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Análise Bibliométrica Taylor e Fayol

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  ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA DOS ARTIGOS QUE MENCIONEMFREDERICK W. TAYLOR E HENRI FAYOL NA PLATAFORMA DEPERIÓDICOS CAPES Arthur Caldeira SanchesWilson Ravelli Elizeu MacielYasmin Gomes Casagranda RESUMOABSTRACTINTRODUÇÃOREFERENCIAL TEÓRICOA im! #$%&i' () F )() i&* T'+,! Frederick Taylor oi um engenheiro mec!nico ue tornou a teoria cient#ica daadministra$%o conhecida e a&licada dentro dos &ar!metros de tra'alhos conhecidosde&ois da Revolu$%o (ndustrial) Ele oi um dos &ioneiros no estudo do tra'alho e seusas&ectos ue &udessem ser analisados com o im &rinci&al de melhorar os resultados)*e todas as mudan$as desenvolvidas na &rodu$%o industrial+ as ideias de Taylor oram res&ons,veis &or uma das mais im&ortantes+ ue oi a ela'ora$%o de um modelos-cio.organizacional dentro das ,'ricas+ /orino 012234) Este modelo oi desenvolvidoao longo dos anos de estudos e a&licado ao redor do mundo)/orino 012234 discorre so're as &rinci&ais regras+ ue o autor chama de ouro+ dolegado dei5ado &or Taylor6 a centraliza$%o+ ragmenta$%o e a esta'ilidade) A &rimeiradiz res&eito 7 trans&ar8ncia ue 9 a&licada &elos e5ecutores do tra'alho: ;, a segundaala so're a organiza$%o da em&resa &ara ue se;a &ermitida a trans&ar8ncia: e a <ltimadestas 9 ca&az de eliminar restri$=es relacionadas ao tem&o de e5ecu$%o das tareas) >o sentido de idealizar a e5ecu$%o de tareas dos o&er,rios+ Taylor institui ueestas deveriam ser divididas e deveria haver uma unidade de comando) ?or9m+ Almeida+@liveira e ?iccinini 0314 dizem ue todas estas ideias ;, haviam sido antes destacadas &or Adam Smith+ n%o tendo sido Taylor totalmente inovador)  @s autores Almeida+ @liveira e ?iccinini 0314 deendem ue as ideias deTaylor oram uma contri'ui$%o in9dita uando 'uscaram os &ressu&ostos ;, e5istentes eizeram sua correla$%o com as teorias administrativas ue se encontrava nas ,'ricas da9&oca) Esse oi um im&ortante motivo &ara sua &o&ulariza$%o)Taylor oi res&ons,vel &or entender ue o &rogresso da humanidade deveria ser a'erto 7s &essoas e ue toda eici8ncia &rodutiva+ 'em como a ma5imiza$%o dosrendimentos+ estava relacionada ao valor agregado do tra'alho direto dos o&er,rios)0/@R(>@+ 12234)Este tra'alho dos o&er,rios &assou a ser visto &or Taylor como um &rocesso ueera limitado) (sso im&lica ue ele 'uscou entender o estudo da se u8ncia da e5ecu$%o detareas como uma &rioridade+ 'uscando assim mostras o uanto a cronometragem etodos os m#nimos as&ectos das tareas eram de grande im&ort!ncia 0ARAB@+ 324)A &artir deste racioc#nio o taylorismo im&lantado na 9&oca 9 considerado ummodelo de &rodu$%o acima de ser um sistema de gest%o) (sso se d, &ois a sua 'usca &elaracionaliza$%o de m9todos+ controle e integra$%o da &rodu$%o oram as 'ases daorganiza$%o cient#ica do tra'alho 0A/ME(*A+ @/(DE(RA E ?(CC(>(>(+ 314)A im&ort!ncia dos estudos so're Taylor &auta.se na sua insist8ncia em entender o sistema a &artir da sua am&litude econmica+ alando tam'9m so're a ind<stria e suaconta'ilidade+ /orino 012234)Am'oni e Andrade 03114 airmam ue Taylor teve seguidores como Frank e/ilian Gil'reth+ enry Gantt+ ugo Munster'erg e enry Ford suas considera$=esdentro a ,rea da administra$%o a'ordaram &rinci&almente o homem econmico na9&oca)@s autores continuam e discorrem ue sua re&ercuss%o se d,+ &rinci&almente+ &ela 'usca de entender o homem como um ser reduzido aos seus gestos e movimentosdesenvolvidos no tra'alho) @s as&ectos mentais e de a&rendizagem eram consideradossemelhantes 7s m, uinas) A im! #$%&i' () H)% i F'+!, *entro do &rocesso de administra$%o das ind<strias de Taylor+ o oco deu.se &elaeici8ncia organizacional e as tareas em tem&os) A an,lise era eita de modo a entender a organiza$%o como um todo+ a&enas com desenho de sua estrutura+ segundo Dieira03134)  Dieira 0314 airma ue enri Fayol oi res&ons,vel &or transormar a vis%odeterminista ue era &redominante e &autada em estrutura material e de &essoal em &rinc#&ios menos engessados &ara a 9&oca)Fayol entendia ue uma em&resa n%o era uma estrutura <nica+ mas sim umaorganiza$%o ue devia