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A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station

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A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP A maioria das pessoas acredita que a alternativa para os automóveis é o transporte coletivo melhor - na verdade (também)são os bairros melhores. Alan Durning, Northwest Environmental Watch. A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP Sumário Sumário... 3 Introdução Estação da Luz Contexto histórico Região do Bom Reto Estação ferroviária da Luz História do Metrô de São Paulo Região da Luz hoje Projetos para região da Luz Projeto Linha 4 do metrô Projeto Monumenta Projeto Integração Centro Projeto Língua Portuguesa Projeto Boulevard Rotterdam Centraal Station Contexto histórico Roterdã hoje The Rotterdam Central Project Estação Fluxo e Transporte Desenvolvimento regional Critérios de sustentabilidade: Análise comparativa Conclusão Bibliografia Anexos A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP Introdução A mobilidade urbana sustentável pode ser definida, segundo Boareto (2003), como o resultado de um conjunto de políticas de transporte e circulação que visam proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, através da priorização dos modos não motorizados e coletivos de transporte, de forma efetiva, socialmente inclusiva e ecologicamente sustentável, baseado nas pessoas e não nos veículos. O transporte público de massa é um elemento estruturador e dinâmico, pois ele tem o poder de modificar a paisagem urbana. Vinculado com o Uso do Solo, a cidade pode ter sua densidade aumentada e diversificada, aproveitando adequadamente a infra-estrutura urbana consolidada. Por esta razão ele pode ser considerado sustentável. Além disso, ele favorece a compacidade da cidade, diminui o número de automóveis que seria necessários para atender a demanda da cidade, aumenta a facilidade e rapidez para se chegar ao trabalho ou em casa, com o aumento do tempo livre do trabalhador, refletindo positivamente na qualidade de vida do cidadão. O crescimento da participação do setor metroviário, em especial, é uma tendência que vem se acentuando desde as últimas décadas. O metrô pode resolver os três grandes problemas da cidade motorizada o congestionamento das ruas e estradas, os acidentes automobilísticos, a poluição atmosférica. É nesse contexto que este trabalho foi realizado, a fim de analisar comparativamente, por meio de critérios a sustentabilidade, a Estação da Luz (São Paulo, Brasil) - compreendendo ambas estação de metrô e de trem - e a Rotterdam Centraal Sation, (Roterdã, Holanda) incluindo o entorno imediato de cada uma. Apesar de São Paulo e de Roterdã estarem inseridos em contextos distintos, escolheu-se as estações da Luz e da Rotterdam Centraal Station devido à semelhança do processo pelo quais ambas estão passando no momento, com a expansão das estações existentes e o interesse de requalificar e revitalizar o entorno existente por parte da iniciativa pública e privada. Por conseguinte, aumentando principalmente o número de suas conexões intermodais, de moradias e a densidade populacional da região. Infelizmente, no trabalho foram coletados mais dados referentes à estação da Luz devido à disponibilidade e facilidade de acesso às informações. A estrutura do trabalho apresenta o contexto histórico da estação e da região ao redor desta, e no caso da Luz, a evolução do sistema ferroviário e do sistema metroviário. A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP Posteriormente, são expostos os projetos de requalificação e de extensão de cada estação. Finalmente, através da tabela comparativa é feita uma análise de cada um dos critérios escolhidos, que representam características de uma cidade sustentável 1, comparando as estações. 1 De acordo com a definição de Rogers(1997). A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP 1 Estação da Luz 1.1 Contexto histórico Região do Bom Reto O bairro da Luz deve sua formação inicial ao caminho Guaré, que ligava o núcleo original da vila de São Paulo ao interior, em direção ao norte. Até meados do século XIX a Luz manteve características de zona rural com as chácaras existentes.sua importância para a cidade foi se consolidando ao longo do século XI, com a construção e a implementação de significativos espaços públicos e edifícios como a inauguração do Jardim da Luz em A inauguração, em 1867, da São Paulo Railway, conhecida como A Inglesa , e, mais tarde, da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, favoreceu a construção de galpões para depósitos de mercadorias, estrategicamente próximos das estações ferroviárias, ao longo de bairros como o Bom Retiro. Em torno de 1881, iniciaram-se os primeiros loteamentos que atraiam os imigrantes. O bairro constituía-se como um bairro residencial de cunho proletário. Desde a implantação das ferrovias, as chácaras da região da Luz passaram