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A Visão Dionisíaca Do Mundo RECORT

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A visão Dionisíaca
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  como primeiro cap2tulo de uma disserta)ão que seria intitulada “rigem e finalidade 8iel9 da trag'dia!. 0ste primeiro cap2tulo teria como t2tulo “ nascimento do pensamento tr/gico!, e seria dividido em sete par/grafos.Cueremos ainda chamar a aten)ão para a import-ncia do pensamento de 0duard von Xartmann, autor de )hi+oso,hie des 6nbeusstes  8 Hi+oso#ia do inconsciente 9, para a compreensão de todo o dif2cil cap2tulo T de “A visão dionis2aca do mundo! e de todo o pensamento de Nietzsche em torno destes seus primeiros textos filosóficos. Gom efeito ohde escreve a Nietzsche em $ de novembro de ;<YOE “Jeste por acaso a Hi+oso#ia do inconsciente  de 0. v. XartmannV 0le pilha muitas coisas de chopenhauer e ao mesmo tempo dirige lhe reprova)*es 8...9@ uma vez vencida a irrita)ão que suscita a sua insolência com respeito a chopenhauer, pode se ler a2 muitas coisas de muito interesse.! 0m ;; de novembro Nietzsche responde a ohdeE “7nteiramente de acordo contigo a respeito de Xartmann. 0ntretanto eu o leio muito, porque tem os mais belos conhecimentos e porque sabe entoar por vezes com vigor o antigo canto das Nornas que maldizem a existência. 8..9 aqui e acol/ ele parece tamb'm mesquinho e, em todo caso, ingrato. 0m mat'ria de moral e de ulgamento 'tico a respeito dos homens e dos animais, ele ' um ponto de apoio para mim.!“A visão dionis2aca do mundo! foi impressa pela primeira vez no 'erceiro Anu rio da   Sociedade dos Amigos do Ar!ui$o Nietzsche , em Jeipzig, no ano de ;O#<. No texto traduzido acrescentamos diversas notas, algumas traduzidas da edi)ão alemã, outras de nossa autoria. 0m todos os casos colocamos, no final das notas, N. do 4. 8Nota do 4radutor9, para lembrar que as notas não foram acrescentadas pelo próprio Nietzsche. A Vis! Di $is2aca d Mu$d ;[s gregos, que nos seus deuses expressam e ao mesmo tempo calam a doutrina secreta de sua visão de mundo 8+eltanschauung9, estabeleceram como dupla fonte de sua arte duas divindades, Apolo e ?ioniso. 0stes nomes representam, no dom2nio da arte, oposi)*es de estilo que quase sempre caminham emparelhadas em luta uma com a outra, e somente uma vez, no momento de florescimento da “5ontade! helênica, aparecem fundidas na obra de arte da trag'dia /tica. 0m dois estados o homem alcan)a o sentimento de del2cia da existência, a saber, no sonho  e na embriaguez  . A bela aparência do mundo on2rico, no qual cada homem ' um artista completo, ' o pai de toda arte pl/stica e, como iremos ver, tamb'm de uma metade importante da poesia. Fozamos no entendimento imediato da  #igura , todas as formas nos falam@ nada h/ de indiferente e desnecess/rio. Na vida mais elevada desta realidade de sonho temos ainda, todavia, o transluzente sentimento de sua a,arncia @ somente quando este sentimento cessa, come)am os efeitos patológicos ;;T , nos quais o sonho não mais restaura e a for)a 11/  4 a#er, o del7rio, e3 ue o on o : !onfundido !o3 a realidade. BN. do T./9  natural curativa de seus estados se interrompe. 