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A Verdade e Sua Discussão - Nov16

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Discussão sobe definição de verdade
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  Capítulo 10: Epistemologia I: O que aconteceu com a verdade? Neste capítulo de seu livro, Ronald Nash inicia o assunto da epistemologia, adoutrina do conhecimento, tratando particularmente da verdade e de como elaé vista no mundo pós-moderno.Ele inicia dando uma definição de verdade: !erdade é a propriedade deproposiç es #ue correspondem $ maneira como as coisas são%. & verdade éo'(etiva e não depende da opinião pessoal das pessoas.Ele continua diferenciando o conceito de verdade dos testes da verdade, #uefre#uentemente são confundidos. )s testes da verdade a(udam noreconhecimento da verdade e são tr*s: o teste da  correspondência , da coerência e do pragmatismo . No teste da correspond*ncia, verifica-se pelae+peri*ncia se uma determinada proposição é verdadeira. or e+emplo,diante da proposição de #ue determinado edifício tenha determinado nmerode degraus, contam-se os degraus para se verificar a veracidade daproposição. )'viamente, nem sempre o teste da correspond*ncia pode ser realiado, o #ue nos leva aos outros testes. ) teste da coer*ncia testa averacidade de uma proposição analisando o #uão coerente ela é em relação atodas as informaç es disponíveis relacionadas $#uela proposição. ) teste dopragmatismo, por sua ve, verifica a veracidade de uma proposição por suafuncionalidade. /e uma crença funciona ela é verdadeira. ) pro'lema desseteste é #ue proposiç es falsas podem funcionar e proposiç es verdadeiraspodem não funcionar, o #ue fa dele um teste inade#uado.) autor trata, logo em seguida, do relativismo epistemológico, #ue nega ae+ist*ncia de uma verdade o'(etiva. & 'ase para esse posicionamento é adiscord0ncia entre as pessoas so're diversas proposiç es, porém, o fato dehaver discord0ncias não significa #ue não e+ista uma verdade. latão refutouuma das vers es do relativismo epistemológico, de rot1goras, #ue afirma#ue o o homem é a medida de todas as coisas%. Entre v1rios argumentosutiliados, latão argumentou #ue, se rot1goras est1 correto, então a opiniãode um cidadão de &tenas #ue pense #ue rot1goras est1 errado estar1correta, o #ue é logicamente a'surdo.  Nash fala, aidana, so're o pós-modernismo, um movimento atual que rejeitaas crenças supostamente ensinadas no Iluminismo e no modernismo . Eletrata, primeiramente, do pós-modernismo e da linguagem. )s pós-modernistas não acreditam #ue a linguagem possa se referir a coisas eo'(etos, mas apenas a si mesma. &ssim, te+tos não podem transmitir umaverdade o'(etiva, por#ue eles só podem faer refer*ncia a outros te+tos. Elestam'ém diem #ue a linguagem é um constructo social ar'itr1rio e nenhumsentido ou interpretação é melhor #ue o outro. Neste assunto, fala de doisaspectos do pós-modernismo em relação $ linguagem. rimeiro, ahermen*utica da suspeita, segundo a #ual os te+tos são tentativas depessoas poderosas de impor sua vontade so're os fracos. &ssim, o pós-modernista não procurar1 o significado do te+to, mas a#uilo #ue ele est1enco'rindo, a relação de poder #ue est1 oculta no te+to, o #ue é chamado de leitura subversiva . /egundo, as metanarrativas, #ue seriam histórias so're a2istória, são consideradas impossíveis pelos pós-modernistas, (1 #ue umte+to não pode falar de nada fora de si mesmo. 3este modo, o pós-modernismo é antirrealista: não cr* #ue um conhecimento so're o mundo realé possível.3epois o autor apresenta a atitude do pós-modernismo para com a raão. 21dois sentidos de raão. Raão pode se referir $s leis o'(etivas da lógica, #uesão indispens1veis para o pensamento e comunicação, mas tam'ém foiutiliada pelos iluministas para se referir ao processo de raciocínio. )segundo uso do termo raão% é incorreto, mas os pós-modernistas sãocontr1rios até mesmo ao primeiro uso do termo, negando #ue e+istam leiso'(etivas para a lógica, o #ue leva a um completo irracionalismo.Na continuação, Nash trata do desconstrucionismo, um novo tipo derelativismo #ue afirma #ue todos os sentidos de um te+to dependem