ser dividida em un$=es6 t9cnica+ comercial inanceira+ deseguran$a+ cont,'il e administrativa+ Dieira 0314)Sua &reocu&a$%o com a divis%o das organiza$=es era entendida como a 'usca &ela hierar uiza$%o de de&artamentos e n%o da em&resa como um todo) (sso ez com ue osse melhore entendida a tomada de decis%o dentro das ,'ricas+ al9m de azer com ue esta osse agilizada 0@>ES+ 3114)Foi dentro da teoria de Fayol ue o &roissional administrador ganhou suaim&ort!ncia) Ele entendia ue era um tra'alhador com ualidades intelectuaisres&ons,veis &elo entendimento e a&rendizado com as situa$=es vividas na sua rotina+0DERGBE(R@+ 334)Dergueiro 0334 mostra+ tam'9m+ ue toda a im&ort!ncia dada &or Fayol aoadministrador &de ser vista nas un$=es ue determinou &ara este6 &revis%o+organiza$%o+ comando+ coordena$%o e controlo) Esse salto na teoria &ossi'ilitou ue setivesse uma vis%o mais realista do ue um comando na administra$%o da ind<stria &odiaazer &ara ue se alcan$asse os resultados)ones 03114 ressalta ue as teorias de Fayol im&lantadas &uderam au5iliar nasdecis=es de n#vel inerior+ ue uando tomadas n%o &re;udicavam outras &artes daorganiza$%o uando havia a divis%o de ,reas)As ideias e os &rinc#&ios a'ordados a&arecem constantemente na &r,ticaadministrativa da atualidade+ isso se d, &rinci&almente &elas teorias de &lane;amento+estrutura+ 9tica e lideran$a nas organiza$=es+ 0TE(E(RA+ SA/@MH@ E TE(E(RA+31I4)Ferreira 0324 deende ue enri Fayol oi um idealizador res&ons,vel &elacria$%o da &rimeira a'ordagem ue entendia racionalmente a organiza$%o de umaem&resa) (sso oi desenvolvido com an,lise das t9cnicas gerenciais necess,rias &ara uea osse eita a dire$%o de em&reendimentos de setores variados) Bi-,i!m)# i'  Btilizada como uma erramenta ue 'usca medir a &rodu$%o cient#ica so'redeterminado tema+ a 'i'liometria tem como o';etivo azer o levantamento da uilo ueoi &roduzido de te5tos cient#icos nas diversas ,reas do conhecimento) Esse &rocessore uer uma 'usca mais criteriosa em &u'lica$=es a res&eito do assunto+ uma vez ue+constantemente+ o homem a&resenta novos ti&os conhecimentos disseminando asinorma$=es &or diversas &artes do mundo 0S(/DA et al  + 324)Jeuren e Souza 03K4 dizem ue a 'i'liometria 9 com&osta &or um con;unto ue contem&la leis e &rinc#&ios em&#ricos+ os uais au5iliam no esta'elecimento dosundamentos te-ricos da chamada Ci8ncia da (norma$%o) *essa orma+ os indicadores 'i'liom9tricos+ ue uantiicam as &rodu$=es cient#icas e t9cnicas+ tornam.se <teis &araa realiza$%o de uma avalia$%o da &es uisa de car,ter acad8mico+ assim como &aramostrar os rumos de uturas atividades de &es uisa 0ES?E@ et al, 324)Saes 034 diz ue os chamados indicadores 'i'liom9tricos s%o usados &or doismotivos6 @ &rimeiro &ara analisar o tamanho+ crescimento e distri'ui$%o da 'i'liograia cient#ica 0livros+ revistas+ &atentes e outros4+ a im demelhorar as atividades de inorma$%o+ documenta$%o e comunica$%ocient#ica e o segundo &ara analisar os &rocessos de gera$%o+ &ro&aga$%o e uso da literatura cient#ica com a inalidade deconhecermos os mecanismos da investiga$%o cient#ica en uantoatividade social e a din!mica e estrutura dos gru&os de investigadores ue &roduzem e utilizam esta literatura 0SAES+ 3+ &)1.114) Coo&er e Schindler 03L4 dizem ue a &es uisa 'i'liom9trica 9 entendida comoum estudo descritivo+ tendo em vista ue o autor 'usca deinir ou descrever um assuntoes&ec#ico+ criando um &eril de um con;unto de &ro'lemas+ eventos ou &essoas+ e taisestudos &odem englo'ar a coleta de dados e a cria$%o da distri'ui$%o da uantidade devezes ue o &es uisador o'servar uma caracter#stica ou um determinado evento) METODOLOGIA uanto ao seu o';etivo+ a &es uisa em uest%o &ode ser classiicada comodescritiva+ uma vez ue o'servar+ registra+ analisa e correlacionam vari,veis sem 'uscar mani&ular tais atos) Sua a'ordagem 9 uantitativa+ com &rocedimentos t9cnicosadotados ue se caracterizam como documental 0CERD@: JERD(A> apud   S(/DA et al+324)Tal a'ordagem 9 deinida &elo uso de uantiica$%o+ tanto na coleta dos dados+ uanto no tratamento destes atrav9s de erramentas estat#sticas+ as uais &odem variar 

HORMIGÓN PESADO

Aug 2, 2017

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