6or'm, dentro daqueles limites ;;$ , não são somente as imagens agrad/veis e amistosas que procuramos em nós com aquela inteligibilidade universalE tamb'm o grave, o triste, o ba)o, o tenebroso são contemplados 8angeschaut9 com o mesmo prazer, com a ressalva de que tamb'm aqui o v'u da aparência precisa estar em movimento flutuante e não pode recobrir completamente as formas fundamentais do real. 0nquanto, portanto, o sonho ' o ogo do homem individual com o real, a arte do escultor 8em sentido lato ;;Y 9 ' o  =ogo com o sonho MM<  . A est/tua como bloco de m/rmore ' deveras real, o real, por'm, da est/tua como  #igura de sonho  ' a pessoa viva do deus ;;< . 0nquanto a est/tua ainda paira como imagem de fantasia diante dos olhos do artista, ele ainda oga com o real ;;O E se traduz a imagem para o m/rmore, ele oga com o sonho.0m que sentido  A,o+o  pUde ser feito o deus da arte M2  V omente na medida em que ' o deus da representa)ão on2rica. 0le ' o “aparente! por completoE o deus do sol e da luz na raiz mais profunda, o deus que se revela no brilho. A “beleza! ;#;  ' seu elementoE eterna uventude o acompanha. 3as tamb'm ' o seu reino a bela aparência do mundo do sonhoE a verdade mais elevada, a perfei)ão destes estados, em contraposi)ão com a realidade do dia lacunarmente intelig2vel, elevam no a deus vaticinador, mas tão certamente tamb'm a deus art2stico.  deus da bela aparência precisa ser ao mesmo tempo o deus do conhecimento verdadeiro. 3as aquele tênue limite, que a imagem do sonho não pode ultrapassar, para não agir patologicamente quando a aparência não só ilude mas engana , não pode faltar na essência de ApoloE aquela delimita)ão comedida, aquela liberdade diante das agita)*es selvagens, aquela sabedoria e calma do deus escultor. eu olho precisa ser “solarmente! ;##  calmoE mesmo que se encolerize e olhe com arrelia, az sobre ele a consagra)ão da bela aparência ;#R .A arte dionis2aca, por outro lado, repousa no ogo com a embriaguez, com o arrebatamento. ão dois os poderes que principalmente elevam o homem natural 11+  Dentro do li3ite no uai o on o : entido !o3o a$ar2ncia , !o3o ilus,o3 BN. do T.. 118  uando e!reve Karte do e!ultor B*ildnerL Nitz! e e refere a todo artita 5lti!o.  Bildner  , e3 ale30o, : u3 in6ni3o antigo 5ara  Bildhauer  , ue ignifi!a Ke!ultorL. Ma  Bildner   uer dizer ta3#:3, de 3aneira 3ai geral, for3ador de i3agen. BN. do T.. 11-  Neta 5aage3 Nietz! e no d u3a i35ortante indi!a<0o 5ara a !o35reen0o do a5olini3o' a 5ul0o a5ol7nea et:ti!a natural do on o : u3 =ogo !o3 a realidade  ou e=a, !o3o ilu0o, o on o : e35re u3 furtare J realidade, : e35re u3a a5ari<0o ue ilude e3 ! egar, 5or:3, J !one&n!ia do real a arte 5lti!a :, !orrelativa3ente, u3  =ogo !o3 o on o  ou e=a, o artita 5lti!o 5ro!ura fazer o real !orre5onder ao on o, o#rigando a ua 3at:ria  5lti!a a e !onfor3are3 !o3 o on o na reali4aç,o  da o#ra de arte Bno ue : inerente u3a irre3edivel ditXn!ia, u3a eterna inatifa<0o. BN. do T. 11)  ;u e=a, u3a i3age3 de on o BN. do T. 11(  ;u e=a, ainda on a, ou devaneia BN. do T.. 129  Eta 5aage3 do teto no 3otra ue a 5er5e!tiva art7ti!a na u3anidade elni!a urgiu !o3 o a5olini3o. De onde 5ode3o !on!luir ue 5ara ue Dionio tivee ido au3ido artiti!a3ente 5or eta u3anidade fora ne!erio !o3o ante!edente =uta3ente o a5olini3o inaugurando a vo!a<0o et:ti!a een!ial J !iviliza<0o grega. Aor io o dionii3o !ul3ina, egundo Nietz! e, !o3 a o#ra de arte a5ol7neodioni7a!a, ou e=a, !o3 a ua 3anifeta<0o et:ti!a 3ai a!a#ada. BN. do T. 121  4 #eleza !o3o o ue de i 3e3o atrai a !onte35la<0o, e ai3 3otra o eu entido orientador, !o3o o entido de toda ilu0o. BN. do T. 122  4ui !ria3o o ter3o Qolar3enteR 5ara traduzir o ale30o Konnen aftL, ue Nietz! e !olo!a entre a5a 5ara indi!ar ue o ter3o : u3a a5ro5ria<0o de u3 outro autor. Co3 efeito, !f. G;ETHE, [. P. .  