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ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA SOBRE INTRAEMPREENDEDORISMO E SEUS DIRECIONAMENTOS RESUMO

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ARTIGOS ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA SOBRE INTRAEMPREENDEDORISMO E SEUS DIRECIONAMENTOS Alan Ferreira da Silva 1 Lilian Cristina Bezerra Magalhães 2 Maria Liliane de Queiroz Chaves 3 Adriano David Monteiro de
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ARTIGOS ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA SOBRE INTRAEMPREENDEDORISMO E SEUS DIRECIONAMENTOS Alan Ferreira da Silva 1 Lilian Cristina Bezerra Magalhães 2 Maria Liliane de Queiroz Chaves 3 Adriano David Monteiro de Barros 4 RESUMO O comportamento empreendedor dentro das empresas e os bons resultados obtidos por organizações levaram ao estudo e caracterização desse fenômeno, agora chamado de intraempreendedorismo. Partindo das bases Scopus, Web of Science e ScienceDirect, utilizando o termo intraempreendedorismo e intrapreneurship, no título, no período de publicação entre 2000 à 2016, o presente trabalho teve como objetivo promover um levantamento bibliográfico, a fim de expor a importância dessas pesquisas para os setores empresarial e educacional, assim como a ênfase no destaque da temática nos últimos anos, as áreas mais estudadas, os profissionais que mais publicaram sobre o tema entre outros aspectos relevantes. A partir da análise detalhada dos documentos previamente selecionados, foram obtidos resultados consideravelmente importantes a respeito do tema, desde o crescente aparecimento de estudos relacionados ao intraempreendedorismo, não apenas na área da administração como se esperava, até a possiblidade de comparativos a respeito do desenvolvimento de pesquisas na área e o levantamento de hipóteses sobre quais fatores influenciam as mesmas. Partindo de três variáveis principais, país de publicação, base de dados e autores, foi possível correlacionar a quantidade de artigos, para cada variável, e suas possíveis causas. PALAVRAS-CHAVE: Intraempreendedorismo. Importância da Pesquisa. Bases de Dados. 1 Graduando em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal Rural do Semi- Árido (UFERSA). 2 Graduanda em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal Rural do Semi- Árido (UFERSA). 3 Graduanda em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal Rural do Semi- Árido (UFERSA). 4 Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal da Paraíba. Professor na Universidade Federal Rural do Semi- Árido. V.10, nº3, p , ago./dez BIBLIOMETRIC ANALYSIS ON INTRAPRENEURSHIP AND ITS DIRECTIONS ABSTRACT Entrepreneurial behavior within companies and the good results obtained by organizations led to the study and characterization of this phenomenon, now called intrapreneurship. Based on the Scopus, Web of Science and ScienceDirect bases, using the term intrapreneurship and intrapreneurship, in the title, during the period of publication between 2000 and 2016, the present work had the objective of promoting a bibliographical survey, in order to expose the importance of these The business and educational sectors, as well as the emphasis on the theme in recent years, the areas studied, the professionals who published the most among other relevant aspects. From the detailed analysis of the documents previously selected, considerable results were obtained on the subject, from the increasing appearance of studies related to intrapreneurship, not only in the area of the administration as expected, to the possibility of comparative with respect to the development of Research in the area and the collection of hypotheses about which factors influence them. Based on three main variables, country of publication, database and authors, it was possible to correlate the number of articles, for each variable, and their possible causes. KEYWORDS: Intrapreneurship. Importance of Research. Data base INTRODUÇÃO A importância do empreendedor para uma empresa, organização ou qualquer ramo de negócios muitas vezes é algo perceptível apenas pela