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Análise Biomecânica e Neuromuscular Da Musculatura

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principal aspecto ao nível da coordenação
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   Análise biomecânica e neuromuscularda musculatura extensora do trem inferior no salto deimpulsão vertical. Importância no Futebol e implicações para o treino de força - 1ªparte * Licenciado em Ed. Física e Desporto (UTAD)Mestrando em Ciências do Desporto - Treino de Alto Rendimento (FM)**Licenciado em Ciências do Desporto (FM)Mestrando em Ciências do Desporto - Treino de Alto Rendimento (FM)  Pedro Silva* s_pedro@sapo.pt Gonçalo Oliveira** frederic.k@mailcity.com(Portugal) esumo  ! salto de imp ls#o $ertical % ma ac&#o motora 'astante importante em $rias modalidadesdesporti$as. o  te'ol+ este mo$imento a, parte das t%cnicas de  arda-redes e da t%cnica deca'eceamento+ ceando a ser a se nda ac&#o mais tili,ada n m /oo a se ir ao passe. 0aramelor-lo com o treino da or&a+ % importante ter em conta determinados aspectos relati$os 1'iomec2nica do salto e relati$os aos mecanismos da or&a+ nomeadamente+ os actores estr t rais+ner$osos e principalmente os actores relacionados com a ac m la&#o de eneria elstica nos m3sc losaonistas 4 e permitem potenciar o salto com contra mo$imento (a elasticidade e o mecanismo rele5o).  !nitermos  6alto. For&a. ipertroia. Coordena&#o. Fi'ras. Elasticidade. Rele5o miottico. http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - !enos ires - #o $ - %& '( - Diciem)re de ++,   7 8 7   ! o'/ecto de est do  9 al4 er acti$idade ísica o modalidade desporti$a % constit ída por di$ersos estost%cnicos+ desde o 4 e aparentemente % mais simples (como % o caso do mo$imento dosmem'ros ineriores na corrida) at% ao mais comple5o (por e5emplo os $ariados saltos nas Acti$idades :ímnicas). ! certo % 4 e+ em cada esto t%cnico+ em cada mo$imento+ e5iste ma cadeia+ por $e,escomple5a+ de sementos corporais+ de r pos m sc lares+ de ossos+ de liamentos o tend;es4 e permitem reali,ar determinados mo$imentos. Esse esto poder ser pior o melore5ec tado+ 4 anto pior o melor or a sincroni,a&#o do mo$imento de todos os inter$enientesdirectos o indirectos dos sementos circ ndantes.  A escola do salto de imp ls#o $ertical de$e -se ao acto de este ser m esto 4 e % tili,ado em $rias modalidades sendo at%+ por $e,es+ o mais tili,ado+ ceando mesmo ari$ali,ar com a corrida em termos de tempo praticado por modalidade (L tanen+ 7<<=). 0ara al%m deste actor+ o salto de imp ls#o $ertical % tam'%m m mo$imento de 'ase m itoimportante para certos estos t%cnicos+ e at% mesmo decisi$o no s cesso de $riasmodalidades. Importância em modalidades desportivas  Como oi reerido anteriormente+ o salto de imp ls#o $ertical ser$e de 'ase 1 e5ec &#o dedi$ersos estos t%cnicos m ito importantes nas $rias modalidades desporti$as. 0or e5emplo+no >as4 ete'ol+ este mo$imento ser$e de 'ase ao lan&amento em s spens#o e ao ressalto? no @olei'ol+ ao remate+ ao 'loco e ao ser$i&o em s spens#o? no Ande'ol+ ao remate ems spens#o? no F te'ol ao remate de ca'e&a e ao tra'alo do  arda-redes? no Atletismo+ aosalto em alt ra e ao triplo salto? e assim como nestas+ tam'%m em o tras modalidades o salto  de imp ls#o $ertical se torna m ito importante e mesmo decisi$o+ como % o caso das Acti$idades :ímnicas.  Apesar desta import2ncia para di$ersas modalidades+ a caracteri,a&#o do mo$imento emest do+ ir incidir no mo$imento de 'ase para o ca'eceamento no F te'ol.  