a ser progressiva e indiscriminadamente loteadas, com a multiplicação de arruamentos sem critério e lotes estreitos. A importância da São Paulo Railway Station, durou até o fim da segunda guerra mundial e após este período, o transporte ferroviário foi sendo substituído pelo transporte aéreo e rodoviário. Depois disso a estação passou receber trens suburbanos. Na década de 1930, o bairro sofreu um rápido processo de adensamento de comércio e residências, ao lado de pequenas chácaras, estábulos e mesmo de terrenos baldios. Ao final da década de 1950, a ocupação de estabelecimentos comerciais impôs-se às residências. Multiplicavam-se as pequenas oficinas de roupas finas, as mecânicas e os estabelecimentos comerciais de atacado e varejo. Até a década de 1960, a região se caracteriza pela falta de dinamismo econômico, acentuando a ocupação por usos menos valorizados como o comércio de maquinário de confecção. A possibilidade de reverter o quadro surgiu com o projeto do metrô nesta década. O zoneamento restritivo da década de 70 e os diversos tombamentos coibiram a verticalização da área que acabou sendo abandonada pela iniciativa privada. Se por um lado, esse processo acelerou a decadência econômica da área, por outro garantiu a manutenção dos traços urbanísticos, como a horizontalidade, os usos institucionais na área. A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP A imigração coreana começou a se intensificar no final dos anos 60 e no decorrer da década de 70. Voltados para a confecção de vestuário, estabeleceram uma grande colônia no Bom Retiro. A venda de produtos em atacado para pequenos comerciantes, que vem de outras regiões do Brasil e da América Latina, gera um grande movimento na economia do bairro. E proporciona oportunidades para os vendedores ambulantes, que praticam o comércio informal. Em função da situação econômica do país essa atividade cresce a cada dia, especialmente no bairro do Bom Retiro Estação ferroviária da Luz A estação da Luz é um dos maiores ícones do ciclo econômico do café, que transformou as bases econômicas e sociais do Brasil. Através da concessão do governo imperial ao Barão de Mauá, a São Paulo Railway foi concluída em 1867, construída com capital e tecnologia inglesa. Ligava o setor produtivo cafeeiro do interior paulista ao porto de Santos por onde se escoava a produção daquela região. Com a abolição da escravatura e o início do período imigratório, a ferrovia serviu de meio para levar os imigrantes para as fazendas do interior paulista. A primeira Estação da Luz foi inaugurada em 1865, a construção da Estação da Luz induziu à urbanização de suas adjacências, atraindo para o local novos usos como centro regional e articulador da cafeicultura, centralizava o comércio e a moradia dos grandes cafeicultores. Devido o aumento da importância da ferrovia por volta de 1870, São Paulo recebeu mais duas ferrovias (Central do Brasil e a Sorocabana), ambas localizadas na Luz. No início as estradas de ferro apenas passavam pela cidade. Entre os anos de 1872 e 1875, a cidade passou por um período de reestruturação que ficou conhecido como a segunda fundação de São Paulo. Para atrair novos moradores, João Teodoro, presidente de província, promoveu a articulação viária entre as zonas de expansão da cidade e o centro incluindo as estações ferroviárias. Em 1895, o governo condicionou a renovação do contrato de concessão à São Paulo Railway a construção de uma nova estação da Luz, que estivesse a altura do progresso da cidade. Em 1901 foram inaugurados a atual Estação da Luz e dos pequenos pontilhões sobre a estrada de ferro. Seu projeto foi de estilo vitoriano, todo material utilizado na sua construção foi importado da Inglaterra. Em 6 de novembro de 1946 um incêndio quase destruiu a Estação, e o edifício foi reconstruído com sensíveis alterações. A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP Em 1982, a Estação foi tombada pelo Condephaat Atualmente a Estação foi restaurada e reestruturada para aumentar seu número de conexões com o sistema ferroviário e metroviário. Ver anexo. Imagens da Estação Ferroviária da Luz, no início do século XX ( imagem acima e abaixo, à direita. Estação nos dias de hoje (imagem abaixo, à esquerda). A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP 1.1.3 História do Metrô de São Paulo Em 1927, com os dados obtidos pelo técnico canadense Morman Wilson, foi elaborado o Projeto Light, que defendia a implantação de um sistema de transporte rápido de massa sobre trilhos e propunha sua interligação com a rede de linhas de bonde. Em 1956, uma comissão da Prefeitura, chefiada pelo Engenheiro Prestes Maia apresentou o anteprojeto. Sistema de Transporte Rápido Metropolitano propondo um sistema com três linhas entrecruzando-as no centro da cidade. Esse estudo foi a base para todos os projetos posteriores. O primeiro passo efetivo em direção a implementação do metrô foi a criação em 1966 do GEM Grupo Executivo