observação empírica de fatos, por exemplo, as inúmeras grandes organizações que tem seu sucesso associado a um indivíduo isolado dito responsável por esse sucesso: o empreendedor. Porém, muitas vezes o sucesso dessas grandes organizações deve-se a funcionários internos de importância tão grande quanto os primeiros aqui mencionados: os intraempreendedores. Embora estudos iniciais sobre essa subdivisão do empreendedorismo não sejam tão recentes, não é difícil associar a maior valorização desse profissional no mundo atual, onde tempos de crise contrastam com a busca por autonomia profissional das pessoas o que acarretaria em menos pessoas desejosas de serem empregadas e as que não tivessem outra saída. Consequentemente seriam dotadas de desmotivação, sendo assim a promoção e valorização do intraempreendedorismo seria a suposta solução para empresas e empregados. Foi partindo das ideias acima mencionadas que o interesse pelo desenvolvimento desse trabalho surgiu. Para fazer uma correta aplicação de uma determinada função é necessário na V.10, nº3, p , ago./dez maioria dos casos o conhecimento prévio dos aspectos que a envolvem, desta forma se supõe que com o fortalecimento da busca por conhecimento a respeito da área intraempreendedora, o fornecimento sobre esses estudos também apresentaria uma proporção de crescimento, mas quão grande seria esse crescimento? Qual nível de significação ele representa em termos de atribuição de importância ao intraempreendedorismo? A fim de responder as questões expostas apresenta-se como propósito do presente trabalho o estudo a respeito de documentos já existentes, para que através da análise quantitativa dos mesmos fosse possível associar essa quantidade à importância, a fim de responder à questão principal: quais fatores estão associados ao número de estudos realizados acerca do intraempreendedorismo? 1 EMPREENDEDORISMO E INTRAEMPREENDEDORISMO: ASPECTOS GERAIS Inicialmente é importante ressaltar de onde vem o termo empreendedorismo. Segundo Filion (1993) o termo era abordado com diversidade ao longo das sociedades. Logo a palavra empreendedor entrepreuner é de origem francesa que referência aquele que busca brigas (VÉRIN, 1982, apud FILION, 1993, p. 18). Vestígios de empreendedorismo foram notados inicialmente no início do século XVIII e a partir daí Joseph Schumpeter promoveu pesquisas sobre o impacto no desenvolvimento daquela época. Tanto nos dias atuais, como nos tempos passados, o empreendedorismo foi e é um termo muito abrangente. Vários autores definem o empreendedorismo. Dornelas (2001) ressalta que dentre os temas que abordam o empreendedorismo está a geração de emprego, as políticas públicas e o intraempreendedorismo. Portanto, o intraempreendedorismo é uma extensão do empreendedorismo. Logo, é de suma para as organizações, pois é composta por um conjunto de fatores que fazem com que a mesma possa se promover e assim tornando-se indispensável. 1.1 CARACTERÍSTICAS DO INTRAEMPREENDEDOR Ao definir o que vem a ser empreendedorismo e intraempreendedorismo nada mais natural que a constatação inicial do termo a coisa não existe sem o indivíduo, pois bem, V.10, nº3, p , ago./dez cabe então definir o que caracteriza esse tal indivíduo dito intraempreendedor dentro de uma organização obviamente, visando assim o foco principal do presente trabalho. Muitas são as informações e descrições a respeito do perfil ideal para um intraempreendedor, alguns estudos com maior embasamento teórico outros não. Portanto, é justa a ideia de reunir diferentes opiniões, retiradas de estudos feitos por determinados pesquisadores que se utilizaram de formas metodológicas, para identificar as características de um intraempreendedor. Assim, torna-se um objetivo a tentativa de formular um perfil padrão como forma de facilitar o entendimento. Como já anteriormente mencionado o termo intraempreendedor foi formulado por Pinchot III (1989) que os definia como empreendedores internos de uma determinada empresa, e estes através de motivação e uma certa autonomia concedida deveriam trabalhar esforçadamente para que suas ideias inovadoras trouxessem