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A Nova Era e a Revolução CUltural

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Esoterismo
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  3 a  edição,revista e aumentada. Índice ã Introdução geral à Trilogia  ã Prefácio à Segunda Edição e Nota r!via da #$ Edição%  ã &a'tulo I( )ana &arina, ou( * sa+edoria do Sr. &ara  ã &a'tulo II( Sto. *ntonio ramsci e a salvação do -rasil  ã &a'tulo III( * Nova Era e a evolução &ultural  ã  */ndices( o I. *s es0uerdas e o crime organi1ado  T2e +looddimmed tide is loosed, and ever452ereT2e ceremon4 of innocence is dro5ned6T2e +est lac7 all conviction, 52ile t2e 5orst *re full of assionate intensit4. 8illiam -utler 9E*TS, The Second Coming . 1  o II. : -rasil do PT  ã :+servaç;es finais  I NT:<=>?: E*) @ T I):I* A  *N=*) <: = S=BI:de O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras e dos volumes 0ue o antecederam(  A Nova Era e a Revolução Cultural: rit!o  Ca#ra $ Antonio %ramsci   e  O &ardim das A liç'es: (e E#icuro ) Ressurreição deC*sar + Ensaio sobre o ,aterialismo e a Religião Civil- TeCto lido no )ançamento de O Imbecil Coletivo . Daculdade da &idade, io deaneiro, FF de agosto de #GGH. :  Imbecil Coletivo  encerra a trilogia iniciada com  A Nova Era e a RevoluçãoCultural    #GGJ K e rosseguida com O &ardim das A liç'es   #GGL K. &ada um dos tr/s livros ode ser comreendido sem os outros dois. : 0ue não seode !, or um sM deles, catar o fundo do ensamento 0ue orienta a trilogiainteira.  * função de O Imbecil Coletivo  na coleção ! +astante eCl'cita e foi declarada noPrefácio( descrever, mediante eCemlos, a eCtensão e a gravidade de um estado decoisas  atual e +rasileiro  do 0ual  A Nova Era  dera o alarma e cuOa recisalocali1ação no conOunto da evolução das id!ias no mundo fora diagnosticada em O &ardim das A liç'es . : sentido da s!rie !, ortanto, nitidamente, o de situar a cultura +rasileira de 2oOeno 0uadro maior da 2istMria das id!ias no :cidente, num er'odo 0ue vai deEicuro at! a Nova etMrica de &2aim Perelman. Que eu sai+a, ningu!m fe1 antesum esforço de ensar o -rasil nessa escala. Aeus Rnicos antecessores arecem tersido <arc4 i+eiro, Aário ieira de Aello e il+erto Dre4re, o rimeiro com atetralogia iniciada com O .rocesso Civili/at0rio , o segundo com  (esenvolvimento 2  e Cultura , o terceiro com sua o+ra inteira. Searome deles, no entanto, ordiferenças essenciais( i+eiro emrega uma escala muito maior, 0ue começa noomem de Neandert2al, mas ao mesmo temo rocura a+ranger esse imensoterritMrio desde o risma de uma determinada ci/ncia em'rica, a *ntroologia, efundado numa +ase filosMfica dececionantemente estreita, 0ue ! o marCismo nu ecru. ieira de Aello, com muito mais envergadura filosMfica, não se aventura aremontar al!m do er'odo da evolução Drancesa, com algumas incurs;es at! oenascimento e a eforma. Quanto a il+erto, o ciclo 0ue l2e interessa ! o 0ue seinicia com as grandes navegaç;es. <e modo geral, os estudiosos da identidade +rasileira deram or ressuosto 0ue, tendo entrado na istMria no er'odoc2amado moderno, o -rasil não tin2a or 0ue tentar enCergarse num esel2otemoral mais amlo. Estou, ortanto, so1in2o na Oogada, e osso alegar em meufavor o tem'vel m!rito da