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A Noiva de Gabriel - Samantha James2

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Samantha James A noiva de Gabriel Samantha James A noiva de Gabriel Apanhado pelo dever, e as demandas de um pai cruel e inflexível, Lorde Gabriel Sinclair, Earl do Wakefield, sombrio e temperamental, está sendo forçado a procurar uma noiva !as Gabriel está plane ando uma vin#ança deliciosa para seu pai de coraç$o de #elo% casar&se com a luxuriosa moça ian'ue de ori#em humilde 'ue tentou roubar&lhe o rel(#io A bela e maltrapilha )assie !c)lellan está desesperada para escapar da pobre*a e,
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  Samantha James A noiva de Gabriel Samantha James A noiva de Gabriel  Apanhado pelo dever, e as demandas de um pai cruel e inflexível, Lorde Gabriel Sinclair, Earl do Wakefield, sombrio e temperamental, está sendo forçado a procurar uma noiva !as Gabriel está plane ando uma vin#ança deliciosa para seu pai de coraç$o de #elo% casar&se com a luxuriosa moça ian'ue de ori#em humilde 'ue tentou roubar&lhe o rel(#io A bela e maltrapilha )assie !c)lellan está desesperada para escapar da pobre*a e, portanto, aceita a oferta de matrim+nio, somente no nome, do charmoso e arro#ante aristocrata !as nenhum está preparado para o despertar das paixes 'ue atar$o seus coraçes feridos e frá#eis ou a intensa necessidade sensual 'ue fa* 'ue ambos se entre#uem em corpo e alma-isp em Esp% sem créditos no srcinal  Envio do ar'uivo% Gisa .evis$o /nicial% Waleria .evis$o 0inal%  Elaine P. 0ormataç$o%  Greicy TWKliek  Comentário da Revisora Waleria:  O livro é gostoso de ler, um homem dominador e uma mulher fragilizada pela vida que não se curva a nada. Tem suspense, aventura e romance. Algumas cenas hot. Uma leitura agradvel. Comentário da Revisora Elaine P:  O livro é !om e divertido, pois a mocinha é um pouco pirracenta e o mocinho pensa que manda. orém, no final eles aca!am se entendendo e aceitando o amor um do outro. Prólogo   As altas portas co!ertas de hera anunciavam a entrada de #arleigh $all. Um caminho longo serpenteava pelos  %ardins formais em terra&os e os atalhos !ordeados de plantas. 'as era #arleigh $all mesmo com sua imponente fachada de ti%olos e sua grandiosidade o que atra(a ao o!servador. Além dos degraus curvos de pedra, as altas vendas com cortinas douradas de seda !rilhante, alinhavam)se sem fim* era uma vista tão formidvel como imponente.+o etremo leste da reitoria, haviam dois meninos pequenos sentados so! a supervisão de seu tutor, o Sr. #indle-. ada vez mais a aten&ão ia / %anela da sala de estudo, que estava levemente a!erta essa quente tarde de %unho. 0ram meninos fortes e corpulentos de 12 e de seis anos. O maior era tão loiro, como moreno era o menor, am!os com olhos tão cinzas e penetrantes como os do pai.0 era o pai ao que o par esperava tão ansiosamente, movendo)se inquietos em suas carteiras de madeira, até que finalmente o Sr. #indle- rodou os olhos ao céu e levantou as mãos.3J, vão)se43 disse zangado. 