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A pena de morte

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Trabalho acadêmico pena de morte.
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   A pena de morte é uma forma de punição a um crime de natureza grave, que passou a existir desde os tempos mais primórdios, e que atualmente ainda existe e continua sendo a causa de grandes discussões no meio social e também em relação ao meio religioso.Durante muito tempo a pena capital foi uma caracterstica comum da !umanidade, uma atitude natural das famlias, das tribos e dos governos. A execução de alguém podia gerar a indignação de outros, mas o princpio geral da morte como castigo ao transgressor, era absoluto. A grande reforma do Direito enal começou no século #$%%% e assim a pena de morte passa a ser mostrada como uma atitude in&til, desumana e irracional, e consequentemente começa um movimento abolicionista bastante vigoroso.  Atualmente a maioria da população mundial ainda adota esse regime de punição, mais de cem pases, ricos ou pobres, democr'ticos ou não, como (stados )nidos, *ail+ndia, !ina, -apão, &ssia, entre outros. Antigamente, em diferentes locais do mundo, existiram formas variadas de punições, e assim códigos que asseguravam a execução da pena capital. /a 0abil1nia existia o ódigo de 2amurabi, que estabelecia por exemplo que o arquiteto que construsse uma casa sem solidez, e que viesse a cair provocando a morte do propriet'rio, deveria morrer, e se o fil!o do propriet'rio morresse no acidente, deveria ser morto, como compensação, o fil!o do arquiteto. A lei de *alião que foi adotada pelos povos mais primitivos assegurava que o criminoso deveria sofrer o mesmo mal que provocou3 45l!o por ol!o, dente por dente6, e assim forneceu a primeira explicação racional para as execuções3 vida por vida. /a %dade 7édia, a apuração da culpa poderia ser feita por intervenção divina, onde o criminoso deveria passar por uma provação ou até mesmo um duelo e a sua sobreviv8ncia indicava a sua inoc8ncia ou culpa./o cen'rio brasileiro a pena capital para os crimes comuns foi extinta em 9:;<,logo após a roclamação da ep&blica, e assim tal punição ficou exclusiva para a legislação militar em tempos de guerra, tal que até !o=e est' em vigor.  Apesar da abolição acontecem ainda as execuções ilegais, que são mantidas por ações clandestinas de policiais, organizações paramilitares e =usticeiros.(m relação a pena capital existem dilemas relativos a realização de tal punição, referentes inclusive aos nveis de crueldade em cada um. (xiste aindaa preocupação com que a pena de morte se=a cada vez mais r'pida, !igi8nica e indolor, alguns exemplos ao passar do tempo são3 guil!otina, a cadeira elétrica, a c+mara de g's e a mais recente, a in=eção letal. Atualmente um dos pases que mais investiram no processo de 4!umanização6 do procedimento da pena de morte foi os (stados )nidos, inclusive foi o pas que mais sofreu pressões sociais para investimentos nesse quesito. Assim a execução passou a ser mais serena, contida, e a figura do carrasco foi mantidaem face de um funcion'rio id1neo.   Apesar de muitos serem contra as execuções, sempre que acontece algum crime de grande impacto a ideia da pena capital se fortalece entre as massas, e nesse contexto, os argumentos dos defensores traduzem o sentimento de insegurança e indignação que se espal!a pelo meio social. $alores da naturezaética >matar é proibido? perdem espaço.(xistem casos de execuções que c!egaram ao cinema, devido a condenação de pessoas inocentes que vivenciaram a incapacidade do poder p&blico para apurar a autoria dos delitos com a precisão necess'ria. A falibilidade da -ustiçaé um fato. A sofisticação dos equipamentos da polcia é capaz de sofisticar a possibilidade do erro, a fal!a no =ulgamento é inevit'vel, como o próprio crime./ão concordo. A pena de morte como forma de punição a crimes pode ser vista por alguns como uma forma de intimidação aos criminosos, como se isso os influenciassem na sua decisão final, fato que nunca foi comprovado. -amais se verificou uma alteração expressiva dos ndices de !omicdio pela restauração da pena capital ou por sua abolição em determinado território, ou se=a, não é possvel aferir quantas pessoas deixaram de matar =ustamente pelotemor de serem executadas. A criminalidade violenta é um fator que não pode ser compreendido sem o estudo das vari'veis como escolaridade, desemprego, urbanização, distribuição de renda, policiamento preventivo, sa&de p&blica, relações de consumo, moradia, etc. A pena de morte, além de não reparar o ato anterior de viol8ncia, impossibilita compreender mel!or a personalidade e os impulsos de quem c!egou ao extremo da violação da lei. ( também a pena capital é contr'ria as motivações de ordem ética3 4não matar's6. A pena capital é passvel ao erro, a condenação de pessoas inocentes não é algo incomum, e a incapacidade do poder p&blico para apurar a autoria dos delitos com a devida precisão é um problema muito mais complexo do que parece./o 0rasil, a assist8ncia =udiciaria é um serviço disponvel apenas para setores sociais privilegiados. A -ustiça riminal é prec'ria, muitas vezes incapaz de desfazer os abusos cometidos pela polcia. ortanto a ameaça ao erro é muito mais aguda e previsvel.7uitos pensam que a adoção a pena de morte seria uma economia para os governos, que tais não precisariam desviar recursos orçament'rios para o sustento de criminosos e assim economizaria também o n&mero de celas. 7as estudos feitos nos (stados )nidos apontam que os processos =udiciais que  podem terminar em execução, pelas cautelas que os cercam, são mais caros para o poder p&blico do que a manutenção de condenados em prisão perpetua.(xiste uma frase de larence Darro@ que poderia a=udar a tomar uma decisão referente a pena capital3 4  questão de saber como voc8 se sente. (st' tudo dentro de voc8. Be voc8 gosta da ideia de alguém sendo morto, então voc8 é afavor. Be voc8 detesta a ideia de alguém sendo morto, então voc8 é contra. 6 
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