5énias mansas  III' KSe o ol o n0o foe3 ol Bonnen aft,\ [a3ai n o Sol ver7a3o\ Se e3 n n0o etivee a 5r5ria for<a do Deu,\ Co3o : ue o Divino entir7a3o]L. In' G;ETHE, [. P. .  Poemas , Trad. Aaulo uintela, Ed. Centel a, Coi3#ra'1()8. BN. do T. 12  45roi3ada3ente neta altura !onta, na 3arge3 do 3anu!rito de Nietz! e' K; terror B das &rausen  I 5. /18  (undo como 'ontade e re$resentaç,o Brefern!ia J edi<0o Frauent^dt de S! o5en auer. Aou!o de5oi deta  5aage3, Nietz! e deenvolveu, e3 + nascimento da tragédia , eta ua refern!ia ao terror, no !o3e<o do 5enlti3o  5argrafo do !a57tulo 1. Cf. NIETZSCHE, + nascimento da tragédia , Trad. [ Guin#urg, Ed. Co35an ia da Oetra, S0o Aaulo' 1((, 5. 9. BN. do T./1  ingênuo at' o esquecimento de si da embriaguez, a pulsão da primavera ;#T  8QrPhlingstrieb9 e a bebida narcótica. eus efeitos estão simbolizados na figura de ?ioniso.   ,rinci,ium indi$iduationis M2  ' rompido em ambos os estados, o subetivo desaparece inteiramente diante do poder irruptivo do humano geral, do natural universal ;#Y . As festas de ?ioniso não concluem tão só a liga)ão entre os homens ;#= , elas reconciliam tamb'm homem e natureza. 5oluntariamente a terra traz os seus dons, as bestas mais selvagens aproximam se pacificamenteE coroado de flores, o carro de ?ioniso ' puxado por panteras e tigres. 4odas as delimita)*es e separa)*es de casta ;#< , que a necessidade 8Not9 e o arb2trio estabeleceram entre os homens ;#O , desaparecemE o escravo ' homem livre, o nobre e o de baixa extra)ão unem se no mesmo coro b/quico. 0m multid*es sempre crescentes o evangelho da “harmonia dos mundos! dan)a em rodopios de lugar para lugarE cantando e dan)ando expressa se o homem como membro de uma comunidade ideal mais altaE ele desaprendeu a andar e a falar. 3ais aindaE sente se encantado e se tornou realmente algo outro. Assim como as bestas falam e a terra d/ leite e mel, tamb'm soa a partir dele algo sobrenatural. 0le se sente como deusE o que outrora vivia somente em sua for)a imaginativa, agora ele sente em si mesmo.  que são para ele agora imagens e est/tuasV  homem não ' mais artista, tornou se obra de arte, caminha tão extasiado e elevado como vira em sonho os deuses caminharem.  poder art2stico da natureza, não mais o de um homem, revela se aquiE uma argila mais nobre ' aqui modelada, um m/rmore mais precioso ' aqui talhadoE o homem. 0ste homem, conformado pelo artista ?ioniso, est/ para a natureza assim como a est/tua est/ para o artista apol2neo ;R> .ra, se a embriaguez ' o ogo da natureza com o homem, então o criar do artista dionis2aco ' o ogo com a embriaguez. 