3 oderia estar lhes enchendo a ca!e&a de cereal cozido e voc5s não se dariam conta4 Seu pai não chegar de 6ondres antes do anoitecer, mas quem sou eu para dizer o contrrio7 A educa&ão certamente é o pr5mio mais dese%vel na vida, mas se dão conta voc5s disso7 0u acredito que não48eu a eles um olhar depreciativo, murmurou a respeito dos caprichos do destino com uma mescla de inve%a e frustra&ão por igual. J que se algum dia suas mentes estivessem tão vazias como a panela de um homem po!re, isso não passaria com seus !olsos.'as isso não passaria aos filhos do sétimo duque do #arleigh, um dos homens mais ricos da 9nglaterra. +esse preciso momento, o estrépito das rodas de um carro se ouviu fora no caminho. O Sr. #indle- o ignorou, sua raiva continuava amassando.#ora, o carro dava a :ltima curva do caminho. O menino maior saltou os amplos degraus de pedra. 0m!ora seu irmão se esfor&ava para segui)lo de perto, movendo suas pernas magras furiosamente, foi ficando atrs. 0scassamente tinham a!erto as amplas portas duplas, quando se a!riu a porta do carro. Um homem de !oa apar5ncia, impecavelmente vestido com uma %aqueta longa de seda raiada e cal&as plidas, saltou ligeiramente ao chão.3 apai43 Olhos !rilhantes, entusiasmados, resplandeceram olhando)o. 3Sentimos sua falta4 A pesar que desfruto de minhas li&;es de equita&ão com a #erris, preferiria mais que voc5 me desse isso.O olhar do duque se depositou so!re seu filho de ca!eleira dourada, percorrendo os tra&os aristocrticos que tanto lhe recordavam outros* 8eus, como se parecia com sua mãe.30 eu tam!ém, Stuart. or certo que tive nossas li&;es em meus pensamentos enquanto estive fora 3 tanto é assim não pude resistir a te trazer isto.O duque fez um gesto a seu lacaio, e novamente se ouviram os cascos de um cavalo. Apareceu outro cavaleiro, mas foi o p<nei !ranco que o seguia o que fez que Stuart a!rir os olhos enormes.3 apai43 o respirou. 3Troue)me meu pr=prio p<nei4 >ue !om, o vou chamar ?ailarino ?ranco4Um sorriso indulgente curvava os l!ios do duque enquanto fazia adiantar)se ao p<nei. 3@ o!vio que te traga um presente. +ada é suficiente para o futuro duque de #arleigh, voc5 sa!e.+enhum deles tinha notado o pequeno a!riel, que se lan&ou para frente. 3Um p<nei43 gritou, sorrindo de orelha a orelha. 3 apai, troue)nos um p<nei43 0m seu entusiasmo levantou uma mão frente ao nariz do p<nei.'as o movimento repentino assustou ao animal, que retrocedeu, parou)se em duas patas e agitou instintivamente suas patas dianteiras. Stuart deu um salto para trs, escapando estreitamente aos cascos.O duque deu a volta para o menino. 3O p<nei é para seu irmão, menino, não para ti4 0 me fa&a o favor de preocupar)se pelo que faz4 +ão deveria espantar a um cavalo. Seu irmão poderia ter morrido4Stuart olhou a seu pai. 30le não quis fazer mal, papai.3 Seu tom era sério. 3S= queria ver o p<nei, verdade a!riel7O menino chamado a!riel não disse nada. Sofria com a desaprova&ão silenciosa de seu pai, sua ca!e&a escura !aia. Seu l!io inferior tremeu, toda a vitalidade de seus olhos se foi.3Sim. Suponho que tem razão.3 O duque não se incomodou em esconder sua irrita&ão. 3'as deveria ser como voc5, Stuart. Seu irmão /s vezes é uma moléstia.Os om!ros do menino ca(ram mais até. Tratando de alegr)lo, Stuart olhou a seu pai. 3 apai, o que troue para o a!riel73 perguntou)lhe com curiosidade.O duque suspiro. 3Ai, 8eus. Bills e eu estivemos tão ocupados tratando de encontrar seu p<nei, que me passou 3 não importa, tratarei de me lem!rar da pr=ima vez.3 8o!rou)lhe um dedo a seu filho maior. 3Ceem comigo Stuart, temos muito que discutir, pois decidi que me acompanhe em minha pr=ima viagem a 6ondres.om seu peito inchado de orgulho, Stuart se foi ao lado de seu pai. O duque deu a volta para ir. 