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A RELEVÂNCIA DA DETECÇÃO PRECOCE DOS SINAIS E SINTOMAS DA DEPRESSÃO PÓS-PARTO EM PUÉRPERAS PELO ENFERMEIRO 1

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1 A RELEVÂNCIA DA DETECÇÃO PRECOCE DOS SINAIS E SINTOMAS DA DEPRESSÃO PÓS-PARTO EM PUÉRPERAS PELO ENFERMEIRO 1 MEDEIROS, Nisseli Cristiny Vilaforte 2 CARVALHO, Plínio Araújo 3 VENENO, Jonathan 4 RESUMO:
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1 A RELEVÂNCIA DA DETECÇÃO PRECOCE DOS SINAIS E SINTOMAS DA DEPRESSÃO PÓS-PARTO EM PUÉRPERAS PELO ENFERMEIRO 1 MEDEIROS, Nisseli Cristiny Vilaforte 2 CARVALHO, Plínio Araújo 3 VENENO, Jonathan 4 RESUMO: Este artigo tem por objetivo demonstrar a importância da detecção precoce dos sinais e sintomas da depressão pós-parto e os processos psicológicos pelos quais a mulher passa nesse período. Os profissionais da saúde como médicos, enfermeiros e psicólogos são aliados na contribuição para prevenção, orientação correta e detecção precoce da DPP durante todo o processo. Trata se de uma pesquisa qualitativa do tipo revisão bibliográfica. Para realizar a coleta de dados foram feitos levantamentos bibliográficos com uma busca nas plataformas de pesquisas como Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Scielo e livros com temas relacionados aos sinais e sintomas da depressão pós-parto em puérperas. O enfermeiro como integrante da equipe multiprofissional e responsável pelas consultas de pré-natal de baixo risco necessita saber que a DPP pode ser e deve ser prevenida ainda na fase de gestação, evitando assim futuros agravos para a mãe e o bebê, por isso necessitam o conhecimento sobre os sinais e sintomas precoce da doença, os sinais de alerta e os instrumentos que podem ser utilizados para avaliação de risco. É necessário que os enfermeiros estejam cientes de que o conhecimento é importante dentro da profissão, tratando-se da DPP, é primordial conhecer não só a patologia, mas a gestante de forma integral. É importante que ainda nas consultas de pré-natal, o profissional enfermeiro, observe os sinais que a gestante demonstra de tristeza e realize um aconselhamento e encaminhamento multidisciplinar. Palavras-Chave: Depressão pós-parto. Detecção precoce. Estado do conhecimento. ABSTRACT: This article aims to show the importance of early detection of signs and symptoms of postpartum depression and the psychological processes by which the woman passes during this period. Health professionals such as doctors, nurses and psychologists are allies in contributing to prevention, early detection and correct orientation of the PPD during the whole process. This study is a qualitative research of state of knowledge type. To perform data collection, bibliographic surveys were carried out searching research platforms such as Virtual Health Library (VHL), Scielo and books with themes related to the signs and symptoms of postpartum depression in recent mothers. The nurse, as a member of the multidisciplinary team and responsible for low-risk prenatal queries, needs to know that the PPD can be and must be prevented while still in gestation phase, thus avoiding future harms to the mother and the baby, so they need knowledge about the early signs and symptoms of the disease, the warning signs and instruments that can be used for risk assessment. It is necessary that nurses are aware that knowledge is important within the profession, in the case of the PPD is paramount to know not only the pathology, but also the pregnant woman completely. A tool that can be used for signs and symptoms evaluation of the PPD is the Edinburgh s Post Natal Depression scale or the COX Scale: they are tools for signs and symptoms of evaluation of the PPD that can be used by non-medical professionals. For prevention, it is important that still in the prenatal consultations both the medical professional as nurse notice the sadness signs that the woman demonstrates and performs routing and multidisciplinary advice. Keywords: Baby blues. Early detection. State of knowledge. 