dointérprete e não do autor. Ele e+amina o assunto em #uatro passos. rimeiro, ele e+amina o ata#ue ao descontrucionismo do professor Roth'ard.Nesse ata#ue, Roth'ard mostra como, para o desconstrucionismo, nãoapenas o intérprete não pode desco'rir o significado de um te+to, mastam'ém nem mesmo o próprio autor sa'e o #ue ele #uis dier. &ssim, aatividade do intérprete é mais importante #ue o te+to. Roth'ard conclui, assim,  #ue nem mesmo os desconstrucionistas podem entender te+tos liter1rios, enão podem entender nem mesmo os livros onde descrevem seus princípios. &lém disso, a ira dos desconstrucionistas contra Roth'ard, por causa de suacrítica contra o descon/trucionismo, tam'ém não é (ustificada, pois se todosentido é su'(etivo, eles não podem se irar contra declaraç es #ue nãopodem ser entendidas./egundo, Nash analisa a hermen*utica da suspeita, mostrando #ue, se ela éverdadeira, então os escritos de 4ar+ e 5enin, tão estimados por muitosdesconstrucionistas, são apenas instrumentos de poder e dominação dosmais fracos.6erceiro, Nash se apresenta como e+emplo na avaliação de um livro de umdesconstrucionista e tratando-o como um argumento em favor da e+ist*nciade 3eus e da verdade o'(etiva da fé cristã. ) desconstrucionista ficaria iradopor uma interpretação tão distorcida das suas palavras, e essa sua ira seriauma ótima refutação do próprio desconstrucionismo.7uarto, o autor o'serva #ue, apesar dos desconstrucionistas negarem apossi'ilidade de se conhecer o significado de um te+to, eles mesmos secomunicam entre si e parecem entender os te+tos uns dos outros. /egue-se#ue a comunicação é possível e #ue o desconstrucionismo é uma mentira. &pós essa an1lise do desconstrucionismo, Nash analisa o ata#ue $ verdadeo'(etiva por parte de hilip 8enneson. 8enneson afirma #ue não h1 coisa talcomo verdade o'(etiva%, mas di #ue não é um relativista, por#ue só e+isterelativismo em relação $ verdade, e como a verdade não e+iste, não e+isterelativismo. Nash o'serva #ue essa é uma mano'ra para fugir da acusaçãode relativismo, e #ue não h1 coisa alguma #ue funcione como argumentonessa posição de 8enneson. 4as a aus*ncia de argumentos écompreensível, uma ve #ue 8enneson não acredita em verdade o'(etiva, e autiliação de argumentos lógicos seria incoerente.)utros pro'lemas com a visão de 8enneson são sua aceitação doantirrealismo, sua re(eição da teoria da correspond*ncia da verdade e aaus*ncia de #ual#uer refer*ncia $ lógica, $ ética e $ Escritura em sua o'ra.   &lgo curioso é #ue não é a intenção de 8enneson apresentar um argumentoem favor da visão dele, e isso por dois motivos: primeiro, ele não tem umargumento, e segundo, não poderia apresentar um argumento, não crendo nalógica.Nash continua apresentando a verdade o'(etiva na Escritura e na vida di1ria.Na Escritura, a verdade o'(etiva pode ser encontrada, por e+emplo, noresumo #ue aulo fa do Evangelho em 9 oríntios 9;.<-=. Na vida di1ria, averdade o'(etiva pode ser encontrada em fatos como um policial de tr0nsitodando uma multa, uma enfermeira diendo #ue o recém-nascido é umamenina, um médico diendo #ue o ente #uerido de alguém morreu, etc.Nenhum desses fatos é su'(etivo.) autor encerra o capítulo respondendo a pergunta inicial do capítulo:  o queaconteceu com a verdade >%. Ele responde #ue nada aconteceu com averdade, #ue ainda continua sendo verdade. A verdadeira questão é: o queaconteceu com a espécie umana no !inal do século e agora no I > N&/2, Ronald. Questões últimas da vida : uma introdução $ filosofia. /ão aulo:ultura ristã, ?@@=. - - - - - - - - - - Qual é  a rela çã o da é tica com: a moral, a transpar ê ncia e a verdade? De acordo com Sellanes (2013, p.1):   Atica   é princípio B a moral, a transpar*ncia e a verdade são aspectos de condutas específicasB Atica é permanente B a moral, a transpar*ncia e a verdade, são temporaisB Atica é  universal B a moral, a transpar*ncia e a verdade, são culturaisB Atica é re!erência valorativa B a moral, a transpar*ncia e a verdade sãocondutas da regraB Atica é teoria B a moral, a transpar*ncia e a verdade, são a pr1tica.

Trabalho 2

Jul 31, 2017
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