'as depois de pensar duas vezes, deteve)se e deu uns tapinhas na ca!e&a de a!riel como a um mascote favorito e depois se foi com o Stuart a seu lado.'as não era nem favorito, nem mascote, era s= um menino que não entendia por que seu pai o tratava assim.'as sua mãe sa!ia.  8entro da casa, a do!ra de umas cortinas de seda se deslizou silenciosamente a seu lugar. Sem que nenhum dos tr5s sou!essem, 6ad- aroline Sinclair, duquesa do Sinclair, o!servava)os de longe. Tinha uma tristeza melanc=lica quando se voltou, pois ela estava consciente, como s= uma mãe poderia estar que o menino estava ferido. S= ela entendeu o dese%o nostlgico nos olhos de seu filho. A dor de sua alma. 0la esteve solu&ando, pois o menino sempre estava ansioso por agradar, ansioso pela aten&ão de seu pai. 'as 0dmund era cego / devo&ão de seu filho. 0m realidade ele escassamente sa!ia que o menino eistia. ois o filho favorito do duque era o mais velho.0 aroline temia que um segundo filho não era melhor que uma segunda esposa. Amargamente se lem!rou desse long(nquo dia que 0dmund foi v5)la. 3Stuart necessita uma mãe,3 havia)lhe dito. 30 parece que eu necessito uma esposa.3 O$, que audaz tinha sido ele4 Tão atraente, tão arrogante e tenaz4 'as aroline não se importou, pois ela se apaionou por 0dmund Sinclair no momento em que colocou seus olhos nele 3 e pensar que ele a escolheu por cima de todas as demais4 Seu cora&ão est:pido se encheu de uma esperan&a prazerosa. ertamente ele chegaria a am)la. ertamente algum dia*0 assim ela se esfor&ava enormemente para ser uma esposa amante e o!ediente em tudo, para que em troca ele a amasse. 'as ela se deu conta que em!ora seu amor seria para sempre do homem que tinha clamado seu cora&ão, o amor dele seria sempre de uma mulher que agora estava com os an%os*0dmund não era incapaz de amar* assim seria mais fcil de tolerar40la ficou os dedos trementes na testa. 8evia ser forte, se não por ela, então pelo a!riel. 0la podia suportar as feridas, a dor algo por este filho de seu cora&ão, pois em realidade ele era tudo o que tinha tudo o que sempre teria. om o cora&ão pesaroso, mas decidida a não mostrar sua de!ilidade, apressou)se pela galeria para o sol.O menino permanecia a( mesmo, im=vel e silencioso. equeno e sozinho. erdoado* 0 então esquecido.'as o menino não perdoava, nem esqueciaD com uma gentileza insistente se desprendeu do a!ra&o amoroso de sua mãe. ara sua surpresa, ele não aceitava lstima nem consolo. +ão havia lgrimas, s= uma espécie de orgulho estoico, apesar de seus tenros anos. ois a!riel era muito filho de seu pai.'uito mais do que eles se imaginavam. Capítulo 1 Charleston, Carolina do Sul, 181. Uma chuva torrencial do verão ca(a dos céus lhes empapando a pele a aquelas almas decididas que se aventuravam a sair, voltando /s ruas fedorentas e estancadas em muito !arro. 'as dentro do !ar da estalagem do ?lacE JacE o ar pulsava com a energia da vida e as gargalhadas masculinas estrepitosas.0m!ora estava a umas escassas quadras do mar, F?lacE JacEG era um dos melhores esta!elecimentos da cidade. 6ocal de !oa comida, len&=is limpos, e um servi&o respeitvel, tudo a muito !om pre&o.