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A relatividade das percepções na Application Performance Management (APM)

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1. A relatividade das percepções na Application Performance Management(APM)Cada indivíduo tem suas percepções e entendimentos baseados no seu ponto de vista de…
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  • 1. A relatividade das percepções na Application Performance Management(APM)Cada indivíduo tem suas percepções e entendimentos baseados no seu ponto de vista de experiências vividas. Na TI não é diferente.Cada especialista defende veementemente o seu território intelectual baseado nas suas perspectivas de "causae efeito" sobre os eventos observados. Causas e efeitos se confundem. Eventos e componentes se misturam. A conclusão é distorcida. A crescente e rápida demanda do crescimento tecnológico, dificulta identificá-los, emuitas vezes, geram conflitos entre as áreas que produzem e testam as aplicações (os desenvolvedores) e as de produção, que as processam e as entregam. Muitas vezes não resolvem eficientemente o "problema" do cliente (aplicação) , que é quem sofre com a falta de clareza e a demora na soluçãoA necessidade de gerir os recursos utilizados pela também pelo já sabemos sobre ele, pois acumuloaplicação na área de TI, vem cada vez mais se utilizando cultural adquirido interfere no julgamento dos fatossistematicamente de metodologias e disciplinasabrangentes para otimização do uso de recursos Figura 1 APM O usuário como o centro das atençõesutilizados pela aplicação juntamente com ferramentasvoltadas a estas disciplinas. Muito embora as áreas demonitoração e performance já dotem pragmaticamentemedidas melhorias há menos 3 décadas, a adoção da S u po r te DesenvolvimentoAPM, ou Application Performance Management Técn ico[GARTNER-5D] vem se intensificando como palavra de EUE* isordem para sistematizar, e ao mesmo tempo, disciplinar Kingas áreas envolvidas com boas práticas tanto nodesenvolvimento como na execução de aplicativos, comuma consciência auto-sustentável do uso dos recursos. P r odu ção HomologaçãoNo entanto, a crescente complexidade tecnológica,inúmeras fontes de métricas (ferramentas) e a Baseado nesta relatividade, os ‘“mesmos” fatos podemdiversidade de pessoas e áreas envolvidas, tornam a ter conclusões diferentes e divergentes que levam aadoção da APM uma tarefa árdua de difícil implantação, conflitos de opiniões na defesa veemente do territóriodada a grande fragmentação da informação sobre o cultural que o evento parece ter.comportamento real da aplicação com relação aosrecursos que ela utiliza ao longo do seu Ciclo de Vida. Veja o texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Relatividade_da_simultaneidadDurante o Ciclo de Vida da Aplicação, a APM sugere everificar o consumo de recursos da aplicação desde odesign, teste, homologação, e produção, ciclicamente. Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=njToAZrphkoEm função disso, as duas principais áreas envolvidas, ousejam, o Desenvolvimento e a Produção, atuamdistantemente do objetivo comum de otimização, O código do usuário como visto pelo desenvolvedorfavorecendo o uso ineficiente dos recursos ao mesmo (Figura 2), não revela os reais recursos necessários paratempo em que negligenciam o usuário final: EUE is sua execução. Esta pode ser uma visão simplificada queKing[EUE-FEE], que está no vértice destas duas grandes leva a concluir que qualquer “outro” consumo não seja deáreas. E ele sofre com isso. (Figura 1) responsabilidade de quem o gerou. Na verdade, muitos serviços necessários para sua execução são solicitadosCada área tem seus especialistas que usam a sua “implicitamente” pelo código da linguagem ou as APIsprópria experiência tanto na geração, execução e (Application Program Interface) que servem deotimização da aplicação. O fato inerente, é que, cada um intermediárias aos subsistemas necessários á suapode julgar ou interpretar diferentemente os fatos ou execução. (Figura 3)eventos técnicos sobre comportamento da aplicação.Surpreendentemente muitas aplicações têm o Aos olhos das ferramentas tradicionais de monitoraçãocomportamento em produção muito diferente daquele disponíveis, que notadamente monitoram aque foi desenvolvido e testado. Como conseqüência, as infraestrutura, nem sempre vêem estes recursosdivergências surgem pelas interpretações muitas vezes claramente, pois muitos deles têm escopo limitado paraequivocadas sobre causa e efeito, por estarem em este nível de detalhamento. E isto não épontos de vistas baseados em conhecimentos e necessariamente uma limitação, mas sua proposta eexperiências distintos, mas não necessariamente posicionamento.errados. A boa notícia é que as ferramentas de APM atuais,Como sabemos, a interpretação de um fato pode ser atuam como o fiel da balança equilibrando as tanto asinfluenciada pelo ponto de vista que em que estamos e visões dos Desenvolvedores como as das equipes de 1
