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A Obra de Arte Na Época de Suas Técnicas de Reprodução

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  A OBRA DE ARTE NA ÉPOCA DE SUAS TÉCNICAS DE REPRODUÇÃO ã O texto inicia falando primeiramente o!re a diferen a de poder entreo artita de anti#amente com o do tempo moderno$ proe#%indo com a &%et'o de &%e a ino(a )e m%dam a t*cnicada arte e tranformam a pr+pria no 'o de arte,I - ã .A o!ra de arte$ por princ/pio$ foi empre %cet/(el de reprod% 'o, O &%e al#%n 0omen 12eram podia er refeito por o%tro, 3 ã O a%tor fala o!re a pr4tica de copiar o!ra de arte$ tanto a1m de #arantir a dif%'o &%anto de fal4rio &%e imita(am com o 1m de extrair pro(eito material, ã A t*cnica de prod% 'o 'o %m fen5meno recente, ã .O #re#o + con0eciam doi proceo t*cnico de reprod% 'o6 a f%ndi 'o e a c%n0a#em, ã .Com a #ra(%ra na madeira$ cone#%i%7e$ pela primeira (e2$ a reprod% 'o do deen0o$ m%ito tempo ante de a imprena permitir a m%ltiplica 'o da ecrita,3 ã A lito#ra1a permiti% &%e a arte #r41ca deixaem de apena erem imitada e reprod%2ida em *rie e paaem a prod%2ir o!ra no(a, ã .Com o ad(ento do *c%lo 88$ a t*cnica de reprod% 'o atin#iram tal n/(el &%e$ em decorr9ncia$ 1caram em condi )e n'o apena de e dedicar a toda a o!ra de arte do paado e de modi1car de modo !em prof%ndo o e% meio de in:%9ncia$ ma de ela pr+pria e imporem$ como forma ori#inai de arte,3II - A OBRA DE ARTE ã .;alando de 0it+ria$ lem!ramo7no tam!*m da altera )e materiai &%e a o!ra pode ofrer de acordo com a %ce'o de e% po%idore, O (et/#io da altera )e materiai + 1ca de(endado em (irt%de da an4lie f/ico7&%/mica$ impo/(ei de erem feita n%ma reprod% 'o< a 1m de determinar a %cei(a m'o pela &%ai pao% a o!ra$ de(e7e e#%ir toda %ma tradi 'o$ a partir do pr+prio local onde foi criada,3 ã .O &%e caracteri2a a a%tenticidade de %ma coia * t%do a&%ilo &%e ela cont*m e * ori#inalmente tranmi/(el$ dede %a d%ra 'o material at* e% poder de tetem%n0o 0it+rico,3 ã .Na *poca da t*cnica de reprod% 'o$ o &%e * atin#ido na o!ra de arte * a %a a%ra, Ee proceo tem (alor de intoma$ %a i#ni1ca 'o (ai al*m do terreno da arte, Seria impo/(el di2er$ de modo #eral$ &%e a t*cnica de reprod% 'o epararam o o!=eto reprod%2ido do >m!ito da tradi 'o, ?%ltiplicando a c+pia$ ela tranformam o e(ento prod%2ido apena %ma (e2 n%m fen5meno de maa,3III  ã .No decorrer do #rande per/odo 0it+rico$ com rela 'o ao meio de(ida da com%nidade 0%mana$ (ia7e$ i#%almente$ modi1car7e o e% modo de entir e de perce!er,3 ã O a%tor comenta o!re 4!io da Ecola @ienene &%e e op%eram ao peo da tradi 'o cl4ica e foram o primeiro a terem a ideia de extrair a infer9ncia &%anto ao modo de percep 'o pr+prio ao tempoao &%al e relaciona(a, O pe&%iadore contenta(am7e em eclarecer a caracter/tica formai t/pica da percep 'o do Baixo Imp*rio, N'o e preoc%param em motrar - o &%e excederia toda a %a eperan a - a tranforma )e ociai$ da &%ai ea m%dan a do modo de percep 'o n'o eram mai do &%e a expre'o,o=e$ etamo mel0or it%ado do &%e ele para compreender io,I@ - ã .A %nicidade da o!ra de arte n'o difere de %a inte#ra 'o nee con=%nto de a1nidade &%e e denomina tradi 'o, Sem d(ida$ a pr+pria tradi 'o * %ma realidade !em (i(a e extremamente m%t4(el,3 ã O a%tor %a o exemplo da et4t%a anti#a de @9n%$ &%e para o #re#o era (ita como o!=eto de c%lto e para o cl*ri#o da Idade ?*dia como /dolo mal*1co, ã No come o$ era o c%lto &%e exprimia a incorpora 'o da o!ra de arte n%m con=%nto de rela )e tradicionai, ã .Reprod%2em7e cada (e2 mai o!ra de arte$ &%e foram feita  =%tamente para erem reprod%2ida, Da c0apa foto#r41ca pode7e tirar %m #rande nmero de pro(a< eria a!%rdo inda#ar &%al dela *a a%tentica, ?a$ dede &%e o crit*rio de a%tenticidade n'o * mai aplic4(el  prod% 'o art/tica$ toda a f%n 'o da arte 1ca %!(ertida, Em l%#ar de e !aear o!re o rit%al$ ela e f%nda$ dora(ante$ o!re %ma o%tra forma de pr4xi6 a pol/tica, ã

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