+esta noite particular, molhada e triste, a mesa que estava no canto mais afastado estava ocupada por dois homens !em vestidos, um tinha o ca!elo tão escuro como / meia)noite, e o outro tinha o ca!elo avermelhado algo espa&ado. 8epois de semanas no mar, a!andonaram os quartos estreitos do navio pelos prazeres de um colchão quente e c<modo.3 or uma viagem de volta a 9nglaterra segura 3 e por 6orde BaEefield e sua futura algema4 A voz cheia de risada pertencia a um Sir hristopher 'arle-. 6orde Sinclair, entretanto, não estava muito ansioso de unir)se ao !rinde, pois suas iminentes n:pcias eram escassamente de seu agrado* or certo ele não tinha participado para nada no noivado.0le olhou seu copo como se encerrasse os segredos do mundo. +estas :ltimas semanas de doce sonho celestial, introduziu)se um pesadelo impreciso.Stuart tinha morrido v(tima da !atalha de +eH Orleans.Stuart. Uma mão invis(vel parecia cercar seu cora&ão e apert)lo. ara falar a verdade, a morte do Stuart era algo que ele %amais considerou, nem sequer uma s= vez. Stuart e ele nunca foram muito pr=imos, e com o passar dos anos se separaram cada vez mais. a!riel se foi de #arleigh no dia do funeral de sua mãe, e nunca havia retornado. 0m realidade deu as costas a seu pai e se dedicou a construir uma !em)sucedida empresa naval pr=pria. 0 ao faz5)lo, a!riel deu as costas a tudo o que ele foi. A lem!ran&a amarga lhe secava o cora&ão. +ão havia necessidade de dizer que seu pai nunca o !uscou, inclusive quando ele se foi com as for&as inglesas contra +apoleão. +ão, nenhuma vez em quase cinco anos, seu pai se dignou a visit)lo. 0m realidade era como se ele nunca tivesse eistido. 'as todo isso mudou com a morte de Stuart.0ra inevitvel, talvez* Os pensamentos de a!riel retrocederam ao :ltimo encontro que tiveram no escrit=rio de 6ondres de seu pai, quando se tinha informado da morte de seu irmão.Seu pai não havia mudado. 0ra tão arrogante, tão imperioso* tão frio como sempre.   3Agora é o earl do BaEefield, pr=imo duque de #arleigh,3 seu pai falou naquele tom fr(gido, formal que a!riel recordava tão !em 3 e que odiava tão intensamente. 3Seu dever é se casar, me dar um neto para que o nome de nossa fam(lia não desapare&a. !eus.  8e repente a palavra era vil. Cerdade, a!riel tinha conhecido muito pouco do dever, pois Stuart tinha sido preparado para esse o papel.0le se for&ou a relaar)se e logo sorriu apaticamente. 3O$, tenho muitos usos para as mulheres, pai, tanto dentro como fora do dormit=rio.3 0le se deteve, deleitando)se perversamente com a epressão de seu pai, prova vis(vel de seu desagrado. Soltou uma risada curta e continuou. 3#elizmente nenhum deles incluiu o matrim<nio. As so!rancelhas cor a&o se %untaram em cima dos olhos de 0dmund Sinclair. Seu ca!elo, ainda a!undante, estava salpicado da mesma cor cinza resistente. a!riel não se encolheu com esse olhar tão penetrante, como o tinha feito tantas vezes de menino. 3Ah, sim, isso parecesse.3 O tom do duque era frio e distante. 39nformei)me que suas* atividades. Ao que parece teve muitas amantes, mas nunca uma esposa.a!riel lhe esfumou o sorriso. O homem se atreveu a espi)lo4 Olhou zangado seu pai, apenas capaz de esconder seu mau humor.3om um t(tulo chega a responsa!ilidade, a!riel, assim como a respeita!ilidade. 0m vista de sua*conduta, acredito que o primeiro passo é remediar a situa&ão. Tem que se casar. ?om. 8e seus pr=prios l!ios, não tem nenhuma prefer5ncia. 0u, portanto, proponho uma solu&ão. omo Stuart % não se pode casar com 6ad- 0vel-n, parece l=gico que voc5 tome seu lugar.