Metropolitano que promoveu uma concorrência internacional entre firmas consultoras especializadas para elaboração de estudos econômicos - financeiros e do pré-projeto de engenharia. Em 1966 foi criado a CMSP Companhia Metropolitano de São Paulo. Nesse mesmo ano, o consórcio HMD (ganhador da concorrência), apresentou a proposta de uma rede básica, cuja espinha dorsal era a linha norte-sul, de Santana a Jabaquara. Os primeiros estudos recomendavam a construção prioritária da linha norte-sul, argumentando que dois fluxos de tráfego pesado nas regiões norte-sul onde o transporte ferroviário não existia seriam prontamente atendidos e a área central poderia ser revitalizada. Em 1974 entrou em operação o primeiro trecho de linha norte-sul. Em 1976, a rede de integração metro-ônibus incluía 129 rotas, totalizando 3410Km. Em 1979, o primeiro trecho da linha leste-oeste foi entregue ao público atendendo a uma mudança na política de construção e operação das novas linhas. Características da Estação de metrô da Luz Estação enterrada com mezanino de distribuição e plataformas central e laterais com estrutura em concreto aparente. Futura integração com a Linha 4-Amarela e com a Ferrovia (integração centro - CPTM). Capacidade: passageiros/hora/pico Área Construída: m 2 Inauguração: 26/09/1975 A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP 1.2 Região da Luz hoje Os dados de, da Pesquisa Origem e Destino do Metrô, apontam uma renda individual média de R$ 440 e uma renda média familiar de R$ Os dados do Censo de 2000 referem-se ao rendimento dos chefes de domicílios particulares permanentes e apontam um valor de rendimento dos chefes de domicílios particulares permanentes e apontam um valor de rendimento mensal médio de R$ 1358,29 e um valor mediano mensal de R$ 800,00.Não estão incluídos os moradores de habitações coletivas e de domicílios improvisados. A oferta de emprego na região supera a demanda local sendo fonte de emprego para as pessoas que para lá se deslocam. O índice de desemprego para as pessoas que residem no local é baixo mesmo para as pessoas menos qualificadas. A variável local do emprego é a mais significativa no entendimento das razões que levam a população de renda mais baixa a optar por permanecer morando no Centro. Grande parcela vai trabalhar a pé e a esmagadora maioria despende menos de 30 minutos no trajeto entre a moradia e o trabalho. A atividade têxtil do Bom Retiro é responsável por mais de 55% da produção brasileira. Segundo dados da análise feita pelo projeto Monumenta, são 1800 estabelecimentos comerciais apoiados numa indústria com características peculiares e que, em conjunto, geram aproximadamente 20 mil empregos diretos e 6 mil indiretos, criando também todo um setor de serviços como suporte. Em contraposição às 200 mil pessoas que circulam mensalmente na região. A maior contribuição, em termos de emissão de poluentes atmosféricos, é proveniente dos veículos automotores das principais vias do bairro como a avenida Tiradentes. 1.3 Projetos para região da Luz Na região da Luz foram e estão sendo realizadas várias intervenções pontuais de grande porte, por parte da prefeitura do Município de São Paulo, do Governo do Estado de São Paulo e até pela iniciativa privada. Destacam-se a restauração parcial do edifício Ramos de Azevedo, a recuperação arquitetônica e ambiental do Jardim da Luz, a recuperação arquitetônica da Pinacoteca da Estado, a restauração da Estação Júlio Prestes, a instalação da Sala São Paulo, a restauração e modernização da Estação da Luz, do prédio do antigo DOPS entre outros. Ver anexo. A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP Além da intervenção direta em pontos de interesse histórico, cultural, paisagísticoambiental, estão ocorrendo ações que visam à produção de habitação para baixa renda, para isso estão sendo estabelecidos o Programa de Arrendamento Residencial (PAR) para atender a necessidade de moradia nos grandes centros urbanos Projeto Linha 4 do metrô A chamada Linha Amarela do metrô tem por objetivos gerais: estender os serviços de metrô até o município de Taboão da Serra, com trecho prioritário indo até a região de Vila Sônia-Morumbi; integrar com a linha 1 ( Norte-Sul) com a linha 3 (Leste-Oeste) do metrô. A implantação está dividida em duas etapas: a primeira que é a construção do trecho Butantã Luz e a segunda etapa é a construção do trecho Butantã-Morumbi. O trecho Vila Sônia-Luz possui 12,8 km de extensão com 5 estações ( Butantã, Pinheiros, Paulista, República e Luz). Na segunda fase serão inauguradas as estações: Morumbi, Três Poderes, Faria Lima, Fradique Coutinho, Oscar Freire e Higienópolis. A integração com as linhas 1 ( Azul), 2 (Verde), 3 (Vermelha) será feita nas estações da Luz, Paulista, República, respectivamente. A demanda prevista para o horário de pico é de 42 mil passageiros/hora/sentido, numa média diária de 965 mil passageiros/dia Projeto Monumenta A idéia central é revitalizar o