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A Nova Esquerda Alemã

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FLÁVIO LUCIO A NOVA ESQUERDA ALEMÃ Trabalho de avaliação disciplinar do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Universidade Nove de Julho. Orientador: Profª. Fabiana Ferrandini. UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO SÃO PAULO - 2009 Introdução A Nova Esquerda Alemã é o resultado de um reflexo de idealismos adventos de mudanças de consciências globais, que a principio são políticas, mas por conseqüência culmina na estrutura social, cultural, econômico, cientifico, vindas de um processo histórico extenso. O principio da esquerda, vem da separação de classes sociais entre burguesia e proletariado, entre os conservadores capitalistas (direita) e os democratas socialistas ou comunistas (esquerda), propiciadas por idéias de um dos maiores pensadores alemães, chamado Karl Marx, e que através de seus questionamentos abriu caminho para seus seguidores fundarem escolas, como a Escola de Frankfurt. O idealismo de esquerda doutrinou as medidas políticas dos países que adotaram o modelo comunista, sendo a Rússia como antiga União Soviética o modelo mais conhecido, pois através dele criouse uma barreira entre o Comunismo e o Capitalismo que até hoje tem como país de exemplo os Estados Unidos da América. A separação do mundo entre dois pólos econômicos culminou na primeira guerra, depois liderado pelo tirano Hitler alavancou a segunda guerra, aonde a Alemanha perdeu as duas de forma tida como vergonhosa, e na época da reconstrução o fervor político ainda estava instaurado, e a separação de dois Estados foi promulgada, e o muro literalmente se fez erguer em Berlim. Só após 40 anos, vindas de mudanças políticas o muro foi derrubado, e o modelo capitalista dominaria os dois lados do muro. Após a derrota da esquerda, um novo modelo de política, cultura, pensamento, se fez para reavivar ainda os teores ideológicos de uma vida socialista, e a Nova Esquerda Alemã surge como o principio de uma reconstrução social através do pensamento racional da consciência coletiva através da mídia. No quesito político um novo partido de oposição ao capitalismo é fundado, e tem ascensão política. Já no quesito social, o povo que sucumbiu os hábitos capitalistas, ainda sim, consegue discernir os malefícios na estrutura de sua sociedade, em razão de uma consciência. O Pai da Esquerda Para compreender as propriedades da Nova Esquerda Alemã sejam nos quesitos sociais, ideológicos, políticos, econômicos, culturais, científicos, deve-se primeiramente abranger a base que alavancou as mudanças históricas que marcaram o fim do século XIX, todo o século XX, e até perpetuar nos dias atuais do século XXI. O marco do ideal de esquerda é advento da estrutura literária do físico, economista, sociólogo, historiador, filósofo e jornalista chamado Karl Marx que através de suas idéias, que foram consumidas para mudanças sociais, mudou o conceito da composição em sociedade. Suas teses foram posteriormente classificadas como Teoria Critica, para implementar uma esquerda revolucionária, e fundada escolas de pensamento com a epistola de marxismo. O pai da esquerda nasceu na Alemanha em 1818 e morreu em 1883 na Inglaterra no qual estava por exílio, como tantas outras milhares de fugas políticas que teve de enfrentar em sua vida. O principio de sua perseguição começou quando ele, em 1842, iniciou o projeto como redator-chefe do jornal a Gazeta Renana, e um ano depois o jornal foi fechado por conter uma série de ataques ao governo prussiano, então desempregado Marx vai a Paris, e assumi a direção de outro jornal, e continuou com os ataques, até que os chefes de estado decidem expulsar Karl Marx de Paris, então ele migrou para Bruxelas, que não durou muito também foi expulso por expor muitas idéias, tanto que foi na Bélgica que Karl redigiu um dos seus escritos mais conhecidos, O Manifesto Comunista, junto de Engels e depois de muitas