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A peregrinação em Porto das Caixas: o espaço sagrado modelando a dinâmica na paisagem - Viviany Barreto Nogueira

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO - FAU PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM URBANISMO A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS…
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - UFRJ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO - FAU PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM URBANISMO A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. Viviany Barreto Nogueira Orientador Prof. Dr. Cristovão Fernandes Duarte RIO DE JANEIRO 2009 VIVIANY BARRETO NOGUEIRA A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. Dissertação apresentada ao curso de mestrado do Programa de PósGraduação em Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, como requisito para a obtenção do grau de mestre em Urbanismo. Orientador: Prof. Dr. Cristovão Fernandes Duarte. Rio de Janeiro 2009 iii Viviany Barreto Nogueira A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Urbanismo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Urbanismo. Aprovada por: (Orientador, Prof. Dr. Cristovão Fernandes Duarte, PROURB-UFRJ) (Prof. Drª. Eliane Bessa, PROURB-UFRJ) (Prof. Dr. Gustavo Rocha-Peixoto, PROARQ-UFRJ) iv N778 Nogueira, Viviany Barreto, A peregrinação em Porto das Caixas: o espaço sagrado modelando a dinâmica na paisagem/ Viviany Barreto Nogueira. – Rio de Janeiro: UFRJ/FAU, 2009. 222f. il. , 30 cm. Orientador: Cristovão Fernandes Duarte. Dissertação (Mestrado) – UFRJ/PROURB/Programa de Pós-Graduação em Urbanismo, 2009. Referências bibliográficas: p. 216-221. 1. Paisagem. 2. Porto das Caixas (Itaboraí, RJ). 3. Espaço sagrado. 4. Santuários. I. Duarte, Cristovão Fernandes. II. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Programa de PósGraduação em Urbanismo. III. Título. CDD 712 A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. v AGRADECIMENTOS Ao final desta trajetória acadêmica tenho muito a agradecer àqueles que tornaram o solitário processo investigativo fruto de um esforço coletivo. . . Ao professor Cristóvão Duarte, meu orientador, a quem devo o meu crescimento como pesquisadora; À CAPES, pela concessão da bolsa de mestrado, fundamental para a realização deste trabalho; Às professoras Lucia Costa e Eliane Bessa, pelas valiosas contribuições na banca de qualificação; À geógrafa professora Zenir Rosendahl (UERJ), pois o fruto de seu trabalho possibilitou um referencial teórico cotidiano; Aos professores e amigos do PROURB - FAU - UFRJ, em especial Denise Pinheiro, Luciana Andrade, Raquel Tardim, Keila Maria, Dona Francisca, Carlos Eduardo Lopes, Aline Guedes, Carol Braga, Edlucy Costa e Marcelo Fiorrote; Aos funcionários e amigos feitos na Prefeitura Municipal de Itaboraí - PMI, particularmente ao Evandro Corrêa de Carvalho, pela disponibilização dos dados, pela atenção despendida ao longo da pesquisa e bom humor nas tardes da SEPLAN; Ao Sr. Paulo de Toledo, ao arquiteto Ronaldo Raposo e ao padre Luis Mascarello que me concederam o prazer de entrevistá-los; pela gentileza, disponibilidade e muitas conversas, regadas e muito pelas histórias dos itaborienses; A todos os amigos com quem por algum momento pude dividir e revitalizar minhas forças para continuar a caminhar e a peregrinar. . . A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. vi Em especial aos moradores e peregrinos de Porto das Caixas, direcionando a pesquisa no entendimento da cidade-santuário; E, carinhosamente, À vovó Maria, pelo aconchego de seu colo. À minha “pãe” Valda, pelo amor, pelas horas de descontração, apoio e incentivos fundamentais na minha formação. Aos meus irmãos, DJ, Silvas, Nêssa, PH, e Chris, pelo apoio solidário e tão necessário. Aos meus “novos pais” Baldo e Léa, pela acolhida em novo lar. Aos meus sobrinhos, Felipe, João Pedro e Luiza, por sempre dar um novo ânimo e alegria de viver. Ao meu “namorido” Christian, pelo amor ao longo de todos esses anos compartilhados, pela compreensão das minhas ausências. . . É o teu amor que faz valer a pena e dar sentido a todo o meu esforço empenhado na vida. E faço das palavras da professora Rosendahl (1994, p. v. ) as minhas também. . . “Não é somente o corpo que precisa de alimento, a alma também. A falta de imaginação impede a pessoa de viver. ” A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. vii RESUMO NOGUEIRA, Viviany Barreto. A Peregrinação em Porto das Caixas. O Espaço Sagrado Modelando a Dinâmica na Paisagem. Orientador: Cristovão Fernandes Duarte. – Rio de Janeiro, UFRJ/PROURB, 2009. Dissertação de Mestrado em Urbanismo. O estudo analisa as mudanças ocorridas na paisagem de Porto das Caixas devido à construção do novo santuário religioso de peregrinação. Constatou-se