1 Artigo apresentado no curso de graduação em Enfermagem do Centro Universitário São Lucas como requisito para conclusão do curso. 2 Acadêmica do curso de graduação em Enfermagem do Centro Universitário São Lucas Acadêmico do curso de graduação em Enfermagem do Centro Universitário São Lucas, 2017, . 4 Professor especialista do curso de graduação em Enfermagem do Centro Universitário São Lucas, 2017, e orientador da pesquisa. 2 1 INTRODUÇÃO O processo gravídico gera uma série de expectativas na mulher, já que as representações sociais da maternidade estão inerentes na cultura popular e com ela a falsa percepção que a maternidade é perfeita. Este pensamento assume proporções insustentáveis, nas quais se acredita na maternidade como algo natural à mulher. Dessa forma, se presume que a mulher pelo fato de gerar os filhos, desenvolve um amor inato pelas crianças e fica sendo a pessoa mais capacitada para o cuidado com elas (FALCKE; WAGNER, 2000). No período da gestação, pode-se observar que a gestante está num momento vulnerável a muitas complicações, percorrendo por fases de adaptação com o seu próprio corpo, reestruturação hormonal, psicossocial e familiar. Se não houver um acolhimento humanizado pelos familiares e pela equipe de saúde no período gestacional, a mesma fica suscetível a desenvolver um sentimento de culpa podendo assim alterar a saúde mental materna (BERETA et al., 2008; BORGES et. al., 2011). Há três distúrbios peculiares do período de puerpério como: o blues pós-parto ou baby blues, depressão pós-parto e psicose puerperal. Dentre estes distúrbios, destaca-se a depressão pós-parto (DPP), que possui grande incidência, e pode ocasionar sérios problemas familiares, sendo esse assunto já tratado como uma questão de grande relevância para a saúde pública no país (BRASIL, 2011). A DPP acontece em geral entre a quinta e sexta semana após o nascimento do bebê, que é quando a mãe mostra sinais de tristeza, irritação, fadiga, sentimentos de solidão, incapacidade para cuidar de seu bebê e muitas queixas somáticas, acometendo aproximadamente 15% das puérperas. Em geral, as mulheres não apresentam queixas ou tentam ocultar as mesmas, pela culpa que sentem dado ao fato de terem dificuldades em cuidar de seus bebês. Dessa forma, algumas destas mães podem, inclusive, rejeitar o contato social e familiar (BRASIL, 2013). A estimativa para a ocorrência de DPP no Brasil é elevada. De acordo com o maior estudo a respeito de parto e nascimento ocorrido no pais realizado por Theme et al., (2016), no Brasil em cada quatro mulheres, mais de uma apresenta sintomas de depressão no período de 6 a 18 meses após o nascimento do bebê. O estudo ainda revelou que a prevalência desse distúrbio no Brasil foi mais elevada que a estimada pela Organização Mundial da Saúde para países de baixa renda, em que 19,8% das parturientes apresentaram transtorno mental, em sua maioria a depressão. Esta alta 3 incidência de casos de depressão pós-parto no Brasil, revela a necessidade da elaboração e implementação de planos de prevenção mais eficientes no combate a DPP (THEME et al., 2016). De acordo com Magalhães et al. (2006) a DPP é uma doença como qualquer outra, sendo assim, exige tratamento adequado, incluindo remédios e terapia. Nesse contexto, quanto mais imediata for detectado a depressão pós-parto a partir da percepção dos sinais e sintomas depressivos, mais cedo pode-se procurar uma ajuda qualificada, e desta forma, mais rapidamente poderá ocorrer a remissão do quadro evitando-se assim problemas maiores para a paciente, o bebê e seus familiares (JUNIOR; SILVEIRA; GUALDA, 2009). Magalhães et al. (2006) ainda afirma que para que este tratamento ocorra com eficiência, deve-se haver uma equipe de saúde preparada a prestar um bom atendimento para estas mães com distúrbios durante o período do puerpério. Dentre esses profissionais da área da saúde que podem colaborar de forma efetiva no tratamento da DPP, pode-se destacar o profissional da enfermagem, e de acordo com Junior, Silveira e Gualda (2009), o enfermeiro possui uma posição favorável para detectar precocemente e intervir, evitando o agravamento do processo