tentativas por não ter onde ficarem, Marx conseguiu se estabelecer na Inglaterra, país que o abrigou até sua morte. Como uma pessoa através de suas idéias incomodou tanto os governantes e influenciou tantos pensadores para perpetuarem seus questionamentos até hoje? Tudo isso é advento de suas idéias notáveis, como a transição gradual do capitalismo para o comunismo, a ditadura e exploração escravista do proletariado, o materialismo histórico, o materialismo dialético, o socialismo científico para o progresso, o modo de produção da mercadoria, a mais-valia como fruto do lucro exploratório, a luta de classes pelo domínio da estrutura social, a teoria marxista da ideologia como base da moral, a teoria marxista da alienação como base da dominação das massas. O alicerce de todos os seus conceitos é do tratamento do dinheiro como capital de exploração de trabalho para alavancar o modelo desregulado do Capitalismo. Eis porque todos os escritores antiquados de economia política que alvitravam a tese de que os salários regulam os preços, intentavam prová-la apresentando o lucro e a renda do solo como simples percentagens adicionais sobre os salários. Nenhum deles era, naturalmente, capaz de reduzir os limites dessas percentagens a uma lei econômica. Pareciam, ao contrário, acreditar que os lucros se fixavam pela tradição, costume, vontade do capitalista, ou por qualquer outro método igualmente arbitrário e inexplicável. Quando afirmavam que os lucros se determinam pela concorrência entre os capitalistas, portanto, não explicavam absolutamente nada. Por isso Karl Marx reconhece a David Ricardo o grande mérito de haver destruído até os fundamentos, com a sua obra sobre os Princípios da Economia Política, publicada em 1817, o velho erro, tão divulgado e gasto, de que "os salários determinam os preços", falácia já rechaçada por Adam Smith (. . . ) O que o operário vende não é diretamente o seu trabalho, mas a sua força de trabalho, cedendo temporariamente ao capitalista o direito de dispor dela. E faz o link entre o trabalhador e a mercadoria como mediadora no salário exploratório quando diz que "os preços das mercadorias são determinados ou regulados pelos salários" e argumenta a falha do sistema econômico que tem regras arbitrárias e segmentavas. “Por que a vontade do capitalista norte-americano difere da do capitalista inglês? E para responder a esta questão, não teriam outro remédio senão Ir além dos domínios da vontade. É possível que venha um padre dizer-me que Deus quer na França uma coisa e na Inglaterra outra. E se o convido a explicar esta dualidade de vontade, ele poderá ter a impudência de responder que está nos desígnios de Deus ter uma vontade em França e outra na Inglaterra. (. . . ) Sem sombra de dúvida, a vontade do capitalista consiste em encher os bolsos o mais que possa. E o que temos a fazer não é divagar acerca da sua vontade, mas investigar o seu poder, os limites desse poder e o caráter desses limites. ” Cardoni, Edison - Marx Salário Preço Lucro - Conrad ed p12 2002. E Karl Marx culpa a burguesia por sustentar este modelo Capitalista da economia, responsabilizando afiadamente com criticas abarcadas por conceitos históricos de quedas de impérios e desigualdade das classes. “A sociedade burguesa moderna, surgida do naufrágio da sociedade feudal, não revogou os contrastes de classes. Apenas colocou no lugar das velhas, classes novas, novas condições da opressão; novas formas de combate. (. . . ) A burguesia, pela sua exploração do mercado mundial, tornou cosmopolitas a produção e o consumo de todos os países. . . (. . . ) Em uma só palavra, ela cria o mundo segundo sua própria imagem. . . (. . . ) As armas mediante as quais a burguesia derrotou o feudalismo, ora se voltam contra a própria burguesia. (. . . ) A sociedade toda cliva-se cada vez mais e mais em dois grandes exércitos inimigos, duas grandes classes enfrentando-se frontalmente: a burguesia e o proletariado. . . (. . . ) O alvo da liga é a queda da burguesia, a soberania