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A Pedra Que Os Edificadores Rejeitaram Se Tornou a Pedra de Esquina

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O que a bíblia quer dizer quando menciona a pedra que os edificadores rejeitaram?
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  Rejeição - a pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se a cabeça da esquina O principal elemento no esquema da rejeição é a dor emocional LIDANDO COM A REJEIÇÃOPara começarmos a falar de rejeição precisamos primeiro enender al!o m io imporane#A$ %&'()*(&+ onde lemos'()* E+ pero da meia noie+ Pa lo e ,ilas ora-am e cana-am .inos a De s+ e os o ros presos os esc a-am#(&* E de repene so/re-eio m ão !rande erremoo+ 0 e os alicerces do c1rcere se mo-eram+ e lo!o se a/riram odas as poras+ e foram solas as pris2es de odos#E3isem pessoas 0 e esão -i-endo s as -idas aprisionadas em fores cadeias e nem sa/em o moi-o# Al! mas foram aprisionadas por ca sa de ma . mil.ação+ o ras por cona de ma -er!on.a 0 e passo + e3isem a0 elas 0 e esão aprisionadas por m senimeno de ins fici4ncia o de incapacidade e anas o ras -i-em aprisionadas por feridas emocionais 0 e ser-em como cadeias para as s as almas# Essas cadeias impedem essas pessoas de -i-erem em no-idade de -ida+ de desfr arem de coisas no-as+ e elas aca/am sofrendo por -i-erem o empo odo a mesma coisa+ e passam a acrediar 0 e a more seria mais araene do 0 e -i-er ma -ida aprisionada+ 5 ai 0 e s r!e os s ic6dios#Mas o 0 e e 0 ero e e3plicar+ 5 0 e essas cadeias s7 e3isem por 0 e .1 ma /ase 0 e as f ndamena# As cadeias não s r!em do nada+ elas foram er! idas a parir de al! m alicerce# E 5 e3aamene esse o pono 0 e precisa ser a/alado# Para 0 e as cadeias caiam e as pessoas possam er as s as -idas li-res+ o f ndameno so/re o 0 al essas pris2es esão alicerçadas+ precisa ser a/alados# 8 isso 0 e -emos nesse e3o 0 e aca/amos de ler# De s li/erando Pa lo e ,ilas depois de er a/alado o pono cero+ o f ndameno da prisão#E se raando da nossa alma+ as feridas emocionais+ as m1!oas+ os ra mas 0 e em aprisionado m ias -idas+ na s a !rande maioria+ são f ndamenadas pelo senimeno de rejeição# A  parir da rejeição 5 0 e esr  ras de maldição são er! idas para aprisionar a alma do ser . mano#E9' :ma cadeia 0 e em prendido m ios .oje em dia a5 mesmo denro da i!reja c.ama*se re/eldia# Amados+ re/eldia não 5 -oc4 ir para m deerminado l !ar sem a permissão do se pasor não+ a re/eldia na -erdade 5 m !rio de socorro da alma enando c.amar aenção para os se s ferimenos 0 e foram ca sados pela rejeição# A re/eldia pode ser apresenada como ma das principais ca sas de maldição+ e esse comporameno de re/eldia 0 e em ser-ido de prisão para ana !ene 5 f ndamenada pelo senimeno de rejeição# Object2  LC %)'%%;s# %(* %< e ;s# () = <>#Esses -ers6c los nos mosram d as reaç2es disinas+ ? m pe!a  do e -ai em/ora e o o ro não pe!a nada e se isola@+ mas mosra 0 e a ca sa 5 a mesma# O 0 e ca saria d as reaç2es diferenes denro da mesma fam6lia=;#%% * Nesse e3o o pr7prio Jes s começa afirmando o se! ine' cero .omem in.a dois fil.os### Jes s não começa essa par1/ola diBendo 0 e cero casal in.a dois fil.os+ Ele diB 0 e cero .omem in.a dois fil.os# $endo por /ase+ a forma como Jes s começa essa par1/ola+ e !osaria de e3plicar al!o# Denro da fam6lia+ ano o pai ?direção+ limies e proeção@ 0 ano a mãe ?