da depressão puerperal. Rodrigues e Schiavo (2006), ainda afirmam que por estar em contato direto com a paciente durante o pré-natal, o profissional da enfermagem pode observar agravamentos, sinais de alterações de humor e comportamentos que possam apontar para uma DPP. Diante do contexto do papel do enfermeiro durante o tratamento da depressão pós-parto, alguns questionamentos são levantados, principalmente sobre quais os mecanismos estes profissionais dispõem para a oferta de um atendimento eficiente para a prevenção e tratamento da DPP. O presente estudo busca responder algumas questões: Os enfermeiros têm o conhecimento necessário? Esses profissionais possuem alguma ferramenta que possa auxiliá-los nesse rastreio? Quais estratégias têm sido utilizadas? Nesse sentido, este trabalho tem por objetivo demonstrar a importância da detecção precoce dos sinais e sintomas da depressão pós-parto e os processos psicológicos pelos quais as mulheres passam nesse período. Além disso serão levantadas informações sobre os principais artigos publicados no período de 2000 a 2014, associando qual contribuição os profissionais da saúde como médicos, 4 enfermeiros e psicólogos podem se tornar aliados para prevenção, orientação correta e detecção precoce da depressão pós-parto. 2 REFERENCIALTEÓRICO 2.1 PROCESSO GRAVÍDICO NATURAL No período da gestação é perceptível que a gestante está vulnerável a muitas complicações, percorrendo por fases de adaptação com o seu próprio corpo, reestruturação hormonal, psicossocial e familiar. Campos (2000, p.15) faz a seguinte afirmação sobre esse período: A gravidez pode ser encarada como um processo que se associa com transformações biológicas, fisiológicas, psicológicas e sociais que ocorrem ininterruptamente. Apesar de representar um período de amadurecimento e afetividade, se não houver um acolhimento humanizado pelos familiares e pela equipe de saúde no período gestacional, a mulher pode ficar suscetível a desenvolver um sentimento de culpa podendo assim alterar a saúde mental materna (BORGES et al., 2011). Para entender a vulnerabilidade de uma mulher gestante é necessário primeiro entender os estágios de uma gravidez. A gestação é dívida em três trimestres. No primeiro trimestre, a mulher deverá se adaptar as mudanças de seu corpo e muitas experimentam uma sensação de fadiga profunda, hipersensibilidade, labilidade de humor, constipação, náuseas e vômitos. No segundo trimestre, é o momento onde geralmente o amor e vinculo são criados pela mãe e o bebê devido já ser possível ouvir os batimentos do feto e sentir os movimentos fetais. Já o terceiro trimestre é marcado pela ansiedade, de conhecer o novo membro da família (SADOCK, p ). É necessário entender que a mulher passa por mudanças psicológicas acentuadas durante o período gestacional. Suas atitudes em relação à gravidez refletem crenças profundas a respeito da reprodução, incluindo se a gravidez foi planejada ou não, se o bebe é ou não amado, além de envolvimento de questões como o relacionamento com o pai da criança e idade da nova mãe (CAMPOS, 2000; BERETTA et al., 2008; SADOCK, 2010). Ainda de acordo com Sadock (2010), mulheres mentalmente saudáveis costumam vivenciar o momento da gravidez como uma forma de auto realização, enquanto outras podem usar este período para diminuir dúvidas em relação a si 5 mesmas como por exemplo provar sua feminilidade. Além disso, algumas mulheres podem enxergar a gravidez de forma negativa, ocasionando medo para o momento do parto, além do surgimento de incertezas sobre a capacidade de exercer o papel de ser mãe (CAMACHO et al., 2006). De acordo com Aguiar (2011), o amor materno é um sentimento como qualquer outro sentimento humano, podendo existir ou não. Além disso, o autor afirmar que o conceito cultural de que o amor materno é considerado o amor perfeito, está ligado a questões sociais, culturais, desejos e sentimentos. Junior, Silveira e Gualda (2009) afirmam que existe o conceito natural de que toda mulher é preparada desde a infância para serem amáveis, compreensivas, tranquilas, ternas, equilibradas e acolhedoras e