@ o!vio, a!riel tinha sa!ido do compromisso matrimonial do Stuart com 6ad- 0vel-n, filha :nica do duque do Barrington, cu%as propriedades limitavam com as do #arleigh no Ient.30m realidade,3 tinha cont(nuo seu pai, 3não ve%o por que o matrim<nio não devesse levar)se a ca!o como se plane%ou. or um instante, a!riel tinha estado muito at<nito para responder. #oi s= mais tarde que se deu conta que deveria ter esperado essa presun&ão altiva. 8epois de tudo, era com seu pai com quem estava tratando. O impulso de ir)se era quase insuportvel. 8eus, ele tinha estado tentado de fazer eatamente isso, de evitar seu chamado dever, e ao dia!o com seu pai.0ntretanto, algo o deteve*a!riel era muitas coisas, mas %amais um parvo. #arleigh era um grande patrim<nio e o futuro ducado, era um poderoso atraente em realidade. Talvez, decidiu com gravidade, essa era a forma do destino para apagar esses anos miserveis de sua %uventude.3?om73 O$, a impaci5ncia de seu pai lhe era muito familiar. 3+ão tem nada que dizer, a!riel7 Se for assim, então tenho que assumir que não tem nenhuma o!%e&ão em se casar com 6ad- 0vel-n.a!riel apertou os punhos. 3 ai,3 disse com calma. 3Os anos não o mudaram. ara ti não h mais vontade que a tua. +ão reconhece mais vontade que a tua. ealmente importaria se eu tivesse alguma o!%e&ão73 9nclusive enquanto falava, sua mente estava muito ocupada. +ecessitava tempo para pensar, tempo para decidir de uma maneira ou outra*Uma coisa sim que estava clara em sua mente. Se escolhesse casar com 6ad- 0vel-n, não seria para agradar a seu pai, a não ser a si mesmo. Tal como a!riel o esperava, seu pai ignorou seu acordo. 3'uito !em então. Borrington e sua filha % estão de acordo com o matrim<nio. ortanto compartilharemos as not(cias imediatamente.3+ão. Tenho neg=cios na América. 'eu navio parte amanhã ao amanhecer. Temo que tenha que insistir que esperemos até que volte.O desagrado do duque pelos ianques era conhecido ao largo e ao longo, e não era nenhuma surpresa, se a gente considerava o destino de sua primeira esposa, e agora Stuart. Os l!ios do duque se contra(ram. 3+ão ve%o nenhuma desculpa para atras)lo,3 come&ou.3Ah, mas eu sim. Seguro que uma demora de vrios meses seria mais apropriada em vista do falecimento do Stuart. Além disso, escassamente penso que se%a apropriado lhe avisar / alta sociedade sem que eu este%a em corpo presente.3 a!riel se encolheu de om!ros. Seu tom era razovel e totalmente acalmado. 3Seguro que um par de meses não vão fazer nenhuma diferen&a. A queiada do duque se contraiu. Seus olhos eram uma fria replica dos de seu filho. 3@ o!vio tem razão,3 disse ao fim. 3#aremos os an:ncios formais quando terminar seus neg=cios e retorne a 6ondres.Seu pai estava furioso, reconheceu)o com complac5ncia. Sua vit=ria era pequena, mas vit=ria de todas as maneiras. omo tal, faria !em em desfrut)la. Umas gargalhadas cada vez mais fortes atrs do a!riel troueram)no de volta ao presente. O que era o que hristopher havia dito7 elo earl do BaEefield e sua futura algema. ecordando o !rinde, a!riel levantou uma so!rancelha escura em vez de seu %arro. Tal como se sentia nesses momentos, preferia casar)se com uma velha feia, em vez de fazer o que queria seu pai.
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