0ste estado deixa se conceber somente metaforicamente, se não se o experimentou por si próprioE ' alguma coisa de semelhante a quando se sonha e se vislumbra o sonho como sonho. Assim, o servidor de ?ioniso precisa estar embriagado e ao mesmo tempo ficar ( espreita atr/s de si, como observador. Não na altern-ncia de lucidez e embriaguez ;R; , mas sim em sua conuga)ão se mostra o car/ter art2stico dionis2aco.0sta conuga)ão caracteriza o ponto alto da helenidade ;R# E srcinalmente ' apenas Apolo um deus helênico da arte, e o seu poder foi o que a tal ponto estabeleceu medidas ao ?ioniso que irrompia tempestuoso da Ssia que a mais bela alian)a fraternal pUde surgir. Aqui se concebe mais facilmente o inacredit/vel idealismo da essência helênicaE a partir de um culto ( natureza, que entre os asi/ticos significa o mais cru desencadeamento dos impulsos 84riebe9 mais baixos, uma pan hetairica vivência bestial, que detona por um tempo determinado todos os v2nculos sociais, surgia nos helênicos 12/  E3 ue a for<a gerativa da $ontade na natureza e faz entir o#re3aneira. BN. do T. 12+    Princi$ium indi'iduationis  uer dizer Q5rin!75io de individua<0oR. BN. do T. 128  4 individua<0o : a#olida 5ela for<a gerativa da natureza no o3e3, 5elo !ontante lan<are da $ontade na natureza  5ara a !ria<0o. Ea for<a gerativa : a 5otn!ia telri!a, 3ai a5ro5riada3ente re5reentada na u3anidade 5ela vertente fe3inina. BN. do T. 12-  4 e5ara<0o entre o o3en : vei!ulada o#retudo 5elo 735eto 5ara a individua<0o vigente na u3anidade o#retudo na vertente 3a!ulina, !ara!terizada 5or eu i35ulo guerreiro. BN. do T. 12)  ; li3ite de !ata e !lae entre o o3en fora3 introduzido 5ri3ordial3ente, de a!ordo !o3 o 5ena3ento de  Nietz! e, 5ela vertente 3a!ulina o# a ege3onia do guerreiro. BN. do T. 12(  4ui 5ode3o ver u3a alu0o ao KHino J 4legriaL de S! iller, ue erve de teto ao uarto 3ovi3ento da (_ infonia de *eet oven. BN. do T. 19  E3 todo ete 5argrafo, 3uito e5reivo, Nietz! e deiano vilu3#rar o entido do dionii3o  grego , ual e=a, o de a5ro5riare artiti!a3ente da for<a gerativa e 5la3adora da natureza. Dan<ando e !antando o !orte=o dioni7a!o grego au3e3 artiti!a3ente o ue e3 outro 5ovo e 3anifeta !o3o vign!ia orgiti!a. ; e!lare!i3ento deta !on=untura de !oia eguee no 5ri3o 5argrafo. BN. do T. 11  4lu0o J !on!e5<0o do artita l7ri!o de S! o5en auer, ue !onta no 5argrafo +1, livro III, de + mundo como 'ontade e re$resentaç,o . Cf. SCH;AENH4E>, 4.  %ie 6elt als 6ille und Vorstellung  , GottaInel, Stuttgart\Franfurt a3 Main' 1(89, *and I, S. /(. BN. do T. 12  Cria3o aui a 5alavra Q elenidadeR 5ara traduzir adeuada3ente QHelenent u3R. BN. do T./2  uma festa de liberta)ão do mundo, um dia de apoteose. 4odos os sublimes impulsos de sua essência revelavam se nesta idealiza)ão da orgia.Nunca, todavia, a helenidade esteve em maior perigo do que na tempestuosa irrup)ão do novo deus. Nunca, por sua vez, a sabedoria do Apolo d'lfico se mostrou numa luz mais bela. esistindo, primeiro, ele envolveu com a mais delicada teia o poderoso opositor, de modo que este mal pUde perceber que entrava passo a passo numa semicatividade. Na medida em que os sacerdotes d'lficos discerniam o profundo efeito do novo culto nos processos de regenera)ão social e o fomentavam segundo o seu ;RR  propósito pol2tico religioso, na medida em que o artista apol2neo com refletida modera)ão aprendia a partir da arte revolucion/ria do servi)o de &aco, na medida, finalmente, em que o senhorio sobre o ano na ordena)ão do culto d'lfico foi dividido entre Apolo e ?ioniso, ambos os deuses sa2ram vencedores