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Albert Einstein, Leopold Infeld A Evolução da Física.pdf

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flbert~instev eopo Infel A EVOLUÇAO DA FISÍCA i%- De Newton até à Teoria dos quanta - , 2. p e c c ã o Vida e Cuitura M W i i tivrosdoBrasl-li&m F: Este clássico da divulgação cien- tífica, divulgação que os «puristas» têm vindo, ao longo do tempo, a con- siderar como supérflua ou, até, im- possível, foi, e continua a ser,
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    bert~instev eopo Infel A EVOLUÇ O DA FISÍC i  e Newton até Teoria dos quanta 2 peccão Vida e Cuitura Wii ivrosdoBrasl-li m F  Este clássico da divulgação cien- tífica, divulgação que os «puristas» têm vindo, ao longo do tempo, con- siderar como supérflua ou, até, im- possível, foi, e continua a ser, um livro básico para a compreensão nível do grande público, evidente- mente a física moderna e, em particular, da teoria da relatividade. O admirável trabalho de colaboração entre Leopold Infeld e Albert Eins- tein, no qual a modéstia dos verda- deiros sábios não desempenha menor lugar que o seu imenso saber, veio, com efeito, abrir a muita gente pers- pectivas de maravilha sobre o livro cifrado que a Natureza incessante- mente nos vai dando a ler  por ALBERT EINSIEIN e LEOPOLD INFELD «O esforço para ler o grande ro mance policial da Natureza é vel lo rorno o próprio pensamento humano. as há apenas uns três séculos que S estudiosos começaram a com- preenda a língua em que o livro stá escrito. E a partir desse tempo -a a de Wleu e Newton- a leitaira passou a fazer se com ra- pidez. Foramse desenvolvendo t6c- nicas de invaitigação, métodos sis- tem6ticos de descobrir e seguir pistas. Alguns dos enigmas ~ecebe- ram sdução -embora muitas solu- çõ s fossem p~ecárias e acabassem abandonadas em consequência de posteriores pesquisas. Um problema fundamental, e por milhares de anos completamente obddo &s suas próprias com- plicações, é o do movimento Todos os movimentos obçmáveis na Na- tureza da pedra lançada pma o ar, o do navio que sulca as águas, o do automóvel que roda pela es- trada ão na realidade muito com- plicados. Para comp~eendê-10s emos que começar pelos casos mais sim- ples e gradualmente irmos subindo. Consideremos um orpo em repouso, no qual não haja nenhum movi- mento. Paira mudar a posição desse orpo necessário que sobme ele exerçamos alguma influência m- puirrá-10, erguê-lo ou deixar que outros corpos, ho s cavalos ou os motms, o façam. A nossa ideia intuitiva do movimento comelacio- naa a ctos de puxar, empurrar, le- vantar. Expexiênoias muito repetidas fazem-nos arriscar a ideia de que temos de empurrar com mais força, s querwmos que o corpo se mova mais depressa. Parece natural con- cluir que, quantu maior for a acção exercida sobre um corpo, tanto maior será a sua velocidade. A in- tuição diz-nos que a velocidade está essencialmente ligada acção.»  COLECÇAO VIDA CULTURA LBERT EINSTEIN LEOPOLD INFELD desemolvimento das ideias desde os primiivos conceitos até ebtiiiade e aos hnta EDIÇAO aLIVROS DO BRASILn LISBOA Rua dos Caetanos

solfeo_II

Aug 1, 2017
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