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A Origem Das Ideias Em Locke

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Trabalho sobre a origem das ideias do filosofo John Locke. Universidade Federal da Paraíba.
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  Universidade Federal da ParaíbaAvaliação da Disciplina Teoria do Conhecimento IProf: Maria Clara   René Xavier Silva esposta referente ao se! ndo item# sobre as ideias e se s modos de obtenção$ Mesmo havendo na história da filosofia um rastro pré-empirista desde a antiguidade em Aristóteles e no período Medieval em Tomás de Aquino, quando ambos já afirmavam que tudo passa  pelos sentidos para estar na mente, é com oc!e que vemos surgir o primeiro livro dedicado Teoria do #onhecimento ou $pistemologia $mpirista que é o seu Tratado Acerca do $ntendimento %umano&  'essa obra vemos nascer um novo conceito de (deia e conhecimento fundado e)clusivamente na e)peri*ncia rompendo definitivamente com qualquer no+o inatista das ideias da mente& oc!e tenta mostrar a srcem das ideias por isso há nela uma srcinalidade que será estendida em períodos  posteriores& $sse conceito de (deia que é e)posto no seu Tratado lhe é básico e é o que permite a oc!e enfrentar os argumentos inatistas como os do cartesianismo que ele tanto combate& oc!e concorda com os inatistas de que nascemos com a capacidade de conhecer, o que ele discorda é que o conhecimento já seja dado& ara ele os inatistas também concordam com o Aquisicionismo, onde se  pensa que nascemos com a capacidade de conhecer, mas que o conhecimento é adquirido& ara os cartesianos as ideias aparecem sob o nome de representa+o, mas para oc!e trata se de percep+o,  percebemos as ideias e as ideias so tudo o que está presente para a mente& ara oc!e é no entendimento que temos acesso ao meio de acesso ás ideias, ou seja ele tenta chegar ao entendimento de forma que o entendimento seja o objeto de si mesmo para mostrar como o entendimento se relaciona com o conhecimento& ara ele tudo é objeto para a mente quando  pensamos, a mente tem para ele enquanto pensa, a ideia& A ideia é o objeto imediato do entendimento& ara conhecer os objetos a mente passa pelas ideias que so as intermediarias entre o eu e o mundo& .o elas, as ideias que so as unidades básicas do pensamento& ara oc!e as ideias so produ/idas através da e)peri*ncia, é a e)peri*ncia que mobília a mente com ideias, através do contato com o mundo e os objetos& A e)peri*ncia é aqui pensada como produto da inten+o& $m oc!e no há ideias inatas imprimidas por 0eus na alma dos homens1 para ele essa perspectiva é um tanto rasa e superficial& 2 que há nos homens so tend*ncias naturais e ele e)plica isso di/endo que há duas fontes da e)peri*ncia das quais todas as ideias adv*m, elas se do ou pela sensa+o ou pela refle)o& .endo assim todas as ideias so derivadas das sensa+3es ou da refle)o resultando disso a e)peri*ncia&As sensa+3es se do pelas diferentes percep+3es das coisas através dos sentidos e há diferentes formas de capturar uma ideia de uma coisa& $las podem ser (deias .imples de .ensa+o e (deias .imples de 4efle)o& Tudo come+a com as (deias .imples elas so ideias simples das sensa+3es, que so ideias advindas de um sentido só, capturada através de um 5nico sentido, como tocar um cubo de gelo e de imediato sentir sua dure/a e frie/a, ou como sentir um perfume de algo ou alguém, nesses casos no precisamos do uso de outro sentido para perceber isso& Mas de um segundo  modo há as ideias simples de mais de um sentido, que nos so dadas por dois ou mais sentidos, como espa+o, repouso, movimento, e)tenso& 'o caso de uma figura que podemos tocar e ver, há independentemente dois sentidos em questo há aí um misto de sentidos que nos fa/ dar outras características das coisas e sucessivamente outra ideia dela& %á