dessa forma espera-se, portanto, o modelo de mãe perfeita, uma imagem romanceada da maternidade, criada ao longo dos últimos séculos. Entretanto, pouco se fala das dificuldades enfrentadas pelas mesmas, romantizando-se o sofrimento, que de forma involuntária pode ser transformar em distúrbios emocionais no período pós-parto. Junior, Silveira e Gualda (2009, p. 517) faz a seguinte afirmação sobre as frustações do período do puerpério:...a frustração de não conseguir responder às expectativas do papel de mulher/mãe abre espaço para um conflito entre o ideal e o vivido, instaurando-se um sofrimento psíquico que pode vir a se configurar como uma base para a depressão pós-parto. A depressão pós-parto acontece em geral entre a quinta e sexta semana após o nascimento do bebê que é quando a mãe mostra sinais de tristeza, irritação, fadiga, sentimentos de solidão, incapacidade para cuidar de seu bebê e muitas queixas somáticas, acometendo aproximadamente 15% das puérperas (BRASIL, 2013). Apesar de ter início logo nas primeiras semanas após o nascimento; Rodrigues e Schiavo (2011) afirmam que a DPP pode alcançar sua intensidade máxima nos seis primeiros meses, podendo ser de intensidade leve e transitória ou agravar-se até uma neurose ou desordem psicótica. Os principais sintomas descritos na literatura para a DPP incluem o desânimo, tristeza profunda, irritabilidade, choro freqüente, sentimentos de desamparo e desesperança, falta de energia e motivação, cansaço profundo; baixa auto-estima; desinteresse sexual, transtornos alimentares e do sono, a sensação de ser incapaz de lidar com novas situações, problemas psicossomáticos entre outros (SCHMIDT; PICCOLOTO; MÜLLER, 2005). 6 Em geral, as mulheres não apresentam queixas ou tentam ocultar as mesmas, pela culpa que sentem dado ao fato de terem dificuldades em cuidar de seus bebês. Dessa forma, algumas destas mães podem, inclusive, rejeitar o contato social e familiar, e consequentemente manter-se isolada com frequência (BRASIL, 2013). 2.2 INTERFERÊNCIAS EXTRÍNSECAS E INTRÍNSECAS PARA A DPP Com base na literatura analisada, observa-se que os sinais e sintomas da DPP são de difícil compreensão em muitos casos, devido ao fato de facilmente serem confundidos com o Blues pós-parto. Entre os principais fatores de risco psicossociais relacionados à DPP estão: gravidez na adolescência, história de transtorno psiquiátrico prévio, eventos estressantes experimentados no período gravidez, conflitos conjugais, não possuir um parceiro, desemprego próprio ou do parceiro, falta de apoio familiar e social entre outros (SCHWENGBER; PICCININI, 2003; JUNIOR; SILVEIRA; GUALDA, 2009; MORAES, et al., 2006; BORGES et al., 2011). Em conjunto com o ritmo avançado das alterações fisiológicas no estágio puerperal, aparecem imposições culturais, sociais, familiares e pessoais em correspondência a puérpera, no que condiz a execução das funções maternas corretamente. Assim, mesmo experimentando um período de vulnerabilidade, cabe ainda a mulher o contentamento e o reconhecimento total das necessidades e diligências do bebê (GOMES et al., 2010). De acordo com Brasil (2011) e Theme (2016) o perfil de mulheres mais susceptíveis a desenvolver uma DPP são: adolescentes, mulheres a qual a gestação não foi planejada, baixa escolaridade, histórico de transtorno mental prévio podendo ser: esquizofrenia, bipolaridade e depressão, acomete mais mulheres pardas, mulheres sem apoio emocional familiar e que passaram por vários episódios de stress durante a gestação. Uma ferramenta que pode auxiliar o profissional enfermeiro nesse rastreio precoce ainda nas consultas de pré-natal é a escala de Cox ou Edimburgo. Representa um instrumento avaliativo, abundantemente utilizado em estudos sobre DPP. Essa escala é composta por uma avaliação a ser feita com a paciente, a fim de identificar sintomas que indicam a decorrência do transtorno (COX; HOLDEN, 2003). Essa veracidade acaba por acentuar as alterações psicológicas na puérpera, pois a mesma defrontará os comentários familiares, sociais e culturais que a admitirão 7 após conceber o filho. Muitas