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A Rosa Do Encoberto

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    A Rosa do Encoberto A Presidência da nova   Comunidade de Língua Portuguesa Dia de Camões 10 de Junho 2016 Os Argonautas   Os Argonautas | A Rosa do Encoberto  –  A Presidência da CLP 2 Fernando Pessoa  –  em Mensagem , 1934   Os Argonautas | A Rosa do Encoberto  –  A Presidência da CLP 3  Aos Excelentíssimos Senhores, Presidente da República Portuguesa , Marcelo Rebelo de Sousa Primeiro-Ministro de Portugal , António Costa Ministro dos Negócios Estrangeios de Portugal Augusto Santos Silva Ministro das Relações Externas do Brasil  José Serra Ministro das Relações Externas de Angola Georges Rebelo Chikoti Ministro Dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique Oldemiro Júlio Marque Baloi Secretário Executivo da CPLP , Murade Murargy Presidente da CE-CPLP Salimo Abdula Às Embaixadas  de: Angola, Brasil, Cabo Verde Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Moçambique, Timor-Leste São Tomé e Príncipe Aos Observadores Associados   e   Consultivos   da CPLP E ainda aos ilustres, Presidente da Xunta de Galicia , Alberto Núñez Feijóo Presidente do Eixo Atlântico , Ricardo Rio   Os Argonautas | A Rosa do Encoberto  –  A Presidência da CLP 4 A Presidência da CLP   Introdução A CPLP    –   Comunidade dos Países de Língua Portuguesa  deve alterar os seus estatutos e passar a designar, ao mais alto cargo interno da organização, um Presidente eleito, com relativa autonomia em relação aos Estados-membros, em substituição do atual órgão do Secretariado Executivo . Não se trata apenas de uma mudança de chapas e nomenclaturas, mas da reorganização dos estatutos e regulamentos da Comunidade , com vista a: 1. Maior efetivação dos valores e princípios democráticos  da Organização  –  nomeadamente através da participação dos Parlamentos nacionais na eleição do Presidente da Comunidade; 2. Maior notoriedade  e relevância política da CPLP no quadro das organizações internacionais, por meio da elevação e reforço do estatuto autónomo da Presidência; 3. Maior ligação da CPLP ao Mar    –  instituindo “ o imenso mar universal que nos une ” como sede natural de uma vasta Comunidade  que, na dispersão e diversidade dos Estados-membros, se pretende afirmar como uma organização genuinamente pluricêntrica, em vez da fixação burocrática numa única capital, metrópole ou centro político, em Lisboa ou noutra cidade ou país; 4. Maior proximidade institucional da organização com os órgãos de soberania, a sociedade civil  e os cidadãos dos Estados-membros  –  através da introdução de um novo conceito in loco  de Presidência em movimento ; 5. Maior comprometimento dos Estados-membros nos vários níveis de concertação político-diplomática  (bilateral e multilateral  –  com vários níveis de participação entre Estados) e de cooperação técnica nos mais variados assuntos e sectores - potenciado pela magistratura de influência, equidistante, conciliadora e dialogante que representa o cargo da Presidência da Comunidade  e novo estatuto de Presidente ; 6. Maior promoção global da Língua Portuguesa  e da diversidade das culturas lusófonas  –  através de: a) organização de um «Roteiro da Presidência» , navegando como uma “  embaixada itinerante ”   pelo mundo; b) criação de delegações nacionais, a funcionar como verdadeiras “  feitorias culturais ”  da Comunidade  junto das populações; E, se da CPLP (por extenso, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ) caminharmos para um novo conceito mais abrangente de Comunidade da Língua Portuguesa  –  acrónimo, CLP  – , então, no cumprimento da “vocação universal”   da orgnização da Comunidade , poderemos acrescentar ainda outros objetivos: 7. Maior dignificação do legado histórico e cultural que representam ainda as comunidades que reclamam ascendência portuguesa , remota ao tempo da expansão marítma  –  nomeadamente na Índia (Goa, Damão e Diu), China (Macau), Sri Lanka (antigo Ceilão), Malásia (Malaca), Indonésia (Flores e Ambon), e outras - incluindo as comunidades judaicas de srcem sefardita; 8. Maior valorização da diáspora lusófona  e das comunidades migrantes  espalhadas pelo mundo - que muito contribuem para a divulgação da Língua Portuguesa e das culturas lusófonas. Exemplo: portugueses na França, Suiça, Luxemburgo, EUA ou Venezuela; brasileiros no Japão, EUA e Europa; cabo-verdianos nos EUA e Europa, angolanos e moçambicanos na África do Sul; timorenses na Austrália ou Indonésia, outros.
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