complexo histórico que existe nos arredores da Estação da Luz, potencializando a utilização de seus espaços restauradores e somando esforços do poder público e agentes sociais envolvidos, requalificando urbana e ambientalmente este acervo histórico-cultural. Embora seja um patrimônio de destaque e importância, este conjunto encontra-se social e ambientalmente degradado e culturalmente sub-utilizado. A consolidação da vocação cultural da região da Luz será o principal benefício do programa, que juntamente com as demais ações em curso na área central, irão promover uma requalificação do centro histórico de São Paulo e sua caracterização efetiva como centro metropolitano. A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP O projeto Monumenta pretende fazer uma recuperação sustentável do patrimônio histórico urbano. Segundo a definição do projeto, recuperação sustentável pode ser entendida como execução de obras de conservação e restauro e tomadas de medidas econômicas, institucionais e educativas, para ampliar o retorno econômico e social dos investimentos do Programa. Essa definição de sustentabilidade é focada no retorno dos investimentos empregados pelo programa, não se pretende fazer intervenções sustentáveis de baixo impacto ambiental ou que reduzirão o consumo de energia do edifício usando novas tecnologias para esse fim Projeto Integração Centro O Projeto Integração Centro prevê a duplicação das vias da CPTM no trecho compreendido entre as estações Brás e Barra Funda, passando pela Estação da Luz, o que viabiliza o acesso direto dos moradores da Zona Leste à região Central, sem transferências. O corredor possibilitará a integração de seis linhas da CPTM, e destas com as linhas metroviárias nas Estações Brás, Luz e Barra Funda. O corredor contribui para reduzir o excesso de passageiros na linha 3 ( vermelha) do Metrô. O projeto ainda incluí a modernização funcional das estações Brás e Luz da CPTM. A Estação da Luz também será restaurada: serão construídos túneis e novos acessos, a estação ganhará escadas rolantes e elevadores para deficientes. Os novos acessos estão distribuídos nos passeios do Jardim da Luz, enfrente à pinacoteca do Estado, junta às avenidas Tiradentes/ Prestes Maia e Cásper Líbero. Além das obras de restauração, a Estação da Luz receberá um novo tratamento espacial, para cumprir com eficiência no futuro o seu papel de integrar: 6 linhas da CPTM e duas linhas de metrô, Linha 1 ( Norte-Sul) e a Linha 4 ( Vila Sônia-Luz). O movimento diário esperado é da ordem de passageiros. A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP Perspectiva do projeto da Estação da Luz Linhas do sistema metroviário e ferroviário de São Paulo A sustentabilidade da Estação da Luz e Rotterdam Centraal Station. FAU USP 1.3.4 Projeto Língua Portuguesa A Estação da Luz, em São Paulo, abrigará o primeiro centro de referência para a Língua Portuguesa em todo o mundo. A visão compartilhada entre os realizadores do projeto é que a Língua Portuguesa constitui um dos maiores símbolos da identidade cultural do país, devendo ser valorizada como parte do patrimônio imaterial brasileiro. O objetivo é que o espaço tenha destaque mundial, incluindo os países que falam português e as demais regiões do mundo. A criação da Estação Luz da Nossa Língua apóia-se no fato da Língua Portuguesa ser falada por mais de 200 milhões de pessoas em países como Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Thomé e Príncipe e Timor Leste. É o quinto idioma mais falado no mundo. Apesar disso, não existia até o momento um projeto estratégico e articulado para apoio e fortalecimento do idioma, a exemplo do espanhol - em pleno processo de expansão e promoção em vários países, principalmente nos EUA e no Brasil. Além de contar com um acervo permanente de informações, a Estação Luz da Nossa Língua terá como característica o dinamismo, trabalhado em oficinas culturais que utilizarão diversas linguagens como música, teatro, dança e literatura. Por meio de vários suportes tecnológicos, também será mostrado de maneira interativa o uso do Português em diferentes mídias. O projeto abrigará ainda fóruns e debates liderados por instituições que tenham como missão a valorização da Língua Portuguesa. Com orçamento estimado em R$ 31 milhões e prazo de execução de 30 meses, a iniciativa tem como realizadores, além do Governo do Estado, a IBM do Brasil, Correios, Rede Globo, Telesp Celular, Portugal Telecom, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Grupo Spenco e Gráfica Takano. O projeto visa integrar ações pela preservação e fortalecimento da Língua Portuguesa, aliando esforços não somente entre seus parceiros, mas também com instituições nacionais e órgãos internacionais ligados à preservação do idioma, como a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Projeto Boulevard A Câmara dos Dirigentes Lojistas do Bom Retiro deu início ao Projet
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