da disputaE uma reconcilia)ão no campo de batalha ;RT . e se quer ver com bastante clareza o quão violentamente o elemento apol2neo reprimiu o sobrenatural irracional de ?ionisos, que se pense no fato de que no per2odo mais antigo da m1sica o γενος   διϑυραµβικον  era ao mesmo tempo o ησυχαστικον ;R$ . Cuanto mais forte medrava o esp2rito da arte apol2nea, mais livre se desenvolvia o deus irmão ?ionisoE ao mesmo tempo em que o primeiro chegava ao completo aspecto imóvel da beleza, no tempo de Q2dias, o outro interpretava na trag'dia o enigma e o horror do mundo, e exprimia na m1sica tr/gica o mais 2ntimo pensamento da natureza, o tecer da 5ontade em e para al'm de todos os fenUmenos.e a m1sica tamb'm ' arte apol2nea, nesta medida ' com rigor somente o ritmo, cua for)a imagética  foi desenvolvida para a apresenta)ão dos estados apol2neosE a m1sica de Apolo ' arquitetura dos sons, acrescente se ainda, de sons apenas aludidos, tais como são próprios da c2tara. Gautelosamente ' mantido afastado ustamente o elemento que constitui o car/ter da m1sica dionis2aca, senão da m1sica em geralE o poder comovedor do som e o mundo absolutamente incompar/vel da harmonia.  grego tinha para esta a mais fina sensibilidade, como temos que concluir da rigorosa caracter2stica das tona+idades , ainda que a necessidade de uma harmonia rea+izada , efetivamente sonante, tenha sido neles muito menor do que no mundo moderno. Nas seqPências de harmonia e / em sua abreviatura, na chamada melodia, a “5ontade! se revela imediatamente, sem antes se ter imiscu2do em um fenUmeno. 4odo indiv2duo pode servir como uma met/fora, assim como um caso individual para uma regra geralE inversamente, por'm, o artista dionis2aco apresentar/ de maneira imediatamente intelig2vel a essência do fenUmenoE ele domina deveras sobre o caos da 5ontade ainda não conformada e pode, a partir dele, em cada momento criador, engendrar um novo mundo M mas também o antigo4  conhecido como fenUmeno. No 1ltimo sentido ele ' m1sico tr/gico.Na embriaguez dionis2aca, no impetuoso percorrer de todas as escalas da alma, por ocasião das agita)*es narcóticas ou na pulsão de primavera 8QrPhlingstrieb9, a natureza se expressa em sua for)a mais altaE ela torna a unir os seres isolados e deixa os sentirem se como um 1nico@ de modo que o  ,rinci,ium da indi$iduationis  surge como um estado persistente de fraqueza da 5ontade. Cuanto mais a 5ontade est/ degradada, tanto mais tudo se despeda)a em indiv2duos isolados, tanto mais ego2sta e arbitr/rio ' 1  QSuaR ignifi!a Qdo a!erdoteR. BN. do T. 1/  E de fato no te35lo de 45olo, e3 Delfo, o lugar de u3 do 3ai i35ortante or!ulo de toda a Gr:!ia antiga, ue era !onultado a re5eito da de!ie !a5itai e3 toda a 5lei, teria avido u3a !on!ilia<0o entre 45olo e Dionio, de 3aneira ue, durante o inverno, uando, de a!ordo !o3 o 3ito, o 5ri3eiro e retirava 5ara o 5a7 do Hi5er#reo, o lti3o a7 reinava o#erano, e o !ulto de Dionio e u#titu7a ao de 45olo. ; te35lo de 45olo, e3 Delfo, 5ou7a, no eu front0o lete, e!ul5ido 45olo, Oatona, `rte3i, a 3ua e o !re5!ulo de H:lio e no eu front0o oete Dionio e a T iade. 1+  4 5alavra γενος   διϑυραµβικον  ignifi!a3 Qgnero ditirX3#i!oR, ησυχαστικον  ignifi!a Qo ue : 5r5rio 5ara a!al3ar a al3aR. BN. do T./
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