  • 2. produção e seus monitores. Derrubam os mitos, taiscomo I/O excessivo, uso eficiente dos índices em bancode dados, ou ainda crescimento dos negócios - que nemsempre crescem na mesma proporção que os recursos[MIPS-Growth]. Quebram paradigmas, revelam verdades.Figura 2Aplicação: Evento visto pelo desenvolvedor 0100-INITIALIZATION. 00024200 00024300 MOVE MQOD-CURRENT-VERSION TO MQOD-VERSION IN MQOD1 MOVE MQOD-CURRENT-VERSION TO MQOD-VERSION IN MQOD2 SET MSG-CNTR TO 1 INITIALIZE WS-MISC EXEC CICS IGNORE CONDITION SUPPRESSED END-EXEC . * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * 00026400 0200-SEND-INITIAL-SCREEN. EXEC CICS SEND FROM (TMAP1) LENGTH (TMAP1A-LEN) ERASE END-EXEC . * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * 00026400 CALL MQGET USING WS-HCONN…. . .Figura 3O recurso gerado pelo código implícito da aplicação 02468 0100-INITIALIZATION. 00024200 002469 00024300 002470 MOVE MQOD-CURRENT-VERSION TO MQOD-VERSION IN MQOD1 1223 266 228 002471 MOVE MQOD-CURRENT-VERSION TO MQOD-VERSION IN MQOD2 1223 341 303 002472 SET MSG-CNTR TO 1 166 002473 INITIALIZE WS-MISC 23 002474 002475 *EXEC CICS IGNORE CONDITION SUPPRESSED 002476 *END-EXEC 002477 Call DFHEI1 using by content x020a000007480000000000000000 EXT 002478 - 0000000000000000f0f0f3f1f5404040 end-call 002479 . 002480 * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * 00026400 1PP 5668-958 IBM VS COBOL II Release 4.0 09/15/92 CCAADEME Date 10/05/07 Time 10:35:17 Page 47 LineID PL SL ----+-*A-1-B--+----2----+----3----+----4----+----5----+----6----+----7-|--+----8 Map and Cross Reference 0 002481 002482 0200-SEND-INITIAL-SCREEN. 002483 002484 *EXEC CICS SEND 002485 * FROM (TMAP1) 002486 * LENGTH (TMAP1A-LEN) 002487 * ERASE 002488 *END-EXEC 002489 Call DFHEI1 using by content x0404300007000000810000400000 EXT 002490 - 00f0f0f3f2f2404040 by content x0000 by content x0000 by 002491 reference TMAP1 by reference TMAP1A-LEN end-call 132 21 002492 002493 002494 . 002495 * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * 00026400 2
  • 3. Visões distintasNa efetivação da aplicação em tempo de execução(produção) devido ao distanciamento das experiências,cada observador das duas grandes áreas, vê a aplicaçãocom granularidade, ordem de grandeza e importânciadiferentes.Ao desenvolvedor, aplicação pode parece simples,grande e importante. A mesma aplicação vista pelamonitoração parece complexa e obscura, ou apenasmais um programa dentre tantos que executam aomesmo tempo.Todos têm a mesma importância.Em contrapartida, a “máquina” (sistema oprecional,subsistemas, subrotinas etc) é complexa aos olhos dodesenvolvedor e esmagadoramente temível e inatingível.Montando o quebra-cabeçasA ausência ou não adoção de ferramentas de APM,acabam contribuindo pelo aumento dos choques deopinião, pois as causas e efeitos se confundem eeventos se misturam.Devido a tradicional e paradoxal confusão de causa xefeito, e a falta de clareza sobre o real fato consumidorde recurso, chega-se ao paradoxo da capacidadeesgotada. Por não sabermos claramente se é “poucamáquina ou excesso de carga”, hesitamos em decidirpela otimização das aplicações.Como a “energia flui pelo caminho mais fácil”, osupgrades são, na maioria das vezes, a solução maisadotada. Entretanto, muitas dessas vezes surtem efeitopor pouco tempo dada a demanda reprimida e ineficáciaem encontrar a real causa do consumo nas aplicações,conforme o caso.Num mundo ideal, as próprias ferramentas de APMfacilitam entendimento dos eventos, o engajamento detodos numa sinergia, a conciliação como um fórumcomum gerador da motivação na ampla e sistemáticaadoção pela TI da Gestão da Performance da Aplicação.Referências:[GARTNER-5D]Também referida como[] ApplicationPerformance Monitoring e suas 5 dimensões pelo GartnerGroup: The Five Dimensions of 5D no texto “Magic Quadrant forApplication Performance Monitoring” de Will Capelli[MIPS-Growth] MIPS consumption is growing steadily. The10% average annual growth rate in MIPS usage is higher thanoverall business growth (9%) and overall IT costs growth(7%)” – Computerworld White Paper “MIPS Management at Mainframe[EUE-FEE] The Five Essential Elements of ApplicationPerformance Monitoring – Don Jones – Realtime publishers: http://nexus.realtimepublishers.comElaborado por:Gilberto ModolloSolutions ConsultantCompuware Corporation 3
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