que, desde o início da procura pelo santuário de Jesus Crucificado, Porto das Caixas passou a ser reconhecido como centro de peregrinação e marco na identidade do município de Itaboraí. A peregrinação e a procura pelo santuário de Porto das Caixas foram decorrentes do fenômeno do sangramento da imagem do Cristo Crucificado presente no altar principal da igreja de Nossa Senhora da Conceição, em 26 de janeiro de 1968. Este trabalho possibilitou analisar como a presença de um santuário religioso representa um elemento motivador de desenvolvimento urbano e de transformações na paisagem. Palavra-chave: Análise Urbana; Espaço Sagrado; Paisagem; Turismo Religioso. A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. viii ABSTRACT NOGUEIRA, Viviany Barreto. A Peregrinação em Porto das Caixas. O Espaço Sagrado Modelando a Dinâmica na Paisagem. Orientador: Cristóvão Fernandes Duarte. – Rio de Janeiro, UFRJ/PROURB, 2009. Dissertação de Mestrado em Urbanismo. The study analyzes the changes occurred in the landscape of Porto das Caixas due to construction of the new religious sanctuary of pilgrimage. One can noticed that since of beginning the search for Santuário de Jesus Crucificado, Porto das Caixas passed to known a center of pilgrimage and mark in the identity of Itaboraí city. The pilgrimage and the search for Porto das Caixas sanctuary were derived from a bleeding phenomenon of crucified Christ present in the main altar from Nossa Senhora da Conceição church, on January 26th , 1968. This work was possible to analyze how the presence of religious sanctuary represents a element of urban development and changes in the landscape. A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. ix LISTA DE FIGURAS Figura 1: Os peregrinos e o santuário. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 Figura 2: Foto aérea de Porto das Caixas, localizando os dois santuários. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 Figura 3: Procissão partindo do novo santuário - Concentração Mariana 2007. . . . . . . . . . . . . 26 Figura 4: Procissão chegando ao antigo santuário - Concentração Mariana 2007. . . . . . . . . 26 Figura 5: Desenho esquemático elaborado por Rosendahl analisando a relação entre o espaço sagrado e o espaço profano no antigo santuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 Figura 6: Visitação do peregrino no antigo santuário. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 Figura 7: Folhetim distribuído aos peregrinos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 Figuras 8 e 9: Peregrinos no comércio em frente ao antigo santuário em dia de domingo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 Figura 10: A peregrinação no novo santuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 Figura 11: A procissão chegando ao novo santuário. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 Figura 12: Procissão na VI Concentração Mariana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 Figuras 13, 14 e 15: A presença do peregrino na Av. Nossa Senhora da Conceição - VII Concentração Mariana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61 Figura 16: Vista no acesso a Porto das Caixas, em Visconde de Itaboraí. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 Figuras 17 e 18: Corte e planta baixa esquemáticos do centro de Porto das Caixas e a representação dos elementos que marcam a sua paisagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 Figura 19: Localização da Bacia do Caceribu – APA de Guapimirim - Área de proteção ambiental de Guapimirim – Reserva de Manguezal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64 Figuras 20 e 21: Os rios Aldeia e Caceribu. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 Figura 22: Porto das Caixas e as fases de transformação da paisagem a partir do estudo feito por Rosendahl . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 Figura 23: Planta da Vila de Santo Antonio de Sá. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 Figura 24: Ruínas da primitiva Igreja de Nossa Senhora da Conceição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. x Figura 25: Portão ainda existente do antigo cemitério de Porto das Caixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 Figura 26: Vista aérea das Ruínas do Convento São Boaventura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81 Figura 27: Planta baixa esquemática e vista das Ruínas do Convento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 Figura 28: Foto da extinta estação ferroviária de Porto das Caixas demolida na década de 1980. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 Figura 29: Imagem do Cristo Crucificado de Porto das Caixas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 Figura 30: Peregrinos e a visitação à Imagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 Figura 31: Gráfico cronológico T1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 Figura 32: Gráfico cronológico T2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93 Figura 33: Gráfico cronológico T3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 Figura 34: Gráfico cronológico T4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95 Figura 35: Gráfico da estimativa anual de peregrinos no Santuário de Jesus Crucificado de Porto das Caixas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 Figura 36: Gráfico da estimativa de visitação de peregrinos ao longo de um mês. . . . . . . . 98 Figura 37: Visitação da imagem na VII Concentração Mariana. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101 Figuras 38 e 39: A chegada do peregrino em Porto das Caixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Figura 40: O Pavilhão do Peregrino. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106 Figura 41: As atividades do peregrino em Porto das Caixas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107 Figura 42: Planta esquemática das atividades do peregrino no Santuário de Jesus Crucificado de Porto das Caixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109 Figuras 43 e 44: Ambulantes e barraqueiros ocupando a praça e a área central de Porto das Caixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111 Figuras 45 e 46: Comércio formal no entorno do antigo santuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112 Figuras 47 e 48: Uso diversificado no centro de Porto das Caixas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112 Figura 49: Ruínas do Convento São Boaventura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 Figura 50: Capela de Santo Antônio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. xi Figura 51: Igreja de Nossa Senhora da Conceição / antigo santuário de Jesus Crucificado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 Figura 52: Novo santuário de Jesus Crucificado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 Figura 53: Recorte do Jornal “O Dia” em 29 de outubro de 1973. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 122 Figura 54: Interior do antigo santuário, em 1980 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124 Figura 55: Interior do antigo santuário, em 2005 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124 Figura 56: Peregrino visitando a imagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125 Figura 57: Foto aérea do centro de Porto das Caixas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 Figura 58: Peregrinos chegando ao antigo santuário. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126 Figura 59: Fachada principal do antigo santuário e os ambulantes de flores. . . . . . . . . . . . . . . 126 Figura 60: Vista da área central de Porto das Caixas em frente à Igreja de Nossa Senhora da Conceição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 Figura 61: Vista atual da área central de Porto das Caixas em frente à Igreja de Nossa Senhora da Conceição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127 Figura 62: Planta esquemática da Igreja de Nossa Senhora da Conceição anterior a 1968. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128 Figura 63: Planta esquemática da Igreja de Nossa Senhora da Conceição posterior a década de 1970 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 Figuras 64 e 65: Vista do coreto e casarão na lateral da Igreja de Nossa Senhora da Conceição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 Figura 66: Desenho da fachada principal da Igreja representando também o seu entorno com fonte, o coreto, casarios, e o único acesso ao pátio através de uma escadaria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 Figura 67: Construção do Pavilhão dos Peregrinos nos fundos da Igreja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 Figura 68: Obras do Pavilhão concluídas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 Figura 69: Vista externa do Pavilhão dos Peregrinos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131 Figura 70: Casa Paroquial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 Figura 71: Banheiros no antigo santuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 A PEREGRINAÇÃO EM PORTO DAS CAIXAS. O ESPAÇO SAGRADO MODELANDO A DINÂMICA NA PAISAGEM. xii Figura 72: Salão do peregrino. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 Figura 73: Capela das velas ou veleiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132 Figura 74: Vista da passarela de ligação entre os dois santuários em Aparecida do Norte. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Figuras 75, 76, 77 e 78: Atividades encontradas no entorno do Santuário Nacional de Aparecida do Norte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
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