-6nc los+ n rição e or!aniBação@ em se papel f ndamenal na criação dos fil.os+ e 0 ando m fal.a no c mprimeno do se papel+ ma /rec.a 5 a/era 0 e permie o acesso da rejeição na -ida do fil.o+ ca sando assim feridas emocionais e ma!oas prof ndas# A0 i+ por re-elação+ e enendi al!o# A a s4ncia da mãe a/ri a pora para 0 e a rejeição enrasse e ca sasse ano a ai de de re/eldia ai-a do fil.o pr7di!o ?pe!ar  do e ir em/ora+ sem 0 erer sa/e a opinião do pai@+ 0 ano  re/eldia passi-a do se irmão ?se isolar e não desfr ar das coisas do pai+ ser m soli1rio no meio da m lidão@#Diane das feridas ca sadas pela rejeição+ podemos perce/er dois ipos de reaç2es diferenes 0 e afeam não s7 a pessoa rejeiada mais am/5m a0 eles 0 e esi-erem ao se redor'E3ra-asameno da m1!oa ?il.o Pr7di!o@InernaliBação da m1!oa ?Irmão do fil.o pr7di!o@ NO$A' A inernaliBação da ma!oa orna o indi-id o s scep6-el a disr/ios emocionais+ de c n.o  pessoal+ en0 ano 0 e o e3ra-asameno da ma!oa pode !erar males sociais#A!ora e respondo a per! na 0 e -isemos a!ora po co# O 0 e ca saria d as reaç2es diferenes denro da mesma fam6lia= A rejeição#O senimeno de rejeição pode facilmene desconrolar as reaç2es . manas compromeendo a formação do car1er# O 0 e faBer=Podemos e-iar a rejeição= A resposa 5 não# Enão o 0 e faBer=Precisamos ol.ar para a -ida de Jes s+ o mais rejeiado enre os .omens ?I, )<'<@+ e aprender com Ele a con-i-er com a rejeição#A pedra 0 e os edificadores rejeiaram orno *se a ca/eça da es0 ina#,L %%F'((Por incr6-el 0 e pareça+ De s em m camin.o de -i7ria ara-5s das rejeiç2es 0 e sofremos ao lon!o das nossas -idas# Nese e3o+ o salmisa se refere ao Messias+ e3plicando m principio f ndamenal' Jes s foi al.ado pelas car!as de rejeição 0 e sofre # oi a pedra rejeiada pelos edificadores# A forma+ por5m+ como Ele lido com a rejeição 0 e sofre + s jeiando*se a De s e  perdoando aos .omens+ o esa/elece na mais ele-ada posição ni-ersal de a oridade#Em Ge/re s diB' aprende a o/edi4ncia com a0 ilo 0 e padece # ### sendo inj riado+ não inj ria-a+ e 0 ando padecia não ameaça-a+ mais enre!a-a*se 0 ele 0 e  j l!a j samene# I PE ('(<Assim sendo+ enendemos 0 e nin! 5m ain!e a pleni de do prop7sio de De s sem aprender a con-i-er -ioriosamene com as car!as de rejeição# Essa 5 a famosa escola do 0 e/ranameno na 0 al o Esp6rio ,ano maric la os -erdadeiros disc6p los#  O 0 e/ranameno de amorecer+ -encer e perdoar as car!as de rejeição nos coloca na  posição de ca/eça de es0 ina na -onade de De s#O o/jei-o desse es do não apenas raar dos ra mas do passado 0 e nos aprisionam aos  pro/lemas presenes+ mas encorajar cada pessoa a ma con-i-4ncia -encedora com as rejeiç2es  presenes e f  ras 0 e ceramene enfrenaremos#E3isem dois ipos /1sicos de crises 0 e as pessoas normalmene enfrenam' As crises circ nsanciais' 0 e se /aseiam nos desafios momenHneos e e3ernos ?fala de empre!o+ fala de alimeno e ec#@ As crises e3isenciais' 0 e -em de m esilo de -ida /aseado em medo e na incred lidade+ como res lado de fores car!as de rejeição+ !erando /lo0 eios inernos permanenes#Porano+ so/ a perspeci-a dos desafios da -ida+ o 0 e mais nos derroa não são as dific ldades e3ernas 0 e enfrenamos+ mais as /arreiras inernas 0 e imp2e m 0 adro crnico de f !a e desis4ncia# Dessa forma+ a pessoa !radai-amene perde o sa/or pelos desafios da -ida+ ornando*se ap1ica e depressi-a# Essa paralisia da f5 in-aria-elmene procede de plaaformas de rejeição e inferioridade# O PLANO ME,$RE DE ,A$ANK,;amos -er como o inimi!o desr7i nossa a o*esima nos ind Bindo+ ara-5s do se sisema m ndano+ a essa plaaforma de