das vezes as mulheres nesse período são esquecidas devido à atenção dos familiares está voltada para o mais novo membro (VIEIRA; PARIZOTTO, 2013). O Tratamento da DPP pode ser feito com antidepressivos e terapia cognitivo comportamental (TCC) e, segundo Magalhães et al. (2006), os antidepressivos utilizados no tratamento são Fluoxetina ou paroxetina, sendo que, muitas mulheres sentem receio em utilizar a medicação devido a lactação. A maioria das medicações é expelida junto ao leite materno, mas por questões éticas não existem estudos controlados que avaliem os efeitos dessas medicações sob os bebês. Em geral, têm sido observados poucos riscos e efeitos colaterais nos lactentes que fizeram ingesta dos antidepressivos tricíclicos ou inibidores seletivos da recaptação de neurotransmissores como a serotonina (CANTILINO et al., 2010) Ibiapina et al., (2010) sugere que tanto a psicoterapia individual como em grupo é igualmente eficaz no tratamento e redução dos sintomas da depressão. Ainda no presente estudo é revelado a mesma preocupação das mulheres em relação ao uso de medicação com medo de que a mesma possa trazer consequências para o desenvolvimento do bebe, durante o seu crescimento e desenvolvimento. 3 METODOLOGIA Para realizar o levantamento dos estudos acerca da depressão pós-parto, este trabalho utilizou-se de uma pesquisa qualitativa através do método de revisão bibliográfica. Uma revisão bibliográfica possui a capacidade de realizar uma análise aprofundada sobre determinado assunto, levantando opiniões de diversos autores sobre o assunto de interesse. Dal Sasso et al (2008) afirma que o método de revisão bibliográfica, tem como prática o processo de busca, análise e descrição de um corpo do conhecimento em busca de resposta a uma pergunta específica. De acordo com Godoy (1995), uma das formas de se pesquisar qualitativamente é por meio da análise de documentos. A autora aponta que esta modalidade de pesquisa ganha destaque por seus estudos sobre seres humanos em relação aos aspectos sociais que influenciam nos comportamentos humanos de maneira que compreenda o fenômeno analisado e suas correlações. Ferreira (2002) aponta os elementos necessários para a realização de uma pesquisa do tipo estado do conhecimento que é um levantamento das obras já produzidas como artigos, dissertações e teses sobre uma temática. Este tipo de 8 estudo contribui com a identificação dos resultados das pesquisas analisadas e das lacunas que podem ser preenchidas com novos estudos. 3.1 MÉTODO Para a realização da pesquisa bibliográfica foi utilizado o uso de palavras chaves como: Depressão pós-parto, Detecção precoce e Enfermeiro como ferramenta de pesquisa. A pesquisa foi realizada em bancos de dados como Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Scielo, Lilacs, livros com temas relacionados aos sinais e sintomas da depressão pós-parto em puérperas entre outros, publicados no período de 2000 a O levantamento bibliográfico foi realizado no período de julho de 2016 a outubro de Para esta pesquisa foram considerados artigos publicados na língua portuguesa. Foram excluídos os artigos que não se encaixaram nos critérios como: texto incompleto, fonte não confiável, período de publicação no condizente com o desejado para esta pesquisa, além de não serem considerados os artigos que não abrangiam a temática acerca da depressão pós-parto. Os artigos publicados durante os anos de 2015 e 2016 analisados não condiziam com a temática proposta por este motivo não foram utilizados na análise para a realização desse estudo. Na abordagem das didáticas escolhidas, os trabalhos foram separados de forma eletiva com objetivo de alcançar dados fidedignos para demonstração cientifica de forma positiva. A princípio com o uso das ferramentas de pesquisa foram identificados 45 trabalhos. Após a análise dos textos e aplicação dos critérios de pesquisa, foram selecionados 24 trabalhos que abordaram sobre a depressão pós-parto. Dentre estes, apena um livro publicado no ano de 2010, abordou de forma direta a temática propo
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