do proletariado, a dissolução da antiga sociedade burguesa baseada em contrastes sociais e a fundação de uma nova sociedade, sem classes e sem propriedade privada. . . (. . . ) Que as classes dominadoras tremam ante uma revolução comunista, os Proletários nela nada têm a perder senão as suas correntes. Eles têm um mundo a ganhar. Proletários de todos os países, uni-vos!” Marx, Karl - Manifesto Comunista ed Lp&m, p35, p36, p37 - 2000 E o conceito de política de esquerda foi estabelecido através das idéias de separação dentre os trabalhadores e os patrões, sendo a direta o modelo conservador, burguês, republicano, capitalista, e a esquerda o modelo revolucionário, voz do proletariado, comunitária, socialista. Durante a vida de Marx, suas idéias receberam pouca atenção de outros estudiosos. Talvez o maior interesse tenha se verificado na Rússia, onde, em 1872, foi publicada a primeira tradução de O Capital. Na Alemanha, a teoria de Marx foi ignorada durante bastante tempo, até que em 1879 um alemão estudioso da Economia Política, Adolph Wagner, comentou o trabalho de Marx ao longo de uma obra intitulada Allgemeine oder theoretische Volkswirthschaftslehre. A partir de então, os escritos de Marx começaram a atrair cada vez mais atenção, não só dos operários como também de críticos, filósofos, historiadores, políticos, entre outros. Nos primeiros anos após a morte de Marx, sua teoria obteve crescente influência intelectual e política sobre os movimentos operários (ao final do século XIX, o principal foco de debate da teoria era o Partido Social-Democrata alemão) e, em menor proporção, sobre os círculos acadêmicos ligados às ciências humanas – notadamente na Universidade de Viena e na Universidade de Roma, primeiras instituições acadêmicas a oferecerem cursos voltados para o estudo de Marx. Mas a que mais teve forte influencia e é motivo de analises até hoje é a Escola de Frankfurt que também adotou o marxismo. Marx foi herdeiro da filosofia alemã, considerado ao lado de Kant e Hegel um de seus grandes representantes. Foi um dos maiores pensadores de todos os tempos, tendo uma produção teórica com a extensão e densidade, de modo admirável. Como filósofo, se posiciona muito mais numa supra-filosofia, em que "realizar" a filosofia é antes "abolí-la", ou ao realizá-la, ela e a realidade se transformam na práxis, a união entre teoria e prática. A teoria marxista é, substancialmente, uma crítica radical das sociedades capitalistas. Mas é uma crítica que não se limita a teoria em si. Marx, aliás, se posiciona contra qualquer separação drástica entre teoria e prática, entre pensamento e realidade, porque essas dimensões são abstrações mentais (categorias analíticas) que, no plano concreto, real, integram uma mesma totalidade complexa. O marxismo constitui-se como a concepção materialista da História, longe de qualquer tipo de determinismo, mas compreendendo a predominância da materialidade sobre a idéia, sendo esta possível somente com o desenvolvimento daquela, e a compreensão das coisas em seu movimento, em sua inter-determinação, que é a dialética. Portanto, não é possível entender os conceitos marxistas como forças produtivas, capital, entre outros, sem levar em conta o processo histórico, pois não são conceitos abstratos e sim uma abstração do real, tendo como pressuposto que o real é movimento. Karl Marx compreende o trabalho como atividade dominante da humanidade. E o trabalho, sendo a centralidade da atividade humana, se desenvolve socialmente, sendo o homem um ser social. Sendo os homens seres sociais, a História, isto é, suas relações de produção e suas relações sociais fundam todo processo de formação da humanidade. Esta compreensão e concepção do homem é radicalmente revolucionária em todos os sentidos, pois é a partir dela que Marx irá identificar a alienação do trabalho como a alienação dominante das demais. E com esta base filosófica é que Marx compreende todas as demais ciências, tendo sua compreensão do real influenciado cada