. Mas visto que Ele a conhece de antemão, então Ele não supõe, ela é segura; e sendo segura, então Ele deve tê-la fixado. A eleição, sendo o ato de Deus, é para sempre, pois seja o que for que Ele faça em uma forma de graça especial, é irreversível e inalterável. Os homens podem escolher alguns para serem seus favoritos e amigos por um tempo, e depois mudam de ideia e escolhem outros em seu lugar. Mas Deus não age de tal maneira; Ele é de uma mente, e ninguém pode mudá-lO; Seu propósito, segundo a eleição permanece firme, seguro, inalterável (Romanos 9:11; 2 Timóteo 2:19). Em segundo lugar, o ato de eleição de Deus é feito em Cristo: “Como também nos elegeu nele” (Efésios 1:4). A eleição não encontra homens em Cristo, mas os enxerta nEle. Ela concede a eles o estar em Cristo e união com Ele, que é o fundamento de sua manifes-tação como estando nEle por ocasião de conversão. Na mente infinita de Deus, Ele quis amar uma companhia da posteridade de Adão com um amor imutável, e do amor com que Ele os ama, Ele os escolheu em Cristo. Por meio deste ato de Sua mente infinita, Deus lhes concedeu o estar e bem-aventurança em Cristo desde a eternidade. Todavia, ao mesmo tempo, todos caíram em Adão, ainda assim, todos não caíram semelhantemente. Os não-eleitos caíram, de modo a serem condenados, sendo eles deixado a perecer em seus pecados, porque não tinham nenhuma relação com Cristo, Ele não relacionou-se com eles como o Mediador da união com Deus. Os não-eleitos tiveram seu tudo em Adão, sua cabeça natural. Mas os eleitos tiveram toda sorte de bênçãos espirituais concedida a eles em Cristo, sua graciosa e gloriosa Cabeça (Efésios 1:3). Eles não podiam perder estas, porque eles foram assegurados delas em

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