A i ra 7 res me o n3mero de ac&;es de m /oador de  te'ol de topo em /oos e sess;esde treino. ! conte3do de ma sess#o m%dia de treino oi estimado de acordo com a opini#o doa tor. A dieren&a 'sica entre o /oo e o treino+ % 4 e a sess#o de treino incl i m maiorn3mero de /oos em espa&o red ,ido com rande intensidade e rande n3mero de contactosna 'ola+ passes+ corridas com 'ola+ ca'eceamentos+ remates+ desarmes+ saltos e m dan&as dedirec&#o. a i ra 7 ass mi -se 4 e o n3mero de /oos por temporada oi de B e o n3merode sess;es de treino de B+ o 4 e siniica  treinos semanais em == semanas por ano. Comopodemos o'ser$ar+ o salto % a se nda ac&#o mais tili,ada n m /oo (<)+ a se ir ao passe()+ o 4 e por s a $e, n#o % correspondido em termos de treino+ onde o salto % ltrapassadopelas ac&;es de corrida com 'ola e m dan&as de direc&#o (L tanen+ 7<<=). Fi#. 1  - A$alia&#o do $alor de ac&;es t%cnicas em condi&;es de /oo e treino por temporada (adaptado de L tanen+ s8d) $rodução do impulso de força no salto  Di$ersos actores inl enciam a prod &#o de or&a d rante o salto em $rios sementoscorporais+ artic la&;es+ m3sc los e tend;es do ponto de $ista mec2nico e ne rom sc lar(L tanen+ s8d)  For&a+ tens#o+ comprimento e $elocidade de alonamento do m3sc lo?   Gn lo+ $elocidade an lar e s a ordem das artic la&;es?  !rdem dos mo$imentos+ tempo e soma das or&as dos sementos corporais?  D ra&#o dos mo$imentos semelantes?  Rele5os ini'itHrios e e5citatHrios. Con$%m+ no entanto+ comparar al ns tipos de saltos o salto a dois p%s e salto a m p%+ esalto com e sem contra-mo$imento.   ! salto a dois p%s apresenta randes $antaens na alt ra alcan&ada pois o acto de seconse ir ma maior le5#o do /oelo e le5#o dorsal do torno,elo+ permite 4 e os 2n losdestas artic la&;es se/am tam'%m maiores+ erando-se ma or&a m sc lar adicionalrespons$el pelo maior deslocamento $ertical conse ido por este salto em rela&#o ao saltocom m sH apoio (>radstrom et al+ s8d). o 4 e di, respeito ao salto com e sem contra-mo$imento+ no primeiro conse e-se atinir ma alt ra maior+ apro5imadamente mais -= cm+ de$ido a $rios actores. 0rimeiro+ os tecidoselsticos ser$em de onte de arma,enamento de eneria elstica d rante a ase descendente+en4 anto no salto sem contra-mo$imento+ a eneria % prod ,ida apenas pelos elementoscontrcteis. o salto com contra-mo$imento+ as artic la&;es lectem rapidamente+ por mrela5amento do l3teo e alonamento dos 4 adricípedes. D rante a ase descendente do saltocom contra-mo$imento+ a eneria ra$itacional res lta de ma acti$a&#o dos m3sc lose5tensores. Ent#o+ estes prod ,em ma contrac&#o e5cêntrica para estender o /oeloprop lsionando o corpo ascendentemente. E5iste ainda ma maior alta de coordena&#o no salto sem contra-mo$imento em rela&#o aosalto com contra-mo$imento ma $e, 4 e este 3ltimo % mais tili,ado em sit a&;es dirias.0ara al%m deste actor+ tam'%m o acto de e5istir m a mento de acti$a&#o das i'rasm sc lares de$ido ao rele5o espinal ca sado pela contrac&#o dos m3sc los posteriores daco5a no contra-mo$imento e a altera&#o na contrac&#o din2mica pela pr%-acti$a&#o no salto+inl encia positi$amente a alt ra atinida por este salto (>o''ert et al+ 7<<).  Articulações envolvidas  E5iste ma dierente contri' i&#o de cada m dos sementos corporais para o salto (I nior+BB7) a.E5tens#o dos /oelos J? '.Fle5#o plantar J? c.E5tens#o do tronco 7BJ? d.>alan&o dos mem'ros s periores 7BJ? e.E5tens#o do pesco&o J. 0ortanto+ %  ndamental caracteri,ar cada mo$imento de orma indi$id ali,ada para se podercriar ma se4 ência de acontecimentos 4 e têm como prod to inal+ o salto de imp ls#o$ertical. #o caracteri,aremos a m sc lat ra e5tensora do pesco&o dada a s a red ,idaimport2ncia para o salto. De acordo com o 4 e oi atrs reerido+ as artic la&;es %m ro-ti'ial e %m ro-patelar+ s#o as4 e inter$êm mais no salto de imp ls#o $ertical+ reali,ando-se n ma primeira ase a le5#o do /oelo+ se ido de ma rpida e5tens#o do mesmo semento corporal. Com menor participa&#o4 e a artic la&#o do /oelo+ mas n#o m ito menos importantes+ as artic la&;es do torno,elo+s '-talar+ de Copart e Lisranc+ reali,am primeiro