sucesso para sua organização. Seguindo a linha de pensamento em que as organizações necessitam de visões empreendedoras para que seus negócios possam obter um maior sucesso, mas em uma visão geral os empreendedores não possuem boa relação com as empresas visto que, estes indivíduos têm como característica marcante o desejo por autonomia e as grandes empresas geralmente não oferecem este benefício ao funcionário o surgimento do intraempreendedor foi visto como solução para este problema (URIARTE, 2000). Adiante serão mencionadas algumas características que representam a visão de especialistas com relação as personalidades observadas em indivíduos julgados intraempreendedores. Ainda segundo Uriarte (2000), o perfil de um empreendedor se assemelha bastante ao do intraempreendedor, apenas com pequenas diferenças, entre as quais, a principal é que o primeiro é um indivíduo dono do próprio negócio e o segundo trabalha para alguém. A característica idealizadora e sonhadora também é atribuída a um intraempreendedor, porém são aqueles que transformam o sonho em realidade, são aqueles que estão dispostos e assumem responsabilidades de sua empresa e/ou organização e concretizam suas ideias visando fins lucrativos (PINCHOT III, 1989). Tomando como embasamento dados de Uriarte (2000) que aborda Pinchot III (1989) é possível apresentar as características mais comuns identificadas em intraempreendedores sendo elas: Busca pela autonomia dentro da organização movidos por motivação própria; Com relação a mão-de obra apreciam um serviço bem feito e fazem o que deve ser feito; Diferentes dos empreendedores necessitam de ajuda e recursos de segundas pessoas; V.10, nº3, p , ago./dez Geralmente seguem personalidades confiantes em si mesmos e otimistas com relação ao que fazem; Preocupam-se com a organização em que trabalham ao mesmo tempo em que se preocupam com seus clientes ; Não são atraídos por grandes riscos apesar de não temerem sua demissão; Para fazerem suas pesquisas conseguem trabalhar de forma individual seguindo pensamentos empreendedores; Não gostam de expor seus planos ou ideias de risco ao público, para que quando falharem possam aprender com erros sem serem expostos; Possuem flexibilidade aos sistemas impostos pelas empresas mesmo que não gostem pessoalmente de opera-los; Procuram satisfação pessoal, satisfação da empresa e de seus clientes; Possuem níveis de instrução geralmente altos; Geralmente são de classe média (relação socioeconômica); Procuram fazer com que os outros concordem com suas ideias, mas sempre dispostos a aceitar mudanças; Diante do exposto foi possível perceber semelhanças entre o perfil dos intraempreendedores e empreendedores sendo que suas diferenças ficaram expostas à medida que suas características foram descritas é importante salientar que ser um intraempreendedor não é uma condição inata, mas algo que pode ser aprendido e aperfeiçoado baseando-se em estudos e experiências. 1.2 O SUPORTE DAS ORGANIZAÇÕES PARA O INTRAEMPREENDEDORISMO Um dos pontos mais importantes para promover ou consolidar o intraempreendedorismo é a maneira como as organizações dão suporte aos seus pensadores. O ambiente de trabalho influência o nível de criatividade e inovação nas organizações (AMABILE, 1993; CHANDLER et al., 2000), não é de hoje que empresas investem cada vez mais em métodos para aumentarem a produtividade criativa dos intraempreendedores, salas com temperatura controlada, ambientes com luz natural e até salas de jogos deixaram de serem vistas como atividades que representam apenas lazer e passaram a ser considerados pontos fortes para alavancar ideias sem pressão. Segundo Levering (1997, p. 16) sentir-se V.10, nº3, p , ago./dez como parte de uma grande família ajuda os intraempreendedores nesse papel de que as empresas não os forçam a suprir a cota de ideias. Segundo Veloso et al (2007) concretizam a ideia de Levering (1997) e passam a identificar pontos onde as organizações tendem a promover a satisfação do empregado pelo seu trabalho e investem na qualidade de vida. Assim, essas conclusões podem ser classificadas como identidade, satisfação