srcinalidade.Tem'vel or0ue originalidade ! singularidade, e a mente 2umana está male0uiada ara erce+er as singularidades como tais( ou as eCele logo do c'rculo deatenção, ara evitar o incUmodo de adatarse a uma forma descon2ecida, ou asareende somente elas analogias arciais e de suerf'cie 0ue ermitem assimilálas erroneamente a alguma classe de o+Oetos con2ecidos. Entre a reOeição silenciosae o engano lo0ua1, min2a trilogia não tem muitas c2ances de ser +emcomreendida.Aas a singularidade, nela, não está sM no assunto. Está tam+!m nos ostuladosfilosMficos 0ue a fundamentam e na forma literária 0ue escol2i ara aresentála,ou antes, 0ue sem escol2a me foi imosta ela nature1a do assunto e elascircunstVncias do momento. Quanto à forma, o leitor 2á de rearar 0ue difere nos tr/s volumes. : rimeirocom;ese de dois ensaios de taman2o m!dio, colocados entre duas introduç;es, vários a/ndices, um un2ado de notas de roda! e uma conclusão. : todo dá àrimeira vista a id!ia de teCtos de srcens diversas Ountados ela coincid/nciafortuita de assunto. * um eCame mais detal2ado, revela a unidade da id!iasu+Oacente, encarnada no s'm+olo 0ue fi1 imrimir na caa( os monstros +'+licos-e2emot e )eviatã, na gravura de 8illiam -la7e, o rimeiro imerandoesadamente so+re o mundo, o maciço oder de sua ança firmemente aoiadoso+re as 0uatro atas, o segundo agitandose no fundo das águas, derrotado e 3  tem'vel no seu rancor imotente. Não usei a gravura de -la7e or +onite1a, masara indicar 0ue atri+uo a esses s'm+olos eCatamente o sentido 0ue l2es atri+uiu-la7e. <etal2e imortante, or0ue essa interretação não ! nen2uma alegoriao!tica, mas, como assinalou Wat2leen aine em  Bla1e and Tradition , a alicaçãorigorosa dos rinc'ios do sim+olismo cristão. Na -'+lia, <eus, eCi+e -e2emot a M,di1endo( Eis -e2emot, 0ue criei contigo  M, JX(#X K. *roveitando aam+igYidade do srcinal 2e+raico, -la7e tradu1 o contigo or   rom thee , de ti,indicando a unidade de ess/ncia entre o 2omem e o monstro( -e2emot ! a umtemo um oder macrocMsmico e uma força latente na alma 2umana. Quanto a)eviatã, <eus ergunta( Porventura oderás uCálo com o an1ol e atar sua l'nguacom uma cordaZ  M, JX(F# K, tornando evidente 0ue a força da revolta está nal'ngua, ao asso 0ue o oder de -e2emot, como se di1 em JX(##, reside no ventre.Aaior clare1a não oderia 2aver no contraste de um oder s'0uico e de um odermaterial( -e2emot ! o eso maciço da necessidade natural, )eviatã ! ainfranature1a dia+Mlica, invis'vel so+ as águas  o mundo s'0uico  0ue agita coma l'ngua. : sentido 0ue -la7e registra nessas figuras não ! uma interretação, na aceçãonegativa 0ue Susan Sontag dá a esta alavra( !, como deve ser toda +oa leitura deteCto sacro, a tradução direta de um sim+olismo universal. Para -la7e, em+ora-e2emot reresente o conOunto das forças o+edientes a <eus, e )eviatã o es'ritode negação e re+elião, am+os são igualmente monstros, forças cMsmicasdesroorcionalmente sueriores ao 2omem, 0ue movem com+ate uma à outra nocenário do mundo, mas tam+!m dentro da alma 2umana. No entanto não ! ao2omem, nem a -e2emot, 0ue ca+e su+Ougar o )eviatã. SM o rMrio <eus ode fa1/lo. * iconografia cristã mostra esus como o escador 0ue uCa o )eviatã ara fora 4
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