ma le5#o dorsal+ para depois reali,arem ma le5#o plantar. A artic la&#o co5o-emoral reali,a ma pe4 ena le5#o do tronco+ com marpida e5tens#o do mesmo e as artic la&;es escp lo- meral e omo-costal 'alanceiam os'ra&os de modo a 4 e o corpo ane al ma $elocidade an lar. %rupos musculares envolvidos  o 4 e di, respeito aos r pos m sc lares+ % necessrio di$idir o mo$imento em d as asesdistintas a ase descendente e a ase ascendente. a ase descendente e5iste ma retrop ls#ocom ipere5tens#o dos 'ra&os e e5tens#o dos ante'ra&os+ le5#o da co5a+ le5#o dos /oelos e ma dorsile5#o dos torno,elos. a ipere5tens#o dos mem'ros s periores s#o respons$eis o  deltHide posterior+ o rande dorsal e o rande redondo icando com  n&;es de antaonismo+ om3sc lo deltHide anterior+ a por&#o cla$ic lar do rande peitoral e o coraco-'ra4 ial. ae5tens#o+ somente o tricípete 'ra4 ial e o ancHneo inter$êm. !s m3sc los 'icípete 'ra4 ial+ o'ra4 ial anterior e o lono s pinador reali,am as ac&;es de antaonismo.  Ao contrrio do 4 e se possa pensar+ os m3sc los posteriores da co5a n#o s#o respons$eispela le5#o do /oelo na ase descendente do contra-mo$imento. Como / oi reerido+ estaconse e-se ra&as a m rela5amento do l3teo e a m alonamento dos m3sc los4 adricípedes aonistas da e5tens#o. Daí res lta a s a nomenclat ra de m sc lat rae5tensora+ $isto serem os m3sc los e5tensores os principais inter$enientes n#o sH na e5tens#odo /oelo como tam'%m na le5#o. o 4 e di, respeito 1 ase ascendente+ reali,am-see5actamente as ac&;es contrrias 1 ase descendente+ o se/a+ ma antep ls#o com le5#o dos'ra&os e ante'ra&os+ ma e5tens#o do tronco+ da co5a e dos /oelos+ e ma le5#o plantar dostorno,elos. &oordenação intermuscular  o 4 e di, respeito 1 rela&#o aonistas8i5adores+ esta acontece n#o sH na ipere5tens#o do'ra&o+ como tam'%m na le5#o da co5a. 0or conse inte+ a ipere5tens#o do 'ra&o reali,adapelo deltHide sH % possí$el de$ido 1 s a oriem no trap%,io+ em 4 e este ser$e de m3sc loi5ador do deltHide. 0or o tro lado+ a le5#o da co5a sH % possí$el+ por4 e os m3sc los daparede antero-a'dominal (rande recto a'dominal+ o rande e pe4 eno o'lí4 o do a'dHmen eo trans$erso do a'dHmen) esta'ili,am a 'acia+ permitindo 4 e o psoas-ilíaco+ o recto emoral+ otensor da ascia lata e o pe4 eno l3teo reali,em a respecti$a ac&#o. Relati$amente 1 coordena&#o entre m3sc los monoartic lares e 'i-artic lares+ % de se reerira le5#o e e5tens#o do 'ra&o reali,ada pelos m3sc los 'i-artic lares 'icípete 'ra4 ial e tricípete'ra4 ial respecti$amente+ 4 e inter$êm na artic la&#o escp lo- meral e coto$elo.Relati$amente 1 le5#o da co5a+ o recto emoral inter$%m na s a ac&#o 'em como na ac&#o dee5tens#o do /oelo. Tam'%m os %meos reali,am a le5#o plantar e s#o aonistas a 5iliares nale5#o do /oelo. 0ortanto+ no 4 e di, respeito aos mem'ros ineriores+ ma or&a prod ,ida pelos poderososm3sc los monoartic lares e5tensores da co5o-emoral e do /oelo+ % transmitida pelosm3sc los 'i-artic lares at% ao torno,elo (Correia+ BB). Deste modo+ a e5tens#o da co5a le$aa 4 e indirectamente e5ista ma le5#o plantar do torno,elo. 's mecanismos da força De acordo com @erKosansK e 6i (BBB)+ o a mento do potencial de or&a m sc lardepende da re la&#o intram sc lar+ do a mento de nidades motoras implicadas na tens#o+do a mento da re4 ência de estím los a 4 e s#o e5postos os motone rHnios e dasincroni,a&#o das nidades motoras. Tam'%m Cometti (7<<<? BB7) reere 4 e a or&adepende n#o sH de actores estr t rais+ mas tam'%m de actores ner$osos e actoresrelacionados com a elasticidade do m3sc lo.  Analisaremos de se ida cada m destes actores+ se indo principalmente os tra'alosreali,ados por este in$estiador e complementando-o com est dos de o tros a tores+ 4 e seamiliari,em com o tema. Factores estruturais    A (ipertrofia  
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