e motivação, liderança e aprendizado e desenvolvimento. Identidade - O ambiente organizacional é composto pela afinidade entre as pessoas e a empresa, em termos de reconhecimento, liderança, oportunidade de crescer na carreira, assim como um ambiente de equidade, aprendizagem e desafios. (TEIXEIRA, 2002). Entre outras palavras, isso quer dizer o quanto os funcionários acreditam que a organização corresponde aos seus valores pessoais, formas de agir e pensar. Satisfação e motivação - O clima organizacional se caracteriza pela percepção compartilhada de como as coisas são por aqui (REICHERS & SCHNEIDER, 1990). Diferentes trabalhadores possuem diferentes fatores motivacionais e, além de buscar modos de satisfação distintos, também têm diferentes contribuições a fazer à organização (VELOSO et al., 2007, p. 8). Isso nada mais é que a correspondência de experiência que os empregados vivenciam e quais as recompensas recebem pelo seu papel. Liderança - Schein (1989) diz que os líderes precisam de habilidade para influenciar pessoas, liderar, motivar, ter uma boa comunicação em equipe, dedicação e compromisso além de redefinir conceitos e ter novas visões. Essa visão de Schein (1989) mostra que o líder é o pilar da credibilidade e confiança dos funcionários. Aprendizado e desenvolvimento A empresa eficaz não se caracteriza apenas pela obtenção do lucro, mas [...]a que também oferece ambiente moralmente gratificante, em que as pessoas boas podem desenvolver seus conhecimentos especializados e também suas virtudes (ARRUDA, WHITAKER & RAMOS, 2001, p. 57). De acordo com Eboli (2002) é fundamental que: As práticas de treinamento e desenvolvimento e de educação corporativa favoreçam uma atuação profissional impregnada de personalidade, criando condições para o desenvolvimento do conhecimento criador, do empreendedorismo e o florescimento de líderes eficientes (EBOLI, 2002, p. 44). As empresas que mais lucram em relação aos seus concorrentes, são as que mais investem em seu espaço de trabalho (LEVERING, 1997; FULMER, GERHART & SCOTT, V.10, nº3, p , ago./dez 2003). Nesse sentido, pode-se perceber que as organizações tendem a cada vez mais em melhorar o ambiente de trabalho para que os intraempreendedores possam desenvolver seus projetos gerando tanto a não concorrência como receitas para a própria organização. 1.3 AS BARREIRAS DO INTRAEMPREENDEDORISMO Na perspectiva dás empresas buscarem novas inovações tecnológicas se faz necessária a realização de alterações dos processos e negócios, afim de obtenção de ganhos futuros no ambiente de competitividade utilizando estratégia de intraempreendedorismo. Assim, as mesmas enfrentam dificuldades que criam barreiras para o desenvolvimento das ideias de criação ou inovações de novos negócios. Algumas dessas barreiras se destacam com maior presença nos ambientes organizacionais das empresas, o risco de punição pelo insucesso devido ao risco assumido, falta de canal para exposição/execução de novas ideias ou sugestões, falta de medidas organizacionais para estimular, promover e encorajar o intraempreendedorismo e falta de políticas para coibir disputas internas e falta de cooperação (CHIEH e ANDREASSI, 2008). Com essa identificação da limitação para o desenvolvimento do intraempreendedorismo nas empresas, se busca criar um ambiente favorável ao encorajamento e de incentivos a criação de ações inovadoras para o desenvolvimento da criatividade empreendedora onde o idealizador passa a assumir os riscos e punições possíveis. Esta por sua vez sendo a de maior limitação na cultura organizacional das empresas. Importante destacar o resultado da tese de mestrado da Universidade de Porto em Portugal, pois Branco (2011) aborda os sistemas de inovação por parte integrantes da organização mostrando a necessidade de inovação na estrutura organizacional, elevando as performances dentro do conjunto de inciativas que prove o sucesso da organização. A pesquisa aborda como resultado a importância de sistemas de sugestões dos funcionários dentro da empresa como potencializador do intraempreendedorismo. Tendo em vista a importância do intraempreendedorismo