também as ideias simples de refle)o, através das opera+3es da mente nós percebemos que percebemos, so estas as ideias do pensamento ouideias do querer e é com essas opera+3es que percebemos, pensamos, duvidamos, cremos e desejamos&$ por fim há na mente as ideias compostas que so fornecidas pela sensa+o e pela refle)o, como  pra/er, insatisfa+o, dor, unidade, e)ist*ncia e poder& Todas as nossas ideias so acompanhadas de  pra/er e dor e os objetos e)ternos e internos geralmente sugerem uma e)ist*ncia e uma unidade&.egundo oc!e nós somos passivos na recep+o das ideias simples, no podemos evita-las, nem destruí-las, nem altera-las& 2 que podemos fa/er é combiná-las ativamente e voluntariamente na forma+o de ideias comple)as& #ombinando as ideias de branco, doce, duro e quadrado, temos a ideia de um torro de a+5car& As ideias de bele/a, gratido, universo, homem so (deias #omple)as& $ssas ideias comple)as so divididas por oc!e entre6 (deias de .ubst7ncia, .ubst7ncias #oletivas, Modos e 4ela+3es& 4osa, %omem, 2uro so para ele ideias de subst7ncia& 8m e)ército seria uma substancia coletiva& 9á correr, pular, pensar so modifica+3es da subst7ncia& $ há as rela+3es de uma ideia a outra,como quando di/emos que o homem pertence ao e)ército, nesse caso o pertencimento é uma rela+o entre homem e e)ercito& 2 que ele tem sucesso em justificar é que mesmo as ideias mais comple)as ouremotas da mente humana so frutos das ideias simples de sensa+o e refle)o&As ideias comple)as que no se mant*m por si mesmas, que dependem da substancia so chamadas (deias de Modo, como tri7ngulo, gratido, espa+o, n5mero, dura+o& Assim como rolar, andar, pular, correr, so modifica+3es da ideia simples de movimento& Assim como a/ul, preto ou rosa so modos de cor& $stas ideias de modos se do de duas maneiras, elas so simples ou mistas& :uando so combinadas ou variadas, uma ideia com a mesma ideia, sem que haja mistura com outras ideias, so Modos .imples& 'a ideia de ; há a combina+o das ideias de < mais < e < é uma ideia simples combinada consigo mesma gerando a ideia comple)a de ;& 9á quando acontece a combina+o de duas ideias simples de espécies diferentes, temos os Modos Mistos ou #ompostos& #omo quando vemos um belo quadro, onde temos a ideia de bele/a que é uma mistura da ideia de forma com a ideia de cor causado pelo pra/er de o ver, assim temos a ideia de belo, de bele/a&=a/emos aqui agora uma breve distin+o entre subst7ncia e modo em oc!e, pois para eles elas tem formas diferentes de ser& Ao contrário dos modos, as substncias subsistem por si mesmas e so singulares ou coletivas& .ubst7ncias singulares so aquelas combina+3es de ideias simples que representam distintas coisas particulares que subsistem por si mesmas& .ubst7ncias coletivas so aquelas combina+3es de ideias reunidas, como um e)ército de homens, ou um rebanho de ovelhas1 essas ideias coletivas de varias subst7ncias assim reunidas, so, elas mesmas, uma ideia 5nica, comple)a, como o é, por e)emplo, a de homem& ara oc!e a .ubst7ncia no é mais que o conjunto deideias simples, que a e)peri*ncia mostra sempre agrupadas6 o ouro é d5ctil, denso, amarelo, etc& A ess*ncia daquilo que os sentidos nos transmitem é incognoscível, e a 5nica investiga+o possível é a  pesquisa e)perimental das idéias de qualidade que lhes atribuímos6 conjunto de idéias simples de sensa+o& oc!e que no toma a subst7ncia como uma ess*ncia que imaginamos para as coisas, pois isso seria uma simplifica+o inaceitável& =a/ se assim em oc!e a diferencia+o entre substancia e modo para o melhor entendimento de como se do as ideias em nossas mentes, colaborando decididamente para solidificar o conhecimento humano em algo certo e que se possa depositar confian+a por estar fundada em certe/as&

Trabajo Final

Aug 2, 2017
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