rejeição#,aan1s+ in-aria-elmene+ raça os se s aa0 es em cima das necessidades e fra0 eBas . manas# Ele e3plora os ponos de fra0 eBa moral+ de/ilidade emocional+ /em como os momenos cr6icos de arideB espiri al# oi e3aamene 0 ando Jes s e-e fome+ depois de 0 arena dias de  jej m+ 0 e saan1s opor namene s r!i para en1*lo# :m momeno de e3rema necessidade#Para des-endarmos o plano mesre de saan1s+ precisamos primeiramene compreender o 0 adro de necessidades 0 e a/ran!e a realidade de cada ser . mano# Necessidades /1sicas do ser . mano#  Necessidade Espiri al = De s$odo ser . mano em m -aBio espiri al# Isso 5 foremene e-idenciado ara-5s da infinidade de reli!i2es e3isenes# O dia/o em sado essa necessidade espiri al do .omem para en!an1*lo ara-5s de ma reli!ião o filosofia 0 al0 er# Apesar do .omem perce/er a reli!ião como ma necessidade senida+ s a necessidade real 5 o ra = inimidade com De s# Necessidades emocionaisRespeio = ,er -aloriBado nas .a/ilidades especificas e dons pessoais# ,er considerado+ independenemene da apar4ncia 0 e poss i#Afeo o amor = ,enir*se 0 erido não pelo 0 e em mais pelo 0 e 5# ,enir 0 e as pessoas se relacionam sem moi-os meramene ineresseiros#Aceiação = ,enir 0 e as pessoas -aloriBam e apreciam a s a presença# ,enir*se /em*-indo+  /en0 iso em si aç2es e relacionamenos#,enimeno de perencer = ,aisfaBer a necessidade emocional de -i-er em !r po# Poder conar com a amiBade e a solidariedade de o ras pessoas# Desfr ar compan.eirismo+ er m ciclo de amiBades# $odos 0 erem ma  rma para sair#  Necessidades f6sicasPrecisamos da se! rança de m lar# :m am/iene familiar e o s primeno das necessidades f6sicas 0 oidianas são f ndamenais para a a o*esima de 0 al0 er indi-id o#  Podemos res mir odo esse 0 adro de necessidades em ma s7 pala-ra' Aceiação# Esse 5 o calcan.ar*de*a0 iles do ser . mano# ando não .1 aceiação+ .1 rejeição# A rejeição 5 a ferramena demon6aca com a 0 al saan1s conse! e promo-er as mais prof ndas e di-ersificadas formas de disorç2es na  personalidade . mana#A0 i começa o ra/al.o do inimi!o# Cada necessidade represena ma opor nidade em  poencial para o inimi!o acionar se plano de rejeição# Exigências do mundo Esrae!icamene o m ndo imp2e ma serie de condiç2es para conse! irmos essas coisas de 0 e necessiamos+ principalmene  n6-el de alma+ 0 e 5 a sede dos nossos senimenos#  ando e falo m ndo+ me refiro não ao planea+ mas a m sisema inj so e ferino 0 e em sido imposo pelo inferno so/re oda raça . mana# Jes s den ncio saan1s como o pr6ncipe dese m ndo#A0 i se infilra m sofisma aerroriBane# ;oc4 pode con0 isar m paamar de aceiação+  porem para isso 5 necess1rio aender m conj no de e3i!4ncias indispens1-eis# O seja+ -oc4 s7  pode ser aceio ?a5 por -oc4 mesmo@ se corresponder s e3i!4ncias imposas pelo sisema m ndano#;amos e3plicar como isso f nciona ara-5s do 0 adro a se! ir'E9IENCIA, DO M:NDO ,E ;OC A$ENDE -s ,E ;OC NÃO A$ENDE ',a s ' ,ene 0 e es1 por cima  ,ene*se discriminado Personalidade E3ro-erida' ,ene 0 e Domina a con-ersa E se so/rep2e ao !r po  ,ene*se en-er!on.ado+ 6mido+ sem li/erdade C l ra' /oa formação escolar# ,ene*se s perior+ de m n6-el mais ele-ado#  ,ene*se des-aloriBado+ não recon.ecido# Condição financeira pri-ile!iada ',ene*se no conrole de 0 al0 er si ação#  ,ene*se impoene eleBa f6sica' ,enimeno de con0 isa#  ,ene*se inade0 ado#

Osho

Aug 17, 2017

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Aug 17, 2017
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