dia mais a ciência por sua consistência. Suas obras literárias são marcos históricos de questionamentos e os processos históricos que levaram a sociedade a se estabelecer desta maneira. Na obra Ideologia Alemã, Marx, apresenta cuidadosamente os pressupostos de seu novo pensamento. No Manifesto Comunista apresenta sua tese política básica. Na Questão Judaica apresenta sua crítica religiosa, que diz que não se devem apresentar questões humanas como teológicas, mas as teológicas como questões humanas. E que afirmar ou negar a existência de Deus, são ambas teologia. O ponto de vista deve ser sempre o de ver as religiões como reflexões humanas fantasiosas de si mesmo, mas que representa a condição humana real a que esta submetida. Na Crítica ao Programa de Gotha, Marx faz a mais extensa e sistemática apresentação do que seria uma sociedade socialista, ainda que sempre tente desviar desse tipo de "futurologia", por não ser rigorosamente científica. Em A Guerra Civil na França, Marx supera todas as suas tendências jacobinas de antes, e defende claramente que só com o fim do Estado o proletariado oferece a si mesmo as condições de manter o próprio poder recém conquistado, e o fim do Estado é literalmente o "povo em armas", ou seja, o fim do "monopólio da violência" que o Estado representa. Em O 18 Brumário de Luís Bonaparte, já está uma profunda análise sobre o terror da "burocracia" e como esta representa a camada camponesa, que por sua própria condição (como ele explica) tem tendências autoritárias. Suas obras tiveram fundamental papel histórico para estruturar não só a esquerda alemã, como todas as outras esquerdas que se espalharam pelo mundo, seja a antiga União Soviética, a China, Coréia do Norte, até mesmo Cuba, tiveram fundamentos de composição em sociedade através dos pensamentos de Karl Marx, apesar de alterações que culminaram em aprofundamentos de idéias, que vários pensadores interpretaram a sua maneira, onde Stalin perverteu os ideais do movimento, e outros atribuíram uma nova solução como neomarxismo (novo marxismo) para classificar as suas alterações do modelo da Teoria Crítica de Karl Marx, e por conseqüência culminou numa nova vertente chamada Teoria da Consciência grande base da Nova Esquerda Alemã. Karl Marx deixou seu legado, apesar de vários títulos acadêmicos, ele era um filosofo, mas que não se conteve em só ser um filosofo como uma de suas celebres frases diz “os filósofos apenas interpretam o mundo diversamente, o que importa é modificá-lo”, Marx modificou e muito o pensamento das pessoas sobre a visão do mundo. Para entendermos a razão da existência de uma influência política nas teorias da comunicação é necessário retrocedermos um pouco na Alemanha do início do século XX, quando surge uma das mais importantes e influentes escola de pensadores: a Escola de Frankfurt. Frankfurt e a Teoria Crítica A Escola de Frankfurt, fundada sob o nome de Instituto de Pesquisas Sociais de Frankfurt, em 1923, ganha força quando assume a direção Max Horkheimer. A Escola foi a primeira a utilizar os pensamentos de Karl Marx abertamente em suas disciplinas, porém criticava a política partidária dos dois partidos operários da Alemanha (comunista e social-democrata). Quando Hitler assumiu a Alemanha, os pensadores do Instituto foram perseguidos e foram exilados, inicialmente em Paris e posteriormente nas universidades dos EUA, como no Instituto de Pesquisas Sociais de Nova Iorque. Com o fim do nazismo, a Escola de Frankfurt reabre, em 1950, buscando uma visão mais crítica sobre a cultura e a ciência. Os frankfurtianos defendiam a idéia que a sociedade se salvaria caso superasse a crise da racionalidade. A Teoria Crítica elaborada pelos frankfurtianos opunha-se à Escola Funcionalista Estadunidense, de Laswell e Lazarsfeld, entre outros. Essa teoria entendia que a pesquisa social deveria ser feita em seu âmbito geral, não sendo fragmentada como a Escola Funcionalista fez. Os teóricos de Frankfurt acreditavam que os problemas sociais, ao menos alguns, são frutos da ausência da crítica influenciada pelos meios de comunicação de massa, ou seja, a mídia exercia um poder negativo sobre a sociedade, alienando-a a ponto da população não enxergar os problemas de sua sociedade e se levantar para combatê-los. Em vez disso, os meios de comunicação de massa imputavam sobre a sociedade novas formas de cultura, que se sobrepunha sobre os costumes ali existentes, extinguindo-os e criando uma nova cultura, uma nova forma de pensar, tudo sob influência da mídia. Porém, em meados de 1960, um novo teórico preocupou-se em estudar os meios de comunicação, e não seus conteúdos, como fora feito até então tanto pelos funcionalistas quanto pelos frankfurtianos. Seu nome é Marshal Mcluhan Marshal Mcluhan Para Mcluhan os meios de comunicação são a extensão do homem, e como tal, não exerce uma influência maligna. A mídia, segundo o autor, faz o intercâmbio entre a realidade e as pessoas. Em sua visão, o surgimento da prensa de Gutemberg fez com que o homem se tornasse um ser mais concentrado visualmente, mais racional, fechado, que se submetia a horários de trabalho pré-estabelecidos e toda uma rotina já pré-escrita. Características perdidas com o advento dos meios digitais, que permitem ao homem conhecer outras culturas, outras formas de vida, fazendo o papel de integração social que, para ele, não existia na Era Gutemberg. No fim dos anos 60 e início dos anos 70, outro teórico contrapõe as idéias de Mcluhan, trata-se de Hans Magnus Enzesberger, representante maior da chamada Nova Esquerda Alemã. Enzesberger vai de encontro à Escola de Frankfurt entendendo que esta não desenvolveu uma teoria para os meios de comunicação baseada nos pensamentos de Marx. Além disso, o teórico critica a teoria dos frankfurtianos por reduzirem os meios de comunicação ao simples conceito de mídia manipuladora. Para o autor, a Esquerda deve se livrar do caráter salvador da mídia e permitir que ela exerça seu papel social. Enzesberger queria que os meios de comunicação deixassem de trabalhar apenas como centro de distribuição de idéias burguesas capitalistas e se tornassem meios de produção da cultura das massas pela massa. Posteriormente, Enzesberger assume que sua teoria era utópica por supor uma mídia controlada pela massa engajada socialmente, sobretudo com uma cobertura maior aos novos movimentos sociais. O Muro de Berlim O período pós-guerra foi marcado por uma serie de transformações no cenário político-economico mundial. Essas mudanças levaram ao estabelecimento de uma nova ordem internacional, que se caracterizou pelo equilíbrio tenso entre forcas socialistas e capitalistas. Em fevereiro de 1945 (antes da rendição oficial da Alemanha), os representantes das três principais potências vitoriosas, Churchill (Inglaterra), Roosevelt (Estados Unidos) e Stalin (União Soviética), reuniram-se na cidade de Yalta, Ucrânia, para estabelecer os rumos da política internacional no pós-guerra. Meses depois, em julho, realizou-se na Alemanha a Conferencia de Potsdam, no qual participaram os Aliados – EUA, URSS, Reino Unido e Franca – e decidiram dividir a Alemanha em dois Estados (Ocidental e Oriental), ou seja, Republica Federal da Alemanha (RFA), com capital em Bonn e sob a influencia Norte Americana e a Republica Democrática Alemã (RDA), com capital em Berlim e sob a influencia da União Soviética. O crescente clima de tensão entre os governos dos Estados Unidos e da União Soviética, devido às diferenças em seus projetos políticos de extensão mundial e também para evitar as fugas da Alemanha comunista para a capitalista, à cidade de Berlim e* divida. Em 1961, por iniciativa do bloco soviético, na madrugada do dia 13 de Agosto, começou a ser construído o muro, que tinha 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas eletrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. O muro provocou a morte de 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atraves
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