pode-se definir o termo intraempreendedor (tradução do Inglês - intrapreneur) como foi formulado por Pinchot III (1989) para definir o empreendedor interno, pois para que se tenha um bom intraempreendedor é necessário promover a inovação dentro da empresa. Segundo Menzel, Aaltio e Ulijn (2007, p. 734) o processo começa com o reconhecimento de uma oportunidade empresarial e resulta em inovação que pode ser definida como uma nova relação de mercado de tecnologia. V.10, nº3, p , ago./dez Mas para que isso aconteça, existem vários fatores que interferem para que se tenha um bom intraempreendedor em uma organização, uma vez que o processo de descoberta e desenvolvimento de uma oportunidade para criar valor através da inovação e aproveitar essa oportunidade sem levar em conta recursos ou a localização do empreendedor (ANTONCIC e HISRICH, 2001, p. 497). Portanto, é evidente que quando um intraempreendedor tem a característica de inovar na empresa em que trabalha e tem liberdade para isso fazer o trabalho do mesmo se torna muito mais prazeroso. Segundo Menzel, Aaltio e Ulijn (2007, p. 734) para definir intraempreendedorismo como um processo que ocorre como o nexo de empreender e de ter oportunidades. 1.4 A IMPORTÂNCIA DE PESQUISAS SOBRE INTRAEMPREENDEDORISMO O êxito obtido por algumas empresas ao implementar a cultura intraempreendedora em seus processos de criação levou ao destaque desta, e consequentemente ao surgimento de pesquisas direcionadas a área. Os estudos encontrados apontam que este desenvolvimento é visto, em territórios como Europa, como um dos mais desejáveis pelas empresas (MENZEL, AALTIO e ULIJN, 2007) e desempenham um papel importante na disseminação da ideia, que apesar de visar inicialmente à melhoria da empresa também traz benefícios aos seus colaboradores. O direcionamento das pesquisas gira em torno de três temáticas principais, sendo essas: a valorização do profissional intraempreendedor e da cultura intraempreendedorial pelas organizações, a análise do perfil intraempreendedor de diferentes segmentos organizacionais e o desenvolvimento de tecnologias e técnicas que incentivam o intraempreendedorismo. O estudo realizado por Menzel, Aaltio e Utlijn (2007), por exemplo, traz a valorização dos engenheiros de tecnologia e novos métodos, entre eles a simulação chamada Intrapreneurship Game (MENZEL, 2007), que pode ser aplicada nas universidades para formação de um profissional com essa visão e/ou com treinamento de incentivo em empresas. 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Inicialmente foi realizada uma revisão bibliográfica sobre a temática proposta. Neste primeiro momento foram tomados como base todos os documentos (artigos, teses e V.10, nº3, p , ago./dez dissertações), pesquisados nas bases de dados Scopus, Web of Science e ScienceDirect, escolhidas por representarem um histórico de indicações positivas a respeito de confiabilidade de seus documentos. Partindo desse pressuposto, se fez possível obter uma classificação para a pesquisa a ser realizada, sendo ela considerada um estudo bibliométrico e bibliográfico. Justifica-se tal classificação através das definições de ambos os padrões de pesquisa, onde a análise bibliométrica refere-se a uma certa quantidade, ou seja, seu foco é contabilizar o número de publicações encontradas que contém o termo o qual se procura (YOSHIDA, 2010). A característica bibliográfica deste estudo apresenta-se no fato de que para obter-se os resultados almejados na pesquisa, utilizou-se o procedimento técnico de análise das teorias publicadas nas bases de dados anteriormente mencionadas, Scopus, Web of Science e ScienceDirect, para que desta forma, se fizesse possível a formulação de hipóteses e discussões devidamente fundamentadas (GIL, 2008). Vale salientar que para obter os resultados aqui expostos, ou seja, para realizar a análise quantitativa, foram pesquisados nos bancos de dados das bases Scopus, Web of Science e ScienceDirect, apenas artigos científicos